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12/03/2021

Perguntas e respostas

 


O ESPIRITISMO

 

4. O espiritismo és uma ofensa a Deus?

 

O espiritismo realizado levado a sério é um tipo de pecado por vários motivos mais ou menos presentes:

Pretende-se possuir poderes sobre-humanos de domínio sobre os espíritos. Assemelha-se ao pecado orgulhoso de Adão e Eva que desobedeceram a Deus porque quiseram ser "como deuses".

Há desconfiança de Deus e da Sua Providência, desejando adivinhar o futuro. Duvida-se da Bondade divina.

Procura-se a protecção de poderes ocultos, desprezando na ajuda divina, como se outros poderes fossem superiores a Deus ou melhores. E ninguém é melhor que Deus.

05/03/2021

Perguntas e respostas

 

O ESPIRITISMO

 



3. Os espíritos bons falam nessas reuniões?

Os anjos e os santos não se prestam a este tipo de práticas opostas à fé.

São seres livres e não estão obrigados a falar ainda que se usem palavras ou gestos estranhos.

26/02/2021

Perguntas e respostas

 

O ESPIRITISMO

2. Nas reuniões espiritistas fala-se com alguém?

Em muitos casos só se trata da imaginação humana e habilidade do promotor.

Em ocasiões más, perigosas, podem intervir os demónios procurando o mal dos homens.

19/02/2021

Perguntas e respostas

 

O ESPIRITISMO

1. Pode falar-se com os espíritos?.

Convém falar frequentemente com os espíritos bons (as almas do purgatório, os anjos e os santos do céu). Para falar com eles, basta dirigir-lhes sem mais as palavras ou o pensamento. Interessa muito solicitar a sua ajuda, o seu conselho e pedir-lhes que intercedam por nós diante de Deus. Por seu lado, com os demónios e condenados não convém ter nenhum tipo de contacto.

23/04/2019

Leitura espiritual


O ESPIRITISMO

– 1.Pode-se falar com os espíritos?

Convém falar frequentemente com os espíritos bons (as almas do purgatório, os anjos e os santos do céu).
Para falar com eles, basta dirigir-lhes sem mais as palavras ou o pensamento.
Interessa muito solicitar a sua ajuda, o seu conselho e pedir-lhes que intercedam por nós diante de Deus.
Por seu lado, com os demónios e condenados não convém ter nenhum tipo de contacto.

- 2. Nas reuniões espiritistas fala-se com alguém?
Em muitos casos só se trata da imaginação humana e habilidade do promotor.
Em ocasiões mais perigosas podem intervir os demónios procurando o mal dos homens.

- 3. Os espíritos bons falam nessas reuniões?

Os anjos e os santos não se prestam a este tipo de práticas opostas à fé.
São seres livres e não estão obrigados a falar ainda que se usem palavras ou gestos estranhos.

– 4. O espiritismo é uma ofensa a Deus?

O espiritismo realizado levado a sério é um tipo de pecado por vários motivos mais ou menos presentes:

Pretende-se possuir poderes sobre-humanos de domínio sobre os espíritos.
Assemelha-se ao pecado orgulhoso de Adão e Eva que desobedeceram a Deus porque quiseram ser "como deuses".
Há desconfiança de Deus e da sua Providência, desejando adivinhar o futuro.
Duvida-se da Bondade divina.
Procura-se a protecção de poderes ocultos, desprezando na ajuda divina, como se outros poderes fossem superiores a Deus ou melhores.
 E ninguém é melhor que Deus.

A CASTIDADE

1.           O que é a castidade?

A virtude da pureza ou castidade é o hábito de usar o sexo correctamente. A castidade modera os apetites sexuais para que sejam racionais. É uma virtude importante que capacita para amar. Se se deteriora, surgem graves consequências para a dignidade humana e para a família. A castidade pode viver-se em três situações: individualmente, no namoro e no casamento.

2. Como se exercita a castidade individualmente?

Individualmente, a castidade afasta qualquer prazer sexual, defendendo e educando o próprio coração.
A castidade é importante precisamente por isto: porque protege o coração do egoísmo e o capacita par o amor autêntico.

2.           Como se exercita a castidade no namoro?

A castidade no namoro afasta qualquer prazer sexual individual ou partilhado.
Ajuda a manifestar de forma limpa o amor, aprendendo a amar sem egoísmos.

 – 3. Como se exercita a virtude da castidade no casamento?
A virtude da pureza ou castidade no casamento inclui: o uso correcto do sexo com o próprio cônjuge (filhos); e recusa de outros prazeres sexuais.


B. BENEFÍCIOS DA CASTIDADE.

1. A castidade melhora a dignidade do homem.

- A partir de dois pontos de vista:

Um ser humano não é um objecto nem uma ferramenta. Um homem não se usa, não se utiliza. Por isto, uma pessoa utilizada sente-se maltratada e, realmente, sofreu uma agressão à sua dignidade. Neste sentido, a castidade evita que o ser humano seja usado para obter prazeres.
A castidade ajuda a manter a categoria correspondente ao corpo e ao sexo. Para explicar isto, não é fácil encontrar imagens actuais. Imaginemos um monarca dos séculos anteriores. Imaginemos a sua coroa real usada nos grandes momentos. E pensemos que alguém usava essa coroa para apanhar lixo. Seria um delito contra a dignidade do rei.
O uso do corpo humano só para obter prazeres diminui a categoria do sexo, que vai unida ao grande dom da paternidade.

2. A castidade melhora o respeito para consigo mesmo e os outros.

- É consequência do anterior porque se respeita quem se considera digno. Se se aprecia a dignidade do corpo humano na sexualidade, é mais fácil tratar correctamente o homem noutros campos. E ao contrário: se o corpo é mal utilizado para atender gostos sexuais, será fácil fazer-lhe mal para ter caprichos de qualquer tipo.
Assim, a degeneração sexual causa danos em muitos aspectos.

3. Exemplos?

A violência doméstica é violência e não impureza, mas não andam longe uma da outra, pois em ambos os casos se maltrata um corpo humano. Se o corpo humano se considera um objecto que utilizo para ter prazeres, não há maior dificuldade em descarregar a minha ira sobre esse objecto corporal quando me contrariar: dá-me gosto, utilizo-o; desgosta-me, espanco-o.
O desenfreamento sexual também está ligado com a dependência das drogas e o alcoolismo porque, também nestes casos, se maltrata o corpo humano. Não quer dizer-se que estejam sempre unidas, mas é mais fácil cair num vício se se deixou vencer em algo parecido.

4. A castidade liberta de uma escravidão.

- No sexo há uma inclinação correcta, que convida a formar uma família e a alcançar descendência. Esta disposição a ter filhos, cada marido com a sua mulher, é boa, natural. E os prazeres que acompanham são também bons e desejáveis. Por seu lado, no sexo há uma tendência errada que impulsiona a ter prazeres sexuais de qualquer modo, com umas e outras pessoas. Isto já não é natural e deve dominar-se. Se se cede nisto, a inclinação aumenta pois se adquirem gostos e se forma uma obsessão, uma escravidão ao sexo que pode chamar-se sexo-dependência. A virtude da castidade liberta destas cadeias ajudando o homem a ser dono dos seus actos nesta matéria.

5. A castidade protege e aumenta a capacidade de amar.

- O impulso sexual descontrolado conduz ao egoísmo de procurar prazeres de qualquer maneira. Esta escravidão das próprias apetências dificulta a capacidade de amar, pois o amor convida a procurar o bem para os outros ainda que à custa dos seus próprios gostos. Amor e egoísmo não se dão bem; se se fomenta um, diminui-se outro. Se alguém se liberta do egoísmo e procura o bem dos outros, beneficia-os assim como a si mesmo pois o seu coração se engrandece. Assim, a castidade aumenta a capacidade de amar pela vitória sobre o egoísmo. Esta virtude é requisito indispensável que purifica o coração e o capacita para o autêntico carinho.

22/04/2019

Leitura espiritual


O ESPIRITISMO

- 1 Pode-se falar com os espíritos?

Convém falar frequentemente com os espíritos bons (as almas do purgatório, os anjos e os santos do céu).
Para falar com eles, basta dirigir-lhes sem mais as palavras ou o pensamento.
Interessa muito solicitar a sua ajuda, o seu conselho e pedir-lhes que intercedam por nós diante de Deus.
Por seu lado, com os demónios e condenados não convém ter nenhum tipo de contacto.

– 2 Nas reuniões espiritistas fala-se com alguém?

Em muitos casos só se trata da imaginação humana e habilidade do promotor.
Em ocasiões mais perigosas podem intervir os demónios procurando o mal dos homens.

– 3 Os espíritos bons falam nessas reuniões?

Os anjos e os santos não se prestam a este tipo de práticas opostas à fé.
São seres livres e não estão obrigados a falar ainda que se usem palavras ou gestos estranhos.

– 4 O espiritismo é uma ofensa a Deus?

O espiritismo realizado levado a sério é um tipo de pecado por vários motivos mais ou menos presentes:

Pretende-se possuir poderes sobre-humanos de domínio sobre os espíritos.
Assemelha-se ao pecado orgulhoso de Adão e Eva que desobedeceram a Deus porque quiseram ser "como deuses".
Há desconfiança de Deus e da sua Providência, desejando adivinhar o futuro.
Duvida-se da Bondade divina.
Procura-se a protecção de poderes ocultos, desprezando na ajuda divina, como se outros poderes fossem superiores a Deus ou melhores.
 E ninguém é melhor que Deus.

A CONSCIÊNCIA

1. O que é a consciência?

- A consciência é um juízo da razão pelo qual o homem reconhece a bondade ou maldade de um acto. Por exemplo, diz: "sou consciente de que este pormenor com os meus pais é bom".

2. O que é preciso para ter consciência?

- Para emitir um juízo de consciência sobre o bem ou o mal de um acto, necessita-se de uma inteligência que julgue e um conhecimento prévio que seja a base na qual se apoia esse juízo moral. Algo similar sucede quando o entendimento opina sobre a verdade de algo. Por exemplo, ao escutar: "as vacas voam", a razão emite um juízo imediato que diz: "falso". Este juízo está baseado no conhecimento prévio de vacas e de voo.

3. Qual é a base de apoio para a consciência?

- O juízo de consciência baseia-se no conhecimento da natureza humana e do que lhe convém. Esta sabedoria adquire-se através de duas fontes:

Por um lado, a própria natureza humana reclama um modo de actuar que costuma chamar-se lei natural. O Criador fez-nos de uma determinada maneira e está gravado no homem um conhecimento básico do que está bem ou mal.
Além disso, o Senhor quis manifestar claramente o que nos convém e dispomos dos dez mandamentos e os ensinamentos de Jesus Cristo, que ajudam a formar a consciência.

4. Como formar bem a consciência?

- O juízo moral da inteligência torna-se mais certeiro se o homem obtém mais conhecimento pelas duas fontes anteriores.
Para conhecer melhor a natureza humana é bom fomentar o desejo de procurar a verdade e fazer o bem. Pois que, também sobre este último, ao fazer o mal, a inteligência acostuma-se e perde claridade de juízo.
Para aprender ou recordar os ensinamentos de Jesus Cristo, terá de recorrer aos meios de formação cristã: palestras, homilias, cursilhos, livros, etc.
Para a aplicação prática desses conhecimentos, será bom escutar o conselho de pessoas boas e entendidas.

5. Convém ter uma consciência bem formada?
- É importante distinguir o bem do mal, para acertar no que convém fazer. Os grandes criminosos, têm a consciência deformada e se diz que eles são homens sem consciência.
6. Qualidades da consciência?

A consciência não cria a lei, mas aplica a lei de Deus ao caso concreto.
- O homem não inventa o bem e o mal, mas julga baseado na lei natural gravada na sua natureza. Um carteirista pode auto-convencer-se de que roubar é bom, mas não o é. Simplesmente engana-se.

7. A consciência é inseparável dos actos humanos.
- Chamam-se actos humanos aos actos voluntários e livres e, portanto, conscientes. Actos conscientes da sua bondade sensível - eu gosto - e da sua bondade moral - convém-me -.

8. A consciência instrui sobre o bem e move a praticá-lo.
- O Juízo de consciência é prático: isto posso ou devo fazer, isto devo evitar. E adquire-se experiência.

9. A consciência aprova ou repreende.
- O juízo de consciência é principalmente anterior à acção, de forma a agir ou não. Mas uma pessoa continua a reflectir depois de actuar, com um ditame de aprovação e paz, se agiu bem, ou de inquieta resistência se fez mal. Por isto o homem tem responsabilidade diante de si mesmo.

10. Liberdade das consciências?
- Deve-se respeitar a liberdade das consciências, mas isso não significa que a consciência seja independente da lei divina. Neste campo, a liberdade consiste na ausência de coacção ao procurar a verdade, mas não de independência face à verdade. Uma pessoa pode convencer-se de que roubar é bom, ou que não existe Pequim. Em ambos os casos, actua livremente, mas não acerta com a verdade -moral o geográfica- (relativismo).

11. Um terrorista assassina de acordo com a sua consciência.


- Porque faz mal? Não faz mal por seguir a sua consciência, mas sim por tê-la deformado até esse ponto. (Na realidade, diante de casos tão anti-naturais, a consciência continua a protestar e o terrorista deve persuadir o seu próprio pensamento cada vez que actua).