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02/11/2017

Evangelho e comentário

Tempo Comum

Todos os fieis defuntos

Evangelho: Jo 6, 51-58

51 Eu sou o pão vivo, o que desceu do Céu: se alguém comer deste pão, viverá eternamente; e o pão que Eu hei-de dar é a minha carne, pela vida do mundo.» 52 Então, os judeus, exaltados, puseram-se a discutir entre si, dizendo: «Como pode Ele dar-nos a sua carne a comer?!» 53 Disse-lhes Jesus: «Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes mesmo a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. 54 Quem realmente come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna e Eu hei-de ressuscitá-lo no último dia, 55 porque a minha carne é uma verdadeira comida e o meu sangue, uma verdadeira bebida. 56 Quem realmente come a minha carne e bebe o meu sangue fica a morar em mim e Eu nele. 57 Assim como o Pai que me enviou vive e Eu vivo pelo Pai, também quem de verdade me come viverá por mim. 58 Este é o pão que desceu do Céu; não é como aquele que os antepassados comeram, pois eles morreram; quem come mesmo deste pão viverá eternamente.»

Comentário:

Escolhemos o Evangelho que a Liturgia indica para a terceira Missa deste dia em que a Igreja comemora Todos os Fieis Defuntos.

Aqui se fala dos fieis, aqueles que seguem Cristo, amam a Deus e vivem de acordo com a sua Fé.

Os meios para a salvação estão aqui contidos e muito claramente explicados.

Quem comunga o Corpo de Cristo viverá eternamente, esta é uma garantia dada pelo Próprio Senhor.

Será sempre um bem inestimável proporcionar aos que estão em perigo de vida, a Sagrada Comunhão Eucarística, também chamado Viático e, muito apropriadamente porque é certo que conduz a alma pelo caminho para o encontro com Deus Nosso Senhor.


(AMA, comentário sobre Jo 6, 51-58, 18.07.2017)

15/06/2017

Evangelho e comentário

Tempo Comum

Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo

Evangelho: Jo 6, 51-58

51Eu sou o pão vivo, o que desceu do Céu: se alguém comer deste pão, viverá eternamente; e o pão que Eu hei-de dar é a minha carne, pela vida do mundo.» 52Então, os judeus, exaltados, puseram-se a discutir entre si, dizendo: «Como pode Ele dar-nos a sua carne a comer?!» 53Disse-lhes Jesus: «Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes mesmo a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. 54Quem realmente come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna e Eu hei-de ressuscitá-lo no último dia, 55porque a minha carne é uma verdadeira comida e o meu sangue, uma verdadeira bebida. 56Quem realmente come a minha carne e bebe o meu sangue fica a morar em mim e Eu nele. 57Assim como o Pai que me enviou vive e Eu vivo pelo Pai, também quem de verdade me come viverá por mim. 58Este é o pão que desceu do Céu; não é como aquele que os antepassados comeram, pois eles morreram; quem come mesmo deste pão viverá eternamente.»

Comentário:

Este trecho do Evangelho escrito por São João é muito apropriado para o dia de hoje em que se comemora a antiquíssima Festa do Corpo de Deus.

Perante a maravilha que é a Santíssima Eucaristia, o homem cristão não pode mais que dar graças a Deus que quis humilhar-se – por assim dizer com palavras humanas – a ficar para sempre junto dos homens em Corpo, Alma e Divindade, oculto sob as espécies consagradas do Pão eucarístico.

Tal só pode explicar-se pelo AMOR – sim, AMOR com letras maiúsculas – que Deus tem pelas Suas criaturas.

Disponível e sempre acessível ali está, no Sacrário das Igrejas da terra esperando que O visitemos, O recebamos na Comunhão Eucarística, enfim, retribuindo com o nosso amor sempre curto e deficiente o Seu Amor incomensurável.


(AMA, comentário sobre Jo 6, 51-58, 03.02.2017)