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25/07/2023

Publicações em Julho 25

  


Dentro do Evangelho –  (cfr: São Josemaria, Sulco 253)

 

(Re Lc V)

 

Volto, ou melhor, continuo a dissertar sobre a PESCA.

Quando sinto essa inspiração de pescar, logo tento esquivar-me:

'Senhor... eu não sei pescar e, muito menos, sei onde, a minha barca está desconjuntada, entra água por fendas no casco, nas bordas, as velas estão cheias de buracos e os remendos não resolvem, o leme está deslocado, vou para onde não quero, as minhas redes estão esfarrapadas o peixe, quando apanho algum, escapa-se; Senhor... não me mandes pescar, eu não sei como, não tenho meios, eu não sou capaz!

Por momentos parece-me que Ele não ouviu nada do que Lhe disse porque respondeu:

- «Duc in altum», faz-te ao mar, vai pescar...

Fiquei bastante desiludido com o Senhor, Ele não quis saber dos meus argumentos e, mais uma vez...

- «Duc in altum», faz-te ao mar, vai pescar.

Percebi, então, claramente que Ele não desistiria e, portanto, nada me resta que obedecer e foi o que fiz.

Sem saber o e como fazer empurrei a barca para a água, saltei para dentro, icei a vela esfarrapada e deixei-me ir.

Passados uns côvados da margem lancei pela borda a rede e fiquei-me.

Passados momentos senti que a barca se inclinava porque a rede puxava para o fundo, febrilmente, recolhi-a com enorme esforço porque vinha repleta de peixes de todas as qualidades e tamanhos.

Fiquei atónito a olhar para aquela enorme quantidade de peixe que se debatia no chão da barca e... vi, com os Olhos fixos em mim, O Rosto Sorridente de Jesus sentado ao leme da minha barca.

Esmagado por algo tão simples mas grandioso, extraordinário mas real, não pude mais que render-me e dizer:

- Senhor, bem sabes o que sou, conheces muito melhor que eu as minhas fraquezas e limitações e, portanto, se me mandas fazer o que for, eu o farei porque tenho a certeza absoluta que Tu estarás sempre ao leme da barca da minha vida.

Links sugeridos:

 

Opus Dei

Evangelho/Biblia

Santa Sé

Religión en Libertad

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

22/07/2023

Publicações em Julho 22

  


Dentro do Evangelho –  (cfr: São Josemaria, Sulco 253)

 

(Re Lc V...)

 

Sentado no meio da multidão escutava Jesus que, de pé na barca de Pedro, falava aos que estavamos na praia.

Quando acabou, sentou-Se e disse a Pedro: «Vamos pescar».

Pedro respondeu-lhe, mais ou menos assim:

«Senhor, toda a noite nos afadigámos a lançar as redes mas não apanhamos nada, hoje não é dia de peixe».

Jesus pareceu não ter ouvido porque respondeu:

«Faz-te ao largo (duc in altum) e lança a rede».

E, Pedro, submisso: «Senhor, farei como mandas, em Teu Nome lançarei a rede».

Fiquei na praia à espera e, passado não muito tempo, vi a barca aproximar-se da praia, os homens saltando em terra e arrastando com enorme esforço a «rede cheia de peixe e, sendo tantos não se rompia a rede».

 

Um dos pescadores, contou-me depois que Pedro se tinha lançado aos pés de Jesus dizendo:

«Afasta-Te de mim Senhor que sou um pecador» ao que Jesus respondera «de agora em diante serás pescador de homens».

Este "pescador", este Patrão da Barca Divina que é a Santa Igreja Católica, onde navegam milhões de almas, mantém-se firmemente ao leme porfiando incansavelmente na sua tarefa... recolher na rede da Fé todas as almas.

É um homem como todos os homens, com defeitos e virtudes, limitações, com constante necessidade de apoio.

Eu, que navego nesta barca, tenho de rezar por ele, para que o Senhor o sustente, guarde, guie e vivifique na Fé e não sucumba ante os seus inimigos. Domine conservat eum, vivicet eum, beatum faciet eum in terra et non tradatem eum in animam enimicorum eius.

Tenho uma certeza - absoluta - que a própria História confirma: seja quem for este homem nunca o Dono da Barca consentirá que altere uma vírgula, um til, na base intrínseca da Sua Pesca de que É Dono e Senhor.

A Santa Igreja é constituída por homens, santos uns, outros nem tanto, por isso fomos conhecendo grandes vultos em campos diametralmente opostos mas, a verdade é que nem os "mais diametralmente opostos", pecadores públicos, com comportamentos aberrantes, alteraram essa vírgula, esse til nas regras instituídas e ciosamente guardadas pela Cabeça da Igreja Católica... Nosso Senhor Jesus Cristo.

Sim, é verdade, interrogo-me como foi possível eleger Papa uma pessoa que não estava minimamente "à altura" do cargo se, como sei e acredito firmemente que essa eleição é inspirada pelo Divino Espírito Santo?

Esta Terceira Pessoa da Santíssima Trindade SABE O QUE FAZ E PORQUE O FAZ, é isto que firmemente acredito, até porque é um fundamento da minha Fé.

Não me compete analizar ou, sequer, tentar saber razões e motivos, o que tenho, isso sim, de fazer constantemente é rezar pelo Sumo Pontífice.

Que nome se daria a um filho que não rezasse pelo seu Pai?

 

Reflexão

 

A honestidade intelectual é  algo que tem de ser levado muito em conta.

Ao ler uma "sentença" qualquer terei de avaliar quanto possível de o autor da mesma é digno de crédito.

Nesta "avaliação" devem estar ausentes considerações como: política, religião, comportamento geral.

Exemplifico: se Voltaire diz que "la plus grand ruse du diable c'est de faire croire qu'il n'existe pas", tal sentença proferida por um sujeito que se afirmou não crente só pode ser intelectualmente honesta.

 

 

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09/06/2023

Publicações em Junho 9

  


Dentro do Evangelho –  (cfr: São Josemaria, Sulco 253)

EVANGELHO

Mt XVII

 

Hoje aconteceu uma coisa extraordinária, não mais extraordinária que muitíssimas outras que tenho vivido acompanhando Jesus no Seu deambular habitual mas, talvez, pelo detalhe que o próprio Evangelista faz constar: Depois de uma noite sem pescar nada e obedecendo a Jesus, os discípulos lançaram a rede e recolheram "153 grandes peixes". Este detalhe excita a minha imaginação... o que seriam "grandes peixes"? No lago onde pescavam os peixes eram pequenos, mal chegando a pesar 1 quilo, daí que considere que " grandes peixes" pesem muito mais... talvez 3 quilos cada um... se assim for, temos que a pesca somou qualquer coisa à volta dos 550/600 quilos de peixe! Quase uma tonelada de peixe! O que fazer com tanto peixe? Desde logo, chamar amigos, conhecidos, parentes, vizinhos e distribuir a cada um, mas... ainda sobra muito peixe, muito peixe!!! Jesus Cristo nunca Se fica por pouco, pelo estritamente necessário, vai sempre mais além; com mãos largas dá sempre muito mais que o que pedimos porque, o Seu Amor por nós não se mede nem com números nem com "contabilidades", vai sempre muito mais além dando-nos a possibilidade de distribuir por muitos outros o que a Sua larguesa e generosidade nos deu. Toda a minha já longa vida está recheada destas "atitudes" do Senhor, (peço cem e Ele dá-me mil) e eu, tenho de pensar que se Ele procede assim comigo, sendo eu o que sou, como não procederá para com aqueles que, verdadeiramente, O seguem? Por isso, eu, que sou um ousado insatisfeito, não me canso de Lhe pedir: 'Senhor dá-me o que Te peço e manda o que quiseres", DA QUOD IUBES ET IUBE QUOD VIS!

 

Reflexão

"Corrigir os que erram" é um dever cristão. Corrigir não tem a ver com criticar. A crítica está sempre conectada com uma consideração pessoal ao passo que a correção tem de "estabelecer" a verdade sobre o que for.

Daqui que seja absolutamente necessário pedir, antes de actuar, a assistência do Divino Espírito Santo e, em particular, do Seu Dom de Ciência, para que o que fizer estar de acordo com a sã Doutrina.

 

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25/07/2022

Publicações em Julho 25

  


Dentro do Evangelho –  (cfr: São Josemaria, Sulco 253)

 

(Re Lc V)

 

Volto, ou melhor, continuo a dissertar sobre a PESCA.

Quando sinto essa inspiração de pescar, logo tento esquivar-me:

'Senhor... eu não sei pescar e, muito menos, sei onde, a minha barca está desconjuntada, entra água por fendas no casco, nas bordas, as velas estão cheias de buracos e os remendos não resolvem, o leme está deslocado, vou para onde não quero, as minhas redes estão esfarrapadas o peixe, quando apanho algum, escapa-se; Senhor... não me mandes pescar, eu não sei como, não tenho meios, eu não sou capaz!

Por momentos parece-me que Ele não ouviu nada do que Lhe disse porque respondeu:

- «Duc in altum», faz-te ao mar, vai pescar...

Fiquei bastante desiludido com o Senhor, Ele não quis saber dos meus argumentos e, mais uma vez...

- «Duc in altum», faz-te ao mar, vai pescar.

Percebi, então, claramente que Ele não desistiria e, portanto, nada me resta que obedecer e foi o que fiz.

Sem saber o e como fazer empurrei a barca para a água, saltei para dentro, icei a vela esfarrapada e deixei-me ir.

Passados uns côvados da margem lancei pela borda a rede e fiquei-me.

Passados momentos senti que a barca se inclinava porque a rede puxava para o fundo, febrilmente, recolhi-a com enorme esforço porque vinha repleta de peixes de todas as qualidades e tamanhos.

Fiquei atónito a olhar para aquela enorme quantidade de peixe que se debatia no chão da barca e... vi, com os Olhos fixos em mim, O Rosto Sorridente de Jesus sentado ao leme da minha barca.

Esmagado por algo tão simples mas grandioso, extraordinário mas real, não pude mais que render-me e dizer:

- Senhor, bem sabes o que sou, conheces muito melhor que eu as minhas fraquezas e limitações e, portanto, se me mandas fazer o que for, eu o farei porque tenho a certeza absoluta que Tu estarás sempre ao leme da barca da minha vida.

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22/07/2022

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Dentro do Evangelho –  (cfr: São Josemaria, Sulco 253)

 

(Re Lc V...)

 

Sentado no meio da multidão escutava Jesus que, de pé na barca de Pedro, falava aos que estavamos na praia.

Quando acababou, sentou-Se e disse a Pedro: «Vamos pescar».

Pedro respondeu-lhe, mais ou menos assim:

«Senhor, toda a noite nos afadigámos a lançar as redes mas não apanhamos nada, hoje não é dia de peixe».

Jesus pareceu não ter ouvido porque respondeu:

«Faz-te ao largo (duc in altum) e lança a rede».

E, Pedro, submisso: «Senhor, farei como mandas, em Teu Nome lançarei a rede».

Fiquei na praia à espera e, passado não muito tempo, vi a barca aproximar-se da praia, os homens saltando em terra e arrastando com enorme esforço a «rede cheia de peixe e, sendo tantos não se rompia a rede».

 

Um dos pescadores, contou-me depois que Pedro se tinha lançado aos pés de Jesus dizendo:

«Afasta-Te de mim Senhor que sou um pecador» ao que Jesus respondera «de agora em diante serás pescador de homens».

Este "pescador", este Patrão da Barca Divina que é a Santa Igreja Católica, onde navegam milhões de almas, mantém-se firmemente ao leme porfiando incansavelmente na sua tarefa... recolher na rede da Fé todas as almas.

É um homem como todos os homens, com defeitos e virtudes, limitações, com constante necessidade de apoio.

Eu, que navego nesta barca, tenho de rezar por ele, para que o Senhor o sustente, guarde, guie e vivifique na Fé e não sucumba ante os seus inimigos. Domine conservat eum, vivicet eum, beatum faciet eum in terra et non tradatem eum in animam enimicorum eius.

Tenho uma certeza - absoluta - que a própria História confirma: seja quem for este homem nunca o Dono da Barca consentirá que altere uma vírgula, um til, na base intrínseca da Sua Pesca de que É Dono e Senhor.

A Santa Igreja é constituída por homens, santos uns, outros nem tanto, por isso fomos conhecendo grandes vultos em campos diametralmente opostos mas, a verdade é que nem os "mais diametralmente opostos", pecadores públicos, com comportamentos aberrantes, alteraram essa vírgula, esse til nas regras instituídas e ciosamente guardadas pela Cabeça da Igreja Católica... Nosso Senhor Jesus Cristo.

Sim, é verdade, interrogo-me como foi possível eleger Papa uma pessoa que não estava minimamente "à altura" do cargo se, como sei e acredito firmemente que essa eleição é inspirada pelo Divino Espírito Santo?

Esta Terceira Pessoa da Santíssima Trindade SABE O QUE FAZ E PORQUE O FAZ, é isto que firmemente acredito até porque é um fundamento da minha Fé.

Não me compete analizar ou, sequer, tentar saber razões e motivos, o que tenho, isso sim, de fazer constantemente é rezar pelo Sumo Pontífice.

Que nome se daria a um filho que não rezasse pelo seu Pai?

 

Reflexão

 

A honestidade intelectual é  algo que tem de ser levado muito em conta.

Ao ler uma "sentença" qualquer terei de avaliar quanto possível de o autor da mesma é digno de crédito.

Nesta "avaliação" devem estar ausentes considerações como: política, religião, comportamento geral.

Exemplifico: se Voltaire diz que "la plus grand ruse du diable c'est de faire croire qu'il n'existe pas", tal sentença proferida por um sujeito que se afirmou não crente só pode ser intelectualmente honesta.

 

 

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