01/02/2019

El Reto del Amor



por El Reto del amor




Doutrina


CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA
Compêndio



SEGUNDA SECÇÃO

OS SETE SACRAMENTOS DA IGREJA


CAPÍTULO PRIMEIRO

OS SACRAMENTOS DA INICIAÇÃO CRISTÃ


Pergunta:

251. Como se realiza a iniciação cristã?


Resposta:

Realiza-se mediante os sacramentos que lançam os alicerces da vida cristã: os fiéis, renascidos pelo Baptismo, são fortalecidos pela Confirmação e alimentados pela Eucaristia.

Formação humana e cristã


A.1 - Mortificação

Para começar tenho de ter bem claras duas coisas:

A.1.1 - o que é a mortificação

A1.2 - qual a sua necessidade

A1.1 -

Entendo por mortificação qualquer acto propositado ou passivo que signifique a privação de alguma coisa ou a opção - se possível - por uma menos agradável que a outra.

Claro que se activa é uma decisão consciente da vontade, se passiva a aceitação sem reserva nem conformação.

Fica deste modo transformado algo que nos acontece sem intervenção pessoal numa disposição da vontade, ou seja, transforma a mortificação de passiva em activa.

(cont)
AMA, reflexões

Não tenhas pena de seres nada


Não te apoquentes por verem as tuas faltas. A ofensa a Deus e a desedificação que podes ocasionar, isso é que te deve doer. – De resto, que saibam como és e te desprezem. – Não tenhas pena de seres nada, porque assim Jesus tem que pôr tudo em ti. (Caminho, 596)

Escreve o evangelista S. João: ninguém jamais viu Deus; o Filho Unigénito que está no seio do Pai é que o deu a conhecer, comparecendo ante o olhar atónito dos homens: primeiro, como um recém-nascido, em Belém; depois, como um menino igual aos outros; mais tarde, no Templo, como um adolescente, inteligente e vivo; e, por fim, com aquela figura amável e atraente do Mestre que movia os corações das multidões que o acompanhavam entusiasmadas.

Bastam algumas provas do Amor de Deus que se encarna para que a sua generosidade nos toque a alma, nos incendeie, nos mova com suavidade a uma dor contrita pelo nosso comportamento, em tantas ocasiões mesquinho e egoísta. Jesus não tem inconveniente em rebaixar-se, para nos elevar da miséria à dignidade de filhos de Deus, de irmãos seus. Pelo contrário, tu e eu muitas vezes enchemo-nos nesciamente de orgulho pelos dons e talentos recebidos, até ao ponto de os converter em pedestal para nos impormos aos outros, como se o mérito de algumas acções, acabadas com relativa perfeição, dependesse exclusivamente de nós: Que possuis tu que não tenhas recebido de Deus? E se o recebeste, porque te glorias como se o não tivesses recebido?

Ao considerar a entrega de Deus e o seu aniquilamento – falo para que o meditemos, pensando cada um em si mesmo –, a vanglória, a presunção do soberbo revela-se um pecado horrendo, precisamente porque coloca a pessoa no extremo oposto ao modelo que Jesus nos assinalou com a sua conduta. Pensai nisto devagar: Ele humilhou-se, sendo Deus. O homem, cheio do seu próprio eu, pretende enaltecer-se a todo o custo, sem reconhecer que está feito de barro e barro de má qualidade. (Amigos de Deus, nn. 111–112)

Pequena agenda do cristão

Sexta-Feira


(Coisas muito simples, curtas, objectivas)




Propósito:

Contenção; alguma privação; ser humilde.


Senhor: Ajuda-me a ser contido, a privar-me de algo por pouco que seja, a ser humilde. Sou formado por este barro duro e seco que é o meu carácter, mas não Te importes, Senhor, não Te importes com este barro que não vale nada. Parte-o, esfrangalha-o nas Tuas mãos amorosas e, estou certo, daí sairá algo que se possa - que Tu possas - aproveitar. Não dês importância à minha prosápia, à minha vaidade, ao meu desejo incontido de protagonismo e evidência. Não sei nada, não posso nada, não tenho nada, não valho nada, não sou absolutamente nada.

Lembrar-me:
Filiação divina.

Ser Teu filho Senhor! De tal modo desejo que esta realidade tome posse de mim, que me entrego totalmente nas Tuas mãos amorosas de Pai misericordioso, e embora não saiba bem para que me queres, para que queres como filho a alguém como eu, entrego-me confiante que me conheces profundamente, com todos os meus defeitos e pequenas virtudes e é assim, e não de outro modo, que me queres ao pé de Ti. Não me afastes, Senhor. Eu sei que Tu não me afastarás nunca. Peço-Te que não permitas que alguma vez, nem por breves instantes, seja eu a afastar-me de Ti.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?





Evangelho e comentário


TEMPO COMUM




Evangelho: Mc 4, 26-34

26 Dizia ainda: «O Reino de Deus é como um homem que lançou a semente à terra. 27 Quer esteja a dormir, quer se levante, de noite e de dia, a semente germina e cresce, sem ele saber como. 28 A terra produz por si, primeiro o caule, depois a espiga e, finalmente, o trigo perfeito na espiga. 29 E, quando o fruto amadurece, logo ele lhe mete a foice, porque chegou o tempo da ceifa.» 30 Dizia também: «Com que havemos de comparar o Reino de Deus? Ou com qual parábola o representaremos? 31 É como um grão de mostarda que, ao ser deitado à terra, é a mais pequena de todas as sementes que existem; 32 mas, uma vez semeado, cresce, transforma-se na maior de todas as plantas do horto e estende tanto os ramos, que as aves do céu se podem abrigar à sua sombra.» 33 Com muitas parábolas como estas, pregava-lhes a Palavra, conforme eram capazes de compreender. 34 Não lhes falava senão em parábolas; mas explicava tudo aos discípulos, em particular.

Comentário:

Como já antes comentamos, as comparações que o Senhor faz com o Reino dos Céus são tão simples e despidas de artifícios que qualquer um pode entender.

Aos que nos dedicamos ao apostolado - que devemos ser todos os cristãos - deve servir-nos de exemplo a seguir: a nossa preocupação deve ser que nos entendam e compreendam o que desejamos transmitir.

Donde que a "velha desculpa eu não tenho jeito para falar" não tem qualquer cabimento.

(AMA, comentário sobre Mc 4, 26-34, Carvide, 17.06.2018)


Temas para meditar e reflectir

Filiação Divina



Vocação do homem, vocação suprema, é realmente a filiação divina: a adopção como filhos em Cristo, Filho Eterno, consubstancial ao Pai.





(São João Paulo IIHomília, 1991.01.01)

Leitura espiritual


LA PRUDENCIA

A. ¿QUÉ ES LA PRUDENCIA?

1. ¿Qué es la prudencia? La prudencia es el hábito de acertar en las decisiones. Nada menos. Es la virtud, que en cada situación distingue lo bueno de lo malo, dirigiendo la conducta de acuerdo con la verdad y el bien. Con ella se clarifica el fin y se busca la manera más favorable de llegar a él. La prudencia es la virtud por la que se discierne en toda circunstancia nuestro verdadero bien y se eligen los medios rectos para realizarlo. La prudencia facilita tomar decisiones acertadas en las diversas circunstancias de la vida. Es el recto conocimiento de lo que se debe obrar. Algo muy interesante.

2. ¿La prudencia es cosa de cobardes? La prudencia no se opone a la valentía. Es una virtud y las virtudes se apoyan, no se estorban. La prudencia decide obrar bien, y la cobardía no es un bien.

3. ¿La prudencia es cosa de viejos? La prudencia será propia de viejos si ellos son prudentes; será propia de jóvenes si estos la ejercitan. La experiencia puede ayudar a la prudencia, pero no basta.

4. ¿Cómo ayuda la prudencia a tomar decisiones acertadas? El proceso puede explicarse así: Ante una situación determinada, la inteligencia busca el modo de actuar correcto y emite un juicio -esto es bueno o malo, esto es mejor o peor-. Este juicio moral sobre la bondad o maldad de una acción se llama conciencia. A base de emitir juicios certeros, se adquiere rapidez y facilidad, una costumbre buena o virtud, llamada prudencia, que es el hábito de la conciencia recta, la facilidad de la inteligencia para distinguir enseguida el bien.

5. ¿Hay un proceso en la prudencia? La prudencia se ejercita en dos etapas: deliberar y decidir.

B. DELIBERAR

1. ¿Qué es la deliberación? La deliberación es la reflexión atenta sobre la realidad del asunto, las soluciones posibles, y las ventajas o inconvenientes de inclinarse en un sentido u otro.

2. ¿Siempre hay que deliberar? Antes de actuar conviene pensar un poco, al menos un instante. ¿A dónde quiero ir?, ¿qué camino debo seguir?... En asuntos elementales apenas hace falta pensar y basta una decisión inmediata. Pero en temas de cierta envergadura una persona prudente sigue un proceso de deliberación.

3. ¿Cómo deliberar? La deliberación prudencial suele basarse en tres acciones:

Considerar la experiencia personal.- ¿Qué me ha sucedido en casos similares?, ¿qué medida fue más eficaz otras veces?, ¿cómo lo resolvieron otros que se enfrentaron a las mismas dificultades? Esta experiencia hace que los ancianos suelan ser más juiciosos. Siempre que sean personas que lleven tiempo haciendo el bien.
Pedir consejo.- Para aprovechar las ideas y aciertos de los demás -su experiencia-, se expone el caso a personas de buena formación y costumbres; se escucha su parecer; y se decide con más elementos de juicio. Es posible seguir o no el consejo, pero un mínimo de prudencia invita a escuchar esas opiniones valiosas. Quien pide consejo tiene el sentido común de pensar que los demás también aciertan. Los buenos libros pueden ayudar.
Prever las consecuencias.- La deliberación incluye por último prever las consecuencias de los actos. Una reflexión lógica para acertar en las decisiones. ¿Qué sucederá después?, ¿a dónde me conduce esto? Es importante mirar las repercusiones de los actos, y no dejarse llevar por el capricho del momento.

C. DECIDIR

1. Deliberar y decidir.- No basta con deliberar mucho. Para ser prudentes también hay que decidirse. A veces es prudente retrasar la decisión hasta que se completen todos los elementos del juicio. En otras ocasiones sería imprudencia no comenzar a poner por obra, cuanto antes, lo que se debe hacer. Deliberar sí, pero con vistas a elegir. Deliberar es importante pero también hay que optar por un camino y seguirlo. La meta no es deliberar, sino decidir bien y actuar así.

2. ¿Y si no me decido? Para animarse a elegir con prontitud arrinconando dudas, se puede observar que la inactividad ya es una determinación. El permanecer quieto ya es una opción escogida, aunque no sea claramente deseada. Cuando se duda en realizar algo, mientras se pospone el sí, se elige no. Si alguien duda entre estudiar o no, hasta que no empiece, su elección es no hacerlo. Quien no acaba de decidirse, en realidad opta por una negativa. Si la resolución se retrasa más y más, se ratifica un rechazo -inconsciente quizá-.

3. ¿Alguna ayuda para los indecisos? Hay casos donde una de las opciones es de tal categoría que invita a resolver la duda en su dirección. Conviene deliberar algo pero, si la duda se prolonga, lo mejor es decidir afirmativamente y alcanzar ese tesoro.

D. AYUDAS A LA PRUDENCIA

1. ¿Más recursos para acertar en las decisiones? Deliberar y decidir son aspectos primordiales de la prudencia, pero hay dos asuntos más básicos:

Debe haber metas.- Para que la prudencia acierte, debe tener la orientación de unas metas hacia donde dirigirse. Quien carece de ideales en su vida navega a la deriva del capricho, gobernado por la frivolidad y superficialidad. Algo parecido a los niños pequeños que sólo atienden a lo inmediato. Me gusta, lo tomo. No me gusta, lloro. No prevén el alcance de sus acciones porque carecen de criterios y fines.
Es preciso tener metas correctas.- Pues si se toman decisiones con vistas a una finalidad malvada, la prudencia será perniciosa, como en el caso del ladrón que prepara un robo perfecto. Es necesario, pues, cuidar la formación de una escala de valores correcta, para dirigir los pasos hacia lo que realmente es bueno.
2. ¿Un resumen sobre la prudencia? En resumen, una persona prudente delibera lo necesario sin precipitarse, sabe pedir consejo, mira las consecuencias de sus actos, toma decisiones con la rapidez necesaria, y posee una escala de valores correcta que orienta su actuación. Con la práctica, esos aspectos se ejercitan con ágil naturalidad.

3. ¿Algo que anime a ejercitar la prudencia? La prudencia influye especialmente en todas las virtudes, pues ayuda a tomar buenas decisiones en cualquier acción. Por ejemplo, supongamos una persona muy laboriosa. La prudencia le dirá: ahora debes trabajar, ahora tienes que atender otras obligaciones de oración, de familia, etc.- Una persona muy trabajadora pero imprudente caería en un defecto de la laboriosidad que puede llamarse "profesionalitis".

4. ¿Cómo ejercitar la prudencia? Se trata de practicar los aspectos mencionados. Por ejemplo:

Evitar la irreflexión. Decirse a sí mismo: ¡a ver, piensa un poco!
Entrenarse a pedir consejo.
Anotar algunas experiencias para que sirvan a otros (y a uno mismo en el futuro, pues el olvido acecha).
Pensar en las consecuencias de una acción concreta, para aprender a tenerlo en cuenta otras veces.
Ordenar una habitación es un ejercicio de orden, y también entrenamiento para decidirse rápidamente (por un sitio u otro).
¿Esto es bueno o malo? Esta simple cuestión ayuda a acertar en muchas decisiones y viene bien preguntárselo a veces.

IR

31/01/2019

El Reto del Amor








por El Reto del amor

Temas para reflectir e meditar

Humor


O distanciamento em relação aos outros e a nós próprios, obtido graças ao sentido de humor, permite-nos assim viver mais segundo o Evangelho.



(Tadeus Dajczer, Meditações sobre a Fé, Paulus, 4ª Ed., pg. 110)


Pequena agenda do cristão

Quinta-Feira



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Participar na Santa Missa.


Senhor, vendo-me tal como sou, nada, absolutamente, tenho esta percepção da grandeza que me está reservada dentro de momentos: Receber o Corpo, o Sangue, a Alma e a Divindade do Rei e Senhor do Universo.
O meu coração palpita de alegria, confiança e amor. Alegria por ser convidado, confiança em que saberei esforçar-me por merecer o convite e amor sem limites pela caridade que me fazes. Aqui me tens, tal como sou e não como gostaria e deveria ser.
Não sou digno, não sou digno, não sou digno! Sei porém, que a uma palavra Tua a minha dignidade de filho e irmão me dará o direito a receber-te tal como Tu mesmo quiseste que fosse. Aqui me tens, Senhor. Convidaste-me e eu vim.


Lembrar-me:
Comunhões espirituais.


Senhor, eu quisera receber-vos com aquela pureza, humildade e devoção com que Vos recebeu Vossa Santíssima Mãe, com o espírito e fervor dos Santos.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?






A maior revolução de todos os tempos!


Se nós, os cristãos, vivêssemos realmente de acordo com a nossa fé, far-se-ia a maior revolução de todos os tempos! A eficácia da co-redenção depende também de cada um de nós! Pensa nisto. (Forja, 945)

Sentir-te-ás plenamente responsável quando compreenderes que, perante Deus, só tens deveres. Ele se encarrega de te conceder direitos! (Forja, 946)

Um pensamento te ajudará nos momentos difíceis: quanto mais aumente a minha fidelidade, melhor contribuirei para que os outros cresçam nesta virtude. E é tão atraente sentir-nos apoiados uns pelos outros! (Forja, 948)

Corres o grande perigo de te conformares com viver (ou pensar que deves viver...) como um "bom rapaz", que se hospeda numa casa arrumada, sem problemas, e que não conhece senão a felicidade.

Isso é uma caricatura do lar de Nazaré. Cristo, justamente porque trazia a felicidade e a ordem ao mundo, saiu a propagar esses tesouros entre os homens e mulheres de todos os tempos. (Forja, 952)

Leitura espiritual


LA ÉTICA

A. LA ÉTICA

1. ¿Qué es la ética? Se llama ética al conjunto de normas que regulan el comportamiento humano para que sea correcto. Es decir, ética es una recopilación de reglas de buena conducta. También se llama ética a la ciencia que estudia estas cosas.

2. ¿Cómo acertar con las reglas de buena conducta? Hay varios modos de acertar:

Siguiendo principios religiosos.- Cada religión regula los comportamientos humanos procurando agradar a Dios, y esto es una buena orientación. En esta línea se sitúan las tres grandes religiones: islam, judíos y religiones cristianas (protestantes, ortodoxos y católicos). En especial son importantes las normas morales de la religión católica, que recogen los diez mandamientos y las enseñanzas de Jesucristo. Este conocimiento es una gran ayuda para obrar bien.
Siguiendo teorías filosóficas.- Las grandes filosofías han dedicado abundantes esfuerzos a expresar orientaciones éticas. Así, quienes siguen el marxismo, el relativismo o el laicismo tienen muy regulado su modo de pensar ético.
Atendiendo a la propia conciencia y al consejo de buenas personas.- Este modo de actuar puede ir unido a los sistemas anteriores, y como ellos será más o menos válido según acierte con la verdad, con lo que en verdad conviene al hombre.
3. ¿Por qué hay reglas de comportamiento? Hay reglas éticas porque el hombre es de una manera y no de otras, de modo que hay acciones que le convienen y actos que le perjudican. Por ejemplo, el hombre está sometido a reglas físicas y no puede volar o atravesar paredes. Igualmente, el hombre está afectado por reglas biológicas y está obligado a alimentarse y a respirar. De esta misma manera, hay conductas morales que convienen al hombre y acciones que debe evitar.
4. ¿Ejemplos de reglas éticas? Las reglas éticas mejores y más famosas son los diez mandamientos, donde Dios mismo manifestó al hombre lo que le conviene hacer.

5. ¿Algún sistema para descubrir reglas éticas falsas? Un sistema puede ser aplicar esa regla a un caso bien conocido. Por ejemplo, un caso bien conocido es que robar y asesinar está mal. Si una regla ética conduce a resultados donde robar y asesinar esté bien, entonces esa regla ética es falsa.

6. ¿Algún ejemplo? Veamos si el relativismo es correcto o no. Según esta postura, no hay verdades sino que todo depende de las opiniones de cada uno. Aplicando este criterio ético relativista, vemos que asesinar puede ser correcto pues hay gente que opina así (terroristas, asesinos a sueldo...). Por tanto el relativismo es falso y uno debe tener cuidado si se cruza con un relativista, no sea que te clave una daga. Otros sistemas para descubrir éticas falsas se mencionan en los principios que ahora vemos.

B. LOS PRINCIPIOS ÉTICOS

1. ¿Qué son los principios éticos? Son reglas éticas fundamentales, de las que pueden deducirse las demás.

2. ¿Cuáles son los grandes principios éticos? Hay varios modos de expresarlos. Puede decirse que son éstos:

Haz el bien y evita el mal.
No quieras para otro lo que no quieres para ti.
No actúes en contra de la naturaleza humana.
Se debe favorecer la dignidad humana.
No vale todo.
El mal no debe hacerse ni para conseguir un bien.

3. ¿Cuál es el principio fundamental de la ética? El primer principio ético es: "haz el bien y evita el mal". Es algo evidente. El bien debe hacerse, el mal debe rechazarse. No da lo mismo obrar bien que obrar mal. Los demás principios y reglas son consecuencias de éste, y orientan al elegir el bien o ayudan a descubrir el mal.

4. ¿Qué principios éticos ayudan a descubrir el mal? Todos ayudan, pero especialmente el 5º y 6º:

No vale todo.- Hay males y el mal debe rechazarse. Si una idea ética concluye que todo vale, esta idea ética es falsa. Por ejemplo, la regla ética "es bueno hacer lo que me viene en gana" permite hacerlo todo y es claramente falsa, pues a veces apetecen acciones malas como drogarse o golpear al vecino. No vale todo.
No es correcto obrar mal, ni siquiera para conseguir un bien.- El mal debe rechazarse, también en este caso. Veamos un ejemplo fácil: no es correcto asesinar a alguien ni siquiera para conseguir el bien de librarme de su carácter odioso.

5. ¿Qué principios éticos ayudan a descubrir el bien? Los seis principios citados ayudan a descubrir el bien, pero sobre todo los principios 2º, 3º y 4º:

No quieras para otro lo que no quieres para ti.- El primer principio indica que el bien debe hacerse. Este segundo principio aclara que el bien debe hacerse a todos, y para acertar pone como orientación el bien que uno se desea a sí mismo. Es un gran principio ético. Se sobreentiende que uno desea el bien para sí.
No actúes en contra de la naturaleza humana.- Este principio es consecuencia de los dos primeros. El bien debe hacerse y el mal evitarse, por tanto no se debe actuar contra el modo de ser humano. (Puede verse ley natural).
Se debe favorecer la dignidad humana.- Otra consecuencia de los dos primeros principios. Quien favorece la dignidad humana hace un bien a los hombres y por tanto obra correctamente. Es otro principio ético que ayuda bastante a acertar en el comportamiento correcto.
6. ¿Cuál es el mayor bien que puede buscarse? El mayor bien posible es acercarse a Dios, que es el Bien infinito. Esto es importante, pues según el primer principio el bien debe hacerse, y con más exigencia cuanto mayor sea ese bien. De modo que lo principal que debe hacer el hombre es acercarse a Dios, agradarle, amarle.
7. ¿Cuál es el mayor bien que puede desearse al prójimo? Coincide con el mayor bien para uno mismo. De ahí que la mayor muestra de caridad es el apostolado: procurar acercar a Dios a los demás.

8. ¿Cuál es el mejor resumen de las reglas éticas? La mejor regla ética es ésta: "Amarás a Dios sobre todas las cosas, y al prójimo como a ti mismo". Amar significa desear el bien de modo que esta regla de amor busca el mayor bien para sí mismo, acierta con el bien para los demás y cumple los seis principios citados.

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Evangelho e comentário


TEMPO COMUM




Evangelho: Mc 4, 21-25

21 Disse-lhes ainda: «Põe-se, porventura, a candeia debaixo do alqueire ou debaixo da cama? Não é para ser colocada no candelabro? 22 Porque não há nada escondido que não venha a descobrir-se, nem há nada oculto que não venha à luz. 23 Se alguém tem ouvidos para ouvir, oiça.» 24 E prosseguiu: «Tomai sentido no que ouvis. Com a medida que empregardes para medir é que sereis medidos, e ainda vos será acrescentado. 25 Pois àquele que tem, será dado; e ao que não tem, mesmo aquilo que tem lhe será tirado.»

Comentário:

A Luz do Mundo fala da luz e explica que quem possui luz tem por obrigação iluminar o ambiente, os outros.

Não pode guardar para si um bem que lhe foi dado exactamente para ser portador e meio de transmissão.

O que temos - tudo absolutamente - foi-nos entregue em confiança, em primeiro lugar para que o utilizemos nos nossos esforços de melhoria pessoal, na procura da santidade, depois para que distribuamos esses mesmos bens pelos outros que deles possam precisar para atingir o mesmo fim.

(ama, comentário sobre Mc 4, 21-25, 28.01.2016)

30/01/2019

El Reto del amor







por El Reto del amor

Temas para reflectir e meditar

O pior dos pecados


Com a certeza de que cada um provocou o abatimento físico de Jesus – ainda que nos pese, porque quereríamos sinceramente não tê-lo provocado -, brotam na consciência a necessidade e o afã de reparar. Por nós mesmos não conseguimos alcançar esta meta: não contamos com as faculdades apropriadas nem estamos em condições de desagravar com uma existência inteiramente santa; além disso, apesar desses bons desejos, vencem-nos com tanta frequência as misérias! Quem não admitisse esta triste e frágil condição, daria já lugar à soberba, que constitui o maior dos males que causaram a tristeza de Jesus, o pior dos pecados, que traz muitos outros consigo, como que por uma arreata.

(javier echevarríaGetsemani, Planeta, 3ª Ed. Cap. II, 6)


Pequena agenda do cristão

Quarta-Feira



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)






Propósito:

Simplicidade e modéstia.


Senhor, ajuda-me a ser simples, a despir-me da minha “importância”, a ser contido no meu comportamento e nos meus desejos, deixando-me de quimeras e sonhos de grandeza e proeminência.


Lembrar-me:
Do meu Anjo da Guarda.


Senhor, ajuda-me a lembrar-me do meu Anjo da Guarda, que eu não despreze companhia tão excelente. Ele está sempre a meu lado, vela por mim, alegra-se com as minhas alegrias e entristece-se com as minhas faltas.

Anjo da minha Guarda, perdoa-me a falta de correspondência ao teu interesse e protecção, a tua disponibilidade permanente. Perdoa-me ser tão mesquinho na retribuição de tantos favores recebidos.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?









Os filhos de Deus têm de ser contemplativos


Nunca compartilharei a opinião – ainda que a respeite – dos que separam a oração da vida activa, como se fossem incompatíveis. Os filhos de Deus têm de ser contemplativos: pessoas que, no meio do fragor da multidão, sabem encontrar o silêncio da alma em colóquio permanente com Nosso Senhor: e olhá-lo como se olha um Pai, como se olha um Amigo, a quem se quer com loucura. (Forja, 738)


Não duvideis, meus filhos: qualquer forma de evasão das honestas realidades diárias é, para vós, homens e mulheres do mundo, coisa oposta à vontade de Deus.

Pelo contrário, deveis compreender agora – com uma nova clareza – que Deus vos chama a servi-Lo em e a partir das ocupações civis, materiais, seculares da vida humana: Deus espera-nos todos os dias no laboratório, no bloco operatório, no quartel, na cátedra universitária, na fábrica, na oficina, no campo, no lar e em todo o imenso panorama do trabalho. Ficai a saber: escondido nas situações mais comuns há um quê de santo, de divino, que toca a cada um de vós descobrir.

Eu costumava dizer àqueles universitários e àqueles operários que vinham ter comigo por volta de 1930 que tinham que saber materializar a vida espiritual. Queria afastá-los assim da tentação, tão frequente então como agora, de viver uma vida dupla: a vida interior, a vida de relação com Deus, por um lado; e por outro, diferente e separada, a vida familiar, profissional e social, cheia de pequenas realidades terrenas.

Não, meus filhos! Não pode haver uma vida dupla; se queremos ser cristãos, não podemos ser esquizofrénicos. Há uma única vida, feita de carne e espírito, e essa é que tem de ser – na alma e no corpo – santa e cheia de Deus, deste Deus invisível que encontramos nas coisas mais visíveis e materiais.

Não há outro caminho, meus filhos: ou sabemos encontrar Nosso Senhor na nossa vida corrente ou nunca O encontraremos Por isso posso dizer-vos que a nossa época precisa de restituir à matéria e às situações que parecem mais vulgares o seu sentido nobre e original, colocá-las ao serviço do Reino de Deus, espiritualizá-las, fazendo delas o meio e a ocasião do nosso encontro permanente com Jesus Cristo. (Temas Actuais do Cristianismo, n. 114)