23/02/2019

Temas para reflectir e meditar

Esterilidade


Também tu deves guardar-te de ser árvore estéril, para poder oferecer a Jesus, que se fez pobre, o fruto de que tem necessidade.




(S. Beda, Comentário ao Evangelho de São Marcos, 11,11-26)

Máter Fátima, un gran encuentro mundial para compartir el mensaje de la Virgen

Máter Fátima, un gran encuentro mundial para compartir el mensaje de la Virgen: Rosario, Adoración y Consagración a María

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En este gran encuentro se hará Adoración, se rezará el Rosario en varios idiomas y luego habrá una consagración al Inmaculado Corazón de María
Orar a María por el mundo. “Rezad el Rosario todos los días para alcanzar la paz del mundo y el fin de la guerra”, pidió la Virgen María a los pastorcitos en sus apariciones en Fátima. Más de un siglo después, Mater Fátima convoca a creyentes a un gran encuentro de oración y adoración que se celebrará en el centenario de la muerte de San Francisco y Santa Jacinta Marto, dos de los tres videntes junto a su prima Lucía. La primera gran cita se producirá el 4 de abril de 2019, centenario de la partida al cielo de Francisco, y el 20 de febrero de 2020, el de Jacinta.
De este modo, la parroquia de Fátima a través de esta iniciativa y con el apoyo del cardenal Antonio Marto, obispo de Leiria-Fátima, así como del propio santuario, ha invitado al mundo a una adoración eucarística donde se rezará el Rosario en varios idiomas. Al final se hará una consagración al Inmaculado Corazón de María.
“Una oportunidad para compartir la alegría de la fe”
Esta gran celebración se llevará a cabo en la parroquia de Fátima, y está invitado todo aquel que busque “consuelo, esperanza, paz y reconciliación”, pues según los organizadores “es una oportunidad para quienes quieran compartir la alegría de su fe en un mundo necesitado de Dios”.
Pero para todo aquel que no pueda viajar hasta Fátima hay otras formas de participar uniéndose espiritualmente a este encuentro en catedrales, parroquias, colegios o instituciones de todo el mundo que lo deseen rezando el Rosario y estando en comunión con Mater Fátima.
Una invitación a todos los estratos y grupos de la sociedad
Los organizadores afirman que en este gran evento participarán cardenales, obispos, parroquias, santuarios, congregaciones religiosas, grupos de oración, universidades y hospitales. También se han adherido empresas, fábricas, bancos, medios de comunicación, asociaciones culturales, fundaciones, jóvenes, niños, familias, centros penitenciarios, geriátricos, deportistas y hasta militares.
Siguiendo así la petición de la Virgen, estas serán las intenciones por las que se rezará este Rosario a nivel mundial el próximo 4 de abril de este 2019 y más adelante el 20 de febrero de 2020:
  1. Paz en el mundo, por el Santo Padre y por el fin del aborto.
  2. Conversión de los pobres pecadores.
  3. Reparación de los corazones de Jesús y María.
  4. Conversión de Rusia.
  5. Interceder por las almas del Purgatorio.
“Nunca te dejaré. Mi Inmaculado Corazón será tu refugio y el camino que te conducirá a Dios”, dijo la Virgen a los pastorcitos. A Él se encomendarán en pocas semanas miles de personas desde Fátima y otras tantas en comunión desde todos los rincones del mundo.
Para más información sobre el encuentro Mater Fátima pinche AQUÍ
María, Puerta del Cielo, ruega por nosotros

El Reto del Amor








por El Reto del amor

Evangelho e comentário


TEMPO COMUM




Evangelho: Mc 9, 2-13

2 Seis dias depois, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João e levou-os, só a eles, a um monte elevado. E transfigurou-se diante deles. 3 As suas vestes tornaram-se resplandecentes, de tal brancura que lavadeira alguma da terra as poderia branquear assim. 4 Apareceu-lhes Elias, juntamente com Moisés, e ambos falavam com Ele. 5 Tomando a palavra, Pedro disse a Jesus: «Mestre, bom é estarmos aqui; façamos três tendas: uma para ti, uma para Moisés e uma para Elias.» 6 Não sabia que dizer, pois estavam assombrados. 7 Formou-se, então, uma nuvem que os cobriu com a sua sombra, e da nuvem fez-se ouvir uma voz: «Este é o meu Filho muito amado. Escutai-o.» 8 De repente, olhando em redor, já não viram ninguém, a não ser só Jesus, com eles. 9 Ao descerem do monte, ordenou-lhes que a ninguém contassem o que tinham visto, senão depois de o Filho do Homem ter ressuscitado dos mortos. 10 Eles guardaram a recomendação, discutindo uns com os outros o que seria ressuscitar de entre os mortos. 11 E fizeram-lhe esta pergunta: «Porque afirmam os doutores da Lei que primeiro há-de vir Elias?» 12 Jesus respondeu-lhes: «Sim; Elias, vindo primeiro, restabelecerá todas as coisas; porém, não dizem as Escrituras que o Filho do Homem tem de padecer muito e ser desprezado? 13 Pois bem, digo-vos que Elias já veio e fizeram dele tudo o que quiseram, conforme está escrito.»

Comentário:

Este episódio da Transfiguração do Senhor é de tal forma insólito e inesperado que os Apóstolos que a ele assistiram ficam verdadeiramente assombrados.
Como ficaríamos nós se Jesus nos aparecesse assim revestido da Sua Glória e Majestade?
Mas, pensemos: este mesmo Senhor vem até nós sob a forma humilde de pão e de vinho.
E podemos recebe-lo na Comunhão Eucarística sendo, portanto, mais afortunados que eles.
Não vemos o Seu vulto mas comungamos o Seu Corpo.

Como devemos aspirar por esse dia em que contemplaremos para sempre a Sua Face!

Vultum tuum domine requiram!


(AMA, comentário sobre Mc 9, 2-10, 06.08.2018)


Sejamos sempre selvaticamente sinceros


Se o demónio mudo – de que nos fala o Evangelho – se meter na alma, deita tudo a perder. Mas, se o expulsarmos imediatamente, tudo sai bem, anda-se feliz, tudo corre bem. Propósito firme: "sinceridade selvagem" na direcção espiritual, com educação delicada..., e que essa sinceridade seja imediata. (Forja, 127)

Volto a afirmar que todos temos misérias. Isso, porém, não é razão para nos afastarmos do Amor de Deus. É, sim, estímulo para nos acolhermos a esse Amor, para nos acolhermos à protecção da bondade divina, como os antigos guerreiros se metiam dentro da sua armadura. Esse ecce ego, quia vocasti me, conta comigo porque me chamaste, é a nossa defesa. Não devemos fugir de Deus quando descobrimos as nossas fraquezas, mas devemos combatê-las, precisamente porque Deus confia em nós.

Como é que conseguiremos superar estas coisas mesquinhas? Insisto neste ponto, porque ele se reveste de importância capital: com humildade e sinceridade na direcção espiritual e no sacramento da Penitência. Ide aos que vos dirigem espiritualmente, com o coração aberto. Não o fecheis porque, se se mete o demónio mudo pelo meio, depois é difícil lançá-lo fora.

Perdoai-me a insistência, mas julgo imprescindível que fique gravado a fogo nas vossas inteligências que a humildade e a sua consequência imediata a sinceridade, se ligam com os outros meios de luta e fundamentam a eficácia da vitória. Se a tentação de esconder alguma coisa se infiltra na alma, deita tudo a perder; se, pelo contrário, é vencida imediatamente, tudo corre bem, somos felizes e a vida caminha rectamente. Sejamos sempre selvaticamente sinceros, embora com modos prudentemente educados.

Quero dizer-vos com toda a clareza que me preocupa muito mais a soberba do que o coração e a carne. Sede humildes! Sempre que estiverdes convencidos de que tendes toda a razão, é porque não tendes nenhuma. Ide à direcção espiritual com a alma aberta. Não a fecheis, porque então intromete-se o demónio mudo e é muito difícil expulsá-lo.

Lembrai-vos do pobre endemoninhado que os discípulos não conseguiram libertar. Só o Senhor o pôde fazer com oração e jejum. Naquela altura o Mestre realizou três milagres. O primeiro foi fazê-lo ouvir, porque quando o demónio mudo nos domina, a alma fica surda; o segundo foi fazê-lo falar; e o terceiro foi expulsar o diabo. (Amigos de Deus, nn. 187–188)

Pequena agenda do cristão

SÁBADO



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Honrar a Santíssima Virgem.

A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador, porque pôs os olhos na humildade da Sua serva, de hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações. O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas, santo é o Seu nome. O Seu Amor se estende de geração em geração sobre os que O temem. Manifestou o poder do Seu braço, derrubou os poderosos do seu trono e exaltou os humildes, aos famintos encheu de bens e aos ricos despediu de mãos vazias. Acolheu a Israel Seu servo, lembrado da Sua misericórdia, como tinha prometido a Abraão e à sua descendência para sempre.

Lembrar-me:

Santíssima Virgem Mãe de Deus e minha Mãe.

Minha querida Mãe: Hoje queria oferecer-te um presente que te fosse agradável e que, de algum modo, significasse o amor e o carinho que sinto pela tua excelsa pessoa.
Não encontro, pobre de mim, nada mais que isto: O desejo profundo e sincero de me entregar nas tuas mãos de Mãe para que me leves a Teu Divino Filho Jesus. Sim, protegido pelo teu manto protector, guiado pela tua mão providencial, não me desviarei no caminho da salvação.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?





22/02/2019

El Reto del Amor







por el Reto del Amor




Evangelho e comentário


TEMPO COMUM



Cadeira de São Pedro

Evangelho: Mt 16, 13-19

13 Tendo chegado à região de Cesareia de Filipe, Jesus interrogou os Seus discípulos, dizendo: «Quem dizem os homens que é o Filho do Homem?». 14 Eles responde­ram: «Uns dizem que é João Baptista, outros que é Elias, outros que é Jeremias ou algum dos profetas». 15 Jesus disse-lhes: «E vós quem di­zeis que Eu sou?». 16 Respondendo Simão Pedro, disse: «Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo». 17 Respondendo Jesus, disse-lhe: «Bem-aventu­rado és, Simão filho de João, porque não foi a carne e o sangue que to revelaram, mas Meu Pai que está nos céus. 18 E Eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a Minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. 19 Eu te darei as chaves do Reino dos Céus; e tudo o que ligares sobre a terra, será ligado também nos céus, e tudo o que desatares sobre a terra, será desatado também nos céus».

Comentário:

Jesus Cristo quer confirmar os Seus Apóstolos na Fé na Sua Divindade.
Que a tenham absolutamente claro e seguro que Ele é o Filho Unigénito de Deus, a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade que veio ao mundo para redimir a humanidade inteira e instaurar o Reino de Deus.

Para nós, cristãos, esta é uma verdade de Fé e assim o afirmamos no Credo.

(ama, comentário sobre Mt 16, 13-19, Carvide, 22.02.2016)


Amemos a direcção espiritual!


Abriste sinceramente o teu coração ao teu Director, falando na presença de Deus... E foi maravilhoso verificar como tu sozinho ias encontrando resposta adequada às tuas próprias tentativas de evasão. Amemos a direcção espiritual! (Sulco, 152)

Conhecem muito bem as obrigações do vosso caminho de cristãos, que os hão-de levar sem parar e com calma à santidade; também estão precavidos contra as dificuldades, praticamente contra todas, porque já se vislumbram desde o princípio do caminho. Agora insisto em que se deixem ajudar e guiar por um director de almas, a quem confiem todos os entusiasmos santos, os problemas diários que afectarem a vida interior, as derrotas que sofrerem e as vitórias.

Nessa direcção espiritual mostrem-se sempre muito sinceros: não deixem nada por dizer, abram completamente a alma, sem medo e sem vergonha. Olhem que, se não, esse caminho tão plano e tão fácil de andar complica-se e o que ao princípio não era nada acaba por se converter num nó que sufoca.

(...) Lembram-se da história do cigano que se foi confessar? Não passa de uma história, de uma historieta, porque da confissão nunca se fala e, além disso, estimo muito os ciganos. Coitadinho! Estava realmente arrependido: Senhor Padre, acuso-me de ter roubado uma arreata... – pouca coisa, não é? – e atrás vinha uma burra...; e depois outra arreata...; e outra burra... e assim até vinte. Meus filhos, o mesmo acontece no nosso comportamento: quando cedemos na arreata, depois vem o resto, a seguir vem uma série de más inclinações, de misérias que aviltam e envergonham; e acontece o mesmo na convivência: começa-se com uma pequena falta de delicadeza e acaba-se a viver de costas uns para os outros, no meio da indiferença mais gelada. (Amigos de Deus, 15)

Temas para reflectir e meditar


QUE NO TE ENGAÑEN! HOMBRE O MUJER
CAPÍTULO III

LA SEXUALIDAD AL SERVICIO DEL PLACER O DEL AMOR.

Podemos decir que hay dos concepciones radicalmente distintas de la sexualidad: En la concepción cristiana, Jesús nos pone como tarea de nuestra vida: “Buscad primero el Reino de Dios y su justicia” (Mt 6,33). El Cristianismo nos ayuda a vivir como personas. A diferencia de los animales, el ser humano es dueño de sí mismo y responsable de sus actos, con decisiones tomadas consciente y libremente, lo que nos constituye en sujetos morales. En lo referente a lo sexual, nuestra sexualidad, querida por Dios, está intrínsecamente vinculada con la vida de la persona y de la sociedad. Es un elemento plenamente positivo de la personalidad, que se entronca en la perspectiva del desarrollo personal y del amor creador y fiel. Está llamada a expresar con la ayuda de la gracia el amor, el elemento fundamental de nuestra existencia, pudiendo hacerlo tanto en la virginidad como en el matrimonio, e incluso en la continencia involuntaria, además de servir a otros valores con sus correspondientes exigencias morales.
La sexualidad es una fuerza que no sólo favorece la unión entre los sexos y la reproducción, haciendo que un hombre y una mujer conozcan el gozo de unirse en un gran gesto de amor, lleno de cariño y de ternura, sino que además es un estímulo poderoso que lleva al individuo a independizarse de sus padres, a crear su propia familia y a la vida de adulto.
En cambio para los defensores de la ideología de género hay que llevar la libertad sexual al máximo, pues no hay ningún criterio discriminante entre lo lícito y lo ilícito, lo normal y lo anormal, siendo, por tanto, permisibles y moralmente iguales todas las relaciones sexuales voluntarias, significando para ellos el ser responsable tan sólo el tomar precauciones contraceptivas a fin de evitar embarazos no deseados y siendo la obtención del placer el principal objetivo de la sexualidad, que cada uno puede tratar de alcanzar según le venga en gana. La permisividad absoluta, el rechazo de toda moral que no identifique bien con placer y el naturalismo biológico son el denominador común de este tipo de corrientes, que coinciden en una visión físico-anatómica del sexo, como si se tratara de un fenómeno puramente biológico, sin ninguna trascendencia ni significado. En esta visión laicista y atea de la sexualidad, se quiere realizar una revolución sexual, que libere la sexualidad de todo vínculo opresor, pero sólo se consigue su banalización, pues da igual ser homo que heterosexual, juntarse por una temporada que casarse definitivamente, tener hijos que no tenerlos, aceptarlos que destruirlos antes de que nazcan. Se afirma que cada uno es dueño absoluto de su vida, pero no se cree en la Libertad entendida como ser capaz de mandar en sí mismo y en consecuencia poder superarse. Es un individualismo exagerado, en que está ausente la dimensión relacional. Así la sexualidad queda reducida a su animalidad, quedando vacía de su carga de humanidad y se convierte en un simple objeto de consumo o juego, en el cual cada uno disfruta de su propio cuerpo y del cuerpo del otro, sin necesidad ni capacidad de entrar en una relación seria con la otra persona, y mucho menos de llegar a un compromiso de amor interpersonal y estable.
Actualmente, sin embargo, como consecuencia del poder del lobby de la ideología de género, apoyados por la mayoría de los medios de comunicación y de muchos políticos en nombre de lo políticamente correcto, se intenta iniciar en las prácticas sexuales a los niños alegando su pretendido derecho a poder disfrutar de su cuerpo.
Como el fin de la sexualidad para esta ideología es el placer, la masturbación, las relaciones sexuales de toda clase, y el acostarse juntos, son prácticas recomendables desde la más tierna infancia Al niño hay que despertarle sus inclinaciones sexuales, enseñándoles a conocer su propio cuerpo por medio de la masturbación, que no es nada negativo, e incluso que puedan disfrutar de relaciones sexuales con otros niños y niñas, siendo justificable cualquier actividad sexual. Esto siempre se ha llamado corrupción de menores. En nuestro país, la Ley sobre el aborto, que se titula de salud sexual y reproductiva, trata de proteger esta corrupción. Y así declara que es un objetivo a conseguir “la educación sanitaria integral y con perspectiva de género” [i], así como el que “la formación de profesionales de la salud se abordará con perspectiva de género” [ii]. Si eso se pretende de los educadores, es que se quiere que, a su vez, eduquen en esta mentalidad a los educandos. A mi clase vinieron unos presuntos educadores sexuales y dijeron a mis adolescentes lo siguiente: “nuestra enseñanza es objetiva, neutral y científica” y “a nosotros nos merece tanto respeto un joven que decide acostarse como uno que decide no acostarse”, con lo que se les transmite el mensaje que quien no se acueste es tonto. Dicen que defienden la libertad sexual de niños, jóvenes y adolescentes, pero la realidad es que se deja el camino abierto a la corrupción de menores e incluso a la pederastia. Y es que en la concepción laicista “una sociedad moderna ha de considerar bueno ‘usar el sexo’ como un objeto más de consumo. Así se termina en el permisivismo más radical y, en última instancia, en el nihilismo más absoluto” [iii].
Por cierto en la futura Ley de nuestro Parlamento leemos en su “Exposición de Motivos III Marco normativo europeo” esto: “El 4 de Febrero de 2014, el Parlamento europeo aprobó por amplia mayoría el Informe Lunacek, (diputada austríaca del grupo de los Verdes y feminista radical conocida por su defensa de la pederastia, a la que llama “educación afectivo-sexual interactiva y libre de tabús”) en el que se establece una hoja de ruta para acabar con la discriminación por orientación sexual o identidad de género o sexual”. Por supuesto me parece increíble que primero el Parlamento europeo y luego el nuestro, acepten que sea una persona con ese currículo la encargada de decirnos cómo debe ser la sexualidad en Europa.
Pero después de lo que hemos dicho, queda pendiente una duda: ¿el placer sexual es bueno o malo? Es indudable que el ejercicio de la sexualidad es fuente de placer. Pero la búsqueda inmediata y obsesiva del placer, sin atender a los valores personales presentes en la sexualidad y separándolo de su lugar natural, que es el matrimonio, puede producir una satisfacción momentánea, pero significa una degradación de la conducta sexual y conduce al ser humano a la frustración. Muchas patologías actuales son de personas que buscan en el placer la felicidad, pero no la encuentran allí.
Pero si el placer puede presentar inconvenientes, es indudable que ha sido puesto por Dios y, por tanto, puede y debe ser algo positivo, por lo que puede ser vivido según el evangelio y debe ser disfrutado y valorado como una realidad al servicio del amor y de la comunicación. El placer no sólo es bueno si no se hace incluso más intenso cuando se manifiesta al servicio de la persona y de la pareja.

EL PROBLEMA EDUCATIVO.

La Declaración Universal de Derechos Humanos dice en su artículo 26, párrafo 3 lo siguiente: “Los padres tendrán derecho preferente a escoger el tipo de educación que habrá de darse a sus hijos”. Y la Constitución Española: “Los poderes públicos garantizan el derecho que asiste a los padres para que sus hijos reciban la formación religiosa y moral que esté de acuerdo con sus propias convicciones” [iv]. Por su parte, el Concilio Vaticano II afirma: “(a los niños y adolescentes) hay que iniciarlos, conforme avanza su edad, en una positiva y prudente educación sexual” [v].
La cuestión es, por tanto, quién debe dar la educación afectivosexual:
¿los padres, la Iglesia, el Estado? La postura de la Iglesia es clara: son los padres a quienes les corresponde, pero si los padres quieren la colaboración de la Iglesia, de acuerdo. Lo que me parece inadmisible es que el Estado se arrogue ese derecho, basado en, como me dijo un joven izquierdista, en que como los padres no saben educar, por tanto debemos hacerlo nosotros.
Hace unos años, un Papa escribió una Encíclica en la que tocaba entre otros este tema educativo. Escribió así: “34. Sobre la fe en Dios, genuina y pura, se funda la moralidad del género humano. Todos los intentos de separar la doctrina del orden moral de la base granítica de la fe, para reconstruirla sobre la arena movediza de normas humanas, conducen, pronto o tarde, a los individuos y a las naciones a la decadencia moral. El necio que dice en su corazón: No hay Dios, se encamina a la corrupción moral [vi]. Y estos necios, que presumen separar la moral de la religión, constituyen hoy legión. No se percatan, o no quieren percatarse, de que, el desterrar de las escuelas y de la educación la enseñanza confesional, o sea, la noción clara y precisa del cristianismo, impidiéndola contribuir a la formación de la sociedad y de la vida pública, es caminar al empobrecimiento y decadencia moral. Ningún poder coercitivo del Estado, ningún ideal puramente terreno, por grande y noble que en sí sea, podrá sustituir por mucho tiempo a los estímulos tan profundos y decisivos que provienen de la fe en Dios y en Jesucristo”.
“35. Es una nefasta característica del tiempo presente querer desgajar no solamente la doctrina moral, sino los mismos fundamentos del derecho y de su aplicación, de la verdadera fe en Dios y de las normas de la relación divina. Fíjase aquí nuestro pensamiento en lo que se suele llamar derecho natural, impreso por el dedo mismo del Creador en las tablas del corazón humano [vii], y que la sana razón humana no obscurecida por pecados y pasiones es capaz de descubrir. A la luz de las normas de este derecho natural puede ser valorado todo derecho positivo, cualquiera que sea el legislador, en su contenido ético y, consiguientemente, en la legitimidad del mandato y en la obligación que implica de cumplirlo. Las leyes humanas, que están en oposición insoluble con el derecho natural, adolecen de un vicio original”.
“37. Los padres, conscientes y conocedores de su misión educadora, tienen, antes que nadie, derecho esencial a la educación de los hijos, que Dios les ha dado, según el espíritu de la verdadera fe y en consecuencia con sus principios y sus prescripciones. Las leyes y demás disposiciones semejantes que no tengan en cuenta la voluntad de los padres en la cuestión escolar, o la hagan ineficaz con amenazas o con la violencia, están en contradicción con el derecho natural y son íntima y esencialmente inmorales”.
“40… La prensa y la radio inundan a diario con producciones de contenido opuesto a la fe y a la Iglesia y, sin consideración y respeto alguno, atacan lo que para vosotros debe ser sagrado y santo”.
Creo que este documento nos presenta unos interrogantes: ¿Es actual o está pasado de moda?, ¿creen ustedes que nuestros problemas educativos están reflejados en este texto?, ¿nos presenta ideas claras sobre los problemas actuales y nos indica por donde debe ir la solución? Y, por supuesto, ¿quién lo ha escrito y en qué circunstancias?
A las primeras preguntas les dejo contestar a Ustedes. A la última la respuesta es sencilla: se trata de párrafos de la Encíclica “Mit brennender Sorge”, “Con profunda preocupación”, del Papa Pío XI del 14 de Marzo de 1937 contra el nacionalsocialismo alemán. Esta Encíclica me recuerda el refrán “nada nuevo bajo el sol”, porque es indiscutible que lo que defendían los nazis hoy es pensamiento muy común. Sería bueno que aquéllos que tienen rápidamente la palabra fascista para todo aquél que no coincide con su modo de pensar, se den cuenta que, al menos en las cuestiones educativas, son ellos los laicistas, marxistas e ideólogos de género los que sí que coinciden con los nazis alemanes, en su intento de arrebatar a los padres uno de sus derechos fundamentales: el de educar a sus hijos según sus convicciones.
Según la Ideología de Género, el Estado debe asumir la responsabilidad de formar a los ciudadanos en el civismo, definido como aquella ética mínima que debería suscribir cualquier ciudadano. De acuerdo con ese principio, no corresponde a los padres, sino al Estado, decidir sobre la educación de los hijos, porque la ciudadanía prevalece frente al derecho de los padres, tanto más cuanto que la educación sexual infantil es una pieza clave para construir la ideología de género, aunque la Declaración de Derechos Humanos en su artículo 26 & 3 diga lo contrario. La educación debe desterrar ideologías como la religión, y ninguna creencia religiosa debe interferir los fines morales y sexuales educativos del Estado. En pocas palabras en nombre de la tolerancia y de la democracia se excluyen las ideas que no estén de acuerdo con el laicismo oficial, aunque sean Derechos Humanos fundamentales.


[i] (art. 5 e)
[ii] (art. 8)
[iii] (Conferencia Episcopal Española “La verdad del amor humano”, nº 57)
[iv] (art. 27 & 3)
[v] (Declaración “Gravissimum educationis” nº 1)
[vi] (Sal 13[14],1)
[vii] (cf. Rom 2,14-15)