Stº Agostinho
21 Desde então começou Jesus a manifestar a Seus discípulos que devia ir a Jerusalém e padecer muitas coisas dos anciãos, dos príncipes dos sacerdotes e dos escribas, ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia. 22 Tomando-O Pedro à parte, começou a repreendê-l'O, dizendo: «Deus tal não permita, Senhor; não Te sucederá isto». 23 Ele, voltando-Se para Pedro, disse-lhe: «Retira-te de Mim, Satanás! Tu serves-Me de escândalo, porque não tens a sabedoria das coisas de Deus, mas dos homens». 24 Então, Jesus disse aos Seus discípulos: «Se alguém quer vir após Mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me. 25 Porque quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; e quem perder a sua vida por amor de Mim, acha-la-á. 26 Pois, que aproveitará a um homem ganhar todo o mundo, se vier a perder a sua alma? Ou que dará um homem em troca da sua alma? 27 Porque o Filho do Homem há-de vir na glória de Seu Pai com os Seus anjos, e então dará a cada um segundo as suas obras.
Comentário:
Como se pode entender tal coisa!
É preciso compreender que Jesus fala do apego à vida sobre tudo o resto como o único bem que realmente possa interessar ao homem. Na verdade não deve ser assim; a vida, a nossa vida, pertence a Deus que no-la deu e a pode fazer cessar quando bem entenda.
Ou seja por nós, nada podemos fazer para a prolongar um segundo que seja.
Devemos, isso sim, preservar a vida como um bem concedido por Deus para que dela tiremos o melhor partido e a façamos frutificar em obras e serviço.
O apego desmesurado à saúde e bem-estar pessoal é contrário à missão que temos de levar a cabo: viver como Deus quer que vivamos, com a consciência que somos Suas criaturas e que teremos de Lhe dar contas do uso que demos a essa mesma vida.
(ama, comentário sobre Mt 16, 21-28, 2011.07.22)
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