28/02/2017

Reflectindo - 230

Família

Núcleo principal e indispensável da sociedade humana, a família, é a base toda a civilização, de toda a convivência, de todo o desenvolvimento do ser humano.
Ninguém aparece neste mundo isoladamente e, muito menos, espontaneamente. Todos somos fruto de e um encontro entre dois seres diferentes: um homem e uma mulher.
Esse encontro foi, desde sempre, consagrado a uma intimidade e a um desejo entre o casal. Tudo o que é fortuito, agressivo, intencionalmente mau, manipulado é "anormal" na medida em que desvia o caminho natural.
A família é, pois, o núcleo principal, como dizia, mas mais, é o esteio imprescindível da autêntica civilização.
Talvez, num futuro mais ou menos próximo, venhamos a constatar a aparição de seres criados em laboratório, manipulados na sua génese, talvez iguais aos desejos de quem os quer possuir.
Talvez possa vir a existir alguma loucura mais ou menos generalizada onde estas anormalidades se tornem práticas correntes e aceites por alguma maioria pouco á vontade com a sua falta de consciência.
Mas, se tal vier a acontecer, não poderemos admirar-nos se os resultados a muito curto prazo forem catastróficos. Ninguém pode outorgar-se o direito de "possuir" um filho. Ninguém pode decidir da vida ou da morte de um ser humano, esteja ele no inicio da caminhada da vida ou no seu ocaso.
Tudo isto se encontra, se defende, se vive, se projecta na família. Por isso, é urgente destruir a família, deixar esse retrógrado conceito de um Pai e uma Mãe, passando a haver apenas progenitor A e progenitor B, não deverá haver um filho ou uma filha mas unicamente o resultado da vontade de dois seres homem e mulher; ou... homem e homem; ou... mulher e mulher e, claro, porque não, a vontade também, absolutamente legítima, de uma associação, um clube, um grupo activista.

Sou doido?! Não sou... reparem bem á vossa volta e verifiquem se não é exactamente para este cenário que caminhamos.




AMA, reflexões, 20.01.2015 

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