Padroeiros do blog: SÃO PAULO; SÃO TOMÁS DE AQUINO; SÃO FILIPE DE NÉRI; SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ
21/07/2018
Temas para reflectir e meditar
A unidade de vida, na
verdade, não é um objectivo, mas, antes, uma condição para que esta tenha
sentido.
Fazer o que se diz e dizer
o que se faz!
Este é o princípio, a base
fundamental.
Propósitos, desejos,
intenções de pouco ou nada valem se não forem secundados por acções concretas.
Continuando a falar da
unidade de vida temos de ter bem claro o que isso significa.
Em primeiro lugar convém
pedir ao Espírito Santo os Dons que mais necessitamos para atingir tal fim.
Ser igual ao que se diz
ser, seja qual for a circunstância, pode não ser tão fácil como se julgue.
Requer, antes de mais, uma
estabilidade de carácter que – como já falámos – de certa forma nos protege dos
acidentes - ou incidentes – que a vida diária sempre trás consigo
(AMA,
reflexões)
Depois da morte vos receberá o Amor
Agora compreendes quanto fizeste
sofrer Jesus, e enches-te de dor: como lhe pedes perdão, deveras e choras pelas
tuas traições passadas! Não te cabem no peito as ânsias de reparar! Bem. Mas
não esqueças que o espírito de penitência está principalmente em cumprir, custe
o que custar, o dever de cada instante. (Via Sacra, 9ª Estação, n.
5)
Como
será maravilhoso quando o nosso Pai nos disser: servo bom e fiel, porque foste
fiel nas coisas pequenas, eu te confiarei as grandes: entra no gozo do teu
Senhor!. Esperançados! Esse é o prodígio da alma contemplativa. Vivemos de Fé,
de Esperança e de Amor; e a Esperança torna-nos poderosos. Recordais-vos de S.
João? Eu vos escrevo, jovens, porque sois valentes e a palavra de Deus
permanece em vós e vencestes o maligno. Deus urge-nos, para a juventude eterna
da Igreja e de toda a humanidade. Podeis transformar em divino todo o humano,
como o rei Midas convertia em ouro tudo o que tocava!
Nunca
esqueçais que depois da morte vos receberá o Amor. E no amor de Deus
encontrareis, além do mais, todos os amores limpos que tenhais tido na terra. O
Senhor dispôs que passemos esta breve jornada da nossa existência, trabalhando
e, como o seu Unigénito, fazendo o bem. Entretanto, temos de estar alerta, à
escuta daquelas chamadas que Santo Inácio de Antioquia notava na sua alma, ao
aproximar-se a hora do martírio: vem para junto do Pai, vem para o teu Pai que
te espera ansioso (Amigos de Deus, n. 221)
Confissões – 06
Confissões
Vou à Missa
É como digo muitas
vezes: vou à Missa!
Está mal?
Não
propriamente, porque estou a dar uma informação, mas, é importante que, dentro
de mim tal signifique - vou participar na Missa - e, mais, que pelo meu
comportamento, os outros saibam que é o que vou fazer.
Ir à Missa pode
ser um hábito social, participar na Missa é uma atitude cristã, a que deve ser.
(AMA, reflexões, 2017)
[i] Resolvi passar à escrita um conjunto
de reflexões que têm como sub-título: Confissões
Se se quiser, poderia chamar-se reflexões sobre mim ou, talvez diário
íntimo.
Não sei qual será a utilidade para os eventuais leitores - nem isso me
preocupa - mas dada a minha condição de viúvo vivendo sozinho, talvez que
alguém encontre alguma "pista" de como lidar com situações
peculiares.
Exponho-me, é verdade, mas tenho bem presente que 'não há nada escondido
que não acabe por se saber ', e, assim, decidi.
Pequena agenda do cristão
(Coisas muito simples, curtas, objectivas)
Propósito:
Honrar a Santíssima Virgem.
A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador, porque pôs os olhos na humildade da Sua serva, de hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações. O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas, santo é o Seu nome. O Seu Amor se estende de geração em geração sobre os que O temem. Manifestou o poder do Seu braço, derrubou os poderosos do seu trono e exaltou os humildes, aos famintos encheu de bens e aos ricos despediu de mãos vazias. Acolheu a Israel Seu servo, lembrado da Sua misericórdia, como tinha prometido a Abraão e à sua descendência para sempre.
Lembrar-me:
Santíssima Virgem Mãe de Deus e minha Mãe.
Minha querida Mãe: Hoje queria oferecer-te um presente que te fosse agradável e que, de algum modo, significasse o amor e o carinho que sinto pela tua excelsa pessoa.
Não encontro, pobre de mim, nada mais que isto: O desejo profundo e sincero de me entregar nas tuas mãos de Mãe para que me leves a Teu Divino Filho Jesus. Sim, protegido pelo teu manto protector, guiado pela tua mão providencial, não me desviarei no caminho da salvação.
Pequeno exame:
Cumpri o propósito que me propus ontem?
20/07/2018
Doutrina – 442
Compêndio
PRIMEIRA PARTE: A
PROFISSÃO DA FÉ
SEGUNDA SECÇÃO: A
PROFISSÃO DA FÉ CRISTÃ
CAPÍTULO TERCEIRO
«CREIO NA VIDA ETERNA»
PRIMEIRA SECÇÃO
A ECONOMIA SACRAMENTAL
CAPÍTULO PRIMEIRO
O MISTÉRIO PASCAL NO TEMPO
DA IGREJA
LITURGIA – OBRA DA
SANTÍSSIMA TRINDADE
Pergunto:
221.
De que modo o Pai é a fonte e o fim da liturgia?
Respondo:
Na
liturgia, o Pai enche-nos das suas bênçãos no Filho encarnado, morto e
ressuscitado por nós, e derrama o Espírito Santo nos nossos corações. Ao mesmo
tempo a Igreja bendiz o Pai, mediante a adoração, o louvor e a acção de graças,
e implora o dom do seu Filho e do Espírito Santo.
Temas para reflectir e meditar
O Plano de vida ajudará a
conseguir ter unidade de vida.
Esta consiste,
principalmente, em ser estável nos pensamentos, desejos e acções, sem súbitas
mudanças no carácter ou no modo de reagir.
As pessoas hão-de
conhecer-nos por isso mesmo e terão confiança em nós.
A pessoa volúvel que reage
como que automaticamente conforme as circunstâncias, sem pensar ou ponderar e
não tem, decididamente, unidade de vida.
(AMA,
reflexões)
Evangelho e comentário
Evangelho: Mt 12, 1-8
1
Naquele tempo, num dia de Sábado, passava Jesus por umas searas, e os Seus
discípulos, tendo fome, começaram a colher espigas e a comê-las.2 Vendo isto os
fariseus disseram-Lhe: «Olha que os Teus discípulos fazem o que não é permitido
fazer ao Sábado». 3 Jesus respondeu-lhes: «Não lestes o que fez David e os seus
companheiros, quando tiveram fome? 4 Como entrou na casa de Deus, e comeu os
pães sagrados, dos quais que não era lícito comer, nem a ele, nem aos que iam
com ele, mas só aos sacerdotes? 5 Não lestes na Lei que ao Sábado os sacerdotes
no Templo violam o Sábado e ficam sem culpa? 6 Ora Eu digo-vos que aqui está
alguém que é maior que o Templo. 7 Se vós soubésseis o que quer dizer: “Quero misericórdia
e não sacrifício”, jamais condenaríeis inocentes. 8 Porque o Filho do Homem é
senhor do próprio Sábado».
Comentário:
O
constante conflito entre os chefes do povo e Jesus Cristo por causa do Sábado é
por demais comentado e, parece-me, pouco há a acrescentar ao que tem sido dito
a propósito.
Prefiro,
antes, deter-me um pouco sobre os dois primeiros versículos deste capítulo 12
de São Mateus para realçar a escassez de meios que Jesus e os Seus discípulos
dispunham ao ponto de serem ‘forçados’ a uma frugalidade por demais evidente:
saciar a fome com umas simples espigas!
Todos
sabemos – os Evangelhos referem-nos algumas vezes – o muito trabalho mal lhes
consentia tempo para comer como nem um simples estáter – moeda de prata que
equivalia a quatro denários - possuíam para pagar os impostos.
Não
fora o auxílio inestimável de algumas mulheres que os assistiam com os seus
bens dificilmente sobreviveriam.
Seria
como parte da sua formação como futuros apóstolos tal como Jesus lhes
confirmará: «não vos preocupeis nem com o
que vestir ou o que comer, Deus não vos faltará com o sustento…»
(AMA,
comentário sobre Mt 12, 1-8, 16.04.21018)
A oculta maravilha da vida interior
Até agora não tinhas compreendido a
mensagem que nós, os cristãos, trazemos aos outros homens: a oculta maravilha
da vida interior. Que mundo novo lhes estás pondo diante dos olhos! (Sulco, 654)
Quantas
coisas novas descobriste! No entanto, às vezes és um ingénuo, e pensas que já
viste tudo, que já sabes tudo... Depois, tocas com as tuas mãos a riqueza única
e insondável dos tesouros do Senhor, que sempre te mostrará "coisas
novas" se tu responderes com amor e delicadeza; e então compreendes que
estás no princípio do caminho, porque a santidade consiste na identificação com
Deus, com este nosso Deus, que é infinito, inesgotável! (Sulco, 655)
Deixemos
de enganar-nos: Deus não é uma sombra, um ser longínquo, que nos cria e depois
nos abandona; não é um amo que vai e depois não volta. Ainda que não o
percebamos com os nossos sentidos, a sua existência é muito mais verdadeira que
a de todas as realidades que tocamos e vemos. Deus está aqui connosco,
presente, vivo! Vê-nos, ouve-nos, dirige-nos, e contempla as nossas menores
acções, as nossas intenções mais ocultas.
Acreditamos
nisto... mas vivemos como se Deus não existisse! Porque não temos para Ele um
pensamento sequer, nem uma palavra; porque não Lhe obedecemos, nem procuramos
dominar as nossas paixões; porque não Lhe manifestamos amor, nem O
desagravamos...
Havemos
de continuar a viver com uma fé morta? (Sulco,
658)
Tratado das virtudes
Art.
5 — Se a caridade pode existir sem a fé e a esperança.
O quinto procede-se assim.
— Parece que a caridade pode existir sem a fé e sem a esperança.
1. — Pois, a caridade é o
amor de Deus. Ora, Deus pode ser amado por nós naturalmente, mesmo sem
pressupor a fé ou a esperança da futura beatitude. Logo, a caridade pode
existir sem a fé e sem a esperança.
2. Demais. — A caridade é
a raiz de todas as virtudes, conforme a Escritura (Ef
3, 17): arraigados e
fundados em caridade. Ora, a raiz às vezes não produz ramos. Logo, a
caridade pode, às vezes, existir sem a fé, a esperança e as outras virtudes.
3. Demais. — Cristo teve
caridade perfeita, e contudo não teve fé nem esperança, porque foi compreensor
perfeito, como a seguir se dirá. Logo, a caridade pode existir sem a fé e sem a
esperança.
Mas, em contrário, diz a
Escritura (Heb 11, 6): sem a fé é impossível
agradar a Deus, o que pertence, por excelência, à caridade, conforme aquilo (Pr
8, 17): Eu amo aos que me
amam. E a esperança também leva à caridade, como já dissemos. Logo, não
podemos ter a fé sem a esperança e a caridade.
SOLUÇÃO. — A caridade
significa não só amor de Deus, mas também uma certa amizade para com ele, a
qual acrescenta ao amor a retribuição acompanhada de comunicação mútua, como se
disse. E que isto pertence à caridade consta com clareza na Escritura (1
Jo 4, 16): aquele
que permanece na caridade permanece em Deus, e Deus nele; e ainda (1
Cor 1, 9): Fiel é Deus,
pelo qual fostes chamados à companhia de seu filho Jesus Cristo. E esta
sociedade do homem com Deus que é, de algum modo, uma conversação familiar com
ele, começa na vida presente pela graça e se completará na futura, pela glória.
E ambas essas coisas nós obtemo-las pela fé e pela esperança. Donde, assim como
não poderemos ter amizade com alguém se descrermos ou desesperarmos de poder
ter com o mesmo alguma sociedade ou familiar conversação, assim não poderemos
ter amizade com Deus, que é a caridade, se não tivermos a fé, que nos faz crer
nessa sociedade e conversação com Deus, e se não esperarmos pertencer a essa
sociedade. E portanto, sem a fé e a esperança a caridade não pode existir de
nenhum modo.
DONDE A RESPOSTA À
PRIMEIRA OBJECÇÃO.
— A caridade não é qualquer amor de Deus, mas o pelo qual o
amamos como objecto da beatitude, ao qual nos ordenamos pela fé e pela
esperança.
RESPOSTA À SEGUNDA.
— A
caridade é a raiz da fé e da esperança, porque lhes dá a perfeição da virtude;
mas, a fé e a esperança, por sua própria natureza, são pressupostas à caridade,
como já dissemos; e, portanto, a caridade não pode existir sem elas.
RESPOSTA À TERCEIRA.
—
Cristo não teve fé nem esperança no que há numa e outra de imperfeito; mas em
lugar de fé teve a visão plena, e em lugar da esperança, a plena compreensão. E
portanto, teve caridade perfeita.
(Revisão
da versão portuguesa por AMA)
Pequena agenda do cristão
(Coisas muito simples, curtas, objectivas)
Propósito:
Contenção; alguma privação; ser humilde.
Senhor: Ajuda-me a ser contido, a privar-me de algo por pouco que seja, a ser humilde. Sou formado por este barro duro e seco que é o meu carácter, mas não Te importes, Senhor, não Te importes com este barro que não vale nada. Parte-o, esfrangalha-o nas Tuas mãos amorosas e, estou certo, daí sairá algo que se possa - que Tu possas - aproveitar. Não dês importância à minha prosápia, à minha vaidade, ao meu desejo incontido de protagonismo e evidência. Não sei nada, não posso nada, não tenho nada, não valho nada, não sou absolutamente nada.
Lembrar-me:
Filiação divina.
Ser Teu filho Senhor! De tal modo desejo que esta realidade tome posse de mim, que me entrego totalmente nas Tuas mãos amorosas de Pai misericordioso, e embora não saiba bem para que me queres, para que queres como filho a alguém como eu, entrego-me confiante que me conheces profundamente, com todos os meus defeitos e pequenas virtudes e é assim, e não de outro modo, que me queres ao pé de Ti. Não me afastes, Senhor. Eu sei que Tu não me afastarás nunca. Peço-Te que não permitas que alguma vez, nem por breves instantes, seja eu a afastar-me de Ti.
Pequeno exame:
Cumpri o propósito que me propus ontem?
19/07/2018
Temas para reflectir e meditar
O interessante, como
consequência da ordem, é verificar que temos tempo para tudo sem necessidade de
adaptações ou pressas.
A pessoa habituada a um
Plano de vida tem, normalmente, uma vida calma sem grandes agitações nem
distúrbios. Perante o imprevisto não perde o raciocínio nem se deixa arrastar
pelas emoções.
Não há tarefas cuja
urgência obriguem a alterar todo o estabelecido, porque, o conceito de urgência
não pode depender do nosso querer, mas sim da avaliação da própria tarefa.
(AMA,
reflexões)
Evangelho e comentário
Evangelho: Mt 11, 28-30
28
«Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, que Eu hei-de
aliviar-vos. 29 Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso
e humilde de coração e encontrareis descanso para o vosso espírito. 30 Pois o
meu jugo é suave e o meu fardo é leve.»
Comentário:
Um jugo suave e uma carga
leve!
É com certeza o que
desejamos.
Por vezes a vida traz-nos
cargas difíceis de suportar sofrimento amargura e não sabemos o que fazer para ultrapassar
esses momentos.
Outras vezes é o jugo dos
nossos defeitos e vícios que nos mantém amarrados, incapazes de dar um passo em
frente.
(O jugo era um colar,
normalmente de ferro que os conquistadores colocavam ao pescoço dos
conquistados não só para marcar a sua propriedade mas, também, para mais
facilmente os poderem amarrar obrigando-os a ir para onde queriam.)
Rezar é a única solução.
Não pedir ao Senhor que
nos poupe até porque Ele nunca consentirá que sejamos provados além das nossas
forças, mas antes oferecer essa provação pedindo que nos ajude a superá-la.
(AMA,
comentário sobre Mt 11, 28-30, 13.12.2017)
Tantos anos a lutar...
Surgiram nuvens negras de falta de vontade, de perda de
entusiasmo. Caíram aguaceiros de tristeza, com a clara sensação de te
encontrares atado. E, como remate, vieram os desânimos, que nascem de uma
realidade mais ou menos objectiva: tantos anos a lutar... e ainda estás tão
atrasado, tão longe! Tudo isso é necessário, e Deus conta com isso. Para
conseguirmos o "gaudium cum pace"
– a paz e a alegria verdadeiras – havemos de acrescentar à certeza da nossa
filiação divina, que nos enche de optimismo, o reconhecimento da nossa própria
fraqueza pessoal. (Sulco,
78)
Mesmo nos momentos em que percebemos mais profundamente a nossa
limitação, podemos e devemos olhar para Deus Pai, Deus Filho, Deus Espírito
Santo, sabendo-nos participantes da vida divina. Nunca existe razão suficiente
para voltarmos atrás: o Senhor está ao nosso lado. Temos que ser fiéis, leais,
encarar as nossas obrigações, encontrando em Jesus o amor e o estímulo para
compreender os erros dos outros e superar os nossos próprios erros. Assim,
todos esses desalentos – os teus, os meus, os de todos os homens – servem
também de suporte ao reino de Cristo.
Reconheçamos as nossas fraquezas, mas confessemos o poder de Deus.
O optimismo, a alegria, a convicção firme de que o Senhor quer servir-se de nós
têm de informar a vida cristã. Se nos sentirmos parte dessa Igreja Santa, se
nos considerarmos sustentados pela rocha firme de Pedro e pela acção do
Espírito Santo, decidir-nos-emos a cumprir o pequeno dever de cada instante:
semear todos os dias um pouco. E a colheita fará transbordar os celeiros. (Cristo que passa, 160)
Pequena agenda do cristão
(Coisas muito simples, curtas, objectivas)
Propósito:
Participar na Santa Missa.
Senhor, vendo-me tal como sou, nada, absolutamente, tenho esta percepção da grandeza que me está reservada dentro de momentos: Receber o Corpo, o Sangue, a Alma e a Divindade do Rei e Senhor do Universo.
O meu coração palpita de alegria, confiança e amor. Alegria por ser convidado, confiança em que saberei esforçar-me por merecer o convite e amor sem limites pela caridade que me fazes. Aqui me tens, tal como sou e não como gostaria e deveria ser.
Não sou digno, não sou digno, não sou digno! Sei porém, que a uma palavra Tua a minha dignidade de filho e irmão me dará o direito a receber-te tal como Tu mesmo quiseste que fosse. Aqui me tens, Senhor. Convidaste-me e eu vim.
Lembrar-me:
Comunhões espirituais.
Senhor, eu quisera receber-vos com aquela pureza, humildade e devoção com que Vos recebeu Vossa Santíssima Mãe, com o espírito e fervor dos Santos.
Pequeno exame:
Cumpri o propósito que me propus ontem?
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