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03/02/2017

Reflectindo - 221

Amor

É natural, acho, que escreva repetidamente sobre este tema.

Não que tenha algo novo a dizer que seja como que uma “descoberta recente”, mas porque a verdade é que o amor verdadeiro está em constante evolução, renovando-se e ganhando volume, profundidade e dimensão cada vez maiores.

Ou seja, o amor não é estático, final, definitivo - pobre de quem pensa assim a respeito do amor - e o seu exemplo é o amor de Deus que é imenso, total, sem condições.

Amar como Deus?

Quem dera, mas não é possível igualar o amor humano ao amor divino.

Mas pode e deve-se tentar, degrau a degrau, pouco a pouco, num esforço contínuo feito de progressos e passos atrás.

O amor assim é e permanece vivo, vibrante enformado toda a nossa vida.

Quando chegar o derradeiro momento, mesmo que o Senhor não encontre em nós actos e obras de grande monta ou mérito, nem prática de virtudes excepcionais, se encontrar só o amor, estaremos salvos.


(ama, reflexões, 2016.10.21)


26/08/2016

Reflectindo

Amor

Sei que o amor é tão importante como a própria vida.

Como que será viver sem amar e, sobretudo, sem saber-se amado?

O amor é um sentimento que só se completa quando é retribuído por isso mesmo se diz que "amor com amor se paga".
Não como quem retribuiu algo ou satisfaz uma obrigação, uma dívida mas porque é absolutamente natural e lógico.

Pagar uma dívida?

É impossível porque o amor não tem dimensão, não se ama pouco ou muito ou se ama ou não.

Uma obrigação?

Não faz sentido nenhum porque o amor não gera um dever exactamente porque é livre e natural.

Claro que, considerando os Mandamentos, poderíamos tentar concluir que Deus nos manda amar mas é uma conclusão errada porque os Mandamentos apenas reflectem a Vontade de Deus quanto ao "ordenamento" do amor donde - aqui sim - se pode concluir que Deus concebe as Suas criaturas para amar o que também é lógico porque é o Seu Amor que as gera.

(ama, reflexões, Malta, 06.05.2016)