13/08/2015

Defesa da vida

Questões sobre o aborto

2: “Crianças não queridas”?

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Uma dúvida final.

De que modo a mãe que não abortou, porque a lei não o permitiu, tratará o filho?
Vingar-se-á da sociedade no filho?

Para além de estar dentro de um quadro já infeliz, não tenderão a agravar-se as coisas para a criança nascida por uma lei que a mulher-mãe considera odiosa? «O Estado obriga-me a ter um filho - pode dizer - mas não me pode obrigar a amá-lo; proíbe que o maltrate, mas não me obrigará a beijá-lo.»

Reconheçamo-lo: essa atitude pode, infelizmente, verificar-se, sobretudo quando o papel da maternidade é cada vez menos valorizado na sociedade.
Contudo, a minha convicção, apoiada em casos bem reais, é a de que, em pessoas mentalmente sãs, tal atitude, podendo acontecer, não acontece.

A lógica das mães não é, felizmente, a dos defensores do aborto.

(cont)

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