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29/02/2016

Reflectindo - 159

Coisas pequenas

…/5

Não temos – ninguém tem – a ciência toda nem o conhecimento absoluto, logo devemos ir com calma - os PEQUENOS PASSOS – que nos levarão com muito mais segurança ao fim desejado.

Os PEQUENOS PASSOS são sempre mais firmes e seguros porque não se dá um sem ter completado o anterior.

A construção da nossa vida, sobretudo da nossa vida interior, fica assim mais sólida e resistente – “construída sobre rocha” – e enriquecida com as experiências vividas detidamente.


(ama, Reflexões, 2015)

26/02/2016

Reflectindo - 158

Coisas pequenas

…/4

Alguns têm uma tendência de, quando surge uma inspiração, “meter ombros” à tarefa num ápice sem se deterem a considerar se não seria preferível – como quase sempre é – pensar um pouco mas detidamente na melhor forma ou o momento mais indicado  de o fazer.

A precipitação que tal procedimento configura, envolve sempre um risco de, na “correria” deixarmos para trás algum detalhe importante e que fará falta.


(cont)


(ama, Reflexões, 2015)

22/02/2016

Reflectindo - 157

Coisas pequenas

…/3

Se imaginamos a nossa vida como uma construção que se inicia no nosso nascimento e termina no momento da morte, compreenderemos que todo o tempo é oportuno para aproveitar e pôr em prática as capacidades que vamos desenvolvendo, as experiências que adquirimos e, se quando éramos crianças tivemos de aprender a andar o que depois de mais velhos, por ser tão natural andarmos pelos nossos próprios meios, esquecemos a importância que tiveram esses pequenos passos claudicantes e inseguros mas que com determinação e empenho fomos tentando uma e outra vez.

Pois são estes pequenos passos - "pequenas coisas" - que foram fundamentais para que aprendêssemos a andar.

Então... talvez pudéssemos refazer o título desta reflexão e em lugar de "Coisas pequenas" considerar antes PEQUENOS PASSOS.

(cont)


(ama, Reflexões, 2015)

19/02/2016

Reflectindo - 156

Coisas pequenas

…/2

Podemos comparar, neste âmbito, a vida de oração.

Participamos na Santa Missa, rezamos o Rosário, etc. Mas se desprezamos a oração simples, confiada, as jaculatórias, o simples elevar o pensamento a Deus várias vezes ao dia, o encomendar as tarefas, solicitar luz e sabedoria, pedir auxílio e protecção, se nos falta isto que deve ser a prática corrente, vamos para a Igreja participar na Santa Missa sem nenhum ou pouco lastro que nos ajude a que nos concentremos de alma e coração.

Coisas pequenas não quer dizer coisas sem importância.
São, antes, como que um viver cada dia, cada minuto sem desperdiçar nem as oportunidades nem as inspirações que o Espírito San-to continuamente insinua na nossa alma em graça. 

Este detalhe - alma em graça - é importante porque mantém aberto o "canal" de comunicação com Deus.

(cont)


(ama, Reflexões, 2015)

15/02/2016

Reflectindo - 155

Coisas pequenas

A nossa vida é uma sucessão de pequenas coisas que vamos fazendo e vivendo.

É este caminho que nos leva às acções de maior vulto que de vez em quando se nos impõem.

É como a construção de uma casa que não se começa pelo telhado.

A tentação de desprezar ou não prestar devida atenção a essas pequenas coisas - por vezes de escassa importância ou relevo - é muito frequente porque precisamente Satanás sabe que cedemos mais facilmente no pequeno que no grande.

É tão insidioso e subtil que nos aparece mascarado do "não vale a pena", "faço depois... mais logo", "não vou perder tempo".
E quando se apresenta aquela tarefa a que temos de meter ombros encontramo-nos sem "material" para o que se nos  propõe fazer.

(cont)


(ama, Reflexões, 2015)

12/02/2016

Reflectindo - 154

Coisas pequenas

A nossa vida é uma sucessão de pequenas coisas que vamos fazendo e vivendo.

É este caminho que nos leva às acções de maior vulto que de vez em quando se nos impõem.

É como a construção de uma casa que não se começa pelo telhado.

A tentação de desprezar ou não prestar devida atenção a essas pequenas coisas - por vezes de escassa importância ou relevo - é muito frequente porque precisamente Satanás sabe que cedemos mais facilmente no pequeno que no grande.

É tão insidioso e subtil que nos aparece mascarado do "não vale a pena", "faço depois... mais logo", "não vou perder tempo".
E quando se apresenta aquela tarefa a que temos de meter ombros encontramo-nos sem "material" para o que se nos  propõe fazer.

(cont)


(ama, Reflexões, 2015)