26/03/2019

El Reto del Amor











por El Reto del amor

Temas para reflectir e meditar

Vida humana



O fracasso dos que não crêem: vivem a vida porque nasceram, quando a vida deve ser vivida por se ter de morrer.



(joão mohanaSofrer e amar, Livros do Brasil, p. 67)


Evangelho e comentário




TEMPO DA QUARESMA




Evangelho: Mt 18, 21-35

21 Então, Pedro aproximou-se e perguntou-lhe: «Senhor, se o meu irmão me ofender, quantas vezes lhe deverei perdoar? Até sete vezes?» 22 Jesus respondeu: «Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. 23 Por isso, o Reino do Céu é comparável a um rei que quis ajustar contas com os seus servos. 24 Logo ao princípio, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos. 25 Não tendo com que pagar, o senhor ordenou que fosse vendido com a mulher, os filhos e todos os seus bens, a fim de pagar a dívida. 26 O servo lançou-se, então, aos seus pés, dizendo: ‘Concede-me um prazo e tudo te pagarei.’ 27 Levado pela compaixão, o senhor daquele servo mandou-o em liberdade e perdoou-lhe a dívida. 28 Ao sair, o servo encontrou um dos seus companheiros que lhe devia cem denários. Segurando-o, apertou-lhe o pescoço e sufocava-o, dizendo: ‘Paga o que me deves!’ 29 O seu companheiro caiu a seus pés, suplicando: ‘Concede-me um prazo que eu te pagarei.’ 30 Mas ele não concordou e mandou-o prender, até que pagasse tudo quanto lhe devia. 31 Ao verem o que tinha acontecido, os outros companheiros, contristados, foram contá-lo ao seu senhor. 32 O senhor mandou-o, então, chamar e disse-lhe: ‘Servo mau, perdoei-te tudo o que me devias, porque assim mo suplicaste; 33 não devias também ter piedade do teu companheiro, como eu tive de ti?’ 34 E o senhor, indignado, entregou-o aos verdugos até que pagasse tudo o que devia. 35 Assim procederá convosco meu Pai celeste, se cada um de vós não perdoar ao seu irmão do íntimo do coração.»


Comentário:

O que o Senhor quer dizer na resposta a Pedro contando a parábola que acabámos de ler, é que devemos perdoar como Deus Nosso Senhor nos perdoa.

Isto é… SEMPRE!

Não interessa nem a gravidade da ofensa nem a repetição da mesma – ou outras – de qualquer importância.
O cristão ofendido está pronto a perdoar até para que o que diz no Pai-Nosso seja verdadeiro e coerente.

(AMA, comentário sobre Mt 18, 21-35, 14.12.2018)

Serenidade. – Por que te zangas?


Serenidade. – Por que te zangas, se zangando-te ofendes a Deus, incomodas os outros, passas tu mesmo um mau bocado... e por fim tens de te acalmar? (Caminho, 8)


Isso mesmo que disseste, di-lo noutro tom, sem ira, e ganhará força o teu raciocínio e, sobretudo não ofenderás a Deus. (Caminho, 9)

Não repreendas quando sentes a indignação pela falta cometida. – Espera pelo dia seguinte, ou mais tempo ainda. – E depois, tranquilo e com a intenção purificada, não deixes de repreender. – Conseguirás mais com uma palavra afectuosa, do que ralhando três horas. – Modera o teu génio. (Caminho, 10)

Quando realmente te abandonares no Senhor, aprenderás a contentar-te com o que suceder, e a não perder a serenidade, se as tarefas – apesar de teres posto todo o teu empenho e empregado os meios convenientes – não saem a teu gosto... Porque terão "saído" como convém a Deus que saiam. (Sulco, 860)

Sendo para bem do próximo, não te cales, mas fala de modo amável, sem destemperança nem aborrecimento. (Forja, 960)

Pequena agenda do cristão


TeRÇa-Feira


(Coisas muito simples, curtas, objectivas)




Propósito:

Aplicação no trabalho.

Senhor, ajuda-me a fazer o que devo, quando devo, empenhando-me em fazê-lo bem feito para to poder oferecer.

Lembrar-me:
Os que estão sem trabalho.

Senhor, lembra-te de tantos e tantas que procuram trabalho e não o encontram, provê às suas necessidades, dá-lhes esperança e confiança.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?





Leitura espiritual

EXORTAÇÃO APOSTÓLICA PÓS-SINODAL

AMORIS LÆTITIA

DO SANTO PADRE FRANCISCO

AOS BISPOS AOS PRESBÍTEROS E AOS DIÁCONOS

ÀS PESSOAS CONSAGRADAS AOS ESPOSOS CRISTÃOS E A TODOS OS FIÉIS LEIGOS SOBRE O AMOR NA FAMÍLIA 



CAPÍTULO V

O AMOR QUE SE TORNA FECUNDO

Os idosos.

«Não me rejeites no tempo da velhice; não me abandones, quando já não tiver forças»[i].
É o brado do idoso, que teme o esquecimento e o desprezo. Assim como Deus nos convida a ser seus instrumentos para escutar a súplica dos pobres, assim também espera que ouçamos o brado dos idosos.
Isto interpela as famílias e as comunidades, porque «a Igreja não pode nem quer conformar-se com uma mentalidade de impaciência, e muito menos de indiferença e desprezo, em relação à velhice. Devemos despertar o sentido colectivo de gratidão, apreço, hospitalidade, que faça o idoso sentir-se parte viva da sua comunidade.[ii]
Os idosos são homens e mulheres, pais e mães que, antes de nós, percorreram o nosso próprio caminho, estiveram na nossa mesma casa, combateram a nossa mesma batalha diária por uma vida digna.
Por isso, «como gostaria de uma Igreja que desafia a cultura do descarte com a alegria transbordante dum novo abraço entre jovens e idosos!»
São João Paulo II convidou-nos a prestar atenção ao lugar do idoso na família, porque há culturas que, «especialmente depois dum desenvolvimento industrial e urbanístico desordenado, forçaram, e continuam a forçar, os idosos a situações inaceitáveis de marginalização».
Os idosos ajudam a perceber «a continuidade das gerações», com «o carisma de lançar uma ponte» entre elas. Muitas vezes são os avós que asseguram a transmissão dos grandes valores aos seus netos, e «muitas pessoas podem constatar que devem a sua iniciação na vida cristã precisamente aos avós».
As suas palavras, as suas carícias ou a simples presença ajudam as crianças a reconhecer que a história não começa com elas, que são herdeiras dum longo caminho e que é necessário respeitar o fundamento que as precede.[iii]
Quem quebra os laços com a história terá dificuldade em tecer relações estáveis e reconhecer que não é o dono da realidade. Com efeito, «a atenção aos idosos distingue uma civilização. Numa civilização, presta-se atenção ao idoso? Há lugar para o idoso? Esta civilização irá em frente, se souber respeitar a sabedoria dos idosos».

A falta de memória histórica é um defeito grave da nossa sociedade. É a mentalidade imatura do «já está ultrapassado».
Conhecer e ser capaz de tomar posição perante os acontecimentos passados é a única possibilidade de construir um futuro que tenha sentido. Não se pode educar sem memória: «Recordai os dias passados»[iv]. As histórias dos idosos fazem muito bem às crianças e aos jovens, porque os ligam à história vivida tanto pela família como pela vizinhança e o país. Uma família que não respeita nem cuida dos seus avós, que são a sua memória viva, é uma família desintegrada; mas uma família que recorda é uma família com futuro. Por isso, «numa civilização em que não há espaço para os idosos ou onde eles são descartados porque criam problemas, tal sociedade traz em si o vírus da morte»,[v] porque «se separa das próprias raízes».
O fenómeno contemporâneo de sentir-se órfão, em termos de descontinuidade, desenraizamento e perda das certezas que dão forma à vida, desafia-nos a fazer das nossas famílias um lugar onde as crianças possam lançar raízes no terreno duma história colectiva.

Ser irmão.

A relação entre os irmãos aprofunda-se com o passar do tempo, e «o laço de fraternidade que se forma na família entre os filhos, quando se verifica num clima de educação para a abertura aos outros, é uma grande escola de liberdade e de paz. Em família, entre irmãos, aprendemos a convivência humana (…). Talvez nem sempre estejamos conscientes disto, mas é precisamente a família que introduz a fraternidade no mundo. A partir desta primeira experiência de fraternidade, alimentada pelos afectos e pela educação familiar, o estilo da fraternidade irradia-se como uma promessa sobre a sociedade inteira».
Crescer entre irmãos proporciona a bela experiência de cuidar uns dos outros, de ajudar e ser ajudado. Por isso, «a fraternidade na família, resplandece de modo especial quando vemos a solicitude, a paciência e o carinho com que é circundado o irmãozinho ou a irmãzinha mais frágil, doente ou deficiente».[vi]

Faz falta reconhecer que «ter um irmão, uma irmã que te ama é uma experiência forte, inestimável, insubstituível», mas é preciso ensinar, com paciência, os filhos a tratar-se como irmãos. Esta aprendizagem, por vezes fadigosa, é uma verdadeira escola de sociabilidade. Nalguns países, existe uma forte tendência para ter apenas um filho, pelo que a experiência de ser irmão começa a ser rara. Nos casos em que não se pôde ter mais de um filho, é preciso encontrar formas de a criança não crescer sozinha ou isolada.

Um coração grande.

Com efeito, além do círculo pequeno formado pelos cônjuges e seus filhos, temos a família alargada, que não pode ser ignorada. Com efeito, «o amor entre o homem e a mulher no matrimónio e, de forma derivada e ampla, o amor entre os membros da mesma família – entre pais e filhos, entre irmãos e irmãs, entre parentes e familiares – é animado e impelido por um dinamismo interior e incessante, que leva a família a uma comunhão sempre mais profunda e intensa, fundamento e alma da comunidade conjugal e familiar».[vii]

Aí se integram também os amigos e as famílias amigas, e mesmo as comunidades de famílias que se apoiam mutuamente nas suas dificuldades, no seu compromisso social e na fé. Esta família alargada deveria acolher, com tanto amor, as mães solteiras, as crianças sem pais, as mulheres abandonadas que devem continuar a educação dos seus filhos, as pessoas deficientes que requerem muito carinho e proximidade, os jovens que lutam contra uma dependência, as pessoas solteiras, separadas ou viúvas que sofrem a solidão, os idosos e os doentes que não recebem o apoio dos seus filhos, até incluir no seio dela «mesmo os mais desastrados nos comportamentos da sua vida».
E pode também ajudar a compensar as fragilidades dos pais, ou a descobrir e denunciar a tempo possíveis situações de violência ou mesmo de abuso sofridas pelas crianças, dando-lhes um amor sadio e um sustentáculo familiar, quando os seus pais não o podem assegurar.
Por fim, não se pode esquecer que, nesta família alargada, estão também o sogro, a sogra e todos os parentes do cônjuge. Uma delicadeza própria do amor é evitar vê-los como concorrentes, como pessoas perigosas, como invasores.[viii]
A união conjugal exige que se respeite as suas tradições e costumes, se procure compreender a sua linguagem, evitar maledicências, cuidar deles e integrá-los dalguma forma no próprio coração, embora se deva preservar a legítima autonomia e a intimidade do casal. Estas atitudes são também uma excelente maneira de exprimir a generosidade da dedicação amorosa ao próprio cônjuge.

(cont)

(revisão da versão portuguesa por AMA)


[i] (Sl 71/70, 9)
[ii] Cf. Relatio Finalis 2015, 17-18.
[iii] Francisco, Catequese (4 de Março de 2015): L’Osservatore Romano (ed. semanal portuguesa de 05/III/2015), 16. Catequese (11 de Março de 2015): L’Osservatore Romano (ed. semanal portuguesa de 12/III/2015), 16. 214 Exort. ap. Familiaris consortio (22 de Novembro de 1981), 27: AAS 74 (1982), 113. Discurso aos participantes no «Fórum Internacional sobre o Envelhecimento Activo» (5 de Setembro de 1980), 5: Insegnamenti 3/2 (1980), 539; L’Osservatore Romano (ed. semanal portuguesa de 21/IX/1980), 14. 216 Relatio Finalis 2015, 18.
[iv] (Heb 10, 32)
[v] Francisco, Catequese (4 de Março de 2015): L’Osservatore Romano (ed. semanal portuguesa de 05/III/2015), 16.
[vi] Discurso no Encontro com os Idosos (28 de Setembro de 2014): L’Osservatore Romano (ed. semanal portuguesa de 02/X/2014), 8. 220 Idem, Catequese (18 de Fevereiro de 2015): L’Osservatore Romano (ed. semanal portuguesa de 19/II/2015), 20.
[vii] Discurso no Encontro com os Idosos (28 de Setembro de 2014): L’Osservatore Romano (ed. semanal portuguesa de 02/X/2014), 8. 220 Idem, Catequese (18 de Fevereiro de 2015): L’Osservatore Romano (ed. semanal portuguesa de 19/II/2015), 20.
[viii] João Paulo II, Exort. ap. Familiaris consortio (22 de Novembro de 1981), 18: AAS 74 (1982), 101. 224 Francisco, Catequese (7 de Outubro de 2015): L’Osservatore Romano (ed. semanal portuguesa de 08/X/2015), 24.

25/03/2019

Mês de Março


Propósito

Praticamente no fim, o mês de Março deste ano de 2019 deixou como que um rasto de coisas boas que fizemos e, talvez, outras não tão boas que quase sem dar por isso consentimos em fazer.


Resta-nos ainda uma semana para reparar e corrigir e, uma semana é tempo mais que suficiente para levarmos a cabo muitas coisas que, talvez por serem pequenas ou de pouco relevo, deixamos para trás.

Não esqueçamos que tudo o que é grande e importante nasce pequeno e sem relevo, de contrário seria no mínimo monstruoso e sem utilidade.

Vamos, com alegria e determinação fazer o que nos parece deva ser feito, não para “cumprir um objectivo”, mas para contentar o Senhor e oferecer-lhe o que temos.

A nossa vontade e o nosso amor incondicionais.

AMA, 2019

A força do Silêncio, 147





O silêncio da memória é a paz da alma e do coração.


O silêncio da memória é um homem livre e recto.



CARDEAL ROBERT SARAH

El Reto del Amor
















por El Reto del amor

Temas para reflectir e meditar

Oração contínua


Jesus demonstrou, no Evangelho segundo S. Lucas, como a oração contínua pode mudar a nossa situação.



(anselm grunA incompreensível existência de Deus, Paulinas, p. 75)

Evangelho e comentário




TEMPO DA QUARESMA



ANUNCIAÇÃO DO SENHOR

Evangelho: Lc 1, 26-38

26 Ao sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia chamada Nazaré, 27 a uma virgem desposada com um homem chamado José, da casa de David; e o nome da virgem era Maria. 28 Ao entrar em casa dela, o anjo disse-lhe: «Salve, ó cheia de graça, o Senhor está contigo.» 29 Ao ouvir estas palavras, ela perturbou-se e inquiria de si própria o que significava tal saudação. 30 Disse-lhe o anjo: «Maria, não temas, pois achaste graça diante de Deus. 31 Hás-de conceber no teu seio e dar à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus. 32 Será grande e vai chamar-se Filho do Altíssimo. O Senhor Deus vai dar-lhe o trono de seu pai David, 33 reinará eternamente sobre a casa de Jacob e o seu reinado não terá fim.» 34 Maria disse ao anjo: «Como será isso, se eu não conheço homem?» 35 O anjo respondeu-lhe: «O Espírito Santo virá sobre ti e a força do Altíssimo estenderá sobre ti a sua sombra. Por isso, aquele que vai nascer é Santo e será chamado Filho de Deus. 36 Também a tua parente Isabel concebeu um filho na sua velhice e já está no sexto mês, ela, a quem chamavam estéril, 37 porque nada é impossível a Deus.» 38 Maria disse, então: «Eis a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra.» E o anjo retirou-se de junto dela.

Comentário:

Ah! Senhora minha, minha Mãe do Céu!
Como eu te admiro e me sinto o mais feliz dos homens por teres aceite ser a Mãe do Salvador!
Sem o teu “fiat” pronto e simples, tornaste-me, também a mim, teu Filho em que a Bondade e Misericórdia de Jesus, pendente da Cruz onde dava a vida pela salvação da humanidade, te entregou a João como sua mãe.

De certa forma, Senhora, nasci da Cruz da redenção e por isso mesmo me recolhes nos teus braços amorosos para me protegeres e embalares carinhosamente.
Algumas das tuas lágrimas caíram sobre mim e são essas graças que me permitem viver como vivo, bem agarrado ao teu manto protector.

Senhora minha, minha Querida Mãe: Hoje neste dia tão especial que todos no Céu e na terra louvam e rejubilam com a tua Imaculada Conceição, atrevo-me a pedir-te – e tanto… tanto te devo – que me ajudes a seguir as tuas indicações “fazendo tudo quanto o Teu Filho quiser que faça” e, como em Caná, eu possa ser esse servo obediente e solícito que desejas que seja.

Atrevo-me a pedir-te uma vez mais que quero ser melhor para poder ganhar esse Céu de onde me abençoas.


(AMA, comentário sobre, Lc 1, 26-38, 08.12.2018)  


Para ti estudar é uma obrigação grave


Oras, mortificas-te, trabalhas em mil coisas de apostolado..., mas não estudas. – Então, não serves, se não mudas. O estudo, a formação profissional, seja qual for, entre nós é obrigação grave. (Caminho, 335)

Se tens de servir a Deus com a tua inteligência, para ti estudar é uma obrigação grave. (Caminho, 336)

Frequentas os Sacramentos, fazes oração, és casto... e não estudas... – Não me digas que és bom; és apenas bonzinho. (Caminho, 337)

Pequena agenda do cristão

SeGUNDa-Feira



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Sorrir; ser amável; prestar serviço.

Senhor que eu faça "boa cara" que seja alegre e transmita aos outros, principalmente em minha casa, boa disposição.

Senhor que eu sirva sem reserva de intenção de ser recompensado; servir com naturalidade; prestar pequenos ou grandes serviços a todos mesmo àqueles que nada me são. Servir fazendo o que devo sem olhar à minha pretensa “dignidade” ou “importância” “feridas” em serviço discreto ou desprovido de relevo, dando graças pela oportunidade de ser útil.

Lembrar-me:
Papa, Bispos, Sacerdotes.

Que o Senhor assista e vivifique o Papa, santificando-o na terra e não consinta que seja vencido pelos seus inimigos.

Que os Bispos se mantenham firmes na Fé, apascentando a Igreja na fortaleza do Senhor.

Que os Sacerdotes sejam fiéis à sua vocação e guias seguros do Povo de Deus.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?