25/06/2020

Evangelho e comentário


TEMPO COMUM


Evangelho: Mt 7, 6. 12-14

6 «Não deis as coisas santas aos cães nem lanceis as vossas pérolas aos porcos, para não acontecer que as pisem aos pés e, acometendo-vos, vos despedacem.»
12 «Portanto, o que quiserdes que vos façam os homens, fazei-o também a eles, porque isto é a Lei e os Profetas.» 13 «Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que seguem por ele. 14 Como é estreita a porta e quão apertado é o caminho que conduz à vida, e como são poucos os que o encontram!»

Comentário:

A prudência é uma virtude que devemos pedir com insistência sobretudo quando se trata de responder a questões que, de algum modo, tenham a ver com a nossa Santa Religião Cristã.

Já referimos algumas vezes que nem todas as perguntas merecem resposta porque feitas com espírito malévolo e intencionalmente crítico não devem ter resposta.

Ser prudentes no que dizemos e também no que escrevemos e, em caso de dúvida, pedir conselho.
Sim, algumas vezes o que escrevemos pode ou não ser adequado ou pela forma poderá ser deficientemente interpretado.

Nós, cristãos, não somos mestres em coisa nenhuma, «um só é o Nosso Mestre» como muito bem frisou Jesus Cristo. (cfr. Mt 2 3-8)


(AMA, comentário sobre Mt 7, 6 12-14, 26.06.2018)

El reto del amor

Pequena agenda do cristão

Quinta-Feira

PEQUENA AGENDA DO CRISTÃO

(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Participar na Santa Missa.


Senhor, vendo-me tal como sou, nada, absolutamente, tenho esta percepção da grandeza que me está reservada dentro de momentos: Receber o Corpo, o Sangue, a Alma e a Divindade do Rei e Senhor do Universo.
O meu coração palpita de alegria, confiança e amor. Alegria por ser convidado, confiança em que saberei esforçar-me por merecer o convite e amor sem limites pela caridade que me fazes. Aqui me tens, tal como sou e não como gostaria e deveria ser.
Não sou digno, não sou digno, não sou digno! Sei porém, que a uma palavra Tua a minha dignidade de filho e irmão me dará o direito a receber-te tal como Tu mesmo quiseste que fosse. Aqui me tens, Senhor. Convidaste-me e eu vim.


Lembrar-me:
Comunhões espirituais.


Senhor, eu quisera receber-vos com aquela pureza, humildade e devoção com que Vos recebeu Vossa Santíssima Mãe, com o espírito e fervor dos Santos.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?





24/06/2020

Publicações

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Fortes e pacientes: serenos


Se, por teres o olhar fixo em Deus, souberes manter-te sereno no meio das preocupações; se aprenderes a esquecer as ninharias, os rancores e as invejas; pouparás muitas energias, que te fazem falta para trabalhar com eficácia, em serviço dos homens. (Sulco, 856)


Quem sabe ser forte não se deixa invadir pela pressa de conquistar logo o fruto da sua virtude; é paciente. A fortaleza leva-nos realmente a saborear a virtude humana e divina da paciência. Mediante a vossa paciência, possuireis as vossas almas (Lc XXI, 19). A posse da alma exprime-se na paciência, que, na verdade, é raiz e custódia de todas as virtudes. Nós possuímos a alma com a paciência, porque, aprendendo a dominar-nos a nós mesmos, começamos a possuir aquilo que somos . E é esta paciência que nos leva também a ser compreensivos com os outros, persuadidos de que as almas, como o bom vinho, melhoram com o tempo.

Fortes e pacientes: serenos. Mas não com a serenidade daquele que compra a tranquilidade pessoal à custa de se desinteressar dos seus irmãos ou da grande tarefa, que corresponde a todos, de difundir ilimitadamente o bem por todo o mundo. Serenos, porque há sempre perdão, porque tudo tem remédio, menos a morte, e, para os filhos de Deus, a morte é vida. Serenos, ainda que seja só para poder actuar com inteligência: quem conserva a calma está em condições de reflectir, de estudar os prós e os contras de cada problema, de examinar judiciosamente os resultados das acções previstas. E depois, sossegadamente, pode intervir com decisão. (Amigos de Deus, 78-79)


Evangelho e comentário


TEMPO COMUM


NASCIMENTO DE SÃO JOÃO BAPTISTA

Evangelho: Lc 1, 57-66. 80

Naquele tempo, chegou a altura de Isabel ser mãe e deu à luz um filho. Os seus vizinhos e parentes souberam que o Senhor lhe tinha feito tão grande benefício e congratularam-se com ela. Oito dias depois, vieram circuncidar o menino e queriam dar-lhe o nome do pai, Zacarias. Mas a mãe interveio e disse: «Não, Ele vai chamar-se João». Disseram-lhe: «Não há ninguém da tua família que tenha esse nome». Perguntaram então ao pai, por meio de sinais, como queria que o menino se chamasse. O pai pediu uma tábua e escreveu: «O seu nome é João». Todos ficaram admirados. Imediatamente se lhe abriu a boca e se lhe soltou a língua e começou a falar, bendizendo a Deus. Todos os vizinhos se encheram de temor e por toda a região montanhosa da Judeia se divulgaram estes factos. Quantos os ouviam contar guardavam-nos em seu coração e diziam: «Quem virá a ser este menino?». Na verdade, a mão do Senhor estava com ele. O menino ia crescendo e o seu espírito fortalecia-se. E foi habitar no deserto até ao dia em que se manifestou a Israel.

Comentário:

Quando se trata de São João Baptista somos invadidos por um misto de ternura e admiração.
Ternura pela sua figura simples e absolutamente desprendida de bens ou de afectos.
Sabemos que teve numerosos seguidores mas sempre lhes referiu que seria Outro Quem deveriam seguir.
Uma vida austera, frugal de afastamento voluntário da vida de sociedade.

Admiração porque embora sabendo muito bem a relevância da sua missão como Percursor se considerava como não estar à altura nem ter dignidade suficiente para tal
(não sou digno de desatar as correias das sandálias...). (cfr. Lc1, 57)
Por último, cumprido o seu papel na História da Salvação da Humidade entrega a sua vida em holocausto total.

(AMA, comentário sobre Lc 1, 57-66. 80, Carvide, 24.06.2018)

Temas para reflectir e meditar


Oração de petição

Podemos pedir o que julgamos conveniente ou necessário solicitando a "intervenção" de um ou mais intercessores.

A graça é sempre concedida por Deus que gosta de ser instado.

Portanto...

(AMA, reflexões, 2019)

Perfeição 5


Ânsia de Perfeição 5

Julgo que este tema, de certa forma, se esgota nas palavras que Cristo dirigiu ao “jovem rico”: Se queres ser perfeito…
Fico-me estático, como que aturdido porque logo me vem, claríssima, a constatação das minhas “fugas”.
Mas… o jovem do Evangelho «possuía muitos bens» e, eu…
Ah! Quais são os “bens” a que estou agarrado me tolhem a vontade?

Chego a uma conclusão: A necessidade – constante – de exame pessoal, profundo e detalhado.

(AMA, 2020)

El reto del amor

Pequena agenda do cristão


TeRÇa-Feira

PEQUENA AGENDA DO CRISTÃO

(Coisas muito simples, curtas, objectivas)




Propósito:

Aplicação no trabalho.

Senhor, ajuda-me a fazer o que devo, quando devo, empenhando-me em fazê-lo bem feito para to poder oferecer.

Lembrar-me:
Os que estão sem trabalho.

Senhor, lembra-te de tantos e tantas que procuram trabalho e não o encontram, provê às suas necessidades, dá-lhes esperança e confiança.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?


Orações sugeridas:

salmo ii

Regnum eius regnum sempiternum est et omnes reges servient et obedient. 
Quare fremerunt gentes et populi meditati sunt inania?
Astiterum reges terrae et principes convenerunt in unum adversus Dominum et adversus christum eius.
Dirumpamus vincula eorum et proiciamos a nobis iugum ipsorum.
Qui habitabit in caelis, irridebit eos, Dominus subsanabit eos.
Ego autem constitui regem meum super sion montem sanctum meum.
Praedicabo decretum eius Dominus dixit ad me: filius meus es tu; ego hodie genui te.
Postula a me, et dabo tibi gentes hereditatem tuam et possessionem tuam terminos terrae.
Reges eos in virga ferrea et tamquam vas figuli confringes eos.
Et nunc, reges, intelegite, erudimini, qui indicatis terram.
Servite Domino in timore et exultate ei cum tremore.
Apprehendite disciplinam ne quando irascatur et pereatis via, cum exarcerit in brevi ira eius.
Beati omnes qui confident in eo.
Gloria Patri...
Regnum eius regnum sempiternum est et omnes reges servient et obedient.
Oremus:
Omnipotens et sempiterne Deus qui in dilecto Filio Tuo universorum rege omnia instaurare voluisti concede propitius ut cunctae familiae gentium pecati vulnere disgregatae eius suavissimo subdantur imperio: Qui tecum vivit et regnat in unitate Spiritus Sancti Deus, per omnia saecula saeculorum.

Exame Pessoal

Sabes Senhor, qual é, talvez a minha maior fraqueza? É pensar em demasiado mim, nos meus problemas, nas minhas tristezas, naquilo que me acontece e no que gostaria me acontecesse. Nas voltas e reviravoltas que dou sobre mim mesmo, sobre a minha vida.
E os outros? Sim, os outros que rezam por mim, que se interessam por mim, que têm paciência para comigo, que me desculpam as minhas faltas e as minhas fraquezas, que estão sempre prontos a ouvir-me a atender-me, que não se importam de esperar que eu os compense pelo bem que me fazem, que não me pressionam para que pague o que me emprestam, que não me criticam nem julgam com a severidade que mereço.
Ajuda-me Senhor, a ser, pelo menos reconhecido e a devolver o bem que recebo e, além disso a não julgar, a não emitir opinião, critica ou conceito, vendo nos outros, a maior parte das vezes, os defeitos e fraquezas que eu próprio possuo.[i]

Senhor, ajuda-me a pensar nos outros em vez de estar aqui, mergulhado nos meus problemas, girando à volta de mim mesmo, concentrado apenas no que me diz respeito. Os outros! Todos os outros. Os que conheço, de quem sou amigo ou familiar e aqueles que me são desconhecidos. São Teus filhos como eu, logo, todos são meus irmãos. Se somos irmãos somos também herdeiros, convém, portanto que me preocupe com aqueles que vão partilhar a herança comigo.[ii]

Noverim me

Oh Deus que me conheces perfeitamente tal como sou, ajuda-me a conhecer-me a mim mesmo, para que possa combater com eficácia os enormes defeitos do meu carácter, em particular...
Chamaste-me, Senhor, pelo meu nome e eu aqui estou: com as minhas misérias, as minhas debilidades, com palavras maiores que os actos, intenções mais vastas que as obras e desejos que ultrapassam a vontade.
Porque não sou nada, não valho nada, não sei nada e não posso nada, entrego-me totalmente nas Tuas mãos para que, por intercessão de minha Mãe, Maria Santíssima, de São José, meu Pai e Senhor, do Anjo da Minha Guarda e de São Josemaria, possa adquirir um espírito de luta perseverante.[iii]
   
Meu Senhor e meu Deus, tira-me tudo o que me afaste de Ti.
Meu Senhor e meu Deus, dá-me tudo o que me aproxime de Ti
Meu Senhor e meu Deus, desapega-me de mim mesmo, para que eu me dê todo a ti.
Eu sei que podeis tudo e que, para Vós, nenhum projecto é impossível.[iv]

Faz-me santo, meu Deus, ainda que seja à força.[v]

Nada te perturbe / nada te atemorize Tudo passa / Deus não muda A paciência tudo alcança / Quem a Deus tem Nada falta / só Deus basta.[vi]



[i] AMA orações pessoais
[ii] AMA orações pessoais
[iii] AMA orações pessoais
[iv] AMA orações pessoais
[v] AMA orações pessoais
[vi] Santa Teresa de Jesus

Pequena agenda do cristão

Quarta-Feira

PEQUENA AGENDA DO CRISTÃO

(Coisas muito simples, curtas, objectivas)






Propósito:

Simplicidade e modéstia.


Senhor, ajuda-me a ser simples, a despir-me da minha “importância”, a ser contido no meu comportamento e nos meus desejos, deixando-me de quimeras e sonhos de grandeza e proeminência.


Lembrar-me:
Do meu Anjo da Guarda.


Senhor, ajuda-me a lembrar-me do meu Anjo da Guarda, que eu não despreze companhia tão excelente. Ele está sempre a meu lado, vela por mim, alegra-se com as minhas alegrias e entristece-se com as minhas faltas.

Anjo da minha Guarda, perdoa-me a falta de correspondência ao teu interesse e protecção, a tua disponibilidade permanente. Perdoa-me ser tão mesquinho na retribuição de tantos favores recebidos.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?








23/06/2020

Evangelho e comentário


TEMPO COMUM


Evangelho: Lc 9, 18-24

18 Um dia, quando orava em particular, estando com Ele apenas os discípulos, perguntou-lhes: «Quem dizem as multidões que Eu sou?» 19 Responderam-lhe: «João Baptista; outros, Elias; outros, um dos antigos profetas ressuscitado.» 20 Disse-lhes Ele: «E vós, quem dizeis que Eu sou?» Pedro tomou a palavra e respondeu: «O Messias de Deus.» 21 Ele proibiu-lhes formalmente de o dizerem fosse a quem fosse; 22 acrescentou: «O Filho do Homem tem de sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos-sacerdotes e pelos doutores da Lei, tem de ser morto e, ao terceiro dia, ressuscitar.» 23 Depois, dirigindo-se a todos, disse: «Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, dia após dia, e siga-me. 24 Pois, quem quiser salvar a sua vida há-de perdê-la; mas, quem perder a sua vida por minha causa há-de salvá-la.

Comentário:

Também São Lucas regista a resposta de Pedro porque é, sem dúvida, importantíssima para os outros discípulos.

Ao proibir-lhes «formalmente de o dizerem fosse a quem fosse», é evidente que o Senhor confirma a resposta de Pedro: Ele é, de facto «O Messias de Deus.»

E, desde logo lhes diz o que têm de fazer para O seguirem: negar-se a si mesmo e tomar a cruz de cada dia.

Talvez percam a vida nessa “aventura” (e, de facto, assim aconteceu) mas Ele garante-lhes que perder a vida por Sua causa é garantir a salvação eterna.

O sangue derramado ao longo dos tempos - e ainda hoje – em defesa do Santo Nome de Deus, da fé e da confiança absolutas n’Ele foi – e é – autêntica semente de cristãos que longe de se afastarem amedrontados se entregam com alegria e decisão às perseguições, aos tormentos, à morte.

(AMA, comentário sobre Lc 9, 18-24, 21.03.2019)

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El reto del amor

Todos somos irmãos!


Escreveu também o Apóstolo que "não há distinção de gentio e judeu, de circunciso e incircunciso, de bárbaro e cita, de escravo e livre, mas Cristo que é tudo em todos". Estas palavras valem hoje como ontem: para o Senhor não existem diferenças de nação, de raça, de classe, de estado... Cada um de nós renasceu em Cristo para ser uma nova criatura, um filho de Deus; todos somos irmãos, e temos de conviver fraternalmente! (Sulco, 317)


Perante a fome de paz, teremos de repetir com São Paulo: Cristo é a nossa paz, pax nostra. Os desejos de verdade hão-de levar-nos a recordar que Jesus é o caminho, a verdade e a vida. Aos que procuram a unidade, temos de colocá-los perante Cristo, que pede que estejamos consummati in unum, consumados na unidade. A fome de justiça deve conduzir-nos à fonte originária da concórdia entre os homens: ser e saber-se filhos do Pai, irmãos.

Paz, verdade, unidade, justiça. Que difícil parece por vezes o trabalho de superar as barreiras, que impedem o convívio entre os homens! E contudo nós, os cristãos somos chamados a realizar esse grande milagre da fraternidade: conseguir, com a graça de Deus, que os homens se tratem cristãmente, levando uns as cargas dos outros,vivendo o mandamento do Amor, que é o vínculo da perfeição e o resumo da lei. (Cristo que passa, 157)


FILOSOFIA E RELIGIÃO


DIGNIDADE DA VIDA HUMANA

O homem está no seu direito de praticar experiências nos animais, desde que tenha para isso motivos razoáveis, Mas não no ser humano, que não pode ser objecto de experiências científicas, que o prejudiquem, na, sua integridade e na sua dignidade. (Decr. Do Santo Ofício, 02.12.1940)

No animal, pode o homem substituir processos naturais, por processos artificiais da sua invenção. Por exemplo, na criação de gado, a inseminação artificial é licita.  Mas é ilícita na procriação humana e por isso formalmente condenada pela Igreja. [1]


Ora, se a Igreja condena os processos artificiais de concepção, como contrários à natureza humana, com maioria de razão deve condenar, e, de facto, condena os processos contraceptivos, porque vão, não já contra o modo da geração, mas - o que é muito mais grave - contra o mesmo facto da geração, ou contra o direito de nascer. [1]

A paz, que é, por definição, a tranquilidade na ordem, e, por conseguinte, a submissão ás leis fundamentais da vida só é possível pelo caminhos da verdade. [2]

Liberdade é poder, não de agir sem motivo, mas de determinar quais os motivos que nos devem decidir. Usar este poder é ser livre. [3]




[1] Cfr. A. Veloso, BROTÉRIA, Vol. LXXIV, Fasc. 6, 1962, pag. 663
[2] Bergson, Energie Spirituelle, l'Âme et le Corps, pg. 37.
[3] Cfr. A. Veloso, BROTÉRIA, Vol. LVII, Fasc. 5, 1953, pag. 396



[1] cfr. Pio XII, Aloc. ao XVI Congresso do Ofício Internacional de Documentação de Medicina Mundial, 30.09.154;     Discurso ao Congresso Mundial da Fertilidade e da Esterilidade.

Temas para reflectir e meditar

Ser melhor

Pois... é o que todos desejamos.

Fazemos projectos, arquitectamos propósitos.

Deixemos essas lucubrações que, quase nunca conseguimos concretizar.

Foquemos, antes, a nossa atenção nas pequenas coisas a que, quase sempre, prestamos pouca atenção.

Se conseguirmos "resolver" uma - que seja - certamente estaremos no "caminho certo".

(AMA,reflexões, 2019)