09/08/2011

Evangelho do dia e comentário

 Stª Teresa Benedita da Cruz
 Padroeira da Europa






T. Comum– XIX Semana




Evangelho: Mt 25, 1-13

1 «Então, o Reino dos Céus será semelhante a dez virgens, que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do esposo. 2 Cinco delas eram néscias, e cinco prudentes. 3 As cinco néscias, tomando as lâmpadas, não levaram azeite consigo; 4 as prudentes, porém, levaram azeite nas vasilhas juntamente com as lâmpadas.5 Tardando o esposo, começaram todas a cabecear e adormeceram. 6 À meia-noite, ouviu-se um grito: “Eis que vem o esposo! Saí ao seu encontro”. 7 Então levantaram-se todas aquelas virgens, e prepararam as suas lâmpadas. 8 As néscias disseram às prudentes: “Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas apagam-se”. 9 As prudentes responderam: “Para que não suceda que nos falte a nós e a vós, ide antes aos vendedores, e comprai para vós”. 10 Mas, enquanto elas foram comprá-lo, chegou o esposo, e as que estavam preparadas entraram com ele a celebrar as bodas, e foi fechada a porta. 11 Mais tarde, chegaram também as outras virgens, dizendo: “Senhor, Senhor, abre-nos”. 12 Ele, porém, respondeu: “Em verdade vos digo que não vos conheço”. 13 Vigiai, pois, porque não sabeis nem o dia nem a hora.

Meditação:

Porque é que o Senhor não me conhece? Só por ter chegado um pouco tarde ao encontro! Bom, mas, eu, estive de facto à espera, bastante tempo, tanto que se me acabou o azeite e tive de ir comprá-lo!

O Senhor não tem isto em conta?

Não se trata de o Senhor querer ou não querer conhecer-me.
Eu è que me exclui do Seu convívio porque abandonei a “espera” e, quando Ele entrou, não estava ali para entrar com Ele.
Tive um motivo para o fazer, de facto… mas, O Senhor não tem nada a ver com isso, ou tem?
Ele chega, abre-se a porta e, quem está à espera, preparado, entra no gozo do seu Senhor.

Que não sei nem o dia nem a hora!

Pois não, por isso tenho de estar preparado SEMPRE!


(ama, meditação sobre Mt 25, 1-13, 2010.08.09)

08/08/2011

TEXTOS DE SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ

“Ele te dará a sua força.”
Em momentos de esgotamento, de fastio, recorre confiadamente ao Senhor, dizendo-lhe como aquele nosso amigo: "Jesus, vê lá o que fazes...: antes de começar a luta, já estou cansado". Ele te dará a sua força. (Forja, 244)

– Qual é o fundamento da nossa fidelidade?

– Dir-te-ia, a traços largos, que se baseia no amor de Deus, que faz vencer todos os obstáculos: o egoísmo, a soberba, o cansaço, a impaciência...
Um homem que ama calca-se a si próprio; sabe que, até amando com toda a sua alma, ainda não sabe amar bastante. (Forja, 532)

Jesus, que suscitou as nossas ansiedades, vem ao nosso encontro e diz-nos: se alguém tem sede, venha a Mim e beba. E oferece-nos o seu Coração, para encontrarmos nele o nosso repouso e a nossa fortaleza. Se aceitarmos o seu chamamento, veremos como as suas palavras são verdadeiras, e aumentará a nossa fome e a nossa sede, até desejarmos que Deus estabeleça no nosso coração o lugar do seu repouso e não afaste de nós o seu calor e a sua luz. (Cristo que passa, 170).

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

PENSAMENTOS INSPIRADOS À PROCURA DE DEUS 105

À procura de Deus



Se queres ir para o Céu, deixa a bagagem na terra.



jma, 2011.08.08

Gospel

Jesus Can Work It Out - Full Version


Choeur Gospel Celebration de Quebec 


Soliste: Fernande Angers 



selecção als 

Tema para breve reflexão

Reflectindo
Vocação

A descoberta dos planos divinos proporciona à alma a chave para decifrar o próprio passado. Nesse momento encaixam as peças que até agora eram como que um quebra-cabeças: porque conhecemos aquela determinada pessoa, as ajudas especiais que experimentámos em determinado momento… A vocação também projecta a sua luz sobre a vida futura, que se vê plena de sentido.

(Cf. f. suárez, La Virgen Nuestra Señora, p. 88, trad ama)

Evangelho do dia e comentário

S. Domingos






T. Comum– XIX Semana




Evangelho: Mt 17, 22-27

22 Enquanto andavam pela Galileia, Jesus disse-lhes: «O Filho do Homem será entregue nas mãos dos homens, 23 eles Lhe darão a morte, e ressuscitará ao terceiro dia». Eles entristeceram-se em extremo. 24 Quando entraram em Cafarnaum, chegaram-se a Pedro os que recebiam a didracma, e disseram-lhe: «Vosso Mestre não paga a didracma?». 25 Ele respondeu-lhes: «Sim». Quando Pedro entrou em casa, Jesus adiantou-Se, dizendo: «Que te parece, Simão? De quem recebem os reis da terra o tributo ou o imposto? De seus filhos, ou dos estranhos?». 26 Ele respondeu: «Dos estranhos». Disse-lhe Jesus: «Logo os filhos estão isentos. 27 Todavia, para que não os escandalizemos, vai ao mar e lança o anzol, e o primeiro peixe que vier, toma-o e, abrindo-lhe a boca, acharás dentro um estáter. Toma-o, e dá-lho por Mim e por ti»

Comentário:

Façamos umas contas: Didracma = a +- 7, 2 grms de prata, ou seja um pouco menos do salário de um dia de trabalho que seria igual a 4 grm de prata; Estáter = 14, 4 grms de prata = +- o salário de um dia e meio de trabalho.

Ou seja, o Senhor não possui, sequer, o correspondente a um dia de salário!

Mas, nem por isso deixa de assistir ao Seu amigo Pedro que, obviamente, também não possui essa pequena quantia.
A resposta de Pedro à Sua pergunta declara-o isento do imposto mas, não obstante, deseja pagar o que supostamente deve.
Compreende-se que Jesus nos dá uma razão para o fazer: se não O reconhecem como Filho de Deus não quer causar escândalo eximindo-se ao imposto mas, fá-lo de forma que demonstra de forma claríssima a Sua Divindade, o Seu Poder.

(ama, comentário sobre Mt 17, 22-27)