03/03/2020

Leitura espiritual


JESUS CRISTO NOSSO SALVADOR 3

Iniciação à Cristologia


PRIMEIRA PARTE


A PESSOA DE JESUS CRISTO


Capítulo II


A VINDA DO FILHO DE DEUS NA ECONOMIA DIVINA DA SALVAÇÃO


1. Para que veio o Filho de Deus ao mundo?


Para que quis Deus a Encarnação do seu Filho? A que o destinou? Que finalidade tem? Para responder a estas perguntas não temos outro caminho que acudir ao que o próprio Deus nos manifestou sobre os desígnios da sua vontade soberana. Portanto, vejamos o que nos diz a revelação.

a) O Filho de Deus veio a mundo para salvar os homens.

O fim da Encarnação é a salvação dos homens. Assim o manifesta com clareza a Sagrada Escritura: o Filho de Deus veio «para que o mundo se salve por Ele» [1], «para ser salvador do mundo» [2].

Isto é o que a Igreja confessa no Credo Niceno-Constatinopolitano: o Filho de Deus «por nós homens e pela nossa salvação baixou do céu, e por obra do Espírito Santo encarnou de Maria a Virgem e se fez homem».

Assim, pois, este é o amoroso designio divino: Deus, que «quer que todos os  homens se salvem» [3], decidiu que O Seu Filho encarnasse para que, feito homem, fose a causa da nossa salvação [4].


Para entender um pouco mais este desígnio divino, convém recordar que depois do pecado original a natureza humana estava privada da vida divina e muito maltratada na sua condição; era preciso curá-la, repará-la, e comunicar-lhe a vida de Deus que tinha perdido. O homem precisava de ser salvo.

A salvação do homem, a libertação do mal, segundo o desígnio divino, compreende dois aspectos unidos: a libertação do pecado e a comunicação da vida divina. Estes dois aspectos são igualmente assinalados pela revelação e pela Tradição da Igreja como fins da vinda do Filho de Deus ao mundo. Vejamo-lo:


O Filho de Deus encarnou para nos livrar do pecado.

Assim o afirma a Sagrada Escritura: «Deus amou-nos e enviou-nos o seu Filho como propiciação dos nossos pecados» [5]; ou ainda, «Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores» [6]; ou ainda, «O Filho do Homem veio procurar e salvar o que estava perdido» [7].


De qualquer forma a Tradição e o Magistério da Igreja ensinam que o Verbo se fez homem para «libertar o homem do pecado mediante os mistérios da sua carne»» [8]


O filho de Deus encarnou-se para nos conseguir a vida eterna.


Assim o expressa a revelação: Deus enviou o seu Filho ao mundo para que este «não pereça, mas que tenha a vida eterna» [9]. Ou, com outras formas equivalentes: «para fazer-nos partícipes da natureza divina» [10], ou «para que recebêssemos a adopção de filhos» [11].

E a Tradição afirma: «Tal é a razão pela qual o Verbo se fez homem; e o Filho de Deus, Filho do homem: para que o homem ao entrar em comunhão com o Verbo e ao receber assim a Filiação Divina, se convertesse em filho de Deus» [12]. O Verbo encarnou para nos conseguir a vida eterna, plenamente no céu e agora já pela graça.


b) Há outras razões para a sua vinda ao mundo, mas todas elas estão compreendidas na salvação dos homens ou a ela se ordenam.


Deus Pai, segundo a sua imensa benevolência, quis, além disso, facultar-nos através da Encarnação do seu Filho todos os meios para que melhor e mais convenientemente pudéssemos alcançar a salvação. Por isso à vinda do Filho de Deus ao mundo se lhe podem atribuir muitos outros bens ou fins que estão compreendidos nessa finalidade principal, ou a ela se ordenam [13].

Por exemplo:

O Verbo divino veio comunicar-nos pessoalmente a verdade, revelar-nos em si mesmo a Deus.


Ele diz-nos: «Vim a este mundo para dar testemunho da verdade» [14]. Ele é o Mediador e a plenitude da revelação divina: é o Mestre que nos revela Deus, e Ele é a própria Verdade [15].


Veio fortalecer a nossa esperança e a mover-nos ao amor de Deus, pois a própria Encarnação manifesta o imenso amor que Deus nos tem.


«Nisto se manifestou o amor que Deus nos tem: em que Deus enviou ao mundo o seu Filho único para que vivamos por meio d’Ele» [16].


Veio para que de modo visível tenhamos n’Ele exemplo de vida e modelo de santidade.

O próprio Jesus nos diz: «Aprendei de mim» [17]. «Ele é, com efeito, o modelo das bem-aventuranças e a norma da nova lei» [18]


2. A salvação é obra da misericórdia divina e dom de Deus.


a) O homem, só com as suas forças naturais, não pode alcançar a salvação.


A revelação diz-nos que, depois do pecado original, todos os homens, judeus e gentios, tinham ficado privados da glória de Deus [19], da amizade de Deus, e escravos do pecado [20]. E ninguém podia ser justificado senão pela graça de Jesus Cristo.


«O que a revelação divina nos diz coincide com a experiência. O homem, com efeito, quando examina o seu coração comprova a sua inclinação para o mal e sente-se inundado por muitos males (…) Toda a vida humana, a individual e a colectiva, apresenta-se como uma luta, e por certo dramática, entre o bem e o mal, entre a luz e as trevas. Mas todavia, o homem sente-se incapaz de dominar com eficácia por si só os ataques do mal, até ao ponto de se sentir como que aferrolhado entre cadeias» [21]


E «ninguém, por si mesmo e com as suas próprias forças, consegue libertar-se do pecado e elevar-se ao alto; ninguém se livra totalmente da sua debilidade, (…) da sua escravidão» [22]


Podemos entender melhor esta realidade se nos damos conta que o pecado traz consigo a privação da graça sobrenatural juntamente com o afastamento e oposição da vontade humana no quem respeita a Deus. E unicamente Deus pode conceder de novo a graça que tira o pecado do homem [23], convertendo o coração humano ao amor divino e voltando a dar-lhe a vida sobrenatural da graça.


b) A Encarnação é obra do amor e da misericórdia de Deus


Já sabemos que a única causa ou motivo do querer divino é a sua bondade. Assim, pois, Deus Pai, movido pelo seu amor benevolente e a sua infinita misericórdia, decidiu salvar o homem mediante o envio do seu Filho ao mundo: «Quando se manifestou a vontade de Deus nosso Salvador e o seu amor aos homens, salvou-nos, não por obras de justiça que nós tivéssemos feito, mas sim pela sua misericórdia (…) por meio de Jesus Cristo nosso salvador, para que, justificados pela sua graça, fossemos constituídos herdeiros da vida eterna que esperamos». [24]

A Encarnação do Filho de Deus é fruto da misericórdia divina, isto é, de um amor de Deus que é maior que os nossos pecados e que procura remediar a miséria da humanidade, que se encontrava num estado muito penoso e desgraçado. Deus, que é clemente e compassivo [25] e «rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou, ainda que estivéssemos mortos por causa dos nossos pecados, deu-nos a vida em Cristo». [26] «A Encarnação do Verbo é a demonstração por excelência da misericórdia de Deus para com os homens». [27]


Assim, pois, neste desígnio divino tudo é dom, tudo é dádiva, tudo é gratuito. A iniciativa é de Deus Pai; e, seguindo a compassiva disposição do Pai, o Filho de Deus rebaixa-se e vem a este mundo para curar a nossa doença, para iluminar a nossa cegueira, para nos libertar da escravidão, para nos dar a vida.


c) Liberdade divina na Encarnação


Deus, movido pelo seu amor misericordioso para connosco, quis salvar-nos e determinou o modo de o fazer: mediante a Encarnação do seu Filho. Esta decisão do beneplácito da vontade divina é absolutamente livre e gratuita, não é exigida por nada, pois Deus é sempre Senhor de tudo e não pode ter nenhum tipo de necessidade ou de condicionamento no seu actuar.


A vinda do Filho de Deus ao mundo não era necessária para a salvação do homem uma vez que Deus nos poderia ter salvado de muitas outras formas. Por exemplo, podia ter-nos libertado dos pecados infundindo directamente a sua graça nos homens sem que mediasse a Encarnação, pois a justiça divina não tem necessidade de exigir uma reparação do pecado para poder perdoar; nesse caso o perdão não seria injusto, pois a ninguém faria injúria, mas sim somente misericordioso. [28]


O caminho que Deus elegeu para nos salvar, a Encarnação do Verbo, é na verdade muito conveniente para o homem, como vimos ao falar dos bens que nos consegue, e é coerente com a sabedoria e o amor divinos, mas não podemos dizer que fosse necessário para Deus.


3. O nome de «Jesus»


O nome quer dizer em hebreu «Deus salva» ou «Salvador». O próprio Deus o impôs ao seu Filho feito homem como nome próprio: assim o anunciou a Maria, [29] e depois a José. [30] Este nome expressa ao mesmo tempo a sua identidade e a sua missão: Ele é Deus, E Ele «salvará o seu povo dos seus pecados». [31]


Sabemos que o título de «salvador» se deu na antiguidade a deuses pagãos e a reis ou imperadores. Ao invés, na Bíblia atribui-se a Deus que salva o seu povo da escravidão do Egipto, liberta-o do cativeiro da Babilónia e de outros males.


Mas também temos de dizer que não era raro pôr o nome de Jesus aos israelitas, como vemos no caço de Josué, ou no caso de Jesus o filho de Sirah, que foi o compilador do livro da Sirácida (Eclesiástico), ou outros mais. Este nome, todavia, não possuiu nunca a plenitude de significado que teve em Jesus de Nazaré, pois Ele trouxe a liberdade definitiva do domínio do pecado e da morte, e a salvação eterna a todos os homens de todos os tempos.


Este é o nome que enche de esperança os homens de todos os tempos; que enche de doçura o pensamento e de alegria o coração de cada um dos mortais. «O nome de Jesus está no coração da prece cristã Todas as orações litúrgicas acabam com a fórmula ‘Per Dominum Nostrum Iesum Christum…’ (‘Por Nosso Senhor Jesus Cristo…’) (…) Numerosos cristãos morem, como santa Joana d’Arc, tendo nos seus lábios uma única palavra: ‘Jesus’». [32]

Vicente Ferrer Barriendos

(Tradução do castelhano por ama)



[1] Jo 3,17
[2] 1 Jo 3,17
[3] 1 Tim 2,5
[4] cf. Heb 5,9
[5] 1 Jo 4,10
[6] 1 Tim 1,15
[7] Lc 19,10
[8] LG, 55; entre muitos outros testemunhos.
[9] Jo 3,16
[10] 2 Pd 1,4
[11] Gal 4,5
[12] S. acabam com a fórmula ‘Per Dominum Nostrum Iesum Christum…’ (‘Por Nosso Senhor Jesus Cristo…’) (…) Numerosos cristãos morem, como santa Joana d’Arc, tendo nos seus lábios uma única palavra: ‘Jesus’». [32]

Vicente Ferrer Barriendos

(Tradução do castelhano por ama)



[1] Jo 3,17
[2] 1 Jo 3,17
[3] 1 Tim 2,5
[4] cf. Heb 5,9
[5] 1 Jo 4,10
[6] 1 Tim 1,15
[7] Lc 19,10
[8] LG, 55; entre muitos outros testemunhos.
[9] Jo 3,16
[10] 2 Pd 1,4
[11] Gal 4,5
[12] S. IRENEU, Adversus haereses, 3,19,1. Cf. CCE, 460.
[13] C. S. TOMÁS DE AQUINO, Summa theologiae, (S. TH.) III,1,2.
[14] Jo 18,37
[15] cf. Jo 14,6
[16] 1 Jo 4,9
[17] Mt 11,29
[18] CCE, 459.
[19] cf. Rom 3,9.23
[20] cf. Rom 6,20
[21] GS 13.
[22] CONC. VATIXCANO II, Ad gentes, 8.
[23] cf. Mc 2,5-12
[24] Tit 3,4-7
[25] cf. Sal 111/110,4
[26] Ef 2,4
[27] cf. Jo 3,16
[28] Cf. S. Th. III, 46,2 ad 3.
[29] cf. Lc 1,31
[30] cf. Mt 12-21
[31] Mt 1,21
[32] CCE, 435. IRENEU, Adversus haereses, 3,19,1. Cf. CCE, 460.
[13] C. S. TOMÁS DE AQUINO, Summa theologiae, (S. TH.) III,1,2.
[14] Jo 18,37
[15] cf. Jo 14,6
[16] 1 Jo 4,9
[17] Mt 11,29
[18] CCE, 459.
[19] cf. Rom 3,9.23
[20] cf. Rom 6,20
[21] GS 13.
[22] CONC. VATIXCANO II, Ad gentes, 8.
[23] cf. Mc 2,5-12
[24] Tit 3,4-7
[25] cf. Sal 111/110,4
[26] Ef 2,4
[27] cf. Jo 3,16
[28] Cf. S. Th. III, 46,2 ad 3.
[29] cf. Lc 1,31
[30] cf. Mt 12-21
[31] Mt 1,21
[32] CCE, 435. 

VIRTUDES – Prudência 3


Na Sagrada Escritura, a prudência aparece antes de mais como uma propriedade de Deus: «Eu, a Sabedoria, habito com a prudência, eu inventei a ciência da reflexão. Meus são o conselho e a habilidade, minha é a inteligência, minha a força(Pr 8, 12-14). Job exclama: "Com Ele está a sabedoria e o poder, d’Ele é a inteligência e o conselho" (Job, 12, 13).Em consequência, é Deus quem concede a prudência ao homem. Isto é, acima de tudo, um dom de Deus, uma graça: "Javé é quem dá a sabedoria, da sua boca nascem a ciência e a prudência" (Pr 2, 6) [3].

Para alcançar a sabedoria, são necessárias, em primeiro lugar, a oração e a meditação da Palavra de Deus: “Foi por isso que a pedi e me foi concedida a prudência. Supliquei e o espírito de sabedoria veio a mim ”(Sab 7, 7); "Mas, percebendo que eu não poderia possuir a sabedoria se Deus não ma desse – e já era um fruto de prudência saber de quem procedia essa graça – dirigi-me ao Senhor e pedi-Lha" (Sab 8, 21). [4]

Santo Rosário com São João Paulo II


Rezar com São João Paulo II: 

SANTO ROSÁRIO Ladainha de Nossa Senhora

PAPA SÃO JOÃO PAULO II



Notas: 
1 - Em Latim
2 - Publicação diária durante Maio

Peque na agenda do cristão


TeRÇa-Feira

PEQUENA AGENDA DO CRISTÃO

(Coisas muito simples, curtas, objectivas)




Propósito:

Aplicação no trabalho.

Senhor, ajuda-me a fazer o que devo, quando devo, empenhando-me em fazê-lo bem feito para to poder oferecer.

Lembrar-me:
Os que estão sem trabalho.

Senhor, lembra-te de tantos e tantas que procuram trabalho e não o encontram, provê às suas necessidades, dá-lhes esperança e confiança.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?


Orações sugeridas:

salmo ii

Regnum eius regnum sempiternum est et omnes reges servient et obedient. 
Quare fremerunt gentes et populi meditati sunt inania?
Astiterum reges terrae et principes convenerunt in unum adversus Dominum et adversus christum eius.
Dirumpamus vincula eorum et proiciamos a nobis iugum ipsorum.
Qui habitabit in caelis, irridebit eos, Dominus subsanabit eos.
Ego autem constitui regem meum super sion montem sanctum meum.
Praedicabo decretum eius Dominus dixit ad me: filius meus es tu; ego hodie genui te.
Postula a me, et dabo tibi gentes hereditatem tuam et possessionem tuam terminos terrae.
Reges eos in virga ferrea et tamquam vas figuli confringes eos.
Et nunc, reges, intelegite, erudimini, qui indicatis terram.
Servite Domino in timore et exultate ei cum tremore.
Apprehendite disciplinam ne quando irascatur et pereatis via, cum exarcerit in brevi ira eius.
Beati omnes qui confident in eo.
Gloria Patri...
Regnum eius regnum sempiternum est et omnes reges servient et obedient.
Oremus:
Omnipotens et sempiterne Deus qui in dilecto Filio Tuo universorum rege omnia instaurare voluisti concede propitius ut cunctae familiae gentium pecati vulnere disgregatae eius suavissimo subdantur imperio: Qui tecum vivit et regnat in unitate Spiritus Sancti Deus, per omnia saecula saeculorum.

Exame Pessoal

Sabes Senhor, qual é, talvez a minha maior fraqueza? É pensar em demasiado mim, nos meus problemas, nas minhas tristezas, naquilo que me acontece e no que gostaria me acontecesse. Nas voltas e reviravoltas que dou sobre mim mesmo, sobre a minha vida.
E os outros? Sim, os outros que rezam por mim, que se interessam por mim, que têm paciência para comigo, que me desculpam as minhas faltas e as minhas fraquezas, que estão sempre prontos a ouvir-me a atender-me, que não se importam de esperar que eu os compense pelo bem que me fazem, que não me pressionam para que pague o que me emprestam, que não me criticam nem julgam com a severidade que mereço.
Ajuda-me Senhor, a ser, pelo menos reconhecido e a devolver o bem que recebo e, além disso a não julgar, a não emitir opinião, critica ou conceito, vendo nos outros, a maior parte das vezes, os defeitos e fraquezas que eu próprio possuo.[i]

Senhor, ajuda-me a pensar nos outros em vez de estar aqui, mergulhado nos meus problemas, girando à volta de mim mesmo, concentrado apenas no que me diz respeito. Os outros! Todos os outros. Os que conheço, de quem sou amigo ou familiar e aqueles que me são desconhecidos. São Teus filhos como eu, logo, todos são meus irmãos. Se somos irmãos somos também herdeiros, convém, portanto que me preocupe com aqueles que vão partilhar a herança comigo.[ii]

Noverim me

Oh Deus que me conheces perfeitamente tal como sou, ajuda-me a conhecer-me a mim mesmo, para que possa combater com eficácia os enormes defeitos do meu carácter, em particular...
Chamaste-me, Senhor, pelo meu nome e eu aqui estou: com as minhas misérias, as minhas debilidades, com palavras maiores que os actos, intenções mais vastas que as obras e desejos que ultrapassam a vontade.
Porque não sou nada, não valho nada, não sei nada e não posso nada, entrego-me totalmente nas Tuas mãos para que, por intercessão de minha Mãe, Maria Santíssima, de São José, meu Pai e Senhor, do Anjo da Minha Guarda e de São Josemaria, possa adquirir um espírito de luta perseverante.[iii]
   
Meu Senhor e meu Deus, tira-me tudo o que me afaste de Ti.
Meu Senhor e meu Deus, dá-me tudo o que me aproxime de Ti
Meu Senhor e meu Deus, desapega-me de mim mesmo, para que eu me dê todo a ti.
Eu sei que podeis tudo e que, para Vós, nenhum projecto é impossível.[iv]

Faz-me santo, meu Deus, ainda que seja à força.[v]

Nada te perturbe / nada te atemorize Tudo passa / Deus não muda A paciência tudo alcança / Quem a Deus tem Nada falta / só Deus basta.[vi]



[i] AMA orações pessoais
[ii] AMA orações pessoais
[iii] AMA orações pessoais
[iv] AMA orações pessoais
[v] AMA orações pessoais
[vi] Santa Teresa de Jesus

PEQUENA AGENDA DO CRISTÃO


TeRÇa-Feira

PEQUENA AGENDA DO CRISTÃO

(Coisas muito simples, curtas, objectivas)




Propósito:

Aplicação no trabalho.

Senhor, ajuda-me a fazer o que devo, quando devo, empenhando-me em fazê-lo bem feito para to poder oferecer.

Lembrar-me:
Os que estão sem trabalho.

Senhor, lembra-te de tantos e tantas que procuram trabalho e não o encontram, provê às suas necessidades, dá-lhes esperança e confiança.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?


Orações sugeridas:

salmo ii

02/03/2020

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