16/07/2018

NUNC COEPI publicações em 16 Julho

Tens de ser fermento


Dentro da grande multidão humana – interessam-nos todas as almas – tens de ser fermento, para que, com a ajuda da graça divina e com a tua correspondência, actues em todos os lugares do mundo como a levedura que dá qualidade, que dá sabor, que dá volume, com o fim de que depois o pão de Cristo possa alimentar outras almas. (Forja, 973)

Uma grande multidão acompanhara Jesus. Nosso Senhor ergue os olhos e pergunta a Filipe: Onde compraremos pão para dar de comer a toda esta gente?. Fazendo um cálculo rápido, Filipe responde: Duzentos dinheiros de pão não bastam para cada um receber um pequeno bocado. Como não dispõem de tanto dinheiro, lançam mão de uma solução caseira. Diz-lhe um dos seus discípulos, André, irmão de Simão Pedro: Está aqui um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixes, mas que é isto para tanta gente.

Nós queremos seguir o Senhor e desejamos difundir a sua Palavra. Humanamente falando, é lógico que também perguntemos a nós mesmos: mas que somos nós para tanta gente? Em comparação com o número de habitantes da Terra, ainda que nos contemos por milhões, somos poucos. Por isso, temos de considerar-nos como uma pequena levedura, preparada e disposta a fazer o bem à humanidade inteira, recordando as palavras do Apóstolo: Um pouco de levedura fermenta toda a massa, transforma-a. Precisamos, portanto, de aprender a ser esse fermento, essa levedura, para modificar e transformar as multidões.

Se meditarmos com sentido espiritual no texto de S. Paulo, compreenderemos que temos de trabalhar em serviço de todas as almas. O contrário seria egoísmo. Se olharmos para a nossa vida com humildade, veremos claramente que o Senhor nos concedeu talentos e qualidades, além da graça da fé. Nenhum de nós é um ser repetido. O Nosso Pai criou-nos um a um, repartindo entre os seus filhos diverso número de bens. Pois temos de pôr esses talentos, essas qualidades, ao serviço de todos; temos de utilizar esses dons de Deus como instrumentos para ajudar os homens a descobrirem Cristo. (Amigos de Deus, nn. 256–258)

Evangelho e comentário


Tempo comum

Nossa Senhora do Carmo

Evangelho: Mt 10, 34 - 11, 1

34 Não penseis que vim trazer a paz à terra; não vim trazer a paz, mas a espada.
1 Quando Jesus acabou de dar estas instruções aos doze discípulos, partiu dali, a fim de ir ensinar e pregar nas suas cidades.

Comentário:

A Liturgia apresenta-nos hoje o último versículo do capítulo 10 e o primeiro do capítulo 11 do Evangelho escrito por São Mateus.

Acaba, por assim dizer, o longo discurso de instruções para a missão de Apóstolos com uma frase lapidar.

Ele próprio declara que traz a espada ou seja, que a salvação dos homens não será feita sem luta – por vezes bem acesa – entre os inimigos do Reino de Deus e aqueles que o querem receber sem olhar a dificuldades e sacrifícios.

Por outras palavras, diz-lhes que a missão que os espera será dura e, por vezes, exigente até à morte mas que, a implantação do Reino de Deus será levada a cabo e que, de alguma forma, se cumprirá o Seu desejo, de haja «um só rebanho e um só pastor».

A espada significa exactamente esse corte definitivo e irreversível dos que que não aceitarem a condição necessária para a salvação: o cumprimento – em tudo – da vontade de Deus.

(AMA, comentário sobre Mt 10, 34 - 11, 1. 16.04.2018)


Temas para reflectir e meditar


Formação humana e cristã - 3

Uma disposição no nosso Horário/Calendário assume uma importância de primeira ordem: o levantar-se da cama, à hora prevista, sem demoras.
Também conhecido como o "minuto heróico", já que por vezes exige esforço decidido, é a melhor forma de começar o dia.

Começar bem o dia, supõe, pelo menos, três actos fundamentais:
O já mencionado "minuto heróico", levantar-se prontamente conforme o programado;
O elevar o pensamento a Deus em acção de graças pelo descanso concedido;
O oferecimento a Deus do dia que começa, com todos os seus trabalhos, preocupações e alegrias.

Convém compor uma fórmula breve e simples de reter e, deste modo, será mais fácil não nos esquecermos de cumprir o que se recomenda para começar o nosso dia como cristãos.

De facto, muitas coisas dependem desses primeiros minutos já que se começamos bem e com as ajudas do Anjo da Guarda podemos esperar ter ânimo para fazer o que tem de ser feito e o melhor possível porque, como o oferecemos ao Senhor, recordaremos que temos de oferecer boas obras - por simples que possam ser -, mas, bem feitas, acabadas com esmero e verdadeiro empenho.

(AMA, reflexões)

Diálogos apostólicos


A FAMÍLIA

Pergunto:

3. Os pais devem permitir qualquer comportamento?

Respondo:

Não, não. Devem impulsionar as boas acções e corrigir as más. Mas esta correcção faz-se precisamente procurando o bem do filho, a quem se ama com os seus defeitos. Defeitos esses que convirá reduzir para o bem de todos. Por outro lado, os pais tão pouco devem intervir em todos os erros pois um rigor excessivo seria contraproducente. Às vezes há que aplicar a tolerância.

El reto del amor





por El Reto Del Amor

Pequena agenda do cristão

SeGUNDa-Feira



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Sorrir; ser amável; prestar serviço.

Senhor que eu faça "boa cara" que seja alegre e transmita aos outros, principalmente em minha casa, boa disposição.

Senhor que eu sirva sem reserva de intenção de ser recompensado; servir com naturalidade; prestar pequenos ou grandes serviços a todos mesmo àqueles que nada me são. Servir fazendo o que devo sem olhar à minha pretensa “dignidade” ou “importância” “feridas” em serviço discreto ou desprovido de relevo, dando graças pela oportunidade de ser útil.

Lembrar-me:
Papa, Bispos, Sacerdotes.

Que o Senhor assista e vivifique o Papa, santificando-o na terra e não consinta que seja vencido pelos seus inimigos.

Que os Bispos se mantenham firmes na Fé, apascentando a Igreja na fortaleza do Senhor.

Que os Sacerdotes sejam fiéis à sua vocação e guias seguros do Povo de Deus.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?





15/07/2018

PUBLICAÇÕES EM 15 jULHO

Temas para reflectir e meditar


Formação humana e cristã - 2

Todos temos alguma vez experimentado organizar a nossa vida de forma a melhor aproveitar o tempo e a estabelecer prioridades, ou, talvez, definir aqueles afazeres que consideramos basilares - até fundamentais - para o equilíbrio que desejamos ter na nossa vida de cristãos.
Para obstar à tentação de elaborar algo que se pretenda completo tocando todos os detalhes - não observaríamos nem a metade - friso, uma vez mais, o auxílio precioso que podemos obter do nosso director espiritual na definição do que mais convirá em cada momento.

Não há realmente, uma como que “tabela” definida das prioridades porque a importância de cada acção depende do que representa para cada um.
Repete-se a nota: cada um, ouvido o director espiritual, verá a que melhor lhe convém.

(AMA, reflexões)

Evangelho e comentário


Tempo comum


Evangelho: Mc 6, 7-13

7  Chamou os Doze, começou a enviá-los dois a dois e deu-lhes poder sobre os espíritos malignos. 8 Ordenou-lhes que nada levassem para o caminho, a não ser um cajado: nem pão, nem alforge, nem dinheiro no cinto; 9 que fossem calçados com sandálias e não levassem duas túnicas. 10 E disse-lhes também: «Em qualquer casa em que entrardes, ficai nela até partirdes dali. 11 E se não fordes recebidos numa localidade, se os seus habitantes não vos ouvirem, ao sair de lá, sacudi o pó dos vossos pés, em testemunho contra eles.» 12 Eles partiram e pregavam o arrependimento, 13 expulsavam numerosos demónios, ungiam com óleo muitos doentes e curavam-nos.

Comentário:
Jesus envia os Seus discípulos dois a dois porque, tratando-se de uma primeira missão melhor é estar acompanhado (duas cabeças pensam melhor que uma só) do que ter de tomar decisões sozinho.

Além do mais procura criar neles um sentido colegial, isto é, de partilha de tarefas e encargos, de responsabilidades e tarefas a desenvolver.

Mais tarde, ver-se-á como é útil este “colégio de apóstolos” que, ainda hoje – na pessoa do Papa e os seus assistentes da cúria – tomam muitas das suas decisões em conjunto contribuindo cada um com o seu saber e conhecimentos e as qualidades particulares que uns terão diferentes e mais próprias para tarefas específicas.


(AMA, comentário sobre MC 6, 7-13, 01.02.2018)


Que a tua vida não seja uma vida estéril


Que a tua vida não seja uma vida estéril. – Sê útil. – Deixa rasto. – Ilumina, com o resplendor da tua fé e do teu amor. Apaga, com a tua vida de apóstolo, o rasto viscoso e sujo que deixaram os semeadores impuros do ódio. – E incendeia todos os caminhos da Terra com o fogo de Cristo que levas no coração. (Caminho, 1)

Se cedesses à tentação de perguntar a ti mesmo: quem me manda a mim meter-me nisto? teria de responder-te: manda-to, pede-to o próprio Cristo. A messe é grande e os operários são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da messe que mande operários para a sua messe. Não digas, comodamente: eu para isto não sirvo; para isto já há outros; não estou feito para isto... Não. Para isto não há outros. Se tu pudesses falar assim, todos podiam dizer a mesma coisa. O pedido de Cristo dirige-se a todos e cada um dos cristãos. Ninguém está dispensado: nem por razões de idade, nem de saúde, nem de ocupação. Não há desculpas de nenhum género. Ou produzimos frutos de apostolado ou a nossa fé será estéril.

Além disso, quem disse que para falar de Cristo, para difundir a sua doutrina, era preciso fazer coisas especiais, fora do comum? Faz a tua vida normal; trabalha onde estás a trabalhar, procurando cumprir os deveres do teu estado, acabar bem o que é próprio da tua profissão ou do teu ofício, superando-te, melhorando-te dia-a-dia. Sê leal, compreensivo com os outros e exigente contigo mesmo. Sê mortificado e alegre. Será esse o teu apostolado. E, sem saberes porquê, tendo perfeita consciência das tuas misérias, os que te rodeiam virão ter contigo e, numa conversa natural, simples – à saída do trabalho, numa reunião familiar, no autocarro, ao dar um passeio, em qualquer parte – falareis de inquietações que em todas as almas existem, embora às vezes alguns não queiram dar por isso. Mas cada vez as perceberão melhor, desde que comecem a procurar Deus a sério. (Amigos de Deus, 272–273)

Perguntas e respostas


A ÉTICA

B. OS PRINCÍPIOS ÉTICOS

2. Quais são os grandes princípios éticos?

Há vários modos de expressá-los. 
Pode dizer-se que são estes:

Faz o bem e evita o mal.
Não queiras para outro o que não queres para ti.
Não ajas contrariamente à natureza humana.
Deve-se favorecer a dignidade humana.
Nem tudo vale.
O mal não deve fazer-se nem para conseguir um bem.

Pequena agenda do cristão

DOMINGO



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Viver a família.

Senhor, que a minha família seja um espelho da Tua Família em Nazareth, que cada um, absolutamente, contribua para a união de todos pondo de lado diferenças, azedumes, queixas que afastam e escurecem o ambiente. Que os lares de cada um sejam luminosos e alegres.

Lembrar-me:
Cultivar a Fé

São Tomé, prostrado a Teus pés, disse-te: Meu Senhor e meu Deus!
Não tenho pena nem inveja de não ter estado presente. Tu mesmo disseste: Bem-aventurados os que crêem sem terem visto.
E eu creio, Senhor.
Creio firmemente que Tu és o Cristo Redentor que me salvou para a vida eterna, o meu Deus e Senhor a quem quero amar com todas as minhas forças e, a quem ofereço a minha vida. Sou bem pouca coisa, não sei sequer para que me queres mas, se me crias-te é porque tens planos para mim. Quero cumpri-los com todo o meu coração.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?

14/07/2018

NUNC COEPI publicações 14 Julho

Publicações em 14 Julho

Evangelho e comentário


Tempo comum


Evangelho: Mt 10, 24-33

24 «O discípulo não está acima do mestre, nem o servo acima do senhor. 25 Basta ao discípulo ser como o mestre e ao servo ser como o senhor. Se ao dono da casa chamaram Belzebu, o que não chamarão eles aos familiares! 26 Não os temais, portanto, pois não há nada encoberto que não venha a ser conhecido. 27 O que vos digo às escuras, dizei-o à luz do dia; e o que escutais ao ouvido, proclamai-o sobre os terraços. 28 Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma. Temei antes aquele que pode fazer perecer na Geena o corpo e a alma. 29 Não se vendem dois pássaros por uma pequena moeda? E nem um deles cairá por terra sem o consentimento do vosso Pai! 30 Quanto a vós, até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados! 31 Não temais, pois valeis mais do que muitos pássaros.» 32 «Todo aquele que se declarar por mim, diante dos homens, também me declararei por ele diante do meu Pai que está no Céu. 33 Mas aquele que me negar diante dos homens, também o hei-de negar diante do meu Pai que está no Céu.

Comentário:

O discurso que Jesus faz aos Seus discípulos tem como objectivo tranquilizá-los quanto ao que lhes pode acontecer ao seguirem os Seus passos e cumprirem o Seu mandato.

Mais… assegura-lhes que não lhes será pedido que façam mais do que Ele próprio – Seu Mestre e Senhor – fez e que nada lhes poderá acontecer que Ele próprio não tenha vivido já.

Compara-os, no fim e ao cabo, a Ele Próprio, com um valor e importância que estão muito acima de qualquer vontade humana e que, Ele, vela e assegura para que o poder do demónio nunca ultrapasse os limites que Deus lhe impõe. Só Deus é o Senhor da vida, unicamente Ele a pode dar ou tomar e o mal que lhes possam fazer nunca irá além do que possam suportar.
Ele É – será sempre – a sua força, amparo e guia.
Não há – portanto – que temer seja o que for.

(AMA, comentário sobre Mt 10, 24-33, 16.04.2018)


Temas para reflectir e meditar

Formação humana e cristã - 1

A importância que tem para o equilíbrio do nosso dia-a-dia o estabelecer um Plano de Vida é enorme.
Poderá surgir o perigo da rotina, mas essa é uma questão a desenvolver oportunamente.
Em rigor, pode argumentar-se, por exemplo, que tanto faz ir à Missa de manhã como de tarde - se a Missa diária faz parte do nosso plano de vida - mas, a prudência aconselha que se faça primeiro o mais importante, não vá um imprevisto impedir a sua concretização

Não convém construir um planeamento exaustivo e detalhado, mas considerar apenas aqueles pontos “chave” que serão como que os marcos principais do nosso dia.
Esses, sim, convém considerar em Horário/Calendário fixo o que nos ajudará a programar o resto do dia.

Evidentemente que só valerá a pena fazer um Horário/Calendário se houver uma verdadeira intenção de o cumprir.
Estar preparado para as “falhas” que inevitavelmente hão-de surgir o que nunca deve constituir um “pesadelo”, mas, sim ocasião de renovar os propósitos

(AMA, reflexões)

Faz o que deves e está no que fazes


Fazei tudo por Amor. – Assim não há coisas pequenas: tudo é grande. – A perseverança nas pequenas coisas, por Amor, é heroísmo. (Caminho, 813)

Queres deveras ser santo? – Cumpre o pequeno dever de cada momento faz o que deves e está no que fazes. (Caminho, 815)

A santidade "grande" consiste em cumprir os "pequenos deveres" de cada instante. (Caminho, 817)

Dizes-me: quando se apresentar a ocasião de fazer algo de grande... então sim! – Então! Pretendes fazer-me crer, e crer tu seriamente, que poderás vencer na Olimpíada sobrenatural, sem a preparação diária, sem treino? (Caminho, 822)

Viste como ergueram aquele edifício de grandeza imponente? – Um tijolo, e outro. Milhares. Mas um a um. – E sacos de cimento, um a um. E blocos de pedra, que pouco representam na mole do conjunto. – E pedaços de ferro. – E operários que trabalham, dia a dia, as mesmas horas... Viste como levantaram aquele edifício de grandeza imponente?... À força de pequenas coisas! (Caminho, 823)

Não tens reparado em que "ninharias" está o amor humano? – Pois também em "ninharias" está o Amor divino. (Caminho, 824)

El reto del amor






Por El Reto Del Amor

Pequena agenda do cristão

SÁBADO



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Honrar a Santíssima Virgem.

A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador, porque pôs os olhos na humildade da Sua serva, de hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações. O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas, santo é o Seu nome. O Seu Amor se estende de geração em geração sobre os que O temem. Manifestou o poder do Seu braço, derrubou os poderosos do seu trono e exaltou os humildes, aos famintos encheu de bens e aos ricos despediu de mãos vazias. Acolheu a Israel Seu servo, lembrado da Sua misericórdia, como tinha prometido a Abraão e à sua descendência para sempre.

Lembrar-me:

Santíssima Virgem Mãe de Deus e minha Mãe.

Minha querida Mãe: Hoje queria oferecer-te um presente que te fosse agradável e que, de algum modo, significasse o amor e o carinho que sinto pela tua excelsa pessoa.
Não encontro, pobre de mim, nada mais que isto: O desejo profundo e sincero de me entregar nas tuas mãos de Mãe para que me leves a Teu Divino Filho Jesus. Sim, protegido pelo teu manto protector, guiado pela tua mão providencial, não me desviarei no caminho da salvação.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?