Padroeiros do blog: SÃO PAULO; SÃO TOMÁS DE AQUINO; SÃO FILIPE DE NÉRI; SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ
13/09/2017
A tristeza é a escória do egoísmo
Que ninguém leia tristeza nem dor na tua cara,
quando difundes pelo ambiente do mundo o aroma do teu sacrifício. Os filhos de
Deus têm de ser sempre semeadores de paz e de alegria. (Sulco, 59)
E se somos filhos de Deus, por que havemos de estar tristes? A
tristeza é a escória do egoísmo. Se queremos viver para Nosso Senhor, não nos
faltará a alegria, mesmo que descubramos os nossos erros e as nossas misérias.
A alegria entra na vida de oração de tal maneira que, a certa altura, não
poderemos deixar de cantar: porque amamos, e cantar é próprio de apaixonados.
Se vivermos assim, realizaremos no mundo uma obra de paz;
saberemos tornar amável aos outros o serviço a Nosso Senhor, porque Deus ama
quem dá com alegria O cristão é uma pessoa igual às outras na sociedade; mas do
seu coração transbordará a alegria de quem se propõe cumprir, com a ajuda
constante da graça, a Vontade do Pai: e não se sente vítima, nem inferiorizado,
nem coagido. Caminha de cabeça erguida, porque é homem e é filho de Deus.
A nossa fé dá todo o seu relevo a estas virtudes, que pessoa
alguma deveria deixar de cultivar. Ninguém pode vencer o cristão em humanidade.
Por isso, quem segue Cristo é capaz – não por mérito próprio, mas pela graça de
Nosso Senhor – de comunicar aos que o rodeiam o que às vezes eles pressentem,
embora não consigam compreender: que a verdadeira felicidade, o verdadeiro
serviço ao próximo passa pelo Coração do Nosso Redentor; perfectus Deus,
perfectus, homo. (Amigos
de Deus, nn. 92–93)
Evangelho e comentário
São João Crisóstomo – Doutor da Igreja
Evangelho:
Lc 6, 20-26
20
Erguendo os olhos para os discípulos, pôs-se a dizer: «Felizes vós, os pobres, porque
vosso é o Reino de Deus. 21 Felizes vós, os que agora tendes fome, porque
sereis saciados. Felizes vós, os que agora chorais, porque haveis de rir. 22 Felizes
sereis, quando os homens vos odiarem, quando vos expulsarem, vos insultarem e
rejeitarem o vosso nome como infame, por causa do Filho do Homem. 23 Alegrai-vos
e exultai nesse dia, pois a vossa recompensa será grande no Céu. Era
precisamente assim que os pais deles tratavam os profetas». 24 «Mas ai de vós,
os ricos, porque recebestes a vossa consolação! 25 Ai de vós, os que estais
agora fartos, porque haveis de ter fome! Ai de vós, os que agora rides, porque
gemereis e chorareis! 26 Ai de vós, quando todos disserem bem de vós! Era
precisamente assim que os pais deles tratavam os falsos profetas».
Comentário:
A
verdade é que quanto Jesus diz se verificará: as perseguições de toda a ordem,
as privações a que serão sujeitos e todo o tipo de inimizade, segregação e
ataques à honra e ao bom-nome.
E é
verdade, também, que, não obstante, a alegria dos cristãos será permanente bem
como o gozo de sofrer pelo nome de Cristo.
(AMA, comentário sobre Lc 6, 20-26, 21.06.2017)
Fátima - Centenário - Oração diária,
Senhora de Fátima:
Neste ano do Centenário da tua vinda ao nosso País, cheios de confiança vimos pedir-te que continues a olhar com maternal cuidado por todos os portugueses.
No íntimo dos nossos corações instala-se alguma apreensão e incerteza em relação a este nosso País.
Sabes bem que nos referimos às diferenças de opinião que se transformam em desavenças, desunião e afastamento; aos casais desfeitos com todas as graves consequências; à falta de fé e de prática da fé; ao excessivo apego a coisas passageiras deixando de lado o essencial; aos respeitos humanos que se traduzem em indiferença e falta de coragem para arrepiar caminho; às doenças graves que se arrastam e causam tanto sofrimento.
Faz com que todos, sem excepção, nos comportemos como autênticos filhos teus e com a sinceridade, o espírito de compreensão e a humildade necessárias para, com respeito de uns pelos outros, sermos, de facto, unidos na Fé, santos e exemplo para o mundo.
Que nenhum de nós se perca para a salvação eterna.
Como Paulo VI, aqui mesmo em 1967, te repetimos:
“Monstra te esse Matrem”, Mostra que és Mãe.
Isto te pedimos, invocando, uma vez mais, ao teu Dulcíssimo Coração, a tua protecção e amparo.
AMA, Fevereiro, 2017
Diálogos com o Senhor Deus (16)
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Senhor?
Sim, meu filho!
Precisava pedir-Te uma coisa.
Agora não tenho tempo, meu filho!
Mas, Senhor, como podes Tu não ter tempo se és
o dono do tempo?
E não és tu também, meu filho, o dono do teu
tempo? Não te dei eu liberdade total para usares o tempo que te pertence?
Sim, Senhor, isso é verdade. Mas não percebo o
porquê dessas Tuas perguntas?
É simples, meu filho. Quando passas pelo
pedinte, pelo solitário, pelo esfomeado, pelo sedente, pelo desprezado, pelo
outro, e não o olhas, não o ajudas, não te preocupas sequer, não dizes tu no
teu intimo, como desculpa, que “agora” não tens tempo?
Sim, Senhor, é verdade! Muitas vezes como
desculpa para nada fazer, digo que não tenho tempo para olhar, ouvir ou ajudar
o outro.
Pois, meu filho, mas quando não tens tempo para
o outro, estás a dizer que não tens tempo para Mim!
Perdoa, Senhor, que sou fraco e pecador!
Está bem, meu filho! Diz lá então o que
precisas, porque Eu tenho sempre tempo para ti!!!
Joaquim Mexia Alves, Marinha Grande, 9 de Setembro de 2017
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JMA - Diálogos com o Senhor Deus
«Mãe, ensina-me a ser nada, para que Cristo seja tudo em mim».
Oração que um dia o Espírito Santo quis colocar no meu coração e me esforço para que seja verdade na minha vida.
Tratado da vida de Cristo 173
Questão 57: Da Ascensão de Cristo
Em seguida devemos tratar da ascensão de
Cristo.
E nesta questão discutem-se seis
artigos:
Art. 1 — Se devia Cristo ascender ao
céu.
Art. 2 — Se ascender ao céu convinha a
Cristo enquanto de natureza divina.
Art. 3 — Se Cristo subiu por virtude
própria.
Art. 4 — Se Cristo subiu acima de todos
os céus.
Art. 5 — Se o corpo de Cristo subiu
acima de todas as criaturas espirituais.
Art. 6 — Se a ascensão de Cristo é a
causa da nossa salvação.
Art.
1 — Se devia Cristo ascender ao céu.
O
primeiro discute-se assim. — Parece que Cristo não devia ascender ao céu.
1. — Pois, segundo o Filósofo, os seres dotados da maior perfeição possível
fruem bem próprio sem precisar mover-se. Ora, Cristo tinha a maior
perfeição possível, por ser o sumo bem, em virtude da sua natureza divina, e
ser, pela sua natureza humana soberanamente glorificado. Logo, fruía sem nenhum
movimento a seu bem. Ora, a ascensão é um movimento. Logo, Cristo não devia
ascender ao céu.
2. Demais. — Tudo o que se move visa um
fim melhor. Ora a Cristo não era melhor estar no céu que na terra; pois, nenhum
bem se lhe acrescentou por estar no céu, nem quanto à alma nem quanto ao corpo.
Logo, parece que Cristo não devia subir ao céu.
3. Demais. — O Filho de Deus assumiu a
natureza humana para a nossa salvação. Ora, seria melhor para a salvação dos
homens que sempre se conservasse connosco na terra, e por isso ele próprio
disse aos discípulos: Lá virá tempo que
em vós desejareis ver um dia do Filho do homem e não no vereis. Parece,
logo, que Cristo não devia subir ao céu.
4. Demais. — Como diz Gregório, o corpo de Cristo não sofreu nenhuma mudança
depois da ressurreição. Ora, não subiu ao céu imediatamente depois da
ressurreição; pois, ele próprio o disse depois dela: Ainda não subi a meu Pai. Logo, parece que nem depois dos quarenta
dias devia subir ao céu.
Mas, em contrário, o Senhor diz: Vou para meu Pai e vosso Pai.
O lugar deve proporcionar-se
ao que nele está colocado. Ora, Cristo depois da ressurreição entrou na sua
vida imortal e incorruptível. Ora, a terra que habitamos é um lugar em que
seres nascem e morrem; ao contrário, o céu é um lugar onde não há morte. Logo
Cristo não devia, depois da ressurreição, permanecer na terra, mas devia subir
ao céu.
DONDE A RESPOSTA À PRIMEIRA OBJECÇÃO. —
O ser soberanamente perfeito que possui o seu bem sem ter necessidade nenhuma
de mover-se, é Deus: pois é absolutamente imutável, segundo a Escritura - Eu sou o Senhor e não mudo. Ao
contrario, toda criatura é de certo modo
mutável, como o adverte Agostinho. E como a natureza assumida pelo Filho de
Deus permaneceu criatura, conforme do sobre dito se colige, não há
inconveniência em lhe atribuir algum movimento.
RESPOSTA À SEGUNDA. — Por ter subido, ao
céu nenhum bem se lhe acrescentou a Cristo, sua glória essencial, nem quanto ao
corpo nem quanto à sua alma. Mas lhe constituiu um novo bem o esplendor da sua
mansão gloriosa. Não que ao corpo lhe adviesse, do corpo celeste, maior
perfeição ou conservação, senão só o conveniente esplendor. O que de certo modo
lhe redundava em glória. E esse esplendor lhe causava alegria; não que
começasse então a gozá-la, quando subiu ao céu; mas porque de novo modo gozou
dele, como de um bem completo. Por isso, sobre o dito da Escritura — Deleites na tua direita para sempre, diz
a Glosa: As minhas delícias e a minha
alegria serão quando estiver sentado ao teu lado, longe dos olhares humanos.
RESPOSTA À TERCEIRA. — Embora da
presença corporal de Cristo os fiéis ficassem privados pela ascensão, contudo têm
a presença da sua divindade sempre eles, segundo o Evangelho: Eu estou convosco todos os dias, até à
consumação do século. Pois, o que subiu aos céus não abandonou os seus
filhos adoptivos, como diz Leão Papa.
Mas, a própria ascensão de Cristo ao
céu, fazendo-nos ficar privados da sua presença corporal, nos foi mais útil que
essa presença. — Primeiro, pelo aumento da fé, cujo objecto é o invisível. Por
isso o próprio Senhor disse aos seus discípulos, que o Espírito Santo, quando vier, arguirá o mundo da justiça, isto
é, dos que crêem; pois, a simples comparação dos fiéis com infiéis é a
condenação a destes últimos. E por isso acrescenta: Porque vou para o Pai e vós não me vereis mais. Mas felizes são os que,
não vendo, crêem. Será, pois, vossa a
justiça, de que será o mundo arguido, por crerdes em mim, a quem não vedes.
— Segundo, para fundar a nossa esperança. Por isso ele próprio o disse: Depois que eu for e vos aparelhar o lugar,
virei outra vez e tomar-vos-ei para mim mesmo, para que onde eu estou estejais
também. Elevando assim ao céu Cristo a natureza humana assumida, deu-nos a
esperança de lá chegar: porque em
qualquer lugar em que estiver o corpo, aí se hão de ajuntar também as águias.
E por isso diz a Escritura: Ascende
abrindo o caminho adiante deles. — Terceiro, a fim de elevar o afecto da
caridade para os bens celestes. Donde o dizer o Apóstolo: Buscais as coisas que são lá de cima, onde Cristo está sentado à dextra
de Deus; cuidai nas coisas que são lá de cima, não nas que há sobre a terra.
Pois, na frase do Evangelho, onde está o teu tesouro aí está também o teu
coração. E sendo o Espírito Santo o Amor que nos arrebata para os bens celestes,
por isso o Senhor diz aos discípulos: A vós convém-vos que eu vá, porque se eu
não for, não virá a vós o Consolador; mas se for vo-lo enviarei. O que
Agostinho assim expõe: Não sois capazes
de receber o Espírito, enquanto persistis em só conhecer a Cristo segundo a
carne. Cristo, separando-se deles corporalmente, não somente o Espírito
Santo, mas ainda o Pai e o Filho residiram neles espiritualmente.
RESPOSTA À QUARTA. — Embora o lugar
conveniente a Cristo ressuscitado para a vida imortal fosse morada celeste,
contudo diferiu a sua ascensão para que comprovasse a verdade da sua
ressurreição. Por isso declara a Escritura: Depois
da sua Paixão manifestou-se a si mesmo vivos os discípulos com muitas provas,
por quarenta dias. Ao que uma certa glossa diz: Por ter estado morto durante quarenta horas, confirma que está vivo,
durante quarenta dias. Ou podemos entender que esses quarenta dias são a
imagem da vida presente, durante a qual Cristo reside na sua Igreja. Neste
sentido, que o homem se compõe de quatro elementos e que a Igreja o educa para
a observação do decálogo.
Nota: Revisão da versão portuguesa por ama.
Perguntas e respostas
A.
A ALEGRIA E OS SEUS TIPOS.
1. O que é a alegria?
A alegria, enquanto virtude, é o hábito de manter o ânimo elevado,
independentemente das circunstâncias exteriores. Mas há outras formas de
alegria.
2. Tipos de alegria?
Alegria falsa.- Unida a um
prazer mau. Por exemplo: por vezes chama-se vida alegre a um comportamento
folião, embebido de álcool, sexo e drogas. É uma triste vida ainda que
transborde energia, prazeres e risos tontos. Chamemos as coisas pelos seus
nomes; a selvajaria, as bebedeiras e os prazeres satisfeitos são o que essas
palavras indicam e pouco têm a ver com a alegria.
Alegria superficial.- É o
caso daquele que se ri por tudo e a quem nada importa. Não tem conhecimento das
dificuldades e nada quer saber sobre os problemas. Passa por tudo, poderia
dizer-se, fechando os olhos à realidade para continuar a rir. Talvez não
necessite de folias e externamente parece alegre, mas falta-lhe conteúdo.
Alegria sentimental.-
Consiste em estar o sentir-se satisfeitos. Acontece quando alguém se encontra
bem, lhe acontecem as coisas como planeava, é acompanhado pelo triunfo, sabe
tornar os momentos agradáveis. Diz: estou bem, estou contente. Desejamos estar
assim, mas notamos que falta algo, vemos que esta alegria é transitória.
Bem-vindos sejam os êxitos e sentimentos, mas o mais interessante é a virtude
da alegria, pois procuramos não só estar alegres como também ser alegres.
Alegria-virtude.- É o hábito
de manter o ânimo contente independentemente das circunstâncias externas. Esta
qualidade não está subjugada ao álcool nem aos sentimentos, mas é uma atitude
interior que se adquire com a repetição de actos, tal como acontece com todas
as qualidades.
3. Actos de alegria?
São actos da própria vontade que decide conservar o bom ânimo ainda que as
coisas não corram bem. Não se trata de uma atitude voluntarista, mas de algo
que possui um fundamento real. É um acto de vontade baseado em factos. Na
medida que estes factos sejam elevados e duradouros, a alegria será firme e
profunda.
Pequena agenda do cristão
(Coisas muito simples, curtas, objectivas)
Propósito:
Simplicidade e modéstia.
Senhor, ajuda-me a ser simples, a despir-me da minha “importância”, a ser contido no meu comportamento e nos meus desejos, deixando-me de quimeras e sonhos de grandeza e proeminência.
Lembrar-me:
Do meu Anjo da Guarda.
Senhor, ajuda-me a lembrar-me do meu Anjo da Guarda, que eu não despreze companhia tão excelente. Ele está sempre a meu lado, vela por mim, alegra-se com as minhas alegrias e entristece-se com as minhas faltas.
Anjo da minha Guarda, perdoa-me a falta de correspondência ao teu interesse e protecção, a tua disponibilidade permanente. Perdoa-me ser tão mesquinho na retribuição de tantos favores recebidos.
Pequeno exame:
Cumpri o propósito que me propus ontem?
12/09/2017
O santo não nasce: forja-se
Tudo aquilo em que intervimos nós, os pobrezitos dos homens, mesmo a santidade, é um tecido
de pequenas coisas que segundo a intenção com que se fazem podem formar uma
tapeçaria esplêndida de
heroísmo ou de baixeza, de virtudes ou de pecados. As gestas relatam sempre
aventuras gigantescas, mas misturadas com pormenores caseiros do herói. Oxalá tenhas sempre em muito
apreço é a linha recta as coisas pequenas. (Caminho, 826)
O principal requisito que nos é pedido bem conforme com a nossa
natureza consiste em amar: a caridade é o vínculo da perfeição; caridade que
devemos praticar de acordo com as orientações explícitas que o próprio Senhor
estabelece: amarás o Senhor teu Deus com todo o
teu coração, com toda a tua alma, com toda a tua mente, sem reservarmos nada
para nós. A santidade consiste nisto.
É bem certo que se trata de um objectivo elevado e árduo. Mas não
se esqueçam de que o santo não nasce: forja-se no jogo contínuo da graça divina
e da correspondência humana. Um dos escritores cristãos dos primeiros séculos
adverte, referindo-se à união com Deus: Tudo o que se desenvolve começa por ser
pequeno. Ao alimentar-se gradualmente, com constantes progressos, é que chega a
ser grande. Por isso te digo que, se quiseres portar-te como um cristão
coerente sei que estás disposto a isso,
embora te custe tantas vezes vencer-te ou puxar por esse pobre corpo deves ter
muito cuidado com os mais pequenos
pormenores, porque a santidade que Nosso Senhor te exige atinge-se realizando
com amor de Deus o trabalho e as obrigações de cada dia, que se compõem quase
sempre de pequenas realidades. (Amigos
de Deus, nn 67)
Evangelho e comentário
Santíssimo Nome de Maria
Evangelho:
Lc 6, 12-19
12
Naqueles dias, Jesus foi para o monte fazer oração e passou a noite a orar a
Deus. 13 Quando nasceu o dia, convocou os discípulos e escolheu doze dentre
eles, aos quais deu o nome de Apóstolos: 14 Simão, a quem chamou Pedro, e
André, seu irmão; Tiago, João, Filipe e Bartolomeu; 15 Mateus e Tomé; Tiago,
filho de Alfeu, e Simão, chamado o Zelote; 16 Judas, filho de Tiago, e Judas
Iscariotes, que veio a ser o traidor. 17 Descendo com eles, deteve-se num sítio
plano, juntamente com numerosos discípulos e uma grande multidão de toda a
Judeia, de Jerusalém e do litoral de Tiro e de Sídon, 18 que acorrera para o
ouvir e ser curada dos seus males. Os que eram atormentados por espíritos
malignos ficavam curados; 19 e toda a multidão procurava tocar-lhe, pois
emanava dele uma força que a todos curava.
Comentário:
Antes
de empreender uma tarefa séria, importante, decisiva, convém pôr nas mãos de
Deus o que nos propomos fazer pedindo luz, discernimento e a capacidade
necessárias para fazer com bom critério e são espírito o que se nos põe como
tarefa a executar.
Desta
forma actuaremos com a certeza de estarmos a cumprir a Vontade de Deus.
(AMA, comentário sobre Lc 6, 12-19, 21.06.2017)
Fátima - Centenário - Oração diária,
Senhora de Fátima:
Neste ano do Centenário da tua vinda ao nosso País, cheios de confiança vimos pedir-te que continues a olhar com maternal cuidado por todos os portugueses.
No íntimo dos nossos corações instala-se alguma apreensão e incerteza em relação a este nosso País.
Sabes bem que nos referimos às diferenças de opinião que se transformam em desavenças, desunião e afastamento; aos casais desfeitos com todas as graves consequências; à falta de fé e de prática da fé; ao excessivo apego a coisas passageiras deixando de lado o essencial; aos respeitos humanos que se traduzem em indiferença e falta de coragem para arrepiar caminho; às doenças graves que se arrastam e causam tanto sofrimento.
Faz com que todos, sem excepção, nos comportemos como autênticos filhos teus e com a sinceridade, o espírito de compreensão e a humildade necessárias para, com respeito de uns pelos outros, sermos, de facto, unidos na Fé, santos e exemplo para o mundo.
Que nenhum de nós se perca para a salvação eterna.
Como Paulo VI, aqui mesmo em 1967, te repetimos:
“Monstra te esse Matrem”, Mostra que és Mãe.
Isto te pedimos, invocando, uma vez mais, ao teu Dulcíssimo Coração, a tua protecção e amparo.
AMA, Fevereiro, 2017
Estafadores, supersticiones y demonios: la oscura verdad detrás del movimiento New Age
Tras las aparentemente "inocentes"
prácticas de la New Age, se esconde una oscura verdad
Adolfo Orozco Torres, presidente del Centro Mexicano
de Sindonología e investigador del Instituto de Geofísica de la UNAM, es
también crítico con la adivinación, la New Age y las supersticiones, pero
señala que además de estafadores y de crédulos sí puede darse una acción
demoníaca para fomentar estas prácticas según cuenta el semanario Desde la Fe.
Los demonios, con capacidad para realizar cosas
extraordinarias, fomentan la adivinación y la New Age con un mensaje: “Tú
puedes hacerlo, tú eres tu propio dios, tú tienes potencialidades escondidas o
dormidas, que puedes despertar y tomar las riendas de tu destino”.
Hacer a un lado a Dios
Esta enseñanza, afirma Orozco, va encaminada a hacer
a un lado a Dios y a poner en su lugar al hombre. Los demonios no pueden prever
el futuro (no más que los hombres) así que, si la lectura de las cartas revela
a la persona algo que finalmente le pasó, es porque el maligno hizo que pasara
a fin de engañar al incauto.
Orozco denuncia también que temas relacionados con
la New Age, el horóscopo y el espiritismo, figuran en las secciones de salud y
tecnología de algunas revistas. Se ven como actos normales y probados con una
relación causa-efecto.
Según Orozco, este tipo de contenidos tiene su
origen en tres posibles razones:
Magia y cuentos de hadas
“La primera", afirma, "es una credulidad
infantil en la existencia de hadas, duendes y seres míticos, una idea
proveniente de los más lejanos y oscuros inicios de la humanidad y de la razón,
que sobrevive en un sustrato de la mente cuando ésta no está ilustrada o no ha
aprendido a razonar correctamente".
En ocasiones, la gente atribuye "poderes"
a talismanes que, en realidad no tienen ningún efecto
Estafadores y timadores
Orozco advierte también el peligro de los timadores:
"La segunda razón es la abundancia de estafadores profesionales que viven
de esquilmar a las personas diciéndoles las cosas que quieren oír, o bien las
que están predispuestas a aceptar"
Así, si a una mujer celosa le dicen "Sí, tu
marido, sí te engaña", es una "adivinación" que le parece
correcta, aún sus efectos devastadores, que incluso pueden desembocar en dramas
terribles.
New Age y la acción directa del diablo
Esta última razón conlleva un peligro serio, ya que
proviene directamente del Demonio y sus secuaces.
Orozco advierte que prácticas como la Ouija o
visitar las pirámides en 21 de Marzo para "cargarse de energía
positiva", no son más que tretas del "padre de la mentira".
Según Orozco, en la Creación sólo existen dos tipos
de manifestaciones: las naturales y las sobrenaturales; “las primeras se
refieren a cualquier fenómeno o acontecimiento producto de la interacción de
las diferentes fuerzas u objetos naturales; mientras que las sobrenaturales son
fenómenos en que se producen efectos que sobrepasan las potencialidades propias
de la naturaleza". Estos son fenómenos como la Resurrección o los milagros
de los santos.
Las manifestaciones naturales tienen su causa
directamente en Dios; las sobrenaturales en cambio, están producidas por seres
espirituales capacitados por el Señor para producirlas.
Refiere que estos seres se llaman ángeles, y entre
ellos puede haber ángeles buenos, pero también ángeles malos, los capitaneados
por Luzbel, que tienen la capacidad de producir fenómenos extraordinarios e
imbuir las ideas del New Age en las mentes de aquellos que se expongan,
realizando actividades como el "Reiki" o el Yoga.
“Muchas personas de buena voluntad", finaliza
el Dr. Adolfo Orozco, "que se acercan a estas prácticas condenadas por la
Iglesia, ya que van en contra del primer mandamiento, pensarán que estoy
exagerando, pero sólo estoy repitiendo con mis palabras las enseñanzas de la
Iglesia, y aplicando la Razón y la Ciencia. ¡Mucho cuidado! Sólo hay un pastor
y un camino, el que nos señala y nos da la vida verdadera: Cristo”.
REL
Hoy el reto del amor es llevar un ángel contigo.
Llevaba ochenta mil cosas en
las manos... cuando, de pronto, me di cuenta de que me había olvidado el
estuche.
Retrocedí un par de pasos y, en
un imposible ejercicio de equilibrismo, extendí la mano y... ¡¡puuuum!!
No hubo remedio. Todo acabó por
los suelos.
Me agaché a recoger y aproveché
para mejorar la colocación. ¡Ahora iba mucho más cómoda! Al levantar el último
cuaderno, me encontré en el suelo un colgante con forma de ángel.
"¿A quién se le habrá
caído?"
Lo cogí y, en ese momento, vino
a mi cabeza una frase que tantas veces he oído a Lety: "Toda la decoración
que hay en el convento quiere hablarte del Señor".
"¿Y qué quiere decirme
este angelito?", me pregunté.
Justo entonces me di cuenta de
que, con tanto ir y venir, estaba a dos pasos del Oratorio... ¡y no había
entrado a saludar al Señor! Entré a hacerle una visita... ¡y a darle gracias
por tan especial mensajero!
Y es que a todos nos encantaría
mantenernos en la presencia del Señor todo el día, estar cada minuto
conscientes de su Amor, vivir sintiendo su Presencia a nuestro lado... pero
somos humanos, y las cosas del día a día requieren nuestra atención, hasta,
muchas veces, absorbernos por completo.
El Señor cuenta con nuestra
debilidad, y también su corazón vibra ante nuestro deseo de estar con Él. Así
pues... ¿por qué no poner unos ángeles que nos hagan volver a su presencia a lo
largo del día?
Hoy el reto del amor es llevar
un ángel contigo. ¡Pero no hace falta que busques algo con plumas, alas o
aureola! Basta con que te metas una medalla en el monedero, pongas un
salvapantallas distinto en el móvil o te cambies de mano el reloj... cualquier
cosa que llame tu atención para que te vuelvas al Señor, le saludes, ¡y a
seguir caminando! ¡Feliz día en buena Compañía!
VIVE DE CRISTO
Pequena agenda do cristão
(Coisas muito simples, curtas, objectivas)
Propósito:
Aplicação no trabalho.
Senhor, ajuda-me a fazer o que devo, quando devo, empenhando-me em fazê-lo bem feito para to poder oferecer.
Lembrar-me:
Os que estão sem trabalho.
Senhor, lembra-te de tantos e tantas que procuram trabalho e não o encontram, provê às suas necessidades, dá-lhes esperança e confiança.
Pequeno exame:
Cumpri o propósito que me propus ontem?
Doutrina – 358
Compêndio
PRIMEIRA PARTE: A PROFISSÃO
DA FÉ
SEGUNDA SECÇÃO: A PROFISSÃO
DA FÉ CRISTÃ
CAPÍTULO SEGUNDO
CREIO EM JESUS CRISTO, O
FILHO UNIGÉNITO DE DEUS
«DE ONDE VIRÁ A JULGAR OS
VIVOS E OS MORTOS»
135. Como é que Cristo
julgará os vivos e os mortos?
Cristo
julgará com o poder adquirido como Redentor do mundo, vindo para salvar os
homens. Os segredos dos corações serão revelados, bem como o procedimento de
cada um em relação a Deus e ao próximo. Cada homem será repleto de vida ou
condenado para a eternidade segundo as suas obras. Assim se realizará «a
plenitude de Cristo» (Ef 4,13), na qual «Deus será tudo em todos» (1 Cor
15,28).
11/09/2017
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