A dissertação sobre o amor aos outros não tem um
"final anunciado". Nem poderia porque o tema não se esgota mesmo com
um grande poder de síntese que, obviamente, não tenho.
Além do mais temos a considerar quem são "os
outros" a quem devemos amar.
Se na verdade pretendemos imitar Jesus Cristo, os
outros são todos os que vivem como eu neste momento, sejam, quem forem, estejam
onde estiverem, sendo amigos ou desconhecidos.
Ao rezar o Pai Nosso recebemos como que a primeira
lição logo no início ao dizermos Pai Nosso e não, Meu Pai.
Ou seja, englobamos na nossa oração todos os seres
humanos porque consideramos - tal como dizemos - que tendo um Pai comum somos,
naturalmente, irmãos.
O Pai Nosso não é uma oração estritamente pessoal
mas universal, solidária, comum.
AMA,
reflexões.
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