15/09/2017

Cuando las preguntas molestan

Carta del Capellán de una Prisión después de una reunión muy interesante:

Estas son sus creencias y la gente ya comienza a ponerse nerviosa y con razón.

Se cierran las iglesias y se eliminan símbolos religiosos para no herir la sensibilidad. ¿De quién?

Pero en su lugar se abren mezquitas.

Ya no se trata de si crees en Jesús, Alá o si no crees.....les estamos cediendo espacios, esto es normal?

ALÁ Y JESÚS:

Reunión de sacerdotes de cárceles, conclusión:

La religión musulmana es la que más crece en número en los Estados Unidos, especialmente en los grupos minoritarios.
El mes pasado asistí a una clase de entrenamiento requerida para mantener mi status de seguridad en el Departamento de Prisiones del Estado.
Durante la reunión hubo una presentación por tres disertantes, uno católico, uno protestante y un musulmán, quienes explicaron sus creencias.
Me interesaba, sobre todo, lo que el Imán islámico diría. El Imán hizo una completa y gran presentación de las bases del Islam, incluido vídeos.
Después de las presentaciones, se concedió tiempo para preguntas y respuestas.

Cuando llegó mi turno pregunté al Imán:
“Por favor, y corríjame si me equivoco, pero entiendo que la mayoría de imanes y clérigos del Islam, han declarado la Yihad (guerra santa) contra los infieles del mundo.  De modo que, matando a un infiel, que es una orden para todos los musulmanes, tienen asegurado un lugar en el cielo.  Si así fuera el caso… ¿puede usted darme una definición de infiel?

Sin discutir mis palabras, contestó con seguridad:
“Son los no creyentes”.

Contesté:
“Permítame asegurarme que le entendí bien. A TODOS los seguidores de ALÁ, le ha sido ordenado matar a TODO el que no es de su fe para poder ir al cielo? ¿Es correcto?”

La expresión de su cara cambió de una autoridad, a la de un chico con la mano en la lata de galletas. Vergonzosamente contestó:
“Así es”

Agregué: “Pues bien, señor, tengo un verdadero problema tratando de imaginar al Papa Francisco ordenando a todos los católicos matar a TODOS los de su fe islámica, o al Dr. Stanley ordenando a los protestantes hacer lo mismo, para ir al cielo”.

El Imán quedó mudo.

Continué: “También tengo problema con ser su amigo, cuando usted y sus colegas dicen a sus pupilos que me maten. ¿Preferiría usted a su ALÁ, que le ordena matarme para ir al cielo, o a mi Jesús que me ordena amarlo para que yo vaya al cielo y quiere que usted me acompañe?”

Podías oír la caída de un alfiler cuando el Imán inclinó avergonzado su cabeza.

Con nuestro sistema de justicia liberal, y por presión del ACLU (organización árabe americana) este diálogo no será publicado.

Ruego lo haga circular por toda su lista de direcciones.

Rick Mathes
Capellán de Prisiones EE.UU.

"O VIVIMOS TODOS JUNTOS COMO HERMANOS, O PERECEREMOS TODOS JUNTOS COMO IDIOTAS"
Martin Luther King.

Si ellos matan y se matan por sus creencias....... ¿por qué no voy a enviar yo este email por las mías?
¡NOS PIDEN TOLERANCIA MIENTRAS NOS PISAN LA CABEZA!
Lamentablemente el 93% de las personas, no reenviarán este mensaje.
Yo lo envío para reducir ese porcentaje y para que la gente no se calle

Fátima - Centenário - Oração diária,


Senhora de Fátima:

Neste ano do Centenário da tua vinda ao nosso País, cheios de confiança vimos pedir-te que continues a olhar com maternal cuidado por todos os portugueses.
No íntimo dos nossos corações instala-se alguma apreensão e incerteza em relação a este nosso País.

Sabes bem que nos referimos às diferenças de opinião que se transformam em desavenças, desunião e afastamento; aos casais desfeitos com todas as graves consequências; à falta de fé e de prática da fé; ao excessivo apego a coisas passageiras deixando de lado o essencial; aos respeitos humanos que se traduzem em indiferença e falta de coragem para arrepiar caminho; às doenças graves que se arrastam e causam tanto sofrimento.
Faz com que todos, sem excepção, nos comportemos como autênticos filhos teus e com a sinceridade, o espírito de compreensão e a humildade necessárias para, com respeito de uns pelos outros, sermos, de facto, unidos na Fé, santos e exemplo para o mundo.

Que nenhum de nós se perca para a salvação eterna.

Como Paulo VI, aqui mesmo em 1967, te repetimos:

Monstra te esse Matrem”, Mostra que és Mãe.

Isto te pedimos, invocando, uma vez mais, ao teu Dulcíssimo Coração, a tua protecção e amparo.


AMA, Fevereiro, 2017

Pequena agenda do cristão

Sexta-Feira


(Coisas muito simples, curtas, objectivas)




Propósito:

Contenção; alguma privação; ser humilde.


Senhor: Ajuda-me a ser contido, a privar-me de algo por pouco que seja, a ser humilde. Sou formado por este barro duro e seco que é o meu carácter, mas não Te importes, Senhor, não Te importes com este barro que não vale nada. Parte-o, esfrangalha-o nas Tuas mãos amorosas e, estou certo, daí sairá algo que se possa - que Tu possas - aproveitar. Não dês importância à minha prosápia, à minha vaidade, ao meu desejo incontido de protagonismo e evidência. Não sei nada, não posso nada, não tenho nada, não valho nada, não sou absolutamente nada.

Lembrar-me:
Filiação divina.

Ser Teu filho Senhor! De tal modo desejo que esta realidade tome posse de mim, que me entrego totalmente nas Tuas mãos amorosas de Pai misericordioso, e embora não saiba bem para que me queres, para que queres como filho a alguém como eu, entrego-me confiante que me conheces profundamente, com todos os meus defeitos e pequenas virtudes e é assim, e não de outro modo, que me queres ao pé de Ti. Não me afastes, Senhor. Eu sei que Tu não me afastarás nunca. Peço-Te que não permitas que alguma vez, nem por breves instantes, seja eu a afastar-me de Ti.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?





Doutrina – 359

CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA

Compêndio


PRIMEIRA PARTE: A PROFISSÃO DA FÉ
SEGUNDA SECÇÃO: A PROFISSÃO DA FÉ CRISTÃ
CAPÍTULO TERCEIRO

CREIO NO ESPÍRITO SANTO

«CREIO NO ESPÍRITO SANTO»


136. Que quer dizer a Igreja quando professa: «Creio no Espírito Santo»?



Crer no Espírito Santo é professar a terceira Pessoa da Santíssima Trindade, que procede do Pai e do Filho, e «com o Pai e o Filho é adorado e glorificado». O Espírito foi «enviado aos nossos corações» (Gal 4,6) para recebermos a vida nova de filhos de Deus.

Evangelho e comentário

Tempo Comum

Nossa Senhora das Dores

Evangelho: Jo 19, 25-27

25 Estavam, de pé, junto à cruz de Jesus, Sua mãe, a irmã de Sua mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena. 26 Jesus, vendo Sua mãe e, junto dela, o discípulo que amava, disse a Sua mãe: «Mulher, eis o teu filho». 27 Depois disse ao discípulo: «Eis a tua mãe». E, desde aquela hora, o discípulo recebeu-a na sua casa.

Comentário:

A Liturgia celebra hoje Nossa Senhora das Dores.

Ontem celebrámos a Exaltação da Santa Cruz.

A Cruz Redentora, sinal da nossa Fé, para sempre presente em toda a humanidade é penhor de Vida Eterna.

Queixamo-nos, não poucas vezes, da nossa cruz, essa de todos os dias que temos de transportar, então, olhemos para esta Senhora Nossa e peçamos-lhe com a confiança de filhos que somos, que nos ajude a leva-la e, sobretudo, que esteja presente na hora da nossa morte.


(ama, comentário sobre Jo 19, 25-27, Cascais, 15.09.2017)







Perguntas e respostas

A ALEGRIA - 2

B. FUNDAMENTOS E MEIOS PARA A ALEGRIA

1. Fundamentos débeis da alegria? A alegria pode basear-se nos êxitos laborais, no dinheiro, na saúde, na comodidade, no êxito social, etc. Mas nestes casos o contentamento é algo instável, pois dependerá das boas notícias nestas matérias que, por serem materiais, são, de per si, perecíveis. Por isto, quando a alegria se baseia em algo terreno, há abundantes probabilidades de que afunde.

2. Fundamentos mais estáveis da alegria? Para alcançar um prazer mais estável, há que dirigir um olhar para a alma, que é a parte duradoura do homem. Neste sentido, a aquisição de bens espirituais ou boas qualidades, beneficiam a alma e são uma base mais firme para a alegria.

3. Fundamentos ainda mais sólidos para a alegria? No entanto, se tudo se baseia nas próprias forças, é fácil que o edifício oscile e notemos falta de solidez pois temos experiência da nossa debilidade. Deste modo, convém procurar um fundamento mais seguro para a nossa alegria. Esta base mais estável encontra-se nos bens sobrenaturais e nas graças divinas que não falham. É por isto que as pessoas que mais se destacam por terem uma alegria mais firme são os santos.

4. Os melhores fundamentos para a alegria? Os fundamentos mais seguros para uma felicidade verdadeira são: a filiação divina, o amor de Deus e a maternidade de Maria. Estes grandes bens divinos não se alteram pelas circunstâncias exteriores e servem para manter a alegria em qualquer situação. Seja qual for a dificuldade, cada um continua a ser filho de Deus e de Maria e o Senhor continua a amar-nos.

5. E os pecados? Como nos afastam de Deus, pode pensar-se que a base do gozo oscila. Então, aos bens anteriores há que acrescentar outros: a misericórdia divina e a confissão. Assim, ainda que haja pecados na nossa vida, não se perde a alegria pois o reencontro com Deus está ao nosso alcance. O Senhor quer-me e o seu amor é misericordioso. Este é um firme fundamento para estar contente, de modo que para um cristão o falso e irreal é entristecer-se.

6. Meios sobrenaturais para melhorar na alegria?  A oração é um grande meio para recuperar a alegria, sobre tudo a meditação nos grandes bens divinos que são a base da alegria profunda: a filiação divina e mariana, a misericórdia do Senhor, etc. Também ajudará a oração de petição onde se solicita a ajuda e amparo divinos.
A confissão.- Produz alegria imediata. É algo muito comprovado. Ao recuperar a união com Deus, a alma alegra-se.

7. Meios humanos para estar alegres?

Exercitar a vontade nesta direcção.
Esforçar-se por sorrir sinceramente. É um acto externo, mas ajuda a realizar o acto interno de elevar o ânimo.
A mortificação activa - aquela que se procura fazer -.- Porque as pequenas vitórias ajudam a estar contentes. Também o oferecimento a Deus dos sofrimentos passivos pode ajudar, Mas isto exige uma maior visão sobrenatural.
O serviço ao próximo, pois este esquecimento de si próprio liberta-nos de muitas preocupações e dar-se sinceramente aos outros é de tal eficácia que Deus o premeia com uma humidade cheia de alegria.
Alguns meios mais básicos para estar contentes são: dormir o suficiente, um banho quente, um copo de vinho - se for um bom vinho, dirá alguém -, uma leitura agradável, um passeio, uma excursão ou desporto, uma conversa amistosa, etc.


8. As folias produzem alegria? São apenas alegria superficial e momentânea. Isto faz com que se possa confundir com a alegria verdadeira. A alegria da folia esfuma-se de imediato e impele a repetir a folia. Algo semelhante acontece com as drogas.

14/09/2017

Publicações em 14 Set

Fátima - Centenário - Oração diária,


Senhora de Fátima:

Neste ano do Centenário da tua vinda ao nosso País, cheios de confiança vimos pedir-te que continues a olhar com maternal cuidado por todos os portugueses.
No íntimo dos nossos corações instala-se alguma apreensão e incerteza em relação a este nosso País.

Sabes bem que nos referimos às diferenças de opinião que se transformam em desavenças, desunião e afastamento; aos casais desfeitos com todas as graves consequências; à falta de fé e de prática da fé; ao excessivo apego a coisas passageiras deixando de lado o essencial; aos respeitos humanos que se traduzem em indiferença e falta de coragem para arrepiar caminho; às doenças graves que se arrastam e causam tanto sofrimento.
Faz com que todos, sem excepção, nos comportemos como autênticos filhos teus e com a sinceridade, o espírito de compreensão e a humildade necessárias para, com respeito de uns pelos outros, sermos, de facto, unidos na Fé, santos e exemplo para o mundo.

Que nenhum de nós se perca para a salvação eterna.

Como Paulo VI, aqui mesmo em 1967, te repetimos:

Monstra te esse Matrem”, Mostra que és Mãe.

Isto te pedimos, invocando, uma vez mais, ao teu Dulcíssimo Coração, a tua protecção e amparo.


AMA, Fevereiro, 2017

Fetichismos

Una perversión


Los seres humanos tenemos una vocación natural hacia el prójimo, una necesidad de fundirnos en amor y dolor con quienes se hallan a nuestro lado; pero somos prisioneros de formas de vida que reprimen, envenenan y asfixian esa vocación natural, hasta hacerla irreconocible.

En la perversión denominada fetichismo se produce un desplazamiento del objeto del deseo. Detrás de ella hay siempre algún tipo de disfunción, a veces puramente fisiológica, pero en la mayoría de las ocasiones de tipo afectivo. Incapaz de amar a una persona de carne y hueso, el fetichista se inventa un circunloquio o subterfugio que le permite destinar su amor a un objeto inanimado. Por supuesto, detrás de ese circunloquio o subterfugio hay miedo a enfrentarse con el trauma que lo provoca; pero el fetiche sublima el trauma, a la vez que brinda un sucedáneo satisfactorio.

Vivimos una época que disimula sus traumas con multitud de fetichismos. Los seres humanos tenemos una vocación natural hacia el prójimo, una necesidad de fundirnos en amor y dolor con quienes se hallan a nuestro lado; pero somos prisioneros de formas de vida que reprimen, envenenan y asfixian esa vocación natural, hasta hacerla irreconocible. El individualismo a ultranza inspirado por las ideologías en boga; la competencia encarnizada que convierte nuestra existencia laboral en una guerra sin cuartel; el consumismo desaforado que sostiene la economía capitalista; la saturación tecnológica que nos convierte en seres prendidos de una pantalla… Nuestra forma de vida, en fin, conspira contra esa vocación natural. Y, como nos falta valor para renegar de nuestra forma de vida (de los sobornos y comodidades que nos brinda), necesitamos idear circunloquios y subterfugios que disimulen nuestro egoísmo y nos procuren desahogos satisfactorios que anestesien siquiera por un rato el dolor de una vida que ha renunciado a su vocación natural.

En algún artículo anterior nos hemos referido a la filantropía como forma de fetichismo que nos permite destinar a una abstracta Humanidad el amor que no dedicamos a las personas de carne y hueso que nos rodean. Joseph Roth, en La cripta de los capuchinos (1938), nos advertía proféticamente de otro fetichismo entonces naciente que hoy ha alcanzado cotas desquiciadas: «Siempre me ha parecido que los hombres que aman demasiado a los animales emplean en ellos una parte del amor que debieran dar a los seres humanos; y me di cuenta de lo justa que era esta apreciación cuando comprobé casualmente que los alemanes del Tercer Reich amaban a los perros lobos, a los pastores alemanes. “¡Pobres ovejas!”, me dije». En general, podríamos afirmar que en la adhesión a las causas de apariencia más noble puede esconderse, como una serpiente entre la maleza, este veneno del fetichismo, la tentación de sustituir el compromiso concreto con las cosas ciertas por entelequias muy campanudas y rimbombantes que desplazan el objeto de nuestro amor. Todas las ideologías contemporáneas son, en realidad, refinados fetichismos que nos permiten sortear nuestras obligaciones concretas y suplantarlas por un activismo ruidoso y vacuo.

Lo pensaba el otro día mientras escuchaba las universales reacciones furibundas que había ocasionado la retirada de Estados Unidos del Acuerdo de París para la reducción de gases de efecto ‘invernadero’. Pero lo cierto es que si Trump ha decidido retirarse de semejante tratado es porque ha percibido que hay una muchedumbre infinita, repartida por todo el planeta, prisionera de formas de vida que demandan una mayor emisión de tales gases. Una muchedumbre que compra bulímicamente trapos confeccionados en talleres o ergástulas de Pakistán de los que se cansa a las pocas semanas; una muchedumbre que, en lugar de fomentar el comercio local, lo adquiere todo por internet; una muchedumbre que, en lugar de aguantar estoicamente los rigores del verano, respira aire refrigerado las veinticuatro horas del día; una muchedumbre que, en lugar de conformarse con la fruta autóctona propia de cada estación, compra frutas exóticas transportadas desde las antípodas; una muchedumbre que renueva constantemente sus teléfonos móviles, sus artilugios electrónicos y automóviles; una muchedumbre incontable, en fin, que cultiva todos los hábitos que aumentan los gases de efecto invernadero. Pero esa muchedumbre consumista ha encontrado en el presidente de Estados Unidos el fetiche sobre el que poder desaguar una indignación aspaventera que no siente sinceramente; pues, si la sintiera, tendría que abominar de su forma de vida. Mucho más sencillo que abominar de nuestra forma de vida resulta elegir un fetiche sobre el que desaguar nuestra ira. En este caso, el botarate Trump, que no ha hecho sino garantizarnos la forma de vida de la que somos prisioneros.


REL - Juan Manuel de Prada

Hoy el reto del Amor es poner pasión en lo que tengas que hacer.

COMO LA MÚSICA

Los martes por la mañana, toda la Comunidad tenemos clase de canto. Para ello viene un profesor que intenta enseñarnos a impostar bien la voz, a respirar, a entonar... y, además de hacer prácticas, nos enseña alguna canción.

El último día, mientras ensayábamos una de las canciones, él se paró en seco y nos dijo:
-Es que... ¡tenéis que sentir la música! Tenéis que vivirla para expresarla bien, porque si no, ¡no es lo mismo!

Y se ponía a imitarnos, sacando una carcajada de todas.

Aquella frase me llegó, porque es lo mismo que nos ocurre con el Señor y con la fe. No es lo mismo experimentar a Cristo Vivo, real, que te cuida, que sabes que te ama... no es lo mismo eso, que ir tirando con una fe cultural o "por si acaso".

Cuando has experimentado a Cristo en tu vida puedes poner pasión en las cosas, y no dejas que la desilusión te invada, porque sabes que Él siempre va volver a llenar de contenido y de sentido tu vida.

Si has vivenciado los efectos que tiene Su Amor en tu vida, la fe misma se transforma, porque no es lo mismo ir a misa por no tener sensación de culpabilidad, que necesitar los sacramentos porque sabes que en ellos te espera una Persona que te ama.

Tampoco es lo mismo ir tirando con tu vida, creyendo que ya no hay nada más que esperar, que darte cuenta de que, cada día, con Cristo, lo mejor está aún por llegar.

Si nos oyeras cantar en clase... allí me di cuenta una vez más de que no quiero dejar pasar la vida sin Vivirla, y sé que para ello necesito a Cristo.

Hoy el reto del Amor es poner pasión en lo que tengas que hacer. Y para ello sólo necesitas el Amor, el Amor de Cristo, que pasará por ti como por un canal para llegar al que tienes al lado. Hoy apuesta por amar, por no perder más tiempo, busca en Cristo el sentido de eso que piensas que no lo tiene. Apuesta por no dejarte el corazón en casa antes de salir.

Si quieres, un nuevo día de aventuras te espera porque... con Cristo, nada es lo mismo.


VIVE DE CRISTO

Pequena agenda do cristão

Quinta-Feira



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Participar na Santa Missa.


Senhor, vendo-me tal como sou, nada, absolutamente, tenho esta percepção da grandeza que me está reservada dentro de momentos: Receber o Corpo, o Sangue, a Alma e a Divindade do Rei e Senhor do Universo.
O meu coração palpita de alegria, confiança e amor. Alegria por ser convidado, confiança em que saberei esforçar-me por merecer o convite e amor sem limites pela caridade que me fazes. Aqui me tens, tal como sou e não como gostaria e deveria ser.
Não sou digno, não sou digno, não sou digno! Sei porém, que a uma palavra Tua a minha dignidade de filho e irmão me dará o direito a receber-te tal como Tu mesmo quiseste que fosse. Aqui me tens, Senhor. Convidaste-me e eu vim.


Lembrar-me:
Comunhões espirituais.


Senhor, eu quisera receber-vos com aquela pureza, humildade e devoção com que Vos recebeu Vossa Santíssima Mãe, com o espírito e fervor dos Santos.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?






Reflectindo

A morte - 1

Perante o mistério da morte ficamos surpreendidos com a confusão que, por vezes, se instala no nosso espírito.

Há uma mescla de sentimentos, onde, naturalmente, avulta a tristeza que o sentimento de perda provoca, mas que, surpreendentemente, não é o principal e é isto que mais nos causa estranheza e incompreensão.

Fere-nos singularmente algum sentimento de alívio, do terminar de um sofrimento, do arrastar de uma situação séria, grave, por vezes dolorosa, em que a pessoa querida se vai degradando fisicamente, perdendo gradualmente a sua autonomia até acabar totalmente dependente para os mais elementares e simples actos fisiológicos.

E este "sentirmo-nos feridos" quase nos envergonha porque pensamos – e bem – que não desejávamos que essa pessoa morresse, ao mesmo tempo que não queríamos que continuasse, assim, naquele estado de vida tão condicionada e sofredora.

Não é por essa morte ser previsível num espaço de tempo não muito longo, que se torna menos “cortante” – porque se trata de um corte definitivo e sem remédio -, porque, graças a uma espécie de esperança que nunca morre, esperamos sempre estar enganados e que uma súbita alteração das circunstâncias, mesmo sem explicação aparente – mas que sabemos, acontece por vezes – venha alterar definitivamente a situação.


(AMA, reflexões, 2013)

Faz o que deves e está no que fazes

Fazei tudo por Amor. – Assim não há coisas pequenas: tudo é grande. – A perseverança nas pequenas coisas, por Amor, é heroísmo. (Caminho, 813)

Queres deveras ser santo? – Cumpre o pequeno dever de cada momento faz o que deves e está no que fazes. (Caminho, 815)

A santidade "grande" consiste em cumprir os "pequenos deveres" de cada instante. (Caminho, 817)

Dizes-me: quando se apresentar a ocasião de fazer algo de grande... então sim! – Então! Pretendes fazer-me crer, e crer tu seriamente, que poderás vencer na Olimpíada sobrenatural, sem a preparação diária, sem treino? (Caminho, 822)

Viste como ergueram aquele edifício de grandeza imponente? – Um tijolo, e outro. Milhares. Mas um a um. – E sacos de cimento, um a um. E blocos de pedra, que pouco representam na mole do conjunto. – E pedaços de ferro. – E operários que trabalham, dia a dia, as mesmas horas... Viste como levantaram aquele edifício de grandeza imponente?... À força de pequenas coisas! (Caminho, 823)

Não tens reparado em que "ninharias" está o amor humano? – Pois também em "ninharias" está o Amor divino. (Caminho, 824)


Evangelho e comentário

Tempo Comum

Exaltação da Santa Cruz

Evangelho: Jo 3, 13-17

13 Pois ninguém subiu ao Céu a não ser aquele que desceu do Céu, o Filho do Homem. 14 Assim como Moisés ergueu a serpente no deserto, assim também é necessário que o Filho do Homem seja erguido ao alto, 15 a fim de que todo o que nele crê tenha a vida eterna. 16 Tanto amou Deus o mundo, que lhe entregou o seu Filho Unigénito, a fim de que todo o que nele crê não se perca, mas tenha a vida eterna. 17 De facto, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por Ele.

Comentário:


Não se pode separar Cristo da Cruz porque foi nela que deu a Sua Vida para redenção dos homens e salvação da humanidade.

No deserto, os que eram mordidos por serpentes olhavam para a serpente de bronze que Moisés colocara no alto de um poste e ficavam curados, nesta nossa vida corrente, olhamos para a Cristo na Cruz e ficamos curados das nossas dúvidas e medos, sentimos a tranquila certeza de que Ele vela por nós.

Ninguém, seja quem for, fica imune ou indiferente a Cristo na Cruz, atrai o olhar de todos, todos têm de O ver.

(AMA, comentário sobre Jo 3, 13-17, 21.06.2017)







13/09/2017

Publicações em 13 Set

A tristeza é a escória do egoísmo

Que ninguém leia tristeza nem dor na tua cara, quando difundes pelo ambiente do mundo o aroma do teu sacrifício. Os filhos de Deus têm de ser sempre semeadores de paz e de alegria. (Sulco, 59)

E se somos filhos de Deus, por que havemos de estar tristes? A tristeza é a escória do egoísmo. Se queremos viver para Nosso Senhor, não nos faltará a alegria, mesmo que descubramos os nossos erros e as nossas misérias. A alegria entra na vida de oração de tal maneira que, a certa altura, não poderemos deixar de cantar: porque amamos, e cantar é próprio de apaixonados.

Se vivermos assim, realizaremos no mundo uma obra de paz; saberemos tornar amável aos outros o serviço a Nosso Senhor, porque Deus ama quem dá com alegria O cristão é uma pessoa igual às outras na sociedade; mas do seu coração transbordará a alegria de quem se propõe cumprir, com a ajuda constante da graça, a Vontade do Pai: e não se sente vítima, nem inferiorizado, nem coagido. Caminha de cabeça erguida, porque é homem e é filho de Deus.


A nossa fé dá todo o seu relevo a estas virtudes, que pessoa alguma deveria deixar de cultivar. Ninguém pode vencer o cristão em humanidade. Por isso, quem segue Cristo é capaz – não por mérito próprio, mas pela graça de Nosso Senhor – de comunicar aos que o rodeiam o que às vezes eles pressentem, embora não consigam compreender: que a verdadeira felicidade, o verdadeiro serviço ao próximo passa pelo Coração do Nosso Redentor; perfectus Deus, perfectus, homo. (Amigos de Deus, nn. 92–93)

Evangelho e comentário

Tempo Comum

São João Crisóstomo – Doutor da Igreja

Evangelho: Lc 6, 20-26

20 Erguendo os olhos para os discípulos, pôs-se a dizer: «Felizes vós, os pobres, porque vosso é o Reino de Deus. 21 Felizes vós, os que agora tendes fome, porque sereis saciados. Felizes vós, os que agora chorais, porque haveis de rir. 22 Felizes sereis, quando os homens vos odiarem, quando vos expulsarem, vos insultarem e rejeitarem o vosso nome como infame, por causa do Filho do Homem. 23 Alegrai-vos e exultai nesse dia, pois a vossa recompensa será grande no Céu. Era precisamente assim que os pais deles tratavam os profetas». 24 «Mas ai de vós, os ricos, porque recebestes a vossa consolação! 25 Ai de vós, os que estais agora fartos, porque haveis de ter fome! Ai de vós, os que agora rides, porque gemereis e chorareis! 26 Ai de vós, quando todos disserem bem de vós! Era precisamente assim que os pais deles tratavam os falsos profetas».

Comentário:


A verdade é que quanto Jesus diz se verificará: as perseguições de toda a ordem, as privações a que serão sujeitos e todo o tipo de inimizade, segregação e ataques à honra e ao bom-nome.

E é verdade, também, que, não obstante, a alegria dos cristãos será permanente bem como o gozo de sofrer pelo nome de Cristo.

(AMA, comentário sobre Lc 6, 20-26, 21.06.2017)








Fátima - Centenário - Oração diária,


Senhora de Fátima:

Neste ano do Centenário da tua vinda ao nosso País, cheios de confiança vimos pedir-te que continues a olhar com maternal cuidado por todos os portugueses.
No íntimo dos nossos corações instala-se alguma apreensão e incerteza em relação a este nosso País.

Sabes bem que nos referimos às diferenças de opinião que se transformam em desavenças, desunião e afastamento; aos casais desfeitos com todas as graves consequências; à falta de fé e de prática da fé; ao excessivo apego a coisas passageiras deixando de lado o essencial; aos respeitos humanos que se traduzem em indiferença e falta de coragem para arrepiar caminho; às doenças graves que se arrastam e causam tanto sofrimento.
Faz com que todos, sem excepção, nos comportemos como autênticos filhos teus e com a sinceridade, o espírito de compreensão e a humildade necessárias para, com respeito de uns pelos outros, sermos, de facto, unidos na Fé, santos e exemplo para o mundo.

Que nenhum de nós se perca para a salvação eterna.

Como Paulo VI, aqui mesmo em 1967, te repetimos:

Monstra te esse Matrem”, Mostra que és Mãe.

Isto te pedimos, invocando, uma vez mais, ao teu Dulcíssimo Coração, a tua protecção e amparo.


AMA, Fevereiro, 2017