28/12/2015

Pequena agenda do cristão


SeGUNDa-Feira



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)


Propósito:
Sorrir; ser amável; prestar serviço.

Senhor que eu faça ‘boa cara’, que seja alegre e transmita aos outros, principalmente em minha casa, boa disposição.

Senhor que eu sirva sem reserva de intenção de ser recompensado; servir com naturalidade; prestar pequenos ou grandes serviços a todos mesmo àqueles que nada me são. Servir fazendo o que devo sem olhar à minha pretensa “dignidade” ou “importância” “feridas” em serviço discreto ou desprovido de relevo, dando graças pela oportunidade de ser útil.

Lembrar-me:
Papa, Bispos, Sacerdotes.

Que o Senhor assista e vivifique o Papa, santificando-o na terra e não consinta que seja vencido pelos seus inimigos.

Que os Bispos se mantenham firmes na Fé, apascentando a Igreja na fortaleza do Senhor.

Que os Sacerdotes sejam fiéis à sua vocação e guias seguros do Povo de Deus.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?



Piedosos como meninos

– Jesus, considerando agora mesmo as minhas misérias, digo-te: Deixa-te enganar pelo teu filho, como esses pais bons, carinhosos, que põem nas mãos do seu menino a dádiva que dele querem receber..., porque sabem muito bem que as crianças nada têm. E que alvoroço o do pai e o do filho, ainda que ambos estejam no segredo! (Forja, 195)

A vida de oração e de penitência e a consideração da nossa filiação divina transformam-nos em cristãos profundamente piedosos, como meninos pequenos diante de Deus. A piedade é a virtude dos filhos e, para que o filho possa entregar-se nos braços do seu pai, há-de ser e sentir-se pequeno, necessitado. Tenho meditado com frequência na vida de infância espiritual, que não se contrapõe à fortaleza, porque requer uma vontade rija, uma maturidade bem temperada, um carácter firme e aberto.

Piedosos, portanto, como meninos; mas não ignorantes, porque cada um há-de esforçar-se, na medida das suas possibilidades, pelo estudo sério e científico da fé. E o que é isto, senão teologia? Piedade de meninos, sim, mas doutrina segura de teólogos.

O afã por adquirir esta ciência teológica – a boa e firme doutrina cristã – deve-se, em primeiro lugar, ao desejo de conhecer e amar a Deus. Simultaneamente é consequência da preocupação geral da alma fiel por alcançar a mais profunda compreensão deste mundo, que é uma realização do Criador. Com periódica monotonia, há pessoas que procuram ressuscitar uma suposta incompatibilidade entre a fé e a ciência, entre a inteligência humana e a Revelação divina. Tal incompatibilidade só pode surgir, e só na aparência, quando não se entendem os termos reais do problema.


Se o mundo saiu das mãos de Deus, se Ele criou o homem à sua imagem e semelhança e lhe deu uma chispa da sua luz, o trabalho da inteligência deve ser – embora seja um trabalho duro – desentranhar o sentido divino que naturalmente já têm todas as coisas. E, com a luz da fé, compreendemos também o seu sentido sobrenatural, que resulta da nossa elevação à ordem da graça. Não podemos admitir o medo da ciência, visto que qualquer trabalho, se é verdadeiramente científico, tende para a verdade. E Cristo disse: Ego sum veritas. Eu sou a verdade. (Cristo que passa, 10)

Reflectindo - 141

Aprender a dizer não


…/12

Concluo que só quando formos capazes a dizer NÃO a nós próprios naquilo que realmente não interessa seja qual for o motivo estaremos em condições de dizer NÃO aos outros porque o que não é bom para nós também não o será para o próximo e, claro, seremos capazes de dizer SIM quando o que se apresenta tem valor, mérito e bondade.


ama, reflexões, 02.06.2015

Doutrina - 9

O que significa falar em línguas?

…/9

Colin B. Donovan, um dos peritos do site Question and Answer Forum da  Eternal Word Television Network, oferece uma importante perspectiva para o encorajamento da Igreja sobre a Renovação Carismática:

“A Igreja, por um lado, reconhece que o Espírito Santo se move como deseja e assim ela não quer opor a Sua obra e, por outro lado, a Igreja deve discernir a autenticidade de cada carisma, para que não seja um engano do maligno. Por esta razão, dizer que a Renovação Carismática é aprovada pela Igreja não significa que a Igreja deu carta branca a todo alegado dom carismático, todo grupo ou indivíduo carismático dentro da Igreja. O discernimento da acção do Espírito Santo é uma necessidade contínua dentro da Igreja e dentro da Renovação Carismática”. [i]

Ele resume bem posição da Igreja sobre a Renovação: 

“A Igreja deseja seguir um curso mediano, entre um ceticismo racionalista e uma cega credulidade na alegada obra do Espírito Santo. No passado, a Igreja condenou o chamado pentecostalismo, entendeu-lhe como uma dependência total, até mesmo teológica, da presença e manifestação dos carismas. Tal dependência é cega, porque não se permite ser guiado pelo conteúdo completo da fé e o juízo do Magistério da Igreja. É total quando tais “dons” deslocam o significado da graça na vida do cristão, como os sacramentos. Por outro lado, a Igreja não pode condenar os carismas, já que eles são parte do patrimônio da nossa fé apostólica. O que nós vemos em nossa época é o aparecimento da Renovação Carismática, uma aparente efusão dos carismas extraordinários. Isto não significa que pessoa tem que ser carismática, que os carismáticos são católicos melhores, ou que todo alegado carisma é autêntico. Além disso, como o Concílio notou, a Igreja tem que respeitar as obras de Deus, discernindo o autêntico do falso”. [ii]

(cont)




[i] Colin B. Donovan, Charismatic Renewal — General, EWTN Catholic Q&A, Frequently Asked Questions, n.d. [artigo online];  disponível em http://www.ewtn.com
[ii] Ibd

Os desastres naturais são um castigo divino? 7

Furacões, terremotos, inundações...


Eles acontecem por causa dos pecados humanos?
Eles são "obra de Deus"?

…/7

Ainda que Deus não mande as catástrofes, o Pe. John Flader explica, em um artigo da versão australiana do “Catholic Weekly”, que o sofrimento produzido neste tipo de acontecimentos pode ser uma oportunidade de receber a graça e, dessa maneira, evitar o sofrimento definitivo da separação de Deus.

O Pe. Flader escreve: “Deus permite os desastres naturais porque, em sua infinita sabedoria, sabe que pode ajudar  em seu propósito de atrair almas à vida eterna. Apesar do mal, Deus nos dá algo bom. Além disso, sabemos que ‘tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus’ [i]”.

“Sem dúvida – afirma o Pe. Flader –, o bem surge de forma ostensível no imenso sofrimento que se produz em um desastre natural. As pessoas percebem quão frágil é a sua vida e quão incerta é sua existência na Terra; sentem a necessidade de se arrepender dos seus pecados e de se dirigir a Deus com uma oração mais confiante.”

(cont)



[i] Rom 8, 28

27/12/2015

Índice de publicações em 27 Dez

nunc coepi – Índice de publicações em Dez 27

S. Josemaria – Textos

Fidelidade (Javier Abad Gómez), Ideais, Javier Abad Gómez,Virtudes

AMA - Comentários ao Evangelho Lc 2 41-52, Encíclica Laudato Si (Papa Francisco)

Alexandre Zabot, Harmonia entre a Ciência e a Igreja

AT - Salmos – 56

Desastres naturais


Agenda Domingo

Evangelho, comentário, L. espiritual

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Tempo de Natal

São João – Apóstolo e Evangelista

Evangelho: Lc 2, 41-52


41 Seus pais iam todos os anos a Jerusalém pela festa da Páscoa. 42 Quando chegou aos doze anos, indo eles a Jerusalém segundo o costume daquela festa, 43 acabados os dias que ela durava, quando voltaram, o Menino ficou em Jerusalém, sem que os Seus pais o advertissem. 44 Julgando que Ele fosse na comitiva, caminharam uma jornada, e depois procuraram-no entre os parentes e conhecidos. 45 Não O encontrando, voltaram a Jerusalém à procura d'Ele. 46 Aconteceu que, três dias depois, encontraram-no no templo sentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os. 47 E todos os que O ouviam estavam maravilhados da Sua sabedoria e das Suas respostas. 48 Quando O viram, admiraram-se. E Sua mãe disse-lhe: «Filho, porque procedeste assim connosco? Eis que Teu pai e eu Te procurávamos cheios de aflição». 49 Ele disse-lhes: «Porque Me procuráveis? Não sabíeis que devo ocupar-me nas coisas de Meu Pai?». 50 Eles, porém, não entenderam o que lhes disse. 51 Depois desceu com eles e foi para Nazaré; e era-lhes submisso. A Sua mãe conservava todas estas coisas no seu coração.

Comentário:

Ao jovem casal nada foi poupado!
A Mãe de Deus e o Chefe da Sagrada Família em tudo foram "tratados" por Deus Pai como qualquer outra pessoa. Cumpriram todos os trâmites que as leis  obrigavam e sofreram a amargura dos Pais cujos filhos jovens desaparecem sem que saibam onde estão.
Assim como ao Filho - em tudo igual a nós excepto no pecado - assim os Pais nada foi poupado!

(ama, comentário sobre LC  2 41-52 2015.03.18)



Leitura espiritual

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CARTA ENCÍCLICA
LAUDATO SI’
DO SANTO PADRE
FRANCISCO
SOBRE O CUIDADO DA CASA COMUM

…/2

São Francisco de Assis

10. Não quero prosseguir esta encíclica sem invocar um modelo belo e motivador.
Tomei o seu nome por guia e inspiração, no momento da minha eleição para Bispo de Roma.
Acho que Francisco é o exemplo por excelência do cuidado pelo que é frágil e por uma ecologia integral, vivida com alegria e autenticidade.
É o santo padroeiro de todos os que estudam e trabalham no campo da ecologia, amado também por muitos que não são cristãos.
Manifestou uma atenção particular pela criação de Deus e pelos mais pobres e abandonados.
Amava e era amado pela sua alegria, a sua dedicação generosa, o seu coração universal.
Era um místico e um peregrino que vivia com simplicidade e numa maravilhosa harmonia com Deus, com os outros, com a natureza e consigo mesmo.
Nele se nota até que ponto são inseparáveis a preocupação pela natureza, a justiça para com os pobres, o empenhamento na sociedade e a paz interior.

11. O seu testemunho mostra-nos também que uma ecologia integral requer abertura para categorias que transcendem a linguagem das ciências exactas ou da biologia e nos põem em contacto com a essência do ser humano.
Tal como acontece a uma pessoa quando se enamora por outra, a reacção de Francisco, sempre que olhava o sol, a lua ou os minúsculos animais, era cantar, envolvendo no seu louvor todas as outras criaturas.
Entrava em comunicação com toda a criação, chegando mesmo a pregar às flores «convidando-as a louvar o Senhor, como se gozassem do dom da razão».[i]
A sua reacção ultrapassava de longe uma mera avaliação intelectual ou um cálculo económico, porque, para ele, qualquer criatura era uma irmã, unida a ele por laços de carinho.
Por isso, sentia-se chamado a cuidar de tudo o que existe.
São Boaventura, seu discípulo, contava que ele, «enchendo-se da maior ternura ao considerar a origem comum de todas as coisas, dava a todas as criaturas – por mais desprezíveis que parecessem – o doce nome de irmãos e irmãs».[ii]
Esta convicção não pode ser desvalorizada como romantismo irracional, pois influi nas opções que determinam o nosso comportamento.
Se nos aproximarmos da natureza e do meio ambiente sem esta abertura para a admiração e o encanto, se deixarmos de falar a língua da fraternidade e da beleza na nossa relação com o mundo, então as nossas atitudes serão as do dominador, do consumidor ou de um mero explorador dos recursos naturais, incapaz de pôr um limite aos seus interesses imediatos.
Pelo contrário, se nos sentirmos intimamente unidos a tudo o que existe, então brotarão de modo espontâneo a sobriedade e a solicitude. A pobreza e a austeridade de São Francisco não eram simplesmente um ascetismo exterior, mas algo de mais radical: uma renúncia a fazer da realidade um mero objecto de uso e domínio.

12. Por outro lado, São Francisco, fiel à Sagrada Escritura, propõe-nos reconhecer a natureza como um livro esplêndido onde Deus nos fala e transmite algo da sua beleza e bondade:
«Na grandeza e na beleza das criaturas, contempla-se, por analogia, o seu Criador» [iii] e «o que é invisível n’Ele – o seu eterno poder e divindade – tornou-se visível à inteligência, desde a criação do mundo, nas suas obras» [iv].
Por isso, Francisco pedia que, no convento, se deixasse sempre uma parte do horto por cultivar para aí crescerem as ervas silvestres, a fim de que, quem as admirasse, pudesse elevar o seu pensamento a Deus, autor de tanta beleza.[v]
O mundo é algo mais do que um problema a resolver; é um mistério gozoso que contemplamos na alegria e no louvor.

O meu apelo

13. O urgente desafio de proteger a nossa casa comum inclui a preocupação de unir toda a família humana na busca de um desenvolvimento sustentável e integral, pois sabemos que as coisas podem mudar.
O Criador não nos abandona, nunca recua no seu projecto de amor, nem Se arrepende de nos ter criado. A humanidade possui ainda a capacidade de colaborar na construção da nossa casa comum.
Desejo agradecer, encorajar e manifestar apreço a quantos, nos mais variados sectores da actividade humana, estão a trabalhar para garantir a protecção da casa que partilhamos.
Uma especial gratidão é devida àqueles que lutam, com vigor, por resolver as dramáticas consequências da degradação ambiental na vida dos mais pobres do mundo.
Os jovens exigem de nós uma mudança; interrogam-se como se pode pretender construir um futuro melhor, sem pensar na crise do meio ambiente e nos sofrimentos dos excluídos.

14. Lanço um convite urgente a renovar o diálogo sobre a maneira como estamos a construir o futuro do planeta.
Precisamos de um debate que nos una a todos, porque o desafio ambiental, que vivemos, e as suas raízes humanas dizem respeito e têm impacto sobre todos nós.
O movimento ecológico mundial já percorreu um longo e rico caminho, tendo gerado numerosas agregações de cidadãos que ajudaram na consciencialização.
Infelizmente, muitos esforços na busca de soluções concretas para a crise ambiental acabam, com frequência, frustrados não só pela recusa dos poderosos, mas também pelo desinteresse dos outros.
As atitudes que dificultam os caminhos de solução, mesmo entre os crentes, vão da negação do problema à indiferença, à resignação acomodada ou à confiança cega nas soluções técnicas. Precisamos de nova solidariedade universal.
Como disseram os bispos da África do Sul, «são necessários os talentos e o envolvimento de todos para reparar o dano causado pelos humanos sobre a criação de Deus».[vi]
Todos podemos colaborar, como instrumentos de Deus, no cuidado da criação, cada um a partir da sua cultura, experiência, iniciativas e capacidades.

15. Espero que esta carta encíclica, que se insere no magistério social da Igreja, nos ajude a reconhecer a grandeza, a urgência e a beleza do desafio que temos pela frente.
Em primeiro lugar, farei uma breve resenha dos vários aspectos da actual crise ecológica, com o objectivo de assumir os melhores frutos da pesquisa científica actualmente disponível, deixar-se tocar por ela em profundidade e dar uma base concreta ao percurso ético e espiritual seguido.
A partir desta panorâmica, retomarei algumas argumentações que derivam da tradição judaico-cristã, a fim de dar maior coerência ao nosso compromisso com o meio ambiente.
Depois procurarei chegar às raízes da situação actual, de modo a individuar não apenas os seus sintomas, mas também as causas mais profundas.
Poderemos assim propor uma ecologia que, nas suas várias dimensões, integre o lugar específico que o ser humano ocupa neste mundo e as suas relações com a realidade que o rodeia.
À luz desta reflexão, quereria dar mais um passo, verificando algumas das grandes linhas de diálogo e de acção que envolvem seja cada um de nós seja a política internacional.
Finalmente, convencido – como estou – de que toda a mudança tem necessidade de motivações e dum caminho educativo, proporei algumas linhas de maturação humana inspiradas no tesouro da experiência espiritual cristã.

16. Embora cada capítulo tenha a sua temática própria e uma metodologia específica, o sucessivo retoma por sua vez, a partir duma nova perspectiva, questões importantes abordadas nos capítulos anteriores.
Isto diz respeito especialmente a alguns eixos que atravessam a encíclica inteira.
Por exemplo: a relação íntima entre os pobres e a fragilidade do planeta, a convicção de que tudo está estreitamente interligado no mundo, a crítica do novo paradigma e das formas de poder que derivam da tecnologia, o convite a procurar outras maneiras de entender a economia e o progresso, o valor próprio de cada criatura, o sentido humano da ecologia, a necessidade de debates sinceros e honestos, a grave responsabilidade da política internacional e local, a cultura do descarte e a proposta dum novo estilo de vida.
Estes temas nunca se dão por encerrados nem se abandonam, mas são constantemente retomados e enriquecidos.


(cont)



[i] Tomás de Celano, Vita prima di San Francesco, XXIX, 81: Fonti Francescane, 460.
[ii] Legenda Maior, VIII, 6: Fonti Francescane, 1145.
[iii] Sab 13, 5
[iv] Rm 1, 20
[v] Cf. Tomás de Celano, Vita seconda di San Francesco, CXXIV, 165: Fonti Francescane, 750.
[vi] Conferência dos Bispos Católicos da África do Sul, Pastoral Statement on the Environmental Crisis (5 de Setembro de 1999).

Antigo testamento / Salmos

Salmo 56








1 Tem misericórdia de mim, ó Deus, pois os homens me pressionam; atacam-me o tempo todo e oprimem-me.
2 Os meus inimigos pressionam-me sem parar; muitos atacam-me arrogantemente.
3 Mas eu, quando estiver com medo, confiarei em ti.
4 Em Deus, cuja palavra eu louvo, em Deus eu confio e não temerei. Que poderá fazer-me o simples mortal?
5 Eles distorcem as minhas palavras o tempo todo; estão sempre tramando prejudicar-me.
6 Conspiram, ficam à espreita, vigiam os meus passos, na esperança de tirar-me a vida.
7 Deixarás escapar essa gente tão perversa? Na tua ira, ó Deus, derruba as nações.
8 Regista, tu mesmo, o meu lamento; recolhe as minhas lágrimas em teu odre; acaso não estão anotadas no teu livro?
9 Os meus inimigos retrocederão, quando eu clamar por socorro. Com isso saberei que Deus está a meu favor.
10 Confio em Deus, cuja palavra louvo, no Senhor, cuja palavra louvo, em Deus eu confio e não temerei. Que poderá fazer-me o homem?
11 Cumprirei os votos que te fiz, ó Deus; a ti apresentarei as minhas ofertas de gratidão.

12 Pois me livraste da morte e os meus pés de tropeçar, para que eu ande diante de Deus na luz que ilumina os vivos.

Pequena agenda do cristão


DOMINGO



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Viver a família.

Senhor, que a minha família seja um espelho da Tua Família em Nazareth, que cada um, absolutamente, contribua para a união de todos pondo de lado diferenças, azedumes, queixas que afastam e escurecem o ambiente. Que os lares de cada um sejam luminosos e alegres.

Lembrar-me:
Cultivar a Fé.

São Tomé, prostrado a Teus pés, disse-te: Meu Senhor e meu Deus!
Não tenho pena nem inveja de não ter estado presente. Tu mesmo disseste: Bem-aventurados os que crêem sem terem visto.
E eu creio, Senhor.
Creio firmemente que Tu és o Cristo Redentor que me salvou para a vida eterna, o meu Deus e Senhor a quem quero amar com todas as minhas forças e, a quem ofereço a minha vida. Sou bem pouca coisa, não sei sequer para que me queres mas, se me crias-te é porque tens planos para mim. Quero cumpri-los com todo o meu coração.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?