14/11/2016

Evangelho e comentário

Tempo Comum

Evangelho: Lc 18, 35-43

35 Sucedeu que, aproximando-se eles de Jericó, estava sentado à beira da estrada um cego a pedir esmola. 36 Ouvindo a multidão que passava, perguntou que era aquilo. 37 Disseram-lhe que era Jesus Nazareno que passava. 38 Então ele clamou: «Jesus, Filho de David, tem piedade de mim!». 39 Os que iam adiante repreendiam-no para que se calasse. Porém, ele, cada vez gritava mais: «Filho de David, tem piedade de mim!». 40 Jesus, parando, mandou que Lho trouxessem. Quando ele chegou, interrogou-o: 41 «Que queres que te faça?». Ele respondeu: «Senhor, que eu veja». 42 Jesus disse-lhe: «Vê; a tua fé te salvou». 43 Imediatamente, recuperou a vista, e foi-O seguindo, glorificando a Deus. Todo o povo, vendo isto, deu louvores a Deus.

Comentário:

A visão é um dos sentidos – talvez – mais importantes.

Graças a ele podemos escolher o melhor caminho, contemplar o que nos rodeia, maravilhar-nos com a natureza, ver aqueles a quem amamos.

Exactamente por isso mesmo temos cuidados redobrados com os nossos olhos e apressamo-nos a recorrer à medicina quando algo não está bem.

E os “olhos da alma”? Temos os mesmos cuidados e pedimos ajuda quando percebemos que vemos o que não deveríamos ver, que nos detemos a mirar o que nem sequer merece a nossa atenção?
Sim, pelos “olhos da alma” entram no nosso coração muitas imagens inúteis, perniciosas atentórias da nossa saúde espiritual.

O médico que pode “tratar-nos” dessa doença é o Director Espiritual, e, evidentemente, a oração confiada e perseverante pedindo ao Senhor a guarda da vista.

Um olhar puro e são é fundamental para ter um coração e uma alma sadios e puros.

(AMA, Comentário sobre Lc 18, 35-43, 27.09.2016)





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