01/11/2017

Temas para meditar

A força do Silêncio, 191

No Céu, as almas estão unidas aos anjos e aos santos pelo Espírito. Então, já não há palavras. 
É um silêncio sem fim, aconchegado no amor de Deus. 
A liturgia da eternidade é silenciosa; as almas não têm nada a fazer senão associar-se ao coro dos anjos. 
Estão unicamente em contemplação. 
Aqui na Terra, contemplar já é ficar em silêncio. 
No Céu, o silêncio torna-se um silêncio de plenitude, vendo a Deus. 
O silêncio da eternidade é um silêncio de maravilha e admiração. (…) 
Com efeito o silêncio da eternidade está ligado à plenitude de Deus, é um silêncio trinitário.



CARDEAL ROBERT SARAH

As pedras da vida

AS “PEDRAS DA VIDA”

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Na terça feira passada tive que fazer uma operação para remover uma pedra que estava onde não devia.
A operação correu até muito bem, e depois de ter vindo para casa, no dia a seguir, pensei que tudo estava passado, mas nessa noite e dia seguintes, as dores foram-me “desiludindo” da esperança que tinha de que tudo passasse sem grande dor ou incómodo.
Lá fui e vou rezando, oferecendo as dores por aqueles que com certeza têm problemas e dores muito maiores do que as minhas, e reflectindo em toda a situação.

Costumamos dizer, quando temos problemas e provações na nossa vida, que são pedras no caminho que precisamos remover e ultrapassar, para podermos viver a vida em plenitude que Deus nos dá.

Na pedra que tirei na terça feira foi preciso um médico e bastante mais pessoas, num processo que envolve sempre algum risco e sobretudo muito incómodo.

Nas “pedras da vida” temos também um “Médico” para nos ajudar a removê-las, bastando para tal, aceitarmos o seu amor e a sua vontade, embora muitas vezes não entendamos o porquê de tais “pedras da vida”, a não ser quando somos nós mesmos que as provocamos.

Também por vezes, a remoção dessas “pedras da vida”, se torna dolorosa, não na dor física, mas na dor psíquica/espiritual, e é preciso algum tempo para que tais “pedras da vida” saíam por fim da nossa vida.

Mas nesta “cura” das “pedras da vida” temos a certeza de que o “Médico” está sempre connosco, e mais do que nos operar e medicar, nos toma pela mão e nos enche de amor e da certeza que no fim, tudo acabará num bem, porque a “cura” de Deus é sempre o bem, seja em que circunstâncias for.

E na “cura” das “pedras da vida”, quando nos entregamos a Deus, sabemos sempre que não é necessária uma segunda opinião, porque a Deus nada é impossível.

Por isso, glória ao Senhor, agora e sempre e em tudo!


Marinha Grande, 27 de Outubro de 2017
Joaquim Mexia Alves

Tratado da vida de Cristo 180

Questão 58: De Cristo sentado à direita do Pai

Art. 2 — Se estar sentado à direita do Pai convém a Cristo enquanto Deus.

O segundo discute-se assim. — Parece que estar sentado à direita do Pai não convém a Cristo enquanto Deus.

1. — Pois Cristo, enquanto Deus é à direita do Pai. Ora, ser a direita de alguém e estar sentado à sua direita não é o mesmo. Logo, Cristo, enquanto Deus, não está sentado à direita do Pai.

2. Demais. — O Evangelho diz: O Senhor Jesus foi assunto ao céu onde está sentado à mão direita de Deus. Ora, Cristo não foi assunto do céu enquanto Deus. Logo, também não é como Deus que está sentado à direita de Deus.

3. Demais. — Cristo, enquanto Deus é igual ao Pai e ao Espírito Santo. Logo, se Cristo, enquanto Deus, está sentado à direita do Pai, pela mesma razão o Espírito Santo estará sentado à direita do Pai e do Filho; e o próprio Pai, à direita do Filho. O que não se lê em nenhum lugar da Escritura.

Mas, em contrário, diz Damasceno: Chamamos direita do Pai à glória e às honras da divindade, onde o Filho de Deus tem o seu lugar antes de todos os séculos como Deus e consubstancial com o Pai.

Como do sobredito se colige, ao vocábulo — direita — podemos atribuir três sentidos: primeiro, conforme Damasceno, a glória da divindade; segundo, de acordo com Agostinho, a beatitude do Pai; terceiro, ainda de acordo com o mesmo, o poder judiciário. Ora, o facto de estar sentado, como se disse, designa uma habitação, ou uma dignidade régia ou judiciária. Donde, estar sentado à direita do Pai não é outra causa senão participar simultaneamente com ele da glória da divindade, da beatitude e do poder judiciário, e isso de modo imutável e como rei. Ora, isso convém ao Filho enquanto Deus. Donde, é manifesto que Cristo, enquanto Deus, está sentado à direita do Pai: contanto que a preposição a, (ad) que é transitiva, signifique a ordem da origem, e não o grau de natureza ou de dignidade, que não existe nenhum nas Pessoas divinas, como estabelecemos na Primeira Parte.

DONDE A RESPOSTA À PRIMEIRA OBJECÇÃO. — O Filho de Deus é chamado a direita do Pai em sentido próprio, do mesmo modo por que também é chamado a virtude do Pai. Ora, a direita do Pai, nas três significações supra-referidas, é algo de comum às três Pessoas.

RESPOSTA À SEGUNDA. — Cristo, enquanto homem foi assunto à honra divina, que supõe o facto de estar sentado à direita do Pai. Contudo, essa honra convém por disposição divina, a Cristo enquanto Deus, não em virtude de qualquer assunção, mas pela origem eterna.

RESPOSTA À TERCEIRA. — De nenhum modo podemos dizer que o Pai está sentado à direita do Filho ou do Espírito Santo; porque o Filho e o Espírito Santo tiram a sua origem do Pai e não inversamente. Mas o Espírito Santo podemos propriamente dizer, que está sentado à direita do Pai ou do Filho, no sentido referido; embora por uma certa apropriação o estar sentado seja atribuído ao Filho, de quem é próprio a igualdade; porque, como diz Agostinho, ao Pai é própria a unidade, ao Filho a igualdade e ao Espírito Santo a conexão entre a unidade e a igualdade.

Nota: Revisão da versão portuguesa por ama.



La barca zarandeada por las olas

Cuántas veces nuestra vida se parece a esa barca "zarandeada por las olas a causa del viento contrario". La barca zarandeada puede ser el propio matrimonio, los negocios, la salud... El viento contrario puede ser la hostilidad y la incomprensión de las personas, los reveses continuos de la vida, la dificultad para encontrar casa o trabajo.
               
Los hechos del Evangelio no han sido escritos sólo para ser contados, sino también para ser revividos. A quien les escucha se le invita cada vez a entrar dentro de la página del Evangelio, a convertirse de espectador en actor, a ser parte en causa. La Iglesia primitiva nos da el ejemplo. La manera en que se cuenta el episodio de la tempestad calmada muestra que la comunidad cristiana lo aplicó a su propia situación. En aquella tarde, cuando había despedido a la multitud, Jesús había subido solo al monte para rezar; ahora, en el momento en el que Mateo escribe su Evangelio, Jesús se ha despedido de sus discípulos y ha ascendido al cielo, donde vive rezando e "intercediendo" por los suyos. En aquella tarde echó mar adentro la barca; ahora ha echado a la Iglesia en el gran mar del mundo. Entonces se había levantado un fuerte viento contrario; ahora la Iglesia vive sus primeras experiencias de persecución.

En esta nueva situación, ¿qué les decía a los cristianos el recuerdo de aquella noche? Que Jesús no estaba lejos ni ausente, que siempre se podía contar con él. Que también ahora daba órdenes a sus discípulos para que se le acercaran "caminando sobre las aguas", es decir, avanzando entre las corrientes de este mundo, apoyándose sólo en la fe.

Es la misma invitación que hoy nos presenta: aplicar lo sucedido a nuestra vida personal. Cuántas veces nuestra vida se parece a esa barca "zarandeada por las olas a causa del viento contrario". La barca zarandeada puede ser el propio matrimonio, los negocios, la salud... El viento contrario puede ser la hostilidad y la incomprensión de las personas, los reveses continuos de la vida, la dificultad para encontrar casa o trabajo. Quizá al inicio hemos afrontado con valentía las dificultades, decididos a no perder la fe, a confiar en Dios. Durante un tiempo nosotros también hemos caminado sobre las aguas, es decir, confiando únicamente en la ayuda de Dios. Pero después, al ver que nuestra prueba era cada vez más larga y dura, hemos pensado que no podíamos más, que nos hundíamos. Hemos perdido la valentía.

Este es el momento de acoger y experimentar como si se nos hubieran dirigido personalmente a nosotros las palabras que Jesús dirigió en esta circunstancia a los apóstoles: "¡Ánimo!, que soy yo; no temáis". Es famosa la frase con la que el sacerdote Abundio, en Los novios de Alessandro Manzoni, justifica su miedo y cobardía: "Quien no tiene valentía no se la puede dar". Tenemos que desterrar precisamente esta convicción. ¡Quien no tiene valentía se la puede dar! ¿Cómo? Con la fe en Dios, con la oración, basándose en la promesa de Cristo.

Alguno dirá que esta valentía, basada en la fe en Dios y en la oración, es un pretexto, una huida de las propias posibilidades y responsabilidades. Una manera de descargar en Dios los propios deberes. Es la tesis de fondo de la obra de teatro de Bertolt Brecht, ambientada en Alemania en tiempos de la guerra de los Treinta Años, que tiene como protagonista a una mujer del pueblo llamada, por su capacidad de decisión y valor, "Madre Coraje". En plena noche, las tropas imperiales, tras haber matado a los guardias, avanzan contra la ciudad protestante de Halle para quemarla. En los alrededores de la ciudad, una familia de campesinos, que acoge a la Madre Coraje con la hija muda, Kattrin, sabe que lo único que puede hacer para salvar a la ciudad de la ruina es rezar. Pero Kattrin, en lugar de ponerse a rezar, sube al techo de la casa, y se pone a tocar desesperadamente el tambor hasta que ve que los habitantes se han despertado y están de pie. Es asesinada por los soldados, pero la ciudad se salva.

Con esta crítica, que es la clásica crítica del marxismo, se ataca a quien pretende quedarse con los brazos cruzados, en espera de que Dios lo haga todo. Pero esto no tiene nada que ver con la verdadera fe y la verdadera oración, que es lo contrario de la resignación pasiva. Jesús dejó que los apóstoles remaran contra el viento durante toda la noche y que utilizaran todos sus recursos antes de intervenir personalmente.

Raniero Cantalamessa

Ref:
1 Reyes 19, 9a.11-13a;
Romanos 9, 1-5;
Mateo14, 22-33



Perguntas e respostas

O CÉU

B. COMO ALCANÇAR O CÉU?

9. Convém desejar o céu?


É muito conveniente desejar o céu fomentando o ânimo e a esperança de chegar a ver a Deus. Além de desejá-lo, deverá ir-se dando passos em direcção ao céu, mas caminha-se mais rapidamente em direcção dos ideais se se fomenta a ilusão pela meta.

Pequena agenda do cristão

Quarta-Feira



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)






Propósito:

Simplicidade e modéstia.


Senhor, ajuda-me a ser simples, a despir-me da minha “importância”, a ser contido no meu comportamento e nos meus desejos, deixando-me de quimeras e sonhos de grandeza e proeminência.


Lembrar-me:
Do meu Anjo da Guarda.


Senhor, ajuda-me a lembrar-me do meu Anjo da Guarda, que eu não despreze companhia tão excelente. Ele está sempre a meu lado, vela por mim, alegra-se com as minhas alegrias e entristece-se com as minhas faltas.

Anjo da minha Guarda, perdoa-me a falta de correspondência ao teu interesse e protecção, a tua disponibilidade permanente. Perdoa-me ser tão mesquinho na retribuição de tantos favores recebidos.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?







31/10/2017

Centenário das Aparições em Fátima

Resultado de imagem para centenário das aparições de fátimaAcaba o mês de Outubro deste ano do Centenário das Aparições de Fátima.
Desde Maio que temos vindo a celebrar tão extraordinário acontecimento, para Portugal e para o mundo.

Fátima “o Altar do mundo” na feliz expressão do Cardeal D. Manuel Gonçalves Cerejeira, reuniu à sua volta milhões de crentes, de pessoas de todas as nações e origens, unidos numa única expressão de amor, agradecimento e esperança à Santíssima Virgem.

Não podemos alhear-nos – ninguém pode – desta realidade (hoje) incontestável: A Santíssima Virgem quis vir pessoalmente trazer uma mensagem ao mundo, que se traduz, em brevíssimas palavras: mensagem de paz e amor.

Paz em toda a terra e amor entre todos os homens seus filhos.

Ninguém deve ficar alheado desta realidade: Se não fosse absolutamente necessário, a Senhora não teria vindo!

Aqui estamos, Senhora Nossa, contentes e felizes por tão grande graça e fortalecidos na esperança de um mundo em paz e de verdadeiro amor entre os homens.

Monstra te esse Matrem!

Mostra que és Mãe, e mantém-nos sob o teu manto protector para que sejamos dignos e capazes de pagar amor com amor, dedicação com ternura e confiança ilimitada no teu amor de Mãe e carinho de protectora insigne.


AMA, 31.11.2017

Santíssima Virgem – Bendita seja a tua pureza - vídeo

El «Bendita sea tu pureza» es una de las más antiguas oraciones marianas. Aquí la interpretan, con una pegadiza melodía, tres amigas: Mariana Alcocer, Raquel Teston y Karolinns Cristiana





Cari Filii

Fátima: Centenário - Música


Centenário das aparições da Santíssima Virgem em Fátima

Louvando a Santíssima Virgem - Omo Bello




Neste mês de Maio a ti excelsa Mãe de Deus e nossa Mãe, te repetiremos sem cessar:

Ave Maria, gratia plena, Dominus tecum, benedicta tu in mullieribus et benedictus fructis ventris tui, Jesus.

Santa Maria, Mater Dei, ora pro nobis pecatoribus, nunc et in hora mortis nostra. Ámen.







Santificar o nosso trabalho não é uma quimera

Santificar o nosso trabalho não é uma quimera; é missão de todos os cristãos... – tua e minha. Foi o que descobriu aquele torneiro, que comentava: – "Põe-me louco de contente essa certeza de que eu, manejando o torno e cantando, cantando muito – por dentro e por fora –, posso fazer-me santo... Que bondade a do nosso Deus!". (Sulco, 517)

Nesta hora de Deus, a da tua passagem por este mundo, decide-te a sério a realizar alguma coisa que valha a pena. O tempo urge, e é tão nobre, tão heróica, tão gloriosa a missão do homem e da mulher sobre a Terra quando abrasa no fogo de Cristo os corações murchos e apodrecidos!

Vale a pena levar aos outros a paz e a felicidade de uma corajosa e alegre cruzada! (Sulco, 613)

Umas vezes deixas explodir o teu mau génio, que em mais de uma ocasião aflora com uma dureza disparatada. Outras, não preparas o teu coração e a tua cabeça para servirem de aposento confortável à Santíssima Trindade... E acabas sempre por ficar um tanto afastado de Jesus, que conheces pouco.

Assim nunca terás vida interior. (Sulco, 651)


Remédio para tudo: santidade pessoal! Por isso, os Santos estavam cheios de paz, de fortaleza, de alegria, de segurança. (Sulco, 653)

Evangelho e comentário

Tempo Comum


Evangelho: Lc 13, 18-21

18 Disse, então: «A que é semelhante o Reino de Deus e a que posso compará-lo? 19 É semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou e deitou no seu quintal. Cresceu, tornou-se uma árvore e as aves do céu vieram abrigar-se nos seus ramos.» 20 Disse ainda: «A que posso comparar o Reino de Deus? 21 É semelhante ao fermento que certa mulher tomou e misturou com três medidas de farinha, até ficar levedada toda a massa.»

Comentário:

Quantos ouviam Jesus Cristo falar do Reino de Deus estariam muito longe de imaginar – por levemente que fosse – como as Suas palavras se tornariam realidade.

Haverá, ainda, locais e pessoas onde o Reino de Deus não chegou, ou não é aceite.

Por isso, a Santa Igreja se empenha em enviar a toda a parte “embaixadores” deste Reino – que ela representa na terra – para levar a palavra de Deus a todo o lugar.

São os milhares e milhares de cristãos que se dedicam ao apostolado de alma e coração quer “ao pé da porta”, começando pela família, quer em paragens longínquas;

São os Sacerdotes e Religiosos (as) que vão a qualquer lado, muitas vezes sem os mais elementares meios, sem se preocuparem com o que possa faltar, certos e confiantes que estão que, Deus, providenciará.


(AMA, comentário sobre Lc 13,18-21, 11.07.2017)







Doutrina – 371

CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA

Compêndio


PRIMEIRA PARTE: A PROFISSÃO DA FÉ
SEGUNDA SECÇÃO: A PROFISSÃO DA FÉ CRISTÃ
CAPÍTULO TERCEIRO

CREIO NA SANTA IGREJA CATÓLICA

A Igreja no desígnio de Deus

149. Quais são as origens e a realização plena da Igreja?



A Igreja encontra a sua origem e a sua realização plena no eterno desígnio de Deus. 
Foi preparada na Antiga Aliança com a eleição de Israel, sinal da reunião futura de todas as nações. 
Fundada pelas palavras e acções de Jesus Cristo, foi realizada sobretudo mediante a sua morte redentora e a sua ressurreição. 
Foi depois manifestada como mistério de salvação mediante a efusão do Espírito Santo, no dia de Pentecostes. 
Terá a sua realização plena no fim dos tempos, como assembleia celeste de todos os redimidos.

Pequena agenda do cristão


TeRÇa-Feira


(Coisas muito simples, curtas, objectivas)




Propósito:

Aplicação no trabalho.

Senhor, ajuda-me a fazer o que devo, quando devo, empenhando-me em fazê-lo bem feito para to poder oferecer.

Lembrar-me:
Os que estão sem trabalho.

Senhor, lembra-te de tantos e tantas que procuram trabalho e não o encontram, provê às suas necessidades, dá-lhes esperança e confiança.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?





30/10/2017

La Voz del Desierto - vídeo

La Voz del Desierto es una banda rock constituida en 2004, formada por tres sacerdotes y cuatro laicos de la diócesis de Alcalá de Henares. A través de sus canciones transmiten el mensaje de la Iglesia y sus propias experiencias personales de fe. Este tema, Soy ya de ti, está consagrado a la Madre de Dios.




Cari Filii

Ajuda-os sem que o notem

O pensamento da morte ajudar-te-á a cultivar a virtude da caridade, porque talvez esse instante concreto de convivência seja o último em que estás com este ou com aquele... Eles, ou tu, ou eu, podemos faltar em qualquer momento. (Sulco, 895)

Dir-me-ás talvez: e porque havia eu de me esforçar? Não sou eu quem te responde, mas S. Paulo: o amor de Cristo urge-nos. Todo o espaço de uma existência é pouco para alargar as fronteiras da tua caridade. Desde os primeiríssimos começos do Opus Dei, manifestei o meu grande empenho em repetir sem cessar, para as almas generosas que se decidam a traduzi-lo em obras, aquele grito de Cristo: nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros. Conhecer-nos-ão precisamente por isso, porque a caridade é o ponto de arranque de qualquer actividade de um cristão. (…)


Queria fazer-vos notar que, após vinte séculos, ainda aparece com toda a pujança de novidade o Mandato do Mestre, que é uma espécie de carta de apresentação do verdadeiro filho de Deus. Ao longo da minha vida sacerdotal, tenho pregado com muitíssima frequência que, desgraçadamente para muitos, continua a ser novo, porque nunca ou quase nunca se esforçaram por praticá-lo. É triste, mas é assim. E não há dúvida nenhuma de que a afirmação do Messias ressalta de modo terminante: nisto vos conhecerão, que vos amais uns aos outros! Por isso, sinto a necessidade de recordar constantemente essas palavras do Senhor. S. Paulo acrescenta: levai os fardos uns dos outros e, desta maneira, cumprireis a lei de Cristo. Momentos perdidos, talvez com a falsa desculpa de que te sobra tempo... Se há tantos irmãos, amigos teus, sobrecarregados de trabalho! Com delicadeza, com cortesia, com um sorriso nos lábios, ajuda-os, de tal maneira que se torne quase impossível que o notem; e que nem se possam mostrar agradecidos, porque a discreta finura da tua caridade fez com que ela passasse inadvertida. (Amigos de Deus, 43–44)

Evangelho e comentário

Tempo Comum


Evangelho: Lc 13, 10-17

10 Um dia de sábado, ensinava Jesus numa sinagoga. 11 Estava lá certa mulher doente por causa de um espírito, há dezoito anos: andava curvada e não podia endireitar-se completamente. 12 Ao vê-la, Jesus chamou-a e disse-lhe: «Mulher, estás livre da tua enfermidade.» 13 E impôs-lhe as mãos. No mesmo instante, ela endireitou-se e começou a dar glória a Deus. 14 Mas o chefe da sinagoga, indignado por ver que Jesus fazia uma cura ao sábado, disse à multidão: «Seis dias há, durante os quais se deve trabalhar. Vinde, pois, nesses dias, para serdes curados e não em dia de sábado.» 15 Replicou-lhe o Senhor: «Hipócritas, não solta cada um de vós, ao sábado, o seu boi ou o seu jumento da manjedoura e o leva a beber? 16 E esta mulher, que é filha de Abraão, presa por Satanás há dezoito anos, não devia libertar-se desse laço, a um sábado?» 17 Dizendo isto, todos os seus adversários ficaram envergonhados, e a multidão alegrava-se com todas as maravilhas que Ele realizava.

Comentário:

Esta questão do Sábado – falsa questão, de resto – é um permanente confronto entre os chefes do povo e Jesus Cristo.

Os Evangelhos repetem inúmeras vezes estes episódios e, naturalmente, os Evangelistas fazem-no para pôr bem a nu a estreiteza de vistas e a fraqueza dos argumentos dos que criticam e julgam.

Parecem pessoas sem coração, sentimentos ou qualquer preocupação que não seja um agarrar-se “com unhas e dentes” ao que está escrito na Lei quando, o que deveriam fazer, seria interpretá-la correctamente.

Mas vêm Deus como um Ser distante e terrível, sempre pronto a castigar e nada propenso à misericórdia.

As reacções de Jesus Cristo, vão bem nesse sentido além de, naturalmente, demonstrar a hipocrisia e falta de pudor destes homens.


(AMA, comentário sobre Lc 13, 10-17, 11.07.2017)







Diálogos apostólicos

Diálogos apostólicos II Parte

O BIG BANG

A. O BIG BANG 3


Pergunto:


Estrelas e planetas?


Respondo:


Mil milhões de anos depois do big bang e a 255° abaixo de zero, surgem as estrelas a partir do hidrogénio. 

Nas estrelas formaram-se os demais elementos químicos: carbono, oxigénio, néon, etc. 

Algumas estrelas de grande massa explodiram, e dispersaram esses elementos em massas ardentes que originaram os planetas.

Hoy el reto del amor es volver a la línea del amor

COSTURERA EN APUROS


Dispuesta a comenzar el trabajo, saqué mi bata y un pantalón de chandal. Descubrí que el pantalón tenía una etiqueta kilométrica.

"Esta vez no voy a asustarme pensando que se me ha subido un insecto", pensé mientras cogía las tijeras.

Enganché la etiqueta y... ras, ras, ¡clonc! Los primeros milímetros se cortaron fenomenal, pero, de pronto, las tijeras se engancharon.

-¡Oh, vaya! ¡No me lo puedo creer!

Apreté con más fuerza, ¡no se me podían haber estropeado!

Nada, seguían enganchadas. Un poco más de fuerza y... unos pelitos grises cayeron suavemente al suelo.

-¡¡Aaaaaaaaaagh!!

Las tijeras funcionaban estupendamente. Lo que pasa es que me había salido de la línea y no estaba cortando sólo la etiqueta: ¡¡estaba cortando el pantalón!!

Reconozco que le di gracias al Señor... ¡por haber parado a tiempo!

Y es que muchas veces comenzamos el día estupendamente, como los primeros cortes de mis tijeras, ¡todo fluye sin problema!

Pero, ¡ay!, de pronto algo se nos tuerce: una mala contestación, un cuarto desordenado, un trabajo que no llega a tiempo... ¡se nos atascan las tijeras!

Pero lo grave del asunto llega a partir de ahí. Sí, porque podemos intentar seguir cortando de mal genio, a base de fuerza... pero, si nos hemos salido de la línea del amor, lo más seguro es que acabemos cortando lo que no debemos, ¡y preparando un buen estropicio!

Cuando sientas que tus tijeras comienzan a atascarse, ¡detente a escuchar! El Señor te invita a parar un momento. Tal vez la "etiqueta kilométrica" de asuntos pendientes no te permite ver con claridad... pero, si te sientas un momento con Cristo, Él la levantará, abriendo tus ojos a la tela que hay detrás: los hermanos. Acabar con la etiqueta es importante... que el pantalón siga entero, es fundamental.

Hoy el reto del amor es volver a la línea del amor. Si sientes que se te atascan las tijeras, ¡es que te has salido del camino! No te preocupes, lo importante es no seguir cortando, ¡parar a tiempo! Deja que Cristo te desatasque antes de hacer un buen agujero. Si te atascas, para con Él... ¡y apuesta por el amor!


VIVE DE CRISTO

Bento XVI – Pensamentos espirituais 162

De olhos fechados


A existência humana é um caminho de fé e, como tal, tem mais zonas de penumbra do que de plena luz e também momentos de obscuridade e mesmo de escuridão cerrada.

Enquanto estivermos cá em baixo, a nossa relação com Deus será mais baseada na escuta do que na visão; e a própria contemplação faz-se, por assim dizer, de olhos fechados, graças à luz interior que a Palavra de Deus acende em nós.

Angelus, (12.Mar.06)

(in “Bento XVI, Pensamentos Espirituais”, Lucerna 2006)

Pequena agenda do cristão

SeGUNDa-Feira



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Sorrir; ser amável; prestar serviço.

Senhor que eu faça ‘boa cara’, que seja alegre e transmita aos outros, principalmente em minha casa, boa disposição.

Senhor que eu sirva sem reserva de intenção de ser recompensado; servir com naturalidade; prestar pequenos ou grandes serviços a todos mesmo àqueles que nada me são. Servir fazendo o que devo sem olhar à minha pretensa “dignidade” ou “importância” “feridas” em serviço discreto ou desprovido de relevo, dando graças pela oportunidade de ser útil.

Lembrar-me:
Papa, Bispos, Sacerdotes.

Que o Senhor assista e vivifique o Papa, santificando-o na terra e não consinta que seja vencido pelos seus inimigos.

Que os Bispos se mantenham firmes na Fé, apascentando a Igreja na fortaleza do Senhor.

Que os Sacerdotes sejam fiéis à sua vocação e guias seguros do Povo de Deus.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?