Olho
em volta para ter a certeza de que é mesmo a minha pessoa que Ele interpela.
Não me restam dúvidas, é mesmo comigo!
Pergunto-me
porquê, que tenho eu de ‘especial’ para querer que O siga?
Tenho
as minhas pequenas virtudes e enormes defeitos, a minha inteligência e a minha
ignorância, a minha vontade e a minha preguiça, o meu ânimo e a minha letargia.
Sou, assim, como que duas, ou mesmo várias, pessoas numa só, e, não obstante,
Ele repete aquele chamamento doce e imperioso ao mesmo tempo, simultaneamente
expectante e autoritário.