Em
seguida devemos tratar da bem-aventurança e o que ela exige.
Sobre
o primeiro ponto oito artigos se discutem:
Art.
1 — Se a bem-aventurança é algo de incriado.
Art.
2 — Se a bem-aventurança é operação.
Art.
3 — Se a bem-aventurança consiste também na actividade dos sentidos.
Art.
4 — Se a bem-aventurança consiste no acto da vontade.
Art.
5 — Se a bem-aventurança consiste na actividade do intelecto prático.
Art.
6 — Se a bem-aventurança do homem consiste na consideração das ciências
especulativas.
Art.
7 — Se a bem-aventurança do homem consiste no conhecimento das substâncias
separadas, i. é, dos anjos.
Art.
8 — Se a bem-aventurança do homem consiste na visão da essência divina em si
mesma.
Art. 1 — Se a bem-aventurança
é algo de incriado.
