Mostrar mensagens com a etiqueta Salvação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Salvação. Mostrar todas as mensagens

27/10/2020

Reflexão

 


Salvação

 

A chamada à salvação traz-no-la Cristo.

Ele tem para o homem palavras de vida eterna (Jo 6,68); e dirige-se ao homem concreto que vive na terra.

Dirige-se particularmente ao homem que sofre, no corpo ou na alma.

 

(São João Paulo II, Homília em Lisboa, 14.05.1982)

02/05/2020

Temas para reflectir e meditar

Salvação


O cristão que falta às suas obrigações temporais, falta aos seus deveres para com o próximo, falta, sobretudo, às suas obrigações para com Deus e põe em perigo a sua salvação eterna.



(Concílio Vaticano II, Constituição Gaudium et spes, 43)

01/04/2020

Temas para reflectir e meditar

Salvação

Senhor, graças por teres vindo. Terias podido salvar-nos sem vir. Bastava, definitivamente, que tivesses querido salvar-nos. Não se vê que a Encarnação fosse necessária.
Quiseste situar entre nós o exemplo completo de toda a perfeição (…). Graças, Mestre, por teres vindo, por estares no meio de nós, homem entre os homens, o Homem entre os homens, como uma mais (…). E, todavia, o Homem que tudo atrai a Si, porque desde que veio não existe outra perfeição.
Dou-te graças por teres vindo e porque eu posso ver-te e a alimentar a minha vida em Ti.

(J. LeclerqTreinta meditaciones sobre la vida Cristiana, Desclée de Brouwer, Bilbau, 1958, p. 50-51, trad ama)

15/06/2018

Temas para reflectir e meditar

Fim último do homem

Os homens são chamados à vida eterna. 
São chamados à salvação. 
Tendes consciência disto? 
Tendes consciência (…) de que todos os homens estão chamados a viver com Deus, e que, sem Ele, perdem a chave do “mistério” de si próprios?
Esta chamada à salvação traz-no-la Cristo. 
Ele tem para o homem palavras de vida eterna (Jo 6, 68); e dirige-se ao homem concreto que vive na terra. 
Dirige-se particularmente ao homem que sofre, no corpo ou na alma.

(São João Paulo IIHomília em Lisboa, 1982.05.14)

22/04/2016

Temas para meditar - 620

Santidade

Queridos jovens do UNIV, tirai desta certeza uma firme confiança: o esforço do cristão nunca é em vão. 
O cristão não actua sozinho. 
Não o esqueçais! Cada crente é um instrumento de Deus e com ele actua Cristo mediante a força do Espírito Santo. 
Deixai que Deus actue em vós e através de vós. E para que isto aconteça, sabeis bem a que meios recorrer: trata-se dos sacramentos, da oração, da prática das virtudes, da santificação do trabalho, assim como da direcção espiritual. 
Tendes necessidade de Cristo, mas também Cristo tem necessidade de vós para O dar a conhecer aos vossos contemporâneos, com os quais compartilhais experiências e esperanças. 
A Igreja confia-vos a missão de lhes levardes a luz da verdade de Cristo e o anúncio universal da salvação. Estai sempre dispostos a pensar nos outros, esquecendo--vos de vós próprios para aproximar os irmãos a Deus. 
Desse modo contribuíreis para a construção de um mundo melhor e mais solidário, porque a conversão e o compromisso de um são gérmen da salvação para todos.

(são joão paulo IIDisc. aos jovens, UNIV, Roma, 2000.04.17)

06/02/2016

Temas para meditar - 577

Salvação


Pobre alma que sofres, não retenhas as tuas lágrimas, mas, lembra-te de que esse teu pranto tem um valor muito grande e que até pode transformar-se num orvalho de bênçãos.

Não tens faltas para expiar?

Não tens almas queridas cujo destino eterno te inquieta?

Não tens mortos que sofrem talvez no Purgatório?

Aceita as tuas dores com resignação, com gra­tidão, com amor.

Apresenta as tuas lágrimas ao Coração agonizante de Jesus; Ele não deixará de te associar de longe, mas eficazmente, à sua obra de salvação.


(thomas de saint laurent, A Virgem Maria, ISBN: 972-26-1287-5, nr. 92-93)

26/03/2012

O que é a felicidade? E a salvação?

1975
Assim respondia o jovem professor Ratzinger nos anos setenta

«Creio que a história do desenvolvimento das palavras é como um espelho no qual se pode ler o progresso do pensamento humano. O termo «felicidade» substituiu progressivamente, no sentimento e no falar comum da área teológica, o termo clássico «salvação». Tal implicou a perda do forte sentido cósmico contido no conceito cristão de salvação. Com o termo «salvação» aludia-se à salvação do mundo, dentro da qual se realiza a salvação pessoal. Em troca, agora a felicidade reduz o conteúdo da salvação a uma espécie de bem-estar individual, a uma «qualidade» do viver do homem entendido como individuo; nesta perspectiva o «mundo» já não se considera por si mesmo e globalmente, mas só em função individualista.

»Assim se desvaloriza o conteúdo teológico da salvação. Em vez do termo «felicidade» está a utilizar-se principalmente outro mais afortunado: o termo «futuro». Este último, por assim dizer, reabilita a intenção profunda que se encontrava oculta no termo «salvação». A «felicidade» entendeu-se cada vez mais no sentido autónomo e oposto no que respeita a «salvar a alma».

»Mas deste modo o homem, sedimento de prazer, fechado no horizonte limitado dos seus sonhos imediatos, começou a confrontar-se com os outros, com os mais afortunados e mais felizes que ele. Ao não poder suportar a presença de outros homens mais felizes que ele, começou a sonhar um futuro de igualdade para todos. O ideal burguês já não basta, porque o homem não pode ficar isolado sozinho; tem fome de uma felicidade total, maior.

»Regressa então a intenção dirigida ao mundo, à salvação do mundo, no sentido de levar a cabo uma mudança do mundo que ofereça condições para uma felicidade mais plena para todos. O «futuro», portanto, absorve na sua utopia o que antes podia evocar no sentido e significado seja o termo «salvação» seja o termo «felicidade».

»Futuro, esta é a nova palavra: o marxismo faz nela finca-pé.

»Quanto a esta história dos termos, a teologia deve confessar que se deixo implicar no processo de redução, de queda, de perda de sentido do genuíno conceito bíblico de salvação. Dupla redução, também em teologia: antes de mais, privatização e interiorização da salvação, que a reduz a um problema da pura e simples «salvação da alma»; e depois adaptação ao modelo burguês, sentido individualista da salvação.

»O resultado é que hoje a verdadeira resposta da fé se pode obscurecer em dois aspectos. Por um lado, a memória «eucarística» do amor do Senhor e da sua promessa troca-se por uma memória «perigosa» (Bloch), instrumento duma religião da inveja. Por outra, o cristianismo pode considerar-se como factor de manutenção da situação actual do mundo, privilegiando pequenos grupos poderosos.

»Hoje, de resto, escutam-se vozes de cansaço e de resignação também de pessoas que patrocinaram a superação do imobilismo e a inserção radical na «luta pela novidade». O momento eufórico da razão tecnológica do Ocidente e da razão revolucionária do Oriente parece passado. Está-se produzindo uma crise de cansaço.

»É preciso reagir. A própria teologia deve ajudar o homem de hoje a encontrar possibilidades, as mais profundas e verdadeiras, de mudança do mundo. Esta estratégia deve ser nova no sentido de que seja capaz de assimilar e superar precisamente os círculos tanto da racionalidade tecnológica ocidental como da racionalidade revolucionária oriental. O homem já não se contenta com um suplemento, com uma quantidade acrescentada de felicidade; nem com uma simples distribuição mais equitativa dos bens presentes. Pede algo total, algo verdadeiramente novo, mais profundo.

»Por isso, para compreender e para responder a esta procura radical do homem, a sua sede de felicidade, a primeira coisa a fazer é ter a valentia de apelar a uma «razão total», isto é, a uma razão que não seja só «produtiva», que não tome a realidade como objecto, mas que esteja também aberta à escuta do «tu», do amor, inclusive do amor eterno e da sua força transformadora. Despertar a razão, para que não adormeça no acontecimento, inclusive o calculado e previsível.»

(L´Osservatore Romano, 2012.03.23, trad cast. ama)








23/07/2011

Tema para breve reflexão

Reflectindo
Salvação


A segurança da esperança cristã, não é a certeza da salvação, mas antes a certeza absoluta de que caminhamos para ela.

(r. garrigou -lagrange, Las três edades de a vida interior, Palabra, 2ª Ed. Madrid 1975,Vol I, nr. 738, trad ama)

10/02/2011

Salvar os outros


Duc in altum



Jesus Cristo está connosco, conhece-nos, chama-nos, guia-nos, e tudo isso não apenas para oferecer a Sua salvação a cada um de nós,  mas igualmente para salvar os outros por nosso intermédio.

(joão Paulo II, Passai um Ano Comigo, Meditações quotidianas, Editorial Verbo 1986, Tempo Pascal, pg. 113)