31/03/2017

Epístolas de São Paulo – 31

1ª Epístola de São Paulo aos Coríntios

V. OS CARISMAS (12,1-14,40)

Capítulo 13

Cântico do amor

1Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, sou como um bronze que soa ou um címbalo que retine.
2Ainda que eu tenha o dom da profecia e conheça todos os mistérios e toda a ciência, ainda que eu tenha tão grande fé que transporte montanhas, se não tiver amor, nada sou.
3Ainda que eu distribua todos os meus bens e entregue o meu corpo para ser queimado, se não tiver amor, de nada me aproveita.
4O amor é paciente, o amor é prestável, não é invejoso, não é arrogante nem orgulhoso, 5nada faz de inconveniente, não procura o seu próprio interesse, não se irrita nem guarda ressentimento.
6Não se alegra com a injustiça, mas rejubila com a verdade.
7Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
8O amor jamais passará.
As profecias terão o seu fim, o dom das línguas terminará e a ciência vai ser inútil.
9Pois o nosso conhecimento é imperfeito e também imperfeita é a nossa profecia.
10Mas, quando vier o que é perfeito, o que é imperfeito desaparecerá.
11Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança.
Mas, quando me tornei homem, deixei o que era próprio de criança.
12Agora, vemos como num espelho, de maneira confusa; depois, veremos face a face.
Agora, conheço de modo imperfeito; depois, conhecerei como sou conhecido.
13Agora permanecem estas três coisas:

a fé, a esperança e o amor; mas a maior de todas é o amor.

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