24/08/2011

Evangelho do dia e comentário

S. Bartolomeu Apóstolo [i]













T. Comum– XXI Semana




Evangelho: Jo 1, 45-51

45 Filipe encontrou Natanael e disse-lhe: «Encontrámos Aquele de Quem escreveu Moisés na Lei, e os profetas: Jesus de Nazaré, filho de José». 46 Natanael disse-lhe: «De Nazaré pode porventura sair coisa que seja boa?». Filipe disse-lhe: «Vem ver». 47 Jesus viu Natanael, que vinha ter com Ele, e disse dele: «Eis um verdadeiro israelita em quem não há fingimento». 48 Natanael disse-lhe: «Donde me conheces?». Jesus respondeu-lhe: «Antes que Filipe te chamasse, Eu te vi, quando estavas debaixo da figueira». 49 Natanael respondeu: «Mestre, Tu és o Filho de Deus, Tu és o Rei de Israel». 50 Jesus respondeu-lhe: «Porque te disse que te vi debaixo da figueira, acreditas?; verás coisas maiores que esta». 51 E acrescentou: «Em verdade, em verdade vos digo, vereis o céu aberto e os anjos de Deus subir e descer sobre o Filho do Homem».
Comentário:

Cristo aponta Natanael como um exemplo de um verdadeiro israelita.

Depois das duras admoestações dirigidas aos Fariseus e outros chefes ou pessoas predominantes de Israel, eis aqui - diz o Senhor - o exemplo do devereis ser.

Será Natanael o único? Certamente que não, mas é o homem e ocasião soberanas para apontar um exemplo a seguir.

Deus vê-nos sempre onde quer que estejamos e, a percepção desta realidade deve levar-nos a uma unidade de vida exemplar.

(ama, comentário sobre Jo 1, 45-51, 2010.08.25)


S. Bartolomeu - Michelangelo
Capela Sistina
[i] São Bartolomeu Apóstolo Seu nome vem do aramaico, com uma referência patronímica: Bar Talmay - filho de Talmay. Foi um dos apóstolos de Jesus Cristo. Nenhuma narração bíblica lhe enfoca especialmente e seu nome consta apenas nas listas dos doze. No entanto, segundo a tradição, ele é o Natanael de que falam outras passagens, e isso fica evidente através da comparação entre os quatro Evangelhos. Natanael significa "Deus deu" - o significado desse nome fica claro levando-se em conta que ele vinha de Caná, onde deve ter testemunhado a acção de Jesus nas Bodas de Caná (Jo 2, 1-11).
Como narra a Bíblia, São Filipe comunicou a Natanael (São Bartolomeu) que havia encontrado o Messias, e que esse provinha de Nazaré, ao que Natanael responde dura e preconceituosamente: "De Nazaré pode vir alguma coisa boa?" (Jo 1, 46a). Essa observação é importante indicador das expectativas judaicas quanto à vinda do Messias, então tidas.
No seu primeiro encontro com Jesus, recebe um elogio: "Aqui está um verdadeiro Israelita, em quem não há fingimento" (Jo 1, 47), ao qual o apóstolo responde: "Como me conheces?". Jesus responde de forma que não podemos compreender claramente somente através das Escrituras: "Antes que Filipe te chamasse, eu te vi quando estavas sob a figueira". Com certeza se tratava de um momento crítico e decisivo na vida de Natanael. Após essa revelação de Jesus, Natanael faz a sua adesão ao Mestre com a seguinte profissão de fé: "Rabi, tu és o filho de Deus, tu és o Rei de Israel".
Segundo fontes históricas, São Bartolomeu teria pregado o cristianismo até na Índia. Outra tradição diz que o apóstolo morreu por esfolamento em Albanópolis, actual Derbent, Cáucaso, a mando do governador, tanto que na Capela Sistina ele é pintado segurando a própria pele na mão esquerda e na outra o instrumento de seu suplício, um alfange. Mais tarde suas relíquias foram levadas para a Europa e jazem em Roma, na Igreja a ele dedicada. (compilação ama)

23/08/2011

Música e entretenimento

Gilbert Bécaud- Et maintenant


   


Tema para breve reflexão

Reflectindo
Identidade de Jesus Cristo

Alegraram-se os discípulos, ao verem o Se­nhor. (Jo 20, 20) O rosto, que os Apóstolos con­templaram depois da Ressurreição, era o mesmo daquele Jesus com quem tinham convivido cerca de três anos e que agora os convencia da verda­de incrível da sua nova vida, mostrando-Lhes as mãos e o lado. (Jo 20, 20) Certamente não foi fá­cil acreditar. Os discípulos de Emaús só acredita­ram no fim dum penoso itinerário do espírito (cfr. Lc 24, 13-35). O apóstolo Tomé acreditou apenas depois de ter constatado o prodígio (cfr. Jo 20, 24­-29). Na realidade, por mais que se olhasse e tocas­se o Seu corpo só a fé podia penetrar plenamente no mistério daquele rosto. Esta experiência, de­viam já tê-la feito os discípulos na vida histórica de Cristo, sempre que se levantavam questões na sua mente ao sentirem-se interpelados pelos seus gestos e palavras. A Jesus só se chega ver­dadeiramente pelo caminho da fé, um caminho cujas etapas o próprio Evangelho parece delinear na famosa cena de Cesareia de Filipe (cfr. Mt 16, 13-20). Fazendo de certo modo um primeiro ba­lanço da sua missão, Jesus pergunta aos discípu­los o que pensam os homens acerca dele, ten­do ouvido como resposta: Uns dizem que é João Baptista; outros, que é Elias; e outros, que é Jeremias ou algum dos profetas. (Mt 16,14) Uma consideração certamente elevada, mas ainda dis­tante - e muito! - da verdade. O povo chega a pressentir a dimensão religiosa, absolutamente excepcional, deste Rabi, cujas palavras o deixa fascinado, mas ainda não consegue colocá-Lo acima dos homens de Deus que apareceram ao longo da história de Israel. Ora, Jesus é realmen­te muito mais. É precisamente este passo suces­sivo de conhecimento, que diz respeito ao nível profundo da sua pessoa, que Ele espera dos «seus»: Vós, quem dizeis que Eu sou? (Mt 16,15) Só a fé professada por Pedro - e, com ele, pela Igreja de todos os tempos - atinge o coração do mistério, a sua profundidade: Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo. (Mt 16,16) 

(joão paulo II, Carta Apostólica Novo Millenio Ineunte, nr. 19)

TEXTOS DE SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ

“Sentirei o calor da tua divindade”

Quando se trabalha por Deus, é preciso ter "complexo de superioridade" – fiz-te notar. – Mas – perguntavas-me – isso não é uma manifestação de soberba? – Não! É uma consequência da humildade, de uma humildade que me faz dizer: – Senhor, Tu és o que és. Eu sou a negação. Tu tens todas as perfeições: o poder, a fortaleza, o amor, a glória, a sabedoria, o império, a dignidade... Se eu me unir a Ti, como um filho quando se põe nos braços fortes do pai ou no regaço maravilhoso da mãe, sentirei o calor da tua divindade, sentirei as luzes da tua sabedoria, sentirei correr pelo meu sangue a tua fortaleza. (Forja, 342)


Recordo-vos que, se formos sinceros, se nos mostrarmos tal como somos, se nos endeusarmos com humildade, não com soberba, vós e eu manter-nos-emos sempre seguros em qualquer ambiente. Poderemos falar sempre de vitórias e chamar-nos-emos vencedores, com essas íntimas vitórias do amor de Deus que nos trazem a serenidade, a felicidade da alma, a compreensão.

A humildade animar-nos-á a levar a cabo grandes trabalhos, com a condição de não perdermos de vista a consciência da nossa pequenez e de ir aumentando, um pouco mais cada dia, a convicção da nossa pobre indigência. (Amigos de Deus, n. 106)

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

Japoneses devolvem R$ 125 milhões achados na área atingida pelo tsunami



Foram centenas, possivelmente milhares de cidadãos honestos, que encontraram esse dinheiro em 5,7 mil cofres de casas e empresas.
O assunto é honestidade. Uma história que aconteceu no Japão. Os japoneses acharam o equivalente a R$ 125 milhões em dinheiro vivo na área atingida pelo tsunami. E sabe o que fizeram? Entregaram tudo para a polícia. E esse exemplo não foi dado por uma ou duas pessoas. Foram centenas, possivelmente milhares de cidadãos honestos, que encontraram esse dinheiro em 5,7 mil cofres de casas e empresas destruídas pelo tsunami. Só em um deles, havia R$ 1,5 milhão. Outros tinham barras de ouro. Outra parte do dinheiro – o equivalente a R$ 76 milhões – estava em carteiras perdidas na correria na hora de fugir ou pertenciam a pessoas arrastadas pela onda gigante.

A polícia não divulgou o número, mas imagine a quantidade de carteiras perdidas para dar o total de R$ 76 milhões. Tanto os cofres quanto as carteiras foram encontrados no meio dos escombros. Foi fácil para a polícia identificar os donos, já que o dinheiro vinha geralmente acompanhado de documentos, também perdidos. Difícil foi localizar essas pessoas, porque eles estão em abrigos ou na casa de parentes. Mesmo assim a polícia japonesa já conseguiu devolver 96% do dinheiro para os legítimos proprietários ou para as famílias deles.

Se no Japão as notícias são de honestidade, na Índia o assunto é corrupção. Pressionado, o governo indiano conseguiu chegar a um acordo com líder da campanha anti-corrupção, Anna Hazare, preso há dois dias. Ele vai ser libertado nas próximas horas e poderá fazer uma greve de fome em um lugar público durante 15 dias. A prefeitura de Nova Deli já começou a preparar o local da manifestação, que deverá atrair milhares de pessoas.

Hazare protesta contra uma lei anti-corrupção debatida no Congresso que livra o primeiro-ministro, juízes e parlamentares de investigações. O protesto recebeu a adesão de grande parte dos indianos, cansados dos casos de desvio de dinheiro público.
Agrad Ag

As melhores imagens da Jornada Mundial da Juventude Madrid 2011


ROME REPORTS TV News Agency Newsletter 22-08-2011



Evangelho do dia e comentário














T. Comum– XXI Semana




Evangelho: Mt 23, 23-26

23 «Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas, que pagais o dízimo da hortelã e do endro e do cominho, e descuidais as coisas mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fidelidade! São estas coisas que era preciso praticar, sem omitir as outras. 24 Condutores cegos, que filtrais um mosquito e engolis um camelo! 25 «Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas, que limpais o que está por fora do copo e do prato, e por dentro estais cheios de rapina e de imundície! 26 Fariseu cego, purifica primeiro o que está dentro do copo e do prato, para que também o que está fora fique limpo.

Comentário:

Justiça, Misericórdia e Fidelidade! O mais importante da lei!

Justiça para contigo, Senhor, dando-te o que Te pertence que é tudo porque tudo criaste. Nada do que julgo ter é meu.

Misericórdia que é compaixão que é amor. Dando aos outros o que Tu esperas que eu dê: tudo o que estiver ao meu alcance.

Fidelidade que é a constância e a perseverança no bom caminho, que, és Tu, Caminho, Verdade e vida.

(AMA, Meditação, Mt 23, 23-26, Agosto 2008)