25/02/2022

Publicações em Fevereiro 25



 

Dentro do Evangelho

Publicações em Fevereiro 25

 

Dentro do Evangelho

(Re Lc XI, 24)

 Por vezes convenço-me que estou a salvo das tentações, porto-me bem, estou satisfeito.

É a ocasião que o tentador aproveita para atacar em força” e a queda é por demais aparatosa. Vigiar deve ser pois, uma atitude constante, sem hiatos, não confiar nas minhas próprias forças mas sim nas daquEle que tudo pode.

  

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Reflectindo

 

Eu não posso e, muito menos devo, julgar seja quem for.

Não posso porque não sou Juiz, não devo porque não me compete.

Há, porém, algo que devo fazer: ponderar se o que está em causa não se poderia aplicar a mim próprio.

 

 

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24/02/2022

Publicações em Fevereiro 24

 


 

(Re Lc XI, 13)

 

Sem qualquer rebuço, Jesus diz que somos maus.

Parece, talvez, exessivo, mas defacto está de acordo com o que Ele disse ao “jovem rico”: «Bom É só Deus».

 

Reflexão pessoal

 

Eu não posso e, muito menos devo, julgar seja quem for.

Não posso porque não sou Juiz, não devo porque não me compete.

Há, porém, algo que devo fazer: ponderar se o que está em causa não se poderia aplicar a mim próprio.

 

 

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23/02/2022

Publicações em Fevereiro 23

 


(Re Lc XII, 13-21)

 

Há nesta Parábola de Jesus algo subjacente, refiro-me a «o campo de um homem rico deu muito fruto».

Realmente, também o campo de um homem remediado ou pobre pode dar muito fruto mas, as preocupações são bem diferentes.

Os últimos considerados, como a colheita embora abundante de frutos, como os campos são pequenos ou mesmo exíguos, não têm preocupação com a sua guarda, os armazéns que possam ter chegam e, se não for o caso têm muitos familiares ou amigos a quem distribuir até, talvez, em retribuição de ajudas recebidas.

O homem rico não tem credores, bem ao contrário, tem muitos devedores e, naqueles tempos, as dívidas eram quase pagas em sempre com produtos da terra; mas, não passa pelo seu coração de pedra aproveitar o ensejo da colheita abundante para perdoar, pelo menos parte, do que lhe devem.

Gasta uma avultada quantia a construir armazéns e compraz-se em vê-los a abarrotar.

Como noutra passagem do Evangelho se diz: «Já teve a sua paga».

 

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22/02/2022

Publicações em Fevereiro 22

 


 

(Re Lc XI1 2)

"Senhor, ensina-nos a orar", pedem-Lhe os discípulos.

Este pedido manifesta a sua falta de confiança nas orações "oficiais" impostas pelos próceres da Lei; querem, desejam uma oração que corresponda aos ensinamentos que Jesus lhes tem dado, querem, no fim e ao cabo, ter a certeza que ao orar vão directamente ao Coração do Pai que está no Céu.

Jesus responde-lhes com o Pai-Nosso, uma oração que contém tudo quanto é necessário para me dirigir a Deus.

Não vou deter-me a considerá-lo, ao longo dos tempos muitos filósofos, pensadores, teólogos o fazem exaustivamente mas, destaco o compromisso que a recitação do Pai-Nosso, para mim, encerra: que Ele me dê tal como eu próprio dou!

"Perdoa-me como eu perdoo", ao dizer tal, ao afirmar este condicionalismo, estou, "ab initio", a assumir inteira responsabilidade pela justa retribuição que desejo obter.

 

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