Padroeiros do blog: SÃO PAULO; SÃO TOMÁS DE AQUINO; SÃO FILIPE DE NÉRI; SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ
15/06/2020
O Senhor quer-nos contentes!
Habitua-te a falar cordialmente de tudo e de todos;
em especial dos que trabalham ao serviço de Deus. E, quando isso não for possível,
cala-te! Os simples comentários bruscos ou descuidados também podem raiar a
murmuração ou a difamação. (Sulco, 902)
Torna a olhar de novo para a tua vida e pede perdão
por esse pormenor e aquele outro que saltam imediatamente aos olhos da tua consciência;
pelo mau uso que fazes da língua; por esses pensamentos que giram continuamente
à volta de ti mesmo; por esse juízo crítico consentido que te preocupa
tontamente, causando-te uma contínua inquietação e pesadelo... Podeis ser muito
felizes! O Senhor quer-nos contentes, ébrios de alegria, andando pelos mesmos
caminhos de felicidade que Ele percorreu! Só nos sentimos desgraçados quando
nos empenhamos em sair do caminho e em meter por esse atalho do egoísmo e da
sensualidade; e muito pior ainda se entramos no dos hipócritas.
O cristão tem de manifestar-se autêntico, veraz,
sincero em todas as suas obras. Na sua conduta deve transparecer um espírito: o
de Cristo. Se alguém tem neste mundo a obrigação de mostrar-se consequente, é o
cristão, porque recebeu em depósito, para fazer frutificar esse dom, a verdade
que liberta e salva. Padre, perguntar-me-eis, e como conseguirei essa
sinceridade de vida? Jesus Cristo entregou à sua Igreja todos os meios
necessários: ensinou-nos a rezar, a conviver com o Seu Pai Celestial;
enviou-nos o Seu Espírito, o Grande Desconhecido, que actua na nossa alma;
deixou-nos esses sinais visíveis da graça que são os sacramentos. Usa-os.
Intensifica a tua vida de piedade. Faz oração todos os dias. E não afastes
nunca os teus ombros do peso gostoso da Cruz do Senhor.
Foi Jesus quem te convidou a segui-lo como bom
discípulo, com o fim de realizares a tua passagem pela terra semeando a paz e a
alegria que o mundo não pode dar. Para isso – insisto – tens de andar sem medo
à vida e sem medo à morte, sem fugir a todo o custo da dor que, para o cristão,
é sempre um meio de purificação e ocasião de amar verdadeiramente os seus
irmãos, aproveitando as mil circunstâncias da vida ordinária. (Amigos de Deus, 141)
Temas para reflectir e meditar
Oração de petição 3
Seja
como for a nossa capacidade de definir o que realmente precisamos, não nos
preocupemos em demasia, pois, temos a certeza, que Deus Nosso Senhor sabe muito
bem – muito melhor que nós próprios sabemos – o que realmente nos convém.
Ponhamos,
portanto, nas Suas Mãos Amorosas os nossos pedidos confiando inteiramente na
Sua Justiça.
(AMA,
2019)
Pequena agenda do cristão
PEQUENA AGENDA DO CRISTÃO
(Coisas muito simples, curtas, objectivas)
Propósito:
Sorrir; ser amável; prestar serviço.
Senhor que eu faça "boa cara" que seja alegre e transmita aos outros, principalmente em minha casa, boa disposição.
Senhor que eu sirva sem reserva de intenção de ser recompensado; servir com naturalidade; prestar pequenos ou grandes serviços a todos mesmo àqueles que nada me são. Servir fazendo o que devo sem olhar à minha pretensa “dignidade” ou “importância” “feridas” em serviço discreto ou desprovido de relevo, dando graças pela oportunidade de ser útil.
Lembrar-me:
Papa, Bispos, Sacerdotes.
Que o Senhor assista e vivifique o Papa, santificando-o na terra e não consinta que seja vencido pelos seus inimigos.
Que os Bispos se mantenham firmes na Fé, apascentando a Igreja na fortaleza do Senhor.
Que os Sacerdotes sejam fiéis à sua vocação e guias seguros do Povo de Deus.
Pequeno exame:
Cumpri o propósito que me propus ontem?
14/06/2020
LEITURA ESPIRITUAL
ACTOS
DOS APÓSTOLOS 3
PRIMEIRA
PARTE: A IGREJA DE JERUSALÉM
II .
Actividade apostólica em Jerusalém
Cura de um coxo de nascença
1 Pedro
e João subiam ao templo, para a oração das três horas da tarde. 2 Era para ali
levado um homem, coxo desde o ventre materno, que todos os dias colocavam à
porta do templo, chamada Formosa, para pedir esmola àqueles que entravam. 3 Ao
ver Pedro e João entrarem no templo, pediu-lhes esmola. 4 Pedro, juntamente com
João, olhando-o fixamente, disse-lhe: «Olha para nós.» 5 O coxo tinha os olhos
nos dois, esperando receber alguma coisa deles. 6 Mas Pedro disse-lhe: «Não
tenho ouro nem prata, mas o que tenho, isto te dou: Em nome de Jesus Cristo
Nazareno, levanta-te e anda!» 7 E, segurando-o pela mão direita, ergueu-o. No
mesmo instante, os pés e os artelhos se lhe tornaram firmes. 8 De um salto,
pôs-se de pé, começou a andar e entrou com eles no templo, caminhando, saltando
e louvando a Deus. 9 Todo o povo o viu caminhar e louvar a Deus. 10 Bem o
conheciam, como sendo aquele que costumava sentar-se à Porta Formosa do templo
a mendigar; ficaram cheios de assombro e estupefactos com o que lhe acabava de
suceder. 11 E, como ele não deixasse Pedro e João, todo o povo, cheio de
assombro, se juntou a eles sob o chamado pórtico de Salomão.
Discurso de Pedro
12 Ao
ver isto, Pedro dirigiu a palavra ao povo: «Homens de Israel, porque vos
admirais com isto? Porque nos olhais, como se tivéssemos feito andar este homem
por nosso próprio poder ou piedade,? 13 O Deus de Abraão, de Isaac e Jacob, o
Deus dos nossos pais, glorificou o seu servo Jesus, que vós entregastes e
negastes na presença de Pilatos, estando ele resolvido a libertá-lo. 14 Negastes
o Santo e o Justo e pedistes a libertação de um assassino. 15 Destes a morte ao
Príncipe da Vida, mas Deus ressuscitou-o dos mortos, e disso nós somos
testemunhas. 16 Pela fé no seu nome, este homem, que vedes e conheceis,
recobrou as forças. Foi a fé que dele nos vem que curou completamente este
homem na vossa presença. 17 Agora, irmãos, sei que agistes por ignorância, como
também os vossos chefes. 18 Dessa
forma, Deus cumpriu o que antecipadamente anunciara pela boca de todos os
profetas: que o seu Messias havia de padecer. 19 Arrependei-vos, portanto, e
convertei-vos, para que os vossos pecados sejam apagados; 20 e, assim, o Senhor
vos conceda os tempos de conforto, quando Ele enviar aquele que vos foi
destinado, o Messias Jesus, 21 que deve permanecer no Céu até ao momento da
restauração de todas as coisas, de que Deus falou outrora pela boca dos seus
santos profetas. 22 Moisés disse: 'O Senhor Deus suscitar-vos-á um Profeta como
eu, de entre os vossos irmãos. Escutá-lo-eis em tudo quanto vos disser. 23 Quem
não escutar esse Profeta, será exterminado do meio do povo.' 24 E, por outro
lado, todos os profetas que falaram desde Samuel anunciaram igualmente estes
dias. 25 Vós sois os filhos dos profetas e da aliança que Deus concluiu com os
vossos pais, quando disse a Abraão: 'Na tua descendência serão abençoadas todas
as famílias da Terra.' 26 Foi primeiramente para vós que Deus suscitou o seu
Servo e o enviou para vos abençoar e para se afastar cada um de vós das suas
más acções.»
Uma vez baptizados, somos todos iguais
Afirmas que vais compreendendo a pouco e pouco o que
quer dizer "alma sacerdotal"... Não te zangues se te respondo que os
factos demonstram que o compreendes apenas em teoria. Todos os dias te acontece
o mesmo: ao anoitecer, no exame, tudo são desejos e propósitos; de manhã e à tarde,
no trabalho, tudo são dificuldades e desculpas. Assim vives o "sacerdócio
santo, para oferecer vítimas espirituais, agradáveis a Deus por Jesus
Cristo"? (Sulco, 499)
Na Igreja há igualdade: uma vez baptizados, somos
todos iguais, porque somos filhos do mesmo Deus, Nosso Pai. Como cristãos, não
há qualquer diferença entre o Papa e a última pessoa a incorporar-se na Igreja.
Mas esta igualdade radical não implica a possibilidade de mudar a constituição
da Igreja, naquilo que foi estabelecido por Cristo. Por expressa vontade divina
temos uma diversidade de funções, que comporta também uma capacidade diversa,
um carácter indelével conferido pelo Sacramento da Ordem para os ministros
sagrados. No vértice dessa ordenação está o sucessor de Pedro e, com ele, e sob
ele, todos os bispos: com a sua tríplice missão de santificar, de governar e de
ensinar.
Permitam-me que insista repetidamente: as verdades
de fé e de moral não se determinam por maioria de votos, porque compõem o
depósito – depositum fidei – entregue por Cristo a todos os fiéis e confiado,
na sua exposição e ensino autorizado, ao Magistério da Igreja.
Seria um erro pensar que, pelo facto de os homens já
terem talvez adquirido mais consciência dos laços de solidariedade que
mutuamente os unem, se deva modificar a constituição da Igreja, para a pôr de
acordo com os tempos. Os tempos não são dos homens, quer sejam ou não
eclesiásticos; os tempos são de Deus, que é o Senhor da história. E a Igreja só
poderá proporcionar a salvação às almas, se permanecer fiel a Cristo na sua
constituição, nos seus dogmas, na sua moral. (Amar a Igreja n 30–31)
Temas para reflectir e meditar
O
"pão de cada dia", o necessário, o suficiente para as necessidades
diárias que O Senhor sabe muito bem quais são.
(AMA, reflexão, 09.10.2019)
Pequena agenda do cristão
PEQUENA AGENDA DO CRISTÃO
(Coisas muito simples, curtas, objectivas)
Propósito:
Viver a família.
Senhor, que a minha família seja um espelho da Tua Família em Nazareth, que cada um, absolutamente, contribua para a união de todos pondo de lado diferenças, azedumes, queixas que afastam e escurecem o ambiente. Que os lares de cada um sejam luminosos e alegres.
Lembrar-me:
Cultivar a Fé
São Tomé, prostrado a Teus pés, disse-te: Meu Senhor e meu Deus!
Não tenho pena nem inveja de não ter estado presente. Tu mesmo disseste: Bem-aventurados os que crêem sem terem visto.
E eu creio, Senhor.
Creio firmemente que Tu és o Cristo Redentor que me salvou para a vida eterna, o meu Deus e Senhor a quem quero amar com todas as minhas forças e, a quem ofereço a minha vida. Sou bem pouca coisa, não sei sequer para que me queres mas, se me crias-te é porque tens planos para mim. Quero cumpri-los com todo o meu coração.
Pequeno exame:
Cumpri o propósito que me propus ontem?
13/06/2020
LEITURA ESPIRITUAL
ACTOS
DOS APÓSTOLOS 2
PRIMEIRA
PARTE: A IGREJA DE JERUSALÉM
I .
Pentecostes
Descida do Espírito Santo
1 Quando
chegou o dia do Pentecostes, encontravam-se todos reunidos no mesmo lugar. 2 De
repente, ressoou, vindo do céu, um som comparável ao de forte rajada de vento,
que encheu toda a casa onde eles se encontravam. 3 Viram então aparecer umas
línguas, à maneira de fogo, que se iam dividindo, e poisou uma sobre cada um
deles. 4 Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar outras
línguas, conforme o Espírito lhes inspirava que se exprimissem. 5 Ora, residiam
em Jerusalém judeus piedosos provenientes de todas as nações que há debaixo do
céu. 6 Ao ouvir aquele ruído, a multidão reuniu-se e ficou estupefacta, pois
cada um os ouvia falar na sua própria língua. 7 Atónitos e maravilhados,
diziam: «Mas esses que estão a falar não são todos galileus? 8 Que se passa,
então, para que cada um de nós os oiça falar na nossa língua materna? 9 Partos,
medos, elamitas, habitantes da Mesopotâmia, da Judeia e da Capadócia, do Ponto
e da Ásia, 10 da Frígia e da Panfília, do Egipto e das regiões da Líbia
cirenaica, colonos de Roma, 11 judeus e prosélitos, cretenses e árabes
ouvimo-los anunciar, nas nossas línguas, as maravilhas de Deus!» 12 Estavam
todos assombrados e, sem saber o que pensar, diziam uns aos outros: «Que
significa isto?» 13 Outros, por sua vez, diziam, troçando: «Estão cheios de
vinho doce.»
Discurso de Pedro
14 De
pé, com os Onze, Pedro ergueu a voz e dirigiu-lhes então estas palavras: «Homens
da Judeia e todos vós que residis em Jerusalém, ficai sabendo isto e prestai
atenção às minhas palavras. 15 Não, estes homens não estão embriagados como
imaginais, pois apenas vamos na terceira hora do dia. 16 Mas tudo isto é a
realização do que disse o profeta Joel: 17 'Nos últimos dias, diz o Senhor, derramarei
o meu Espírito sobre toda a criatura. Os vossos filhos e as vossas filhas
hão-de profetizar; os vossos jovens terão visões, e os vossos velhos terão
sonhos. 18 Certamente, sobre os meus servos e as minhas servas derramarei o meu
Espírito, nesses dias, e eles hão-de profetizar. 19 Farei ver prodígios, em
cima, no céu, e sinais, em baixo na terra: sangue, fogo e uma coluna de fumo. 20
O Sol será transformado em trevas e a Lua em sangue, antes de vir o Dia do
Senhor, grande e glorioso. 21 E então, todo aquele que invocar o nome do Senhor
será salvo.' 22 Homens de Israel, escutai estas palavras: Jesus de Nazaré,
Homem acreditado por Deus junto de vós, com milagres, prodígios e sinais que
Deus realizou no meio de vós por seu intermédio, como vós próprios sabeis, 23 este,
depois de entregue, conforme o desígnio imutável e a previsão de Deus, vós o
matastes, cravando-o na cruz pela mão de gente perversa. 24 Mas Deus
ressuscitou-o, libertando-o dos grilhões da morte, pois não era possível que
ficasse sob o domínio da morte. 25 David diz a seu respeito: 'Eu via constantemente
o Senhor diante de mim, porque Ele está à minha direita, a fim de eu não
vacilar. 26 Por isso o meu coração se alegrou e a minha língua exultou; e até a
minha carne repousará na esperança, 27 porque Tu não abandonarás a minha vida
na habitação dos mortos, nem permitirás que o teu Santo conheça a decomposição.
28 Deste-me a conhecer os caminhos da Vida, hás-de encher-me de alegria com a
tua presença.' 29 Irmãos, seja-me permitido falar-vos sem rodeios: o patriarca
David morreu e foi sepultado, e o seu túmulo encontra-se, ainda hoje, entre
nós. 30 Mas, como era profeta e sabia que Deus lhe prometera, sob juramento,
que um dos descendentes do seu sangue havia de sentar-se no seu trono, 31 viu e
proclamou antecipadamente a ressurreição de Cristo por estas palavras: 'Não foi
abandonado na habitação dos mortos e a sua carne não conheceu a decomposição.' 32
Foi este Jesus que Deus ressuscitou, e disto nós somos testemunhas. 33 Tendo
sido elevado pelo poder de Deus, recebeu do Pai o Espírito Santo prometido e
derramou-o como vedes e ouvis. 34 David não subiu aos Céus, mas ele próprio
diz: 'O Senhor disse ao meu Senhor: Senta-te à minha direita, 35 até Eu pôr os
teus inimigos por estrado dos teus pés.' 36 Saiba toda a casa de Israel, com
absoluta certeza, que Deus estabeleceu como Senhor e Messias a esse Jesus por
vós crucificado.» [1]
Primeiras conversões
37 Ouvindo
estas palavras, ficaram emocionados até ao fundo do coração e perguntaram a
Pedro e aos outros Apóstolos: «Que havemos de fazer, irmãos?». 38 Pedro
respondeu-lhes: «Convertei-vos e peça cada um o baptismo em nome de Jesus
Cristo, para a remissão dos seus pecados; recebereis, então, o dom do Espírito
Santo.[2] 39 Na
verdade, a promessa de Deus é para vós, para os vossos filhos, assim como para
todos os que estão longe: para todos os que o Senhor nosso Deus quiser chamar.»
40 Com estas e muitas outras palavras, Pedro exortava-os e dizia-lhes:
«Afastai-vos desta geração perversa.» 41 Os que aceitaram a sua palavra
receberam o baptismo e, naquele dia, juntaram-se a eles cerca de três mil
pessoas. 42 Eram assíduos ao ensino dos Apóstolos, à união fraterna, à fracção
do pão e às orações. 43 Perante os inumeráveis prodígios e milagres realizados
pelos Apóstolos, o temor dominava todos os espíritos. 44 Todos os crentes
viviam unidos e possuíam tudo em comum. 45 Vendiam terras e outros bens e
distribuíam o dinheiro por todos, de acordo com as necessidades de cada um. 46 Como
se tivessem uma só alma, frequentavam diariamente o templo, partiam o pão em
suas casas e tomavam o alimento com alegria e simplicidade de coração. 47 Louvavam
a Deus e tinham a simpatia de todo o povo. E o Senhor aumentava, todos os dias,
o número dos que tinham entrado no caminho da salvação.
Semeadores de paz e de alegria
Ris-te porque te digo que tens "vocação
matrimonial"? - Pois é verdade: assim mesmo, vocação. Pede a S. Rafael que
te conduza castamente ao termo do caminho, como a Tobias. (Caminho, 27)
É muito importante que o sentido vocacional do
matrimónio nunca falte, tanto na catequese e na pregação como na consciência
daqueles a quem Deus quer levar por esse caminho, porque estão real e
verdadeiramente chamados a integrar-se nos desígnios divinos da salvação de
todos os homens.
Por isso, talvez não possa apresentar-se aos esposos
cristãos melhor modelo que o das famílias dos tempos apostólicos: o centurião
Cornélio, que foi dócil à vontade de Deus e em cuja casa se consumou a abertura
da Igreja aos gentios; Áquila e Priscila, que difundiram o cristianismo em
Corinto e em Éfeso, e que colaboraram no apostolado de São Paulo; Tabita, que
com a sua caridade assistiu aos necessitados de Jope... E tantos outros lares
de judeus e de gentios, de gregos e de romanos, nos quais lançou raízes a
pregação dos primeiros discípulos do Senhor.
Famílias que viveram de Cristo e que deram a
conhecer Cristo. Pequenas comunidades cristãs que foram centros de irradiação
da mensagem evangélica. Lares iguais aos outros lares daqueles tempos, mas
animados de um espírito novo que contagiava aqueles que os conheciam e com eles
conviviam. Assim foram os primeiros cristãos e assim havemos de ser os cristãos
de hoje: semeadores de paz e de alegria, da paz e da alegria que Cristo nos
trouxe. (Cristo que passa, 30)
Temas para reflectir e meditar
VIDA INTERIORNa cidadela da própria vida interior, o defeito dominante é o ponto débil, o lugar desguarnecido.
O inimigo das almas procura precisamente, em cada um, esse ponto débil, facilmente vulnerável, e com facilidade o encontra.
Por conseguinte, nós também devemos conhecê-lo.
(R. Garrigou-Lagrange, Las três edades de la vida interior, Vol. I, nr. 367, trad ama)
Pequena agenda do cristão
PEQUENA AGENDA DO CRISTÃO
(Coisas muito simples, curtas, objectivas)
Propósito:
Honrar a Santíssima Virgem.
A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador, porque pôs os olhos na humildade da Sua serva, de hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações. O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas, santo é o Seu nome. O Seu Amor se estende de geração em geração sobre os que O temem. Manifestou o poder do Seu braço, derrubou os poderosos do seu trono e exaltou os humildes, aos famintos encheu de bens e aos ricos despediu de mãos vazias. Acolheu a Israel Seu servo, lembrado da Sua misericórdia, como tinha prometido a Abraão e à sua descendência para sempre.
Lembrar-me:
Santíssima Virgem Mãe de Deus e minha Mãe.
Minha querida Mãe: Hoje queria oferecer-te um presente que te fosse agradável e que, de algum modo, significasse o amor e o carinho que sinto pela tua excelsa pessoa.
Não encontro, pobre de mim, nada mais que isto: O desejo profundo e sincero de me entregar nas tuas mãos de Mãe para que me leves a Teu Divino Filho Jesus. Sim, protegido pelo teu manto protector, guiado pela tua mão providencial, não me desviarei no caminho da salvação.
Pequeno exame:
Cumpri o propósito que me propus ontem?
Orações sugeridas:
Doutrina – 536
O SACRAMENTO DA UNÇÃO DOS ENFERMOS
319.
Quais são os efeitos deste sacramento?
CIC: 1520
– 1523 - 1532
Ele
confere uma graça especial que une mais intimamente o doente à Paixão de
Cristo, para o seu bem e de toda a Igreja, dando-lhe conforto, paz, coragem, e
também o perdão dos pecados, se o doente não se pode confessar. Este sacramento
consente por vezes, se for a vontade de Deus, também a recuperação da saúde
física. Em todo o caso, esta Unção prepara o doente para a passagem à Casa do
Pai.
12/06/2020
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