17/03/2018

Leitura espiritual

TEMA 21 A Eucaristia (III)

A fé na presença real de Cristo na Eucaristia levou a Igreja a tributar culto de latria ao Santíssimo Sacramento, tanto durante a liturgia da Missa, como fora da sua celebração.
 
1. A presença real eucarística

Na celebração da Eucaristia torna-se presente a Pessoa de Cristo – o Verbo encarnado, que foi crucificado, morreu e ressuscitou pela salvação do mundo –, com uma presença misteriosa, sobrenatural e única. Encontramos o fundamento desta doutrina na própria instituição da Eucaristia, quando Jesus identificou os dons que oferecia, com o seu Corpo e com o seu Sangue («isto é o meu Corpo… este é o cálice do meu Sangue…»), ou seja, com a sua corporeidade inseparavelmente unida ao Verbo e, portanto, com a sua Pessoa total. Jesus Cristo está certamente presente, de múltiplas maneiras, na sua Igreja: na sua Palavra, na oração dos fiéis (cf. Mt 18, 20), nos pobres, doentes e prisioneiros (cf. Mt 25, 3146), nos sacramentos e especialmente na pessoa do ministro sacerdote. Mas, sobretudo, está presente sob as espécies eucarísticas (cf. Catecismo, 1373). A singularidade da presença eucarística de Cristo está no facto de que o Santíssimo Sacramento contém verdadeira, real e substancialmente o Corpo e o Sangue, juntamente com a Alma e a Divindade de nosso Senhor Jesus Cristo, Deus verdadeiro e Homem perfeito, o mesmo que nasceu da Virgem Maria, morreu na Cruz e agora está sentado nos céus à direita de Deus Pai. «Esta presença chama-se "real", não a título exclusivo como se as outras presenças não fossem "reais", mas por excelência, porque é substancial, e porque por ela se torna presente Cristo completo, Deus e homem» (Catecismo, 1374). O termo substancial procura indicar a consistência da presença pessoal de Cristo na Eucaristia: esta não é simplesmente uma “figura”, capaz de “significar” e de estimular a mente a pensar em Cristo, realmente presente noutro lugar, no Céu; nem é um simples “sinal”, através do qual se nos oferece a “virtude salvadora” – a graça –, que provém de Cristo. A Eucaristia é, pelo contrário, presença objectiva, do ser-em-si (a substância) do Corpo e do Sangue de Cristo, ou seja, da sua inteira Humanidade – inseparavelmente unida à Divindade pela união hipostática –, embora velada sob as “espécies” ou aparências do pão e do vinho. Por conseguinte, «a presença do verdadeiro Corpo e do verdadeiro Sangue de Cristo neste sacramento, "não a apreendemos pelos sentidos, diz São Tomás, mas só pela fé, que se apoia na autoridade de Deus"» (Catecismo, 1381). Isto o exprime muito bem a seguinte estrofe do hino Adoro te devote: «Visus, tactus, gustus in te fállitur, Sed audítu solo tuto créditur. Credo, quidquid dixit Dei Fílius: Nil hoc verbo Veritátis vérius» (A vista, o tacto, o gosto, nada sabem. Só no que o ouvido sabe se há-de crer. Creio em tudo o que o Filho de Deus veio dizer, nada mais verdadeiro pode ser do que a própria Palavra da Verdade.)

2. A transubstanciação

A presença verdadeira, real e substancial de Cristo na Eucaristia supõe uma conversão extraordinária, sobrenatural e única. Tal conversão tem o seu fundamento nas próprias palavras do Senhor: «Tomai e comei: Isto é o Meu Corpo… Bebei dele todos. Porque isto é o Meu Sangue, o sangue da nova Aliança» (Mt 26, 26-28). Com efeito, estas palavras tornam-se realidade só se o pão e o vinho deixam de ser pão e vinho para se converterem no Corpo e no Sangue de Cristo, porque é impossível que uma mesma coisa possa ser simultaneamente dois seres diferentes: pão e corpo de Cristo, vinho e Sangue de Cristo. Sobre este ponto, o Catecismo da Igreja Católica recorda: «O Concílio de Trento resume a fé católica declarando: “Porque Cristo, nosso Redentor, disse que o que Ele oferecia sob a espécie do pão era verdadeiramente o seu corpo, sempre na Igreja se teve esta convicção que o sagrado Concílio de novo declara: pela consagração do pão e do vinho opera-se a conversão de toda a substância do pão na substância do corpo de Cristo nosso Senhor, e de toda a substância do vinho na substância do seu sangue; a esta mudança, a Igreja católica chama, de modo conveniente e apropriado, transubstanciação”» (Catecismo, 1376). No entanto, permanecem inalteradas as aparências de pão e de vinho, ou seja “as espécies eucarísticas”. Apesar dos sentidos captarem verdadeiramente as aparências do pão e do vinho, a luz da fé dá-nos a conhecer que sob o véu das espécies eucarísticas o que realmente se contém é a substância do Corpo e do Sangue do Senhor. Graças à permanência das espécies sacramentais do pão, podemos afirmar que o Corpo de Cristo – a sua inteira Pessoa – está realmente presente no altar, na píxide ou no Sacrário.
3. Propriedades da presença eucarística

O modo da presença de Cristo na Eucaristia é um mistério admirável. Segundo a fé católica, Jesus está integralmente presente, com a sua corporeidade glorificada, sob cada uma das espécies eucarísticas, e está íntegro em cada uma das partes resultantes da divisão das espécies, de modo que a fracção do pão não divide Cristo (cf. Catecismo, 1377)[1]. Trata-se de uma modalidade de presença singular, porque é invisível e intangível, e além disso, é permanente, no sentido de que, uma vez realizada a consagração, dura todo o tempo que subsistam as espécies eucarísticas.
4. O culto da Eucaristia

A fé na presença real de Cristo na Eucaristia levou a Igreja a tributar culto de latria (quer dizer, de adoração), ao Santíssimo Sacramento, tanto durante a liturgia da Missa (por isso indicou que ajoelhemos ou nos inclinemos profundamente ante as espécies consagradas), como fora da celebração: conservando com o maior cuidado as hóstias consagradas no Sacrário (ou Tabernáculo), apresentando-as aos fiéis para que as venerem com solenidade, levando-as em procissão, etc. (cf. Catecismo, 1378). A Sagrada Eucaristia conserva-se no sacrário[2]: - Principalmente para poder dar a Sagrada Comunhão aos doentes e a outros fiéis impossibilitados de participar na Santa Missa. - Além disso, para que a Igreja possa prestar culto de adoração a Deus Nosso Senhor no Santíssimo Sacramento (de modo especial durante a Exposição da Santíssima Eucaristia, na Bênção com o Santíssimo; na Procissão com o Santíssimo Sacramento na Solenidade do Corpo e do Sangue de Cristo, etc.).

- E para que os fiéis possam adorar sempre o Senhor com frequentes visitas. Neste sentido, afirma S. João Paulo II: «A Igreja e o mundo têm grande necessidade do culto eucarístico. Jesus espera por nós neste Sacramento do Amor. Não nos mostremos avaros com o nosso tempo para nos irmos encontrar com Ele na adoração, na contemplação cheia de fé e pronta para reparar as grandes culpas e os crimes do mundo. Não cesse nunca a nossa adoração»[3]; Há duas grandes festas (solenidades) litúrgicas em que se celebra de modo especial este Sagrado Mistério: a Quinta-Feira Santa (comemora-se a instituição da Eucaristia e da Ordem Sagrada) e a solenidade do Corpo e do sangue de Cristo (destinada principalmente à adoração e à contemplação do Senhor na Eucaristia).
5. A Eucaristia, Banquete Pascal da Igreja
5.1. Porque é que a Eucaristia é o Banquete Pascal da Igreja?

«A Eucaristia é o banquete pascal, porque Cristo, pela realização sacramental da sua Páscoa [a passagem deste mundo ao Pai através da sua Paixão, Morte, Ressurreição e Ascensão gloriosa[4], nos dá o seu Corpo e o seu Sangue, oferecidos como alimento e bebida, e nos une a si e entre nós no seu sacrifício» (Compêndio, 287).
5.2. Celebração da Eucaristia e Comunhão com Cristo

«Missa é, ao mesmo tempo e inseparavelmente, o memorial sacrificial em que se perpetua o sacrifício da cruz e o banquete sagrado da comunhão do corpo e sangue do Senhor. Mas a celebração do sacrifício eucarístico está toda orientada para a união íntima dos fiéis com Cristo pela comunhão. Comungar é receber o próprio Cristo, que Se ofereceu por nós» (Catecismo, 1382). A Santa Comunhão, ordenada por Cristo («tomai e comei… bebei dele todos…», Mt 26, 26-28; cf. Mc 14, 22-24; Lc 22, 14-20; 1 Cor 11, 23-26), forma parte da estrutura fundamental da celebração da Eucaristia. Só quando Cristo é recebido pelos fiéis como alimento de vida eterna, alcança sentido pleno tornar-se alimento para os homens, e se cumpre o memorial por Ele instituído[5]. Por isso, a Igreja recomenda vivamente a comunhão sacramental a todos os que participem na celebração eucarística e possuam as devidas disposições para receber dignamente o Santíssimo Sacramento[6].

5.3. Necessidade da Sagrada Comunhão

Quando Jesus prometeu a Eucaristia afirmou que este alimento não só é útil, mas necessário: é uma condição de vida para os seus discípulos. «Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes mesmo a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós» (Jo 6, 53). Comer é uma necessidade para o homem. E, como o alimento natural mantém o homem na vida e lhe dá forças para caminhar por este mundo, de modo semelhante a Eucaristia mantém o cristão na vida de Cristo, recebida no Baptismo, e dá-lhe forças para ser fiel ao Senhor nesta terra, até à chegada à Casa do Pai. Os Padres da Igreja interpretaram o pão e a água, que o Anjo ofereceu ao Profeta Elias, como tipo da Eucaristia (cf. 1 Rs 19, 1-8): depois de receber o dom, ele que estava esgotado recupera o seu vigor e é capaz de cumprir a missão de Deus. Por conseguinte, a Comunhão não é um elemento que possa ser acrescentado arbitrariamente à vida cristã; não é necessária só para alguns fiéis especialmente comprometidos na missão da Igreja, mas é vital para todos: só pode viver em Cristo e difundir o seu Evangelho quem se nutre da própria vida de Cristo. O desejo de receber a Santa Comunhão deveria estar sempre presente nos cristãos, como permanente deve ser a vontade de alcançar o fim último da nossa vida. Este desejo de receber a Comunhão, explícito ou pelo menos implícito, é necessário para alcançar a salvação. Além disso, de facto, a recepção da Comunhão é necessária, com necessidade de preceito eclesiástico, para todos os cristãos no uso da razão: «A Igreja impõe aos fiéis a obrigação (…) de receber a Eucaristia ao menos uma vez em cada ano, se possível no tempo pascal, preparados pelo sacramento da Reconciliação» (Catecismo, 1389). Este preceito eclesiástico indica apenas o mínimo, que nunca será suficiente para desenvolver uma autêntica vida cristã. Por isso, a Igreja «recomenda vivamente aos fiéis que recebam a santa Eucaristia aos domingos e dias de festa, ou ainda mais vezes, mesmo todos os dias» (Catecismo, 1389).
5.4. Ministro da Sagrada Comunhão

O ministro ordinário da Santa Comunhão é o bispo, o presbítero e o diácono[7]. O acólito é ministro extraordinário permanente da distribuição da Comunhão[8]. Podem ser ministros extraordinários da distribuição da Comunhão outros fiéis a que o Bispo do lugar atribuiu a faculdade de distribuir a Eucaristia, quando o julgue necessário na pastoral dos fiéis e não esteja presente um sacerdote, um diácono ou um acólito[9]. «Não está permitido que os fiéis tomem a hóstia consagrada nem o cálice sagrado “por si mesmos, e muito menos que o passem entre si de mão em mão”»[10]. A propósito desta norma, é oportuno considerar que a Comunhão tem valor de signo sagrado; este signo deve manifestar que a Eucaristia é um dom de Deus ao homem; por isso, em condições normais, deve-se distinguir, na distribuição da Eucaristia, entre o ministro que dispensa o dom, oferecido pelo próprio Cristo, e o sujeito que o acolhe com gratidão, na fé e no amor.
5.5. Disposições para receber a Sagrada Comunhão

Disposições da alma. Para comungar dignamente é necessário estar na graça de Deus. «Quem comer o pão ou beber do cálice do Senhor indignamente – proclama S. Paulo –, será réu do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, cada qual a si mesmo e então coma desse pão e beba deste cálice; pois quem come e bebe, sem discernir o corpo do Senhor, come e bebe a própria condenação» (1 Cor 11, 27-29). Portanto, ninguém se deve aproximar da Sagrada Comunhão com a consciência de ter cometido um pecado mortal, por muito contrito que lhe pareça estar, sem a preceder da confissão sacramental (cf. Catecismo, 1385). Para comungar frutuosamente requer-se, além de estar na graça de Deus, um sério empenho em receber o Senhor com a maior devoção possível: preparação (remota e próxima); recolhimento; actos de amor e de reparação, de adoração, de humildade, de acção de graças, etc. Disposições do corpo A reverência interior ante a Sagrada Eucaristia deve-se reflectir também nas disposições do corpo. A Igreja prescreve o jejum. Para os fiéis do rito latino o jejum consiste em se abster de qualquer alimento ou bebida (excepto água ou fármacos) uma hora antes de comungar[11].
 Também se deve cuidar a higiene corporal, o modo de vestir adequado, os gestos de veneração que manifestem respeito e amor ao Senhor, presente no Santíssimo Sacramento, etc. (cf. Catecismo, 1387). O modo tradicional de receber a Sagrada Comunhão no rito latino – fruto da fé, do amor e da piedade plurissecular da Igreja – é de joelhos e na boca. Os motivos que deram origem a este piedoso e antiquíssimo costume continuam plenamente válidos. Também se pode comungar de pé e, nalgumas dioceses do mundo, está permitido – nunca imposto – receber a comunhão na mão[12].
5.6. Idade e preparação para receber a primeira Comunhão

O preceito da comunhão sacramental obriga a partir do uso da razão. Convém prepará-la muito bem e não atrasar a Primeira Comunhão das crianças. «Deixai vir a mim os pequeninos e não os afasteis, porque o Reino de Deus pertence aos que são como eles» (Mc 10, 14) [13]. Para se poder receber a Primeira Comunhão, exige-se que a criança tenha conhecimento, segundo a sua capacidade, dos principais mistérios da nossa fé, e que saiba distinguir o Pão eucarístico do pão vulgar. «Os pais em primeiro lugar, e os que fazem a suas vezes, assim como também o pároco, têm obrigação de procurar que as crianças, que chegaram ao uso da razão, se preparem convenientemente e se nutram, quanto antes, com prévia confissão sacramental, deste alimento divino»[14].
5.7. Efeitos da Sagrada Comunhão

O que o alimento produz no corpo para bem da vida física, assim produz na alma a Eucaristia, de modo infinitamente mais sublime, o bem da vida espiritual. Mas enquanto o alimento se converte na nossa substância corporal, ao recebermos a Sagrada Comunhão, somos nós os que nos convertemos em Cristo: «Não me converterás tu em ti, como a comida na tua carne, mas que tu te converterás em Mim»[15].
Mediante a Eucaristia a nova vida em Cristo, iniciada no crente com o Baptismo (cf. Rm 6, 3-4; Gal 3, 27-28), pode consolidar-se e desenvolver-se até alcançar a sua plenitude (cf. Ef 4, 13), permitindo ao cristão levar a bom termo o ideal enunciado por S. Paulo: «Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim» (Gal 2, 20) [16].
Por conseguinte, a Eucaristia configura-nos com Cristo, faz-nos participantes do ser e da missão do Filho, identifica-nos com as suas intenções e sentimentos, dá-nos a força para amar como Cristo nos pede (cf. Jo 13, 34-35), para inflamar todos os homens e mulheres do nosso tempo com o fogo do amor divino que Ele veio trazer à Terra (cf. Lc 12, 49). Tudo isto deve manifestar-se efectivamente na nossa vida: «Se fomos renovados com a recepção do Corpo do Senhor, temos de o manifestar com obras. Que os nossos pensamentos sejam sinceros: de paz, de entrega, de serviço. Que as nossas palavras sejam verdadeiras, claras, oportunas; que saibam consolar e ajudar, que saibam sobretudo levar aos outros a luz de Deus. Que as nossas acções sejam coerentes, eficazes, acertadas: que tenham esse bonus odor Christi, o bom odor de Cristo, por recordarem o seu modo de Se comportar e de viver» [17].
Na Sagrada Comunhão, Deus aumenta a graça e as virtudes, perdoa os pecados veniais e a pena temporal, preserva dos pecados mortais e concede a perseverança no bem: numa palavra, estreita os laços de união com Ele (cf. Catecismo, 1394-1395). Mas a Eucaristia não foi instituída para o perdão dos pecados mortais; isto é próprio do Sacramento da Confissão (cf. Catecismo, 1395). A Eucaristia fomenta a unidade de todos os cristãos no Senhor, isto é, a unidade da Igreja, Corpo Místico de Cristo (cf. Catecismo, 1396). A Eucaristia é penhor ou garantia da glória futura, ou seja, da ressurreição e da eterna felicidade junto de Deus, Uno e Trino, dos Anjos e de todos os Santos: «Tendo passado deste mundo para o Pai, Cristo deixou-nos na Eucaristia o penhor da glória junto d'Ele: a participação no santo sacrifício identifica-nos com o seu coração, sustenta as nossas forças ao longo da peregrinação desta vida, faz-nos desejar a vida eterna e desde já nos une à Igreja do céu, à Santíssima Virgem e a todos os santos» (Catecismo, 1419).

ÁNGEL GARCÍA IBÁÑEZ
Bibliografia básica
- Catecismo da Igreja Católica, 1373-1405. . - S. João Paulo II, Enc. Ecclesia de Eucharistia, 17-IV-2003, 15; 21-25; 34-46. - Bento XVI, Ex. Ap. Sacramentum caritatis, 22-II-2007, 14-15; 30-32; 66-69. - Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Instrução Redemptionis Sacramentum, 25-III-2004, 80-107; 129-145; 146-160.
Leituras recomendadas
- S. Josemaria, Homilia «Na Festa do Corpo de Deus», em Cristo que Passa, 150-161. - J. Ratzinger, Deus próximo de nós. A Eucaristia centro da vida, Tenacitas, Coimbra 2005, pp. 17-32; 85-132.
- J. Echevarría, Eucaristia e Vida Cristã, Diel, Lisboa 2009, pp. 21-58; 101-188. - J. R. Villar – F. M. Arocena – L. Touze, Eucaristía, en C. Izquierdo (dir.), Diccionario de Teología, Eunsa, Pamplona 2006, pp. 360-361; 366-370.


Notas 

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