07/12/2016

Reflectindo - 213 (a)

Filme

Chega este momento da noite, a hora de jantar - que tanto pode ser às 18.30 como às 21.00 - e aqui estou eu, sozinho, com esta estranha sensação de estar a assistir a um filme que vi milhares de vezes e conheço de cor e salteado.

Não tenho remédio nem solução: vejo o filme uma vez mais!

Há, no entanto, algo muito bom!

Posso parar a bobina quando quero e retomar quando me der na gana.

Não sou nem director de cena nem actor ou pelo menos tento não ser, mas – de há dois anos para cá - simples espectador.

Basta-me.

Penso em tantos que na mesma situação que eu, não têm nenhum filme para ver, ou não vêem porque é filme de terror.

O meu não!

É um filme de amor.



(ama, reflexões, 2016.12.01)

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