No entanto, há situações em que a coabitação matrimonial se torna praticamente impossível pelas mais diversas razões. Em tais casos, a Igreja admite a separação física dos esposos e o fim da coabitação. Mas os esposos não deixam de ser marido e mulher perante Deus: não são livres de contrair nova união. Nesta situação difícil, a melhor solução seria, se possível, a reconciliação (Catecismo, 1649). Se depois da separação o divórcio civil for a única maneira possível de garantir certos direitos legítimos, tais como o cuidado dos filhos ou a defesa do património, pode ser tolerado sem constituir falta moral. (Catecismo, 2383)
Padroeiros do blog: SÃO PAULO; SÃO TOMÁS DE AQUINO; SÃO FILIPE DE NÉRI; SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ
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31/01/2021
Sacramentos
O
Matrimónio
30/09/2015
Temas para meditar - 513
Família
É um facto que tantos jovens carecem de
uma imagem vivida do pai – ou por vezes da mãe - capaz de os orientar para
assimilar a fundo a realidade da Filiação Divina.
Uma família desfeita priva os filhos dessa
experiência de carinho e de segurança que só uma união indissolúvel entre o pai
e a mãe permite alcançar com plenitude.
Também é evidente que muitos pais e mães,
por diversos motivos, concedem escasso relevo à sua paternidade ou à sua
maternidade.
(javier echevarría, Itenerarios de vida Cristiana, Editorial Planeta SA, Barcelona, Feb. 2001, pg. 13., trad ama)
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