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29/07/2023

Publicações em Julho 29

  


Dentro do Evangelho –  (cfr: São Josemaria, Sulco 253)

 

(Re Mc X…)

 

Quando saímos de Jericó «um homem cego que estava sentado na borda do caminho pedindo esmola» perguntava o que era aquele tropel de gente e, eu, aproximei-me e disse-lhe: «É Jesus de Nazareth». Ao ouvir isto, Bartimeu começou a gritar: «Jesus, Filho de David, tem compaixão de mim!» mas, parecia que Jesus não ouvia e, «os que o rodeavam repreendiam-no para que se calasse» mas, Bartimeu continuava a clamar com todas as suas forças.

Jesus parecia ser o único que não ouvia este clamor mas, de facto, daí a momentos parou e mandou que Lhe trouxessem Bartimeu.

Eu disse-lhe: «Coragem… Ele chama-te» e ao ouvir isto Bartimeu arrojando o seu manto, deu um salto e aproximou-se de Jesus» que lhe pergunta: «Que queres que te faça?» Bartimeu responde muito simplesmente: «Senhor, que eu veja!».

Parece-me muito lógica esta resposta de Bartimeu, pois que há-de desejar um cego senão ver?

 

E eu? Não desejo ver claramente a Face Sorridente de Jesus que me abre os olhos à Luz da Fé, à claridade que me permite distinguir o mal do bem, um olhar puro, límpido, sem as névoas da concupiscência?

Senhor, faz com que eu veja!

 

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27/02/2023

Publicações em Fevereiro 27

  


Por dentro do Evangelho

 

(Re Mc X, 2-12)

 

O divórcio é um mal em si mesmo porque, como penso, provém de  um mal terrível: a falta de respeito!

Frequentemente a origem do divórcio assenta na infidelidade de um dos cônjuges.

A infidelidade é, intrínsecamente, uma falta de respeito pelo outro e por si mesmo.

Considerando que não me respeito a mim mesmo quando deixo que as paixões dominem o meu ser, fico como que condicionado a não respeitar o outro.

A extensão do mal que o divórcio causa é incalculável sobretudo se há descendência. Os filhos dos divorciados, quando são jovens ou, sobretudo, muito jovens, passam a ser como que um juguete dos progenitores, de um lado para outro, sem estabilidade e, até, corrompidos pela satisfação dos seus desejos e vontades.

Tudo isto marca-os como ferrete e, infelizmente acontece que irão pela vida fora arrastando uma culpa que não é deles.

Ao pensar no Matrimónio, o homem e a mulher têm de avaliar muito bem se o que sentem pelo outro é Atracção, Paixão ou Amor. Só neste último caso o Respeito pode existir.

 

Reflectindo

 

Com o passar dos anos por vezes assalta-me a desagradável sensação que a vida é complicada em extremo, com incidentes sem explicação, temores, dúvidas...

Quando tal me assalta é porque me esqueço dos dias tranquilos, pacíficos, em que me considerei feliz e contente por viver.

Os meus longos anos dizem-me a verdade: só me lembro de coisas boas, algumas muito boas, de momentos felizes, cheios, repletos.

Assim, concluo, que é preferível controlar as memórias que permitir que elas me controlem a mim.

 

 

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