10/09/2017

Publicações em 10 Set

Evangelho e comentário

Tempo Comum


Evangelho: Mt 18, 15-20

15 Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Se o teu irmão te ofender, vai ter com ele e repreende-o a sós. Se te escutar, terás ganho o teu irmão. 16 Se não te escutar, toma contigo mais uma ou duas pessoas, para que toda a questão fique resolvida pela palavra de duas ou três testemunhas. 17 Mas se ele não lhes der ouvidos, comunica o caso à Igreja; e se também não der ouvidos à Igreja, considera-o como um pagão ou um publicano. 18 Em verdade vos digo: Tudo o que ligardes na terra será ligado no Céu; e tudo o que desligardes na terra será desligado no Céu. 19 Digo-vos ainda: Se dois de vós se unirem na terra para pedirem qualquer coisa, ser-lhes-á concedida por meu Pai que está nos Céus. 20 Na verdade, onde estão dois ou três reunidos em meu nome, Eu estou no meio deles».

Comentário:

Jesus Cristo apresenta uma autêntica regra de conduta do cristão quando é ofendido.
Neste caso, infere-se que a ofensa respeita exactamente ao facto de ser cristão, tem a ver com a Fé que professa.

A sós, primeiro, e, depois, com testemunhas para que fique claro quem tem razão.

A Igreja – Jesus Cristo – não compele ninguém assim como o apostolado não deve empregar outros meios que a persuasão pela palavra e pelo exemplo.

Mas, há de facto, um limite e, que é, a vontade soberana de cada um em permanecer como está sem reconhecer ou arrepender do erro.

Aqui o zelo apostólico nada tem a fazer, apenas se deve rezar pedindo ao Senhor que ilumine a mente obscurecida.

(AMA, comentário sobre Mt 18, 15-20, 20.06.2017)








Fátima - Centenário - Oração diária,


Senhora de Fátima:

Neste ano do Centenário da tua vinda ao nosso País, cheios de confiança vimos pedir-te que continues a olhar com maternal cuidado por todos os portugueses.
No íntimo dos nossos corações instala-se alguma apreensão e incerteza em relação a este nosso País.

Sabes bem que nos referimos às diferenças de opinião que se transformam em desavenças, desunião e afastamento; aos casais desfeitos com todas as graves consequências; à falta de fé e de prática da fé; ao excessivo apego a coisas passageiras deixando de lado o essencial; aos respeitos humanos que se traduzem em indiferença e falta de coragem para arrepiar caminho; às doenças graves que se arrastam e causam tanto sofrimento.
Faz com que todos, sem excepção, nos comportemos como autênticos filhos teus e com a sinceridade, o espírito de compreensão e a humildade necessárias para, com respeito de uns pelos outros, sermos, de facto, unidos na Fé, santos e exemplo para o mundo.

Que nenhum de nós se perca para a salvação eterna.

Como Paulo VI, aqui mesmo em 1967, te repetimos:

Monstra te esse Matrem”, Mostra que és Mãe.

Isto te pedimos, invocando, uma vez mais, ao teu Dulcíssimo Coração, a tua protecção e amparo.


AMA, Fevereiro, 2017

Cuidado con Snapchat, no es tan fugaz como parece

4 peligros de esta aplicación móvil y red social


Snapchat es una de las mayores redes sociales que existen en la actualidad

La red social Snapchat es una de las más utilizadas por jóvenes y adolescentes en todo el mundo. Con más de 100 millones de usuarios diarios a nivel mundial, es uno de los titanes de las redes con Facebook, twitter e Instagram.

Además, donde más cala es en el público joven, ya que el 70% de los usuarios de Snapchat tiene menos de 30 años.

¿Qué es lo que lo hace tan atrayente? Snapchat permite enviar fotos y vídeos con límite de tiempo de visión, es decir, tras unos segundos, desaparecerán. El usuario puede hacer que su foto o vídeo sea visible un segundo, diez o incluso 24 horas con la opción de "historias". Snapchat se presenta como una plataforma fugaz: lo que se publica, desaparecerá enseguida.


Son varios los peligros que esta aplicación entraña y de los que los jóvenes no suelen ser conscientes. BJ Foster, director de contenido de la página All Pro Dad, especializada en temas de paternidad, ha señalado cuatro peligros a los que se ven expuestos los usuarios de esta red social:

1.- Falsa sensación de seguridad
Los vídeos y fotos subidos a snapchat desaparecen después de un tiempo. Si el destinatario realiza una captura de pantalla del mensaje, la aplicación avisa al remitente. Sin embargo, cualquiera puede realizar una foto desde otro móvil, evitando así la notificación de la red social.

Más aún, aunque Foster no lo especifica, existen aplicaciones que permiten desactivar la notificación de captura. Algo que se envió pensando que sería fugaz (una foto ridícula, un momento tonto) queda atrapado y quizá republicado en la red, conservado para siempre en Internet.

2.- La foto pertenecerá a la compañía
Aunque la foto parezca desaparecer, los jóvenes usuarios no son conscientes de que en los términos de uso de Snapchat está específicamente indicado que cualquier foto subida a la aplicación pertenece oficialmente a la compañía. Esto significa que pueden redistribuirla o venderla a su antojo.

3.- Riesgo de abuso y acoso
Cualquier plataforma de este tipo puede verse afectada por el cyberbullying, es decir, los insultos y el acoso insultante insistente. En Snapchat cualquier foto puede ser modificada, de forma que humille al retratado, mostrándolo en poses sugerentes o vergonzosas.

Snapchat tiene también la opción de que algunos contenidos sean exclusivos; es decir, hay contenidos que ciertas personas no pueden ver por estar "bloqueadas". Esta posibilidad de "bloquear" puede alimentar rencores entre adolescentes.

4.- Depredadores sexuales
Finalmente, hay que advertir el peligro de los depredadores sexuales que también se encuentran en Snapchat. Según BJ Foster, una usuaria joven le dijo que recibía peticiones de amistad de desconocidos continuamente, como algo normal. Los jóvenes deben saber que nunca deberían aceptar como amigos a gente que no conozcan físicamente.

Teniendo en cuenta que siete de cada diez usuarios de Snapchat son mujeres, conviene tener este último punto en cuenta, en especial las más jóvenes.


REL

Hoy el reto del amor es estrenar algo.

¿QUÉ ESTRENAS HOY?

Ayer, con sólo un mirada nos empezó a entrar la risa. Y menos mal que nos reímos de estas cosas... Se trataba de Lety, que se acababa de dar cuenta de que se le veía la manga de camiseta que llevaba debajo del forro, y resultó ser una de las que en mi última lavadora... ¡se había desteñido! De blanca había tomado un cierto color amarillento.

Se echó a reír, mientras yo le decía:
-Te voy a regalar una igual que ésa, que no la utilizo y es nueva.

Y así, entre risas de unas y otras, pensé que regalársela para hoy era una buena idea, ya que es Domingo de Ramos, y se dice que en esta fiesta siempre hay que estrenar algo.

Inmediatamente me vino algo que le he oído decir a nuestro sacerdote en este mismo día: "Hoy hay que estrenar, y nosotros estrenamos Amor de Dios".

Hoy es un día nuevo, un nuevo comienzo para ti y para mí. No importa cómo hayas llegado hasta esta Semana Santa, ni si ayer te enfadaste, o si has estado un poco más dejado. Hoy hay un nuevo estreno para ti, Cristo sale a tu encuentro y nos invita a todos a salir con Él. Sólo necesita que tú le abras la puerta.

En este día, vuelve a declarar que quieres que Él sea el Señor de tu vida, agita los ramos, no sólo con la mano, sino también con el corazón, porque puedes volver a vivir de Él; grítale, sobre todo en tu interior, "¡Hosanna! Quiero que Tú seas mi Señor".

Hoy el reto del amor es estrenar algo. Este estreno causará en ti fiesta, alegría... y esto siempre tiene repercusiones a tu alrededor. Cuando uno vuelve a estar feliz, su alegría se contagia, por eso, hoy estrena un "te quiero", o ese abrazo olvidado. Que los demás noten que tú sí que estás de estreno.

Su Amor es un estreno cada día, y hoy, ¿por qué no elegir estrenar de nuevo Su Amor?


VIVE DE CRISTO

Pequena agenda do cristão

DOMINGO



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Viver a família.

Senhor, que a minha família seja um espelho da Tua Família em Nazareth, que cada um, absolutamente, contribua para a união de todos pondo de lado diferenças, azedumes, queixas que afastam e escurecem o ambiente. Que os lares de cada um sejam luminosos e alegres.

Lembrar-me:
Cultivar a Fé

São Tomé, prostrado a Teus pés, disse-te: Meu Senhor e meu Deus!
Não tenho pena nem inveja de não ter estado presente. Tu mesmo disseste: Bem-aventurados os que crêem sem terem visto.
E eu creio, Senhor.
Creio firmemente que Tu és o Cristo Redentor que me salvou para a vida eterna, o meu Deus e Senhor a quem quero amar com todas as minhas forças e, a quem ofereço a minha vida. Sou bem pouca coisa, não sei sequer para que me queres mas, se me crias-te é porque tens planos para mim. Quero cumpri-los com todo o meu coração.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?

Ele te dará a sua força.

Em momentos de esgotamento, de fastio, recorre confiadamente ao Senhor, dizendo-lhe como aquele nosso amigo: "Jesus, vê lá o que fazes...: antes de começar a luta, já estou cansado". Ele te dará a sua força. (Forja, 244)

– Qual é o fundamento da nossa fidelidade?

– Dir-te-ia, a traços largos, que se baseia no amor de Deus, que faz vencer todos os obstáculos: o egoísmo, a soberba, o cansaço, a impaciência...
Um homem que ama calca-se a si próprio; sabe que, até amando com toda a sua alma, ainda não sabe amar bastante. (Forja, 532)

Jesus, que suscitou as nossas ansiedades, vem ao nosso encontro e diz-nos: se alguém tem sede, venha a Mim e beba. E oferece-nos o seu Coração, para encontrarmos nele o nosso repouso e a nossa fortaleza. Se aceitarmos o seu chamamento, veremos como as suas palavras são verdadeiras, e aumentará a nossa fome e a nossa sede, até desejarmos que Deus estabeleça no nosso coração o lugar do seu repouso e não afaste de nós o seu calor e a sua luz. (Cristo que passa, 170)


09/09/2017

Publicações em 09 Set

Evangelho e comentário

Tempo Comum


Evangelho: Lc 6, 1-5

1 Passava Jesus através das searas num dia de sábado e os discípulos apanhavam e comiam as espigas, debulhando-as com as mãos. 2 Alguns fariseus disseram «Porque fazeis o que não é permitido ao sábado?». 3 Respondeu-lhes Jesus: «Não lestes o que fez David, quando ele e os seus companheiros sentiram fome? 4 Entrou na casa de Deus, tomou e comeu os pães da proposição, que só aos sacerdotes era permitido comer, e também os deu aos companheiros». 5 E acrescentou; «O Filho do homem é senhor do sábado».

Comentário:


Para aqueles o cumprimento escrupuloso da Lei chega ao ridículo inconcebível.

As pessoas, as suas necessidades, os seus problemas pessoais, não interessam para nada nem, no seu tortuoso entender, interessam a Deus.

Jesus Cristo há-de dizer-lhes que não quer ‘sacrifícios, mas misericórdia’ e, isto, era absolutamente incompreensível.

Às vezes, parece, que o Mestre os provoca propositadamente, curando pessoas ao Sábado e, julgo, que tenho razão porque o que Jesus pretende não é julga-los a eles, mas que se convençam por si próprios o que realmente interessa a Deus:

As pessoas e não as regras ou sacrifícios.

Quer os Seus filhos felizes, já nesta terra, e não miseráveis acabrunhados e perdidos como «ovelhas sem pastor» como Jesus lhes chamará.

(AMA, comentário sobre Lc 6, 1-5, 20.06.2017)








Fátima: Centenário - Oração Jubilar de Consagração

Fátima: Centenário - Oração Jubilar de Consagração

Salve, Mãe do Senhor,
Virgem Maria, Rainha do Rosário de Fátima!
Bendita entre todas as mulheres,
és a imagem da Igreja vestida da luz pascal,
és a honra do nosso povo,
és o triunfo sobre a marca do mal.

Profecia do Amor misericordioso do Pai,
Mestra do Anúncio da Boa-Nova do Filho,
Sinal do Fogo ardente do Espírito Santo,
ensina-nos, neste vale de alegrias e dores,
as verdades eternas que o Pai revela aos pequeninos.

Mostra-nos a força do teu manto protector.
No teu Imaculado Coração,
sê o refúgio dos pecadores
e o caminho que conduz até Deus.

Unido/a aos meus irmãos,
na Fé, na Esperança e no Amor,
a ti me entrego.
Unido/a aos meus irmãos, por ti, a Deus me consagro,
ó Virgem do Rosário de Fátima.

E, enfim, envolvido/a na Luz que das tuas mãos nos vem,
darei glória ao Senhor pelos séculos dos séculos.


Ámen.

Fátima - Centenário - Oração diária,


Senhora de Fátima:

Neste ano do Centenário da tua vinda ao nosso País, cheios de confiança vimos pedir-te que continues a olhar com maternal cuidado por todos os portugueses.
No íntimo dos nossos corações instala-se alguma apreensão e incerteza em relação a este nosso País.

Sabes bem que nos referimos às diferenças de opinião que se transformam em desavenças, desunião e afastamento; aos casais desfeitos com todas as graves consequências; à falta de fé e de prática da fé; ao excessivo apego a coisas passageiras deixando de lado o essencial; aos respeitos humanos que se traduzem em indiferença e falta de coragem para arrepiar caminho; às doenças graves que se arrastam e causam tanto sofrimento.
Faz com que todos, sem excepção, nos comportemos como autênticos filhos teus e com a sinceridade, o espírito de compreensão e a humildade necessárias para, com respeito de uns pelos outros, sermos, de facto, unidos na Fé, santos e exemplo para o mundo.

Que nenhum de nós se perca para a salvação eterna.

Como Paulo VI, aqui mesmo em 1967, te repetimos:

Monstra te esse Matrem”, Mostra que és Mãe.

Isto te pedimos, invocando, uma vez mais, ao teu Dulcíssimo Coração, a tua protecção e amparo.


AMA, Fevereiro, 2017

Fátima: Centenário - Oração Jubilar de Consagração

Fátima: Centenário 

Oração Jubilar de Consagração

Salve, Mãe do Senhor,
Virgem Maria, Rainha do Rosário de Fátima!
Bendita entre todas as mulheres,
és a imagem da Igreja vestida da luz pascal,
és a honra do nosso povo,
és o triunfo sobre a marca do mal.

Profecia do Amor misericordioso do Pai,
Mestra do Anúncio da Boa-Nova do Filho,
Sinal do Fogo ardente do Espírito Santo,
ensina-nos, neste vale de alegrias e dores,
as verdades eternas que o Pai revela aos pequeninos.

Mostra-nos a força do teu manto protector.
No teu Imaculado Coração,
sê o refúgio dos pecadores
e o caminho que conduz até Deus.

Unido/a aos meus irmãos,
na Fé, na Esperança e no Amor,
a ti me entrego.
Unido/a aos meus irmãos, por ti, a Deus me consagro,
ó Virgem do Rosário de Fátima.

E, enfim, envolvido/a na Luz que das tuas mãos nos vem,
darei glória ao Senhor pelos séculos dos séculos.


Ámen.

Pequena agenda do cristão

SÁBADO



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Honrar a Santíssima Virgem.

A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador, porque pôs os olhos na humildade da Sua serva, de hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações. O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas, santo é o Seu nome. O Seu Amor se estende de geração em geração sobre os que O temem. Manifestou o poder do Seu braço, derrubou os poderosos do seu trono e exaltou os humildes, aos famintos encheu de bens e aos ricos despediu de mãos vazias. Acolheu a Israel Seu servo, lembrado da Sua misericórdia, como tinha prometido a Abraão e à sua descendência para sempre.

Lembrar-me:

Santíssima Virgem Mãe de Deus e minha Mãe.

Minha querida Mãe: Hoje queria oferecer-te um presente que te fosse agradável e que, de algum modo, significasse o amor e o carinho que sinto pela tua excelsa pessoa.
Não encontro, pobre de mim, nada mais que isto: O desejo profundo e sincero de me entregar nas tuas mãos de Mãe para que me leves a Teu Divino Filho Jesus. Sim, protegido pelo teu manto protector, guiado pela tua mão providencial, não me desviarei no caminho da salvação.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?





O Reino de Deus chegou aos vossos corações

– Porque não experimentas converter em serviço de Deus a tua vida inteira: o trabalho e o descanso, o pranto e o sorriso? Podes... e deves! (Forja, 679)

Não caias nessa doença do carácter que tem por sintomas a falta de firmeza para tudo, a leviandade no agir e no dizer, o atordoamento,...: a frivolidade, numa palavra.
Essa frivolidade, que – não o esqueças – torna os teus planos de cada dia tão vazios ("tão cheios de vazio"), se não reages a tempo – não amanhã; agora! – fará da tua vida um boneco morto e inútil. (Caminho, 17)

Esta é a tua tarefa de cidadão cristão: contribuir para que o amor e a liberdade de Cristo presidam a todas as manifestações da vida moderna: a cultura e a economia, o trabalho e o descanso, a vida de família e a convivência social. (Sulco, 302)

Assim como Cristo passou fazendo o bem, por todos os caminhos da Palestina, assim vós ireis por todos os caminhos humanos – da família, da sociedade civil, das relações profissionais de cada dia – semeando paz. E será esta a melhor prova de que o Reino de Deus chegou aos vossos corações. Nós sabemos que fomos trasladados da morte para a vida, – escreve o apóstolo S. João – porque amamos os nossos Irmãos. (Cristo que passa, 166)




08/09/2017

Publicações em 08 Set

Evangelho e comentário

Tempo Comum

Natividade da Virgem Santa Maria

Evangelho: Mt 1, 11-17

1 Genealogia de Jesus Cristo, Filho de David, Filho de Abraão: 2 Abraão gerou Isaac; Isaac gerou Jacob; Jacob gerou Judá e seus irmãos. 3 Judá gerou, de Tamar, Farés e Zara; Farés gerou Esrom; Esrom gerou Arão; 4 Arão gerou Aminadab; Aminadab gerou Naasson; Naasson gerou Salmon; 5 Salmon gerou, de Raab, Booz; Booz gerou, de Rute, Obed; Obed gerou Jessé; Jessé gerou o rei David. 6 David, da mulher de Urias, gerou Salomão; 7 Salomão gerou Roboão; Roboão gerou Abias; Abias gerou Asa; 8 Asa gerou Josafat; Josafat gerou Jorão; Jorão gerou Ozias; 9 Ozias gerou Joatão; Joatão gerou Acaz; Acaz gerou Ezequias; 10 Ezequias gerou Manassés; Manassés gerou Amon; Amon gerou Josias; 11 Josias gerou Jeconias e seus irmãos, ao tempo do desterro de Babilónia. 12 Depois do desterro de Babilónia, Jeconias gerou Salatiel; Salatiel gerou Zorobabel; 13 Zorobabel gerou Abiud; Abiud gerou Eliacim; Eliacim gerou Azor; 14 Azor gerou Sadoc; Sadoc gerou Aquim; Aquim gerou Eliud; 15 Eliud gerou Eleazar; Eleazar gerou Matã; Matã gerou Jacob; 16 Jacob gerou José, esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, chamado Cristo.

Comentário:

A esperança na vinda do Messias anunciado a isso os levava para, de certo modo, poderem “conferir” da veracidade de quem se intitulasse ou pretendesse ser tomado como o Prometido.

Além do mais, seria uma honra extraordinária para qualquer família que, no seu seio, aparecesse o que viria salvar Israel dos seus inimigos e conduzir o povo à glória e fausto que o poder e a riqueza trazem consigo.

Assim “estereotipado” como mais convinha aos chefes do povo, esse Messias seria o grande, imbatível e invencível Rei de Israel.

Nunca leram – com “olhos de ler”, nem ouviram com “ouvidos de ouvir” quanto os profetas foram, ao longo dos séculos dizendo sobre o Messias e o Seu verdeiro objectivo que seria conduzir o povo ao reencontro com Deus, Deu misericordioso e compassivo e não o Deus justiceiro e terrível na ira que os chefes apregoavam de tal forma, que nem o nome de Deus de podia pronunciar.

(AMA, comentário sobre Mt 1, 11-17, 19.06.2017)








Fátima - Centenário - Oração diária,


Senhora de Fátima:

Neste ano do Centenário da tua vinda ao nosso País, cheios de confiança vimos pedir-te que continues a olhar com maternal cuidado por todos os portugueses.
No íntimo dos nossos corações instala-se alguma apreensão e incerteza em relação a este nosso País.

Sabes bem que nos referimos às diferenças de opinião que se transformam em desavenças, desunião e afastamento; aos casais desfeitos com todas as graves consequências; à falta de fé e de prática da fé; ao excessivo apego a coisas passageiras deixando de lado o essencial; aos respeitos humanos que se traduzem em indiferença e falta de coragem para arrepiar caminho; às doenças graves que se arrastam e causam tanto sofrimento.
Faz com que todos, sem excepção, nos comportemos como autênticos filhos teus e com a sinceridade, o espírito de compreensão e a humildade necessárias para, com respeito de uns pelos outros, sermos, de facto, unidos na Fé, santos e exemplo para o mundo.

Que nenhum de nós se perca para a salvação eterna.

Como Paulo VI, aqui mesmo em 1967, te repetimos:

Monstra te esse Matrem”, Mostra que és Mãe.

Isto te pedimos, invocando, uma vez mais, ao teu Dulcíssimo Coração, a tua protecção e amparo.


AMA, Fevereiro, 2017

¿Cómo llegar a los alejados y desencantados?

Tres desafíos y tres oportunidades para esta misión


Robert Barron, ahora obispo auxiliar de Los Ángeles, es experto en nueva evangelización

Durante estos días, del 1 al 4 de julio, en Estados Unidos se ha celebrado una convención sin precedentes en Orlando (Florida) organizada por la Conferencia Episcopal de Estados Unidos en la que han participado los principales líderes católicos del país con el objetivo de impulsar la nueva evangelización y formar misioneros que den respuestas a los desafíos actuales atrayendo a los no creyentes.

Uno de los que participantes que más relevancia tuvo debido a su experiencia en nueva evangelización fue Robert Barron, obispo auxiliar de Los Angeles, pero sobre todo experto en comunicación, con millones de seguidores en las redes sociales, y en técnicas para atraer a los alejados.

En su intervención en vídeo que recoge National Catholic Register, Barron dio una conferencia titulada “Equipar a los evangelizadores”, el ahora prelado dijo a todos los líderes presentes en Orlando que la forma de evangelizar debe agarrar al mundo por los hombros y sacudirlo de su apatía. Pidió perder el miedo y los complejos utilizando las numerosas armas de las que posee la Iglesia.

Una pelea que hay que disputar
Para este experto, la evangelización debe ser puesta en primer lugar y como algo “urgente” puesto que los nones (personas que responden en las encuestas no o ninguna sobre la religión que profesan), crecen rápidamente en Estados Unidos y más aún en Europa. Si no se batalla no se podrá ganar la guerra. “Tenemos una lucha en nuestras manos, pero los grandes santos de nuestra Iglesia siempre han amado una buena pelea, y nosotros también deberíamos", dijo el auxiliar de Los Ángeles.

Su conferencia la centró en los evangelizadores y las armas que deben tener, pero para ello considera imprescindible, primero, conocer a lo que se enfrentan, y segundo, saber de qué armas disponen para comenzar esta “lucha”. Por ello, Barron habló de tres desafíos y tres oportunidades principales con la que los evangelizadores y misioneros católicos se enfrentan hoy en día.

Los desafíos son según él son el cientifismo, la cultura de la apatía y la autodeterminación.

1. El cientifismo
Para Barron el compromiso que hay en estos momentos en el mundo de la cultura con el “cientifismo”, o la creencia de que el único conocimiento valioso es el científico, es uno de los grandes retos a los que se enfrentan los evangelizadores. Su mensaje siempre se encontrará con un muro ante los que defienden esta concepción.

“Permítanme ser claro: la Iglesia Católica no tiene nada en contra de las ciencias, la Iglesia está con la ciencia en su mejor momento”, dijo. Pero añadía que “a lo que la Iglesia se opone es al cientifismo, o la reducción de todo conocimiento a la forma científica del conocimiento”.

Hablar de Dios en una cultura embargada por este pensamiento es un desafío para los católicos, pero considera imprescindible hacerlo. “Cuando nosotros, como cultura, nos aislamos de todas las referencias a lo trascendente, hacemos daño al corazón humano, hacemos daño al espíritu humano”.

2. La cultura del ‘pasotismo’
En su diagnóstico, Barron destacó la “apatía desenfrenada” que existe en la sociedad de hoy, especialmente entre los más jóvenes, que están marcados por no abrazar la verdad, sino que hablan de la posverdad. “Si no hay verdades objetivas y no hay valores objetivos se produce una cultural del ‘meh’ (pasotismo, apatía)”, agregó.

Sin embargo, la verdad y lo que representa son parte fundamental de la misión del católico. Recordó las palabras del beato Newman, quien dijo que un río recibe su energía y fuerza desde su nacimiento. Si al río le quitas los márgenes se convertirá en un “lago grande, perezoso. Plácido, sin energía ni propósito”.

Según el obispo auxiliar de Los Ángeles, “nuestra sociedad hoy es como un gran lago perezoso, donde todos nosotros flotamos, tolerándonos unos a otros, no entrando en el camino del otro, pero sin energía ni propósito”.

Pero la evangelización –añadió- es la antítesis de esta apatía pues “una vez que has sido agarrado por el poder de Dios sabes a dónde ir y lo haces con energía”.

3. Autodeterminación
Robert Barron habló del tercer desafío, la “autodeterminación” basada en un mal entendimiento de la palabra “libertad”. “La creencia central ampliamente aceptada por los jóvenes es que la libertad define la identidad”, aseguró.

“Mi libertad viene primero y luego ya determino la esencia, quien soy, el significado de mi vida. Todo está basado en mi libertad: mi sexualidad, mi género, el propósito de la vida”. Así definió el obispo el pensamiento de millones de jóvenes hoy.

Sin embargo, el cristianismo ofrece todo lo contrario pues predica que “tu vida no es tuya, no depende de ti”.  Recordando la cita de San Pablo de “ya no soy yo quien vive, es Cristo quien vive en mí”, Barrón agregaba que cuando has sido atrapado “por el poder de Jesucristo, tu pequeño drama del ego se vuelve bastante menos importante”.

De tres desafíos a tres oportunidades
Tras presentar estos tres grandes desafíos a los que se enfrentan los católicos, el experto ofreció a los presentes tres oportunidades de evangelización basadas en la verdad, la bondad y la belleza.

1. Una verdad inteligente
“Odio el catolicismo rebajado”, dijo de manera contundente, es decir, poner sólo el énfasis “en lo superficial”. “Somos una religión inteligente y cuando no expresamos el catolicismo de una manera inteligente la gente desaparece”, agregó.

Barron instó a catequistas, apologetas y evangelizadores a comprender los grandes argumentos sobre la existencia de Dios pues los jóvenes a menudo no tienen una comprensión solida de Dios más allá de una vaga deidad.

El obispo reconoció que su argumento favorito es que la existencia proviene de Dios y que nada se creó a sí mismo. “El Dios del que estoy hablando sostiene el universo entero en todo momento al igual que un cantante crea una canción. La creación continua, ese es el Dios del que la Iglesia habla y el que debemos transmitir a nuestros jóvenes”.

2. Bondad de los cristianos radicales
Barron explicó en este segundo punto que cuando la vida cristiana se abraza de manera completa y radical la bondad destaca en el mundo. Puso como ejemplo a la Madre Teresa, que evangelizó el mundo con su testimonio radical de bondad.

A lo largo de la historia de la Iglesia, dijo, “la bondad y la radicalidad de la vida cristiana atrajeron la atención del mundo” recordando la vida y las obras de los santos Benito, Domingo y Francisco.

“Necesitamos recuperar lo que todas estas grandes figuras encontraron, esta forma espléndidamente radical de la vida cristiana. Cuando se vive así públicamente, se evangeliza”, agregó.

3. La auténtica belleza
La tercera oportunidad de la que habló el obispo auxiliar de Los Ángeles fue de la belleza, indicando que quizás la mejor oportunidad para comenzar la evangelización sea mostrarla al mundo. “Lo objetivamente valioso y bello es algo tan intrínsecamente bueno que nos atrapa, nos detiene en nuestros caminos, en algo llamado como arresto estético”.

Barron consideró que en una forma fácil para empezar a evangelizar porque es tan simple como “mostrar, no decir”.  Dirigiéndose a los presentes les dijo: “sólo muestra a la gente la belleza del catolicismo: muéstrales catedrales, muéstrales la Capilla Sixtina, muéstrales a las hermanas de la Madre Teresa en el trabajo. No les digas qué pensar y cómo comportarse, muestra la belleza del catolicismo, que tiene un poder evangélico”.

“No hay nada más hermoso que el morir y resucitar de Jesucristo y los apóstoles lo comunican con una urgencia de ‘agarrar por lo hombros’. Éstas son personas atrapadas por algo tan poderoso y tan abrumador que quieren agarrar al mundo por los hombros y hablarles sobre esto”, dijo el obispo.

“Necesitamos estar llenos del mismo entusiasmo por la belleza de nuestra fe”, concluyó.


REL