21/05/2010

CRUZ

Senhor:
Aceito a minha Cruz de ser como sou com a determinação de me tornar naquilo que queres que eu seja.

(ama, meditação 2002.06.22)

Decenário do Espírito Santo

9º Dia

Dons do Espírito Santo

Temor de Deus

O Dom de Temor de Deus leva-nos a aborrecer o pecado venial deliberado, a reagir com energia contra os primeiros sintomas de tibieza, o desleixo ou o aburguesamento.

(Francisco Fernández carvajal, Hablar con Dios, Páscoa, 7ª Sem, 5ª F.) (citado e trad. por ama)

20/05/2010

Filiação Divina


Teu filho, Senhor meu Deus!
Que admiração me causa esta realidade.
Que espanto me invade a ponto de só a minha Fé a manter viva em mim.
Sendo eu que sou = Nada!
Tendo eu o que tenho = Nada!
Sabendo eu o que sei = Nada!
Valendo eu o que valho = Nada!

Para que me queres Tu, Senhor?!
Que Te pode importar a minha pessoa?

Oh Senhor Deus, Rei dos Reis, Criador e Senhor de todas as coisas!
Como é grande o Teu Coração de Pai visto que nele caibo eu também.
Dou-vos graças meu Senhor e meu Deus por tão grande favor e peço-te me ajudes a merecê-lo.

(ama, meditação, Diário, 1990)

Decenário do Espírito Santo

8º Dia

Dons do Espírito Santo

Piedade

O Dom de Piedade é um dom cuja característica principal é a de nos dar uma familiaridade sobrenatural com Deus. Dirigimo-nos a Ele como filhos e Ele trata-nos como um bom Pai.

(Francisco Fernández carvajal & Pedro Betteta López, Hijos de Dios, nr. 76) (citado e trad. por ama)

MEDITAÇÕES DE MAIO

20

SALVE RAINHA

NESTE VALE DE LÁGRIMAS

Aqui onde estamos de passagem esperamos ansiosamente nos conduzas à alegria da visão beatífica.

(ama, 8ª meditação sobre a Salve Rainha)

19/05/2010

Decenário do Espírito Santo

7º Dia

Dons do Espírito Santo

Fortaleza

O Dom de Fortaleza encontra nas dificuldades umas condições excepcionais para crescer e afirmar-se, se nessas situações sabemos estar junto do Senhor.

(Francisco Fernández carvajal, Hablar com Dios, Decenário do Espírito Santo, 7ª Sem., 4ª F.) (citado e trad. por ama)

MEDITAÇÕES DE MAIO

19
SALVE RAINHA
A VÓS SUSPIRAMOS, GEMENDO E CHORANDO
Nas misérias das nossas vidas suspiramos por ti, para nos consolares e curares os nosso males.

(ama, 7ª meditação sobre a Salve Rainha)

18/05/2010

O Outro que passa

O outro que passa

É frequente na vida de cada um, surgirem pessoas que nos influenciam de forma determinante.
Este acontecimento não tem muito a ver com a idade, embora se posa presumir que suceda com maior incidência durante a nossa juventude, quando o nosso carácter ou o nosso próprio modo de viver ou encarar a vida, estão em evolução.
Não podemos definir o tipo, ou o extracto social, nem sequer a idade da pessoa que pode provocar em nós essa influência.
Trata-se de estar pronto e nas condições de ser influenciado e, sendo assim, tanto pode ser uma criança, como um familiar, um empregado nosso, ou uma pessoa com quem acabámos de travar conhecimento.
O que é determinante é o nosso estado de espírito e a nossa disposição interior de aceitar o que nos é proposto de muitas formas, como: - uma conversa; uma atitude; um simples reparo; a simples crítica, - ou, pelo menos, dedicar-lhe atenção.
A inquietação do espírito de quem busca algo mais alto, mais completo, que preencha de forma mais intensa a sua vida e as lacunas das suas exigências, é naturalmente, uma predisposição para isso.
Uma pessoa acomodada, satisfeita consigo mesma, com o horizonte próximo, sem ambições de fazer mais e, sobretudo, fazer melhor, não reparará, não se dará conta desse outro que passa a seu lado, ou se cruza consigo e que lhe diz algo importante, ou mostra um caminho ou uma forma de satisfazer ou completar os seus desejos. E, desta forma, se perde uma oportunidade que pode não se repetir.
Esta pessoa, homem ou mulher, jovem ou adulto, tem o horizonte muito próximo, não quer ser incomodado, recusa-se a si mesmo satisfações espirituais.
Digo-o por experiência própria.
Envolvido no trabalho, nos problemas do dia-a-dia, nos avanços e recuos dos negócios e das relações humanas, dei-me conta, a partir de certa altura, aos quarenta e sete anos de idade, que me faltava algo que funcionasse simultaneamente como cimento e catalisador, ou moderador, de todas essas emoções, desejos e objectivos.
Tinha-me bastado a mim mesmo, estava dentro de mim a chave de todas as soluções, ninguém me poderia trazer nada de novo, de verdadeiramente importante.
No fim e ao cabo, estava só e bastante insatisfeito. Sentia que tinha de dar um sentido mais profundo, ou mais alto se quiser, a toda a minha vida.
Concluíra que trabalhar, fazer negócios, montar empresas, arquitectar “coisas”, só para ter, fazer ou obter era pouco. Esta é apenas uma condição natural a qualquer homem, é até uma obrigação: progredir, melhorar, aumentar. Mas, fazê-lo com o simples objectivo do êxito, do sucesso económico, a obtenção de mais bens e, depois… descansar uns últimos anos ao abrigo da estabilidade e conforto adquiridos, parecia-me, repito, muito pouco elevado este sentido para toda uma vida. Buscava, pois, uma forma de pensar, de encarar a realidade da vida, a minha própria realidade como ser humano, tendo concluído, com a humildade que me era possível, que tinha chegado ao limite das minhas possibilidades, para buscar com que preencher esse vazio à minha frente.
Foi quando, em viagem de negócios com um amigo recente, de nacionalidade espanhola, me foi posta, à frente dos olhos, a solução.
Tratava-se de um homem alegre, bem-disposto, respirando confiança em si mesmo e movendo-se com segurança na vida. No fim, alguém que se admira e de muito agradável convivência.
Apercebeu-se bem e rapidamente do meu estado de espírito e, calmamente, com um à vontade seguro e insinuante, foi-me dizendo o que deveria ser óbvio mas que eu não conseguia ver por ter os olhos fixos noutras coisas, o pensamento assoberbado com mil problemas, o coração pesado de angústias e desejos: “ O homem tem de trabalhar, é uma condição humana. Tem, além disso, o dever de trabalhar sempre o melhor que possa e saiba. Deve também documentar-se, instruir-se, progredir em suma. No entanto, se fizer só isto, só pela vontade própria ou discernimento se distingue dos animais, trabalhadores incansáveis, eles também.
O sentido que falta para completar e dar uma realidade humana ao trabalho, à vida do homem, é o sentido divino.
Tendo a certeza que o que se faz agrada a Deus e, desta forma, se pode oferecer-lhe este mesmo trabalho, a satisfação pessoal que acompanha esta atitude põe o homem numa situação de felicidade calma e tranquila.
Os desaires ou recuos na vida de todos os dias, são encarados com serenidade, a confiança em si próprio e sobretudo a confiança no futuro, torna-se uma constante.
A vida ganha uma dimensão diferente, se quisermos, sobrenatural. Não se sente, o homem, um mero habitante do Planeta, um simples elemento da sociedade, trabalhando e consumindo-se para se destacar nessa mesma sociedade apenas para conquistar um lugar, mas concretiza uma missão que lhe foi dada pelo próprio Criador de todas as coisas.
Tenta fazê-lo o melhor e o mais dedicadamente que é capaz. Nisto baseia a sua felicidade, a sua vida, fazer o possível para, em cada momento, cumprir de forma perfeita a sua condição de Filho de Deus.
Esta obrigação que nos foi especificamente indicada “sede perfeitos como Meu Pai é perfeito” não deixa lugar a duvidas ou interpretações e a felicidade, neste mundo, reside em cumprir, tentar esforçadamente cumprir este mandato.
Nada distingue este homem dos outros homens a não ser a sua segurança perante a vida, a sua disponibilidade para os que o rodeiam, a sua satisfação interior e a sua realização verdadeira como homem autêntico”.
Tive eu a ventura de estar com “os olhos abertos” e o “coração desperto” para ouvir este meu amigo.
Agradeço todos os dias, (já lá vai ano e meio) esta oportunidade que me foi dado aproveitar.
Desejo ao meu leitor a mesma possibilidade que decerto terá, se tiver a disposição para ver, ouvir e entender com interesse e humildade, O OUTRO QUE PASSA.
(AMA, in “O Comércio do Porto” 1999)

Decenário do Espírito Santo

6º Dia

Dons do Espírito Santo

Conselho

O Dom de Conselho constitui uma grande ajuda para manter uma consciência recta, sem deformações, pois se somos dóceis a essas luzes e conselhos com que o Espírito Santo ilumina a nossa consciência, a alma não se evade nem autojustifica ante as faltas e os pecados, antes reage com a contrição, com uma maior dor por ter ofendido a Deus. 
(Francisco Fernández Carvajal, Hablar con Dios, Páscoa, 7ª Sem, 2ª F.)  (citado e trad. por ama)

MEDITAÇÕES DE MAIO

18
SALVE RAINHA
A VÓS BRADAMOS OS DEGREDADOS FILHOS DE EVA
Houve o nosso clamor, nós que perdemos a visão de Deus e queremos recuperá-la sem demora.
(AMA, 6ª meditação sobre a Salve Rainha)

17/05/2010

Decenário do Espírito Santo


5º Dia


Dons do Espírito Santo

Ciência

O Dom de Ciência é um dom contemplativo cujo olhar penetra, como o dom de inteligência e o de sabedoria, no próprio mistério de Deus.
(M. M. PHILIPON, Los dones del Espíritu Santo, Palabra, Madrid 1983, pg. 200) (citado e trad. por AMA)

SUSCEPTIBILIDADE

Susceptibilidade, pensa bem e acertarás

As pessoas susceptíveis carregam una pesada desgraça: a de ser retorcidos. Complicam o simples e esgotam o mais paciente. Vivem sempre com a guarda ao alto, apesar do cansaço que isso resulta.
São capazes de encontrar intenções secretas, conjuras ou planos malévolos nas coisas mais simples. Imaginam nos olhos dos outros olhares cheios de censura. Uma pergunta qualquer é interpretada como uma indirecta ou uma condenação, como uma alusão a um possível defeito pessoal. Com eles há que medir bem as palavras e andar com pés de chumbo, para não feri-los quando menos se pense.
A susceptibilidade tem a sua raiz no egocentrismo e na complicação interior. "Que não me tratam como mereço..., que esse em que se acreditou..., que não têm consideração por mim..., que não se preocupam comigo..., que não se dão conta...", e assim afogam a confiança e tornam realmente difícil a convivência com eles
.
Vejamos alguns exemplos de ideias para afastar esse perigo:

• Guardar-se da suspeita contínua, que é um forte veneno contra a amizade e as boas relações familiares;
• não querer ver segundas intenções em tudo o que os outros fazem ou dizem;
• não ser tão ácidos, tão críticos, tão cáusticos, tão demolidores: não se pode ir pela vida dando safanões à esquerda e à direita;
• considerar sempre a boa intenção dos outros: não tolerar em casa, críticas sobre familiares, vizinhos, companheiros ou professores dos filhos;
• confiar em que todas as pessoas são boas enquanto não se demonstre o contrario: qualquer ser humano, visto suficientemente de perto e com bons olhos, terminará por nos parecer, no fundo, uma pessoa encantadora (Plotino dizia tudo é belo para o que tem a alma bela); é questão de vê-lo com bons olhos, de não etiquetá-lo por detalhes de pouca importância nem o julgar pela primeira impressão externa;
• não remexer em feridas antigas, ressuscitando velhos agravos ou alimentando ânsias de desforra;
• ser leal e, antes, fazer chegar a nossa crítica ao interessado: dar-lhe a oportunidade de rectificar antes de o condenar, e não justificar-nos com um simples "se já lho disse e não faz o menor caso...", porque muitas vezes não é verdade.
• Suportar-se a si mesmo, porque muitos que parecem ressentidos contra as pessoas que o rodeiam, o que na verdade lhes sucede é que não conseguem lutar com desportivismo contra seus próprios defeitos.
(ALFONSO ALGILÓ, in Fluvium, 2007, citação e trad. de AMA)

MEDITAÇÕES DE MAIO

17
SALVE RAINHA
ESPERANÇA NOSSA

De quem mais esperaremos os remédios que precisamos senão de quem é a verdadeira esperança dos cristãos.
(AMA, 5ª meditação sobre a Salve Rainha)

16/05/2010

Decenário do Espírito Santo

4º Dia


Dons do Espírito Santo


Inteligência ou Entendimento


Mediante o dom de entendimento ou inteligência ao fiel cristão é-Lhe dado um conhecimento mais profundo dos mistérios revelados. O Espírito Santo ilumina a inteligência com uma luz poderosíssima e dá-Lhe a conhecer com uma clareza desconhecida até então o sentido profundo dos mistérios da fé.


(Francisco Fernández CARVAJAL, Falar com Deus, Tempo Comum, 6ª Sem., 6ª F.) (citado e trad. por AMA)

MEDITAÇÕES DE MAIO

16

SALVE RAINHA

VIDA, DOÇURA

Conduz-nos à verdadeira vida, que é a bem-aventurança sem fim, a doce visão de Deus.
(AMA, 4ª meditação sobre a Salve Rainha)

15/05/2010

O TRIPLO FILTRO



Temos, como Povo, uma enorme tendência para o boato ou seja, para espalhar publicamente notícias não confirmadas.
O boato é uma constante, que invade, de forma insidiosa, a nossa vida política, social, profissional e familiar.
Quase sempre anónimo e sem rosto, o boato converte-se no instrumento favorito dos que não prezam o rigor das afirmações e não têm a coragem moral de as assumir.
Encontramo-lo, com muita frequência nas empresas, onde alimenta os circuitos informais, muito mais velozes do que os canais formais de comunicação.
Alguns gestores do tipo "paternalista" põem a circular, através da via do boato, os factos que desejam fazer chegar, mais rapidamente, aos trabalhadores, dando-lhes a falsa convicção de que aquela notícia ou informação provém deles próprios quando, na realidade, estão a ser manipulados.
A comunicação social, acobertada impunemente na confidencialidade das fontes de informação, não hesita em instituir, com lamentável frequência, algumas figuras públicas, em alvos preferenciais de campanhas de destruição - verdadeiros assassinatos civis - baseadas em factos não verídicos, meras especulações ou notícias não confirmadas.
Assim se faz um mau uso da liberdade de imprensa, próximo da libertinagem e se projecta uma má imagem da democracia.
Na verdade, devemos ser verdadeiros e rigorosos em tudo aquilo que afirmamos, sob pena de, um dia, "o feitiço se virar contra o feiticeiro".

Na Grécia antiga, Sócrates tornou-se famoso, não só pela sabedoria, mas sobretudo pelo grande respeito que dedicava a todas as pessoas. Conta-se que, certo dia, um conhecido se abeirou do grande filósofo, para lhe dizer:

- Queres saber o que ouvi contar sobre o teu amigo?
- Espera um minuto! Respondeu Sócrates; antes que me digas seja o que for, quero que passes num pequeno exame. Chamo-lhe o Triplo filtro.
- Triplo filtro? Perguntou o outro.
- Correcto! Continuou Sócrates e acrescentou: antes que me fales sobre o meu amigo, pode ser prudente filtrar três vezes o que me vais dizer: é por isso que lhe chamo o exame do triplo filtro! E continuou: o primeiro filtro é a VERDADE. Estás absolutamente seguro de que o que me vais dizer é verdadeiro?
- Não - disse o homem - realmente só ouvi falar sobre isso e …
- Bem! Retorquiu Sócrates. - Então, não sabes se realmente é verdadeiro ou não?

- Agora permite-me que utilize o segundo filtro: o filtro da BONDADE . O que me vais dizer é algo de bom?
- Não, pelo contrário.
- Então, desejas dizer-me algo de mau sobre ele, porém, não estás seguro de que esteja certo.

- Mesmo que agora quisesse escutar-te não poderia, porque ainda me falta um filtro: o filtro da UTILIDADE!
- Servia-me, para alguma coisa, saber o que me queres dizer do meu amigo? - - Não! Na verdade, não.
- Bem! Concluiu Sócrates. - Se o que desejas dizer-me não é verdadeiro, nem bom e tão-pouco me será útil, por que iria querer saber?

Meu caro leitor use este triplo filtro, cada vez que ouvir comentários sobre algum dos seus amigos mais próximos e mais queridos.
A amizade deve ser considerada como um bem precioso e inviolável.
Nunca perca um amigo, um colega ou mesmo um concorrente, por algum mal entendido ou comentário sem fundamento.
(MANUEL POIRIER BRAZ (Advogado e Gestor de Empresas), In VER, Direito e Gestão, Janeiro-Fevereiro 07) (citado por AMA)

Decenário do Espírito Santo

3º Dia

Dons do Espírito Santo

Sabedoria.


As moções da graça através do dom de Sabedoria trazem-nos uma grande paz, não só para nós próprios, mas também para o próximo; ajudam-nos a levar a alegria onde vamos, e a encontrar essa palavra oportuna que ajuda a reconciliar os que estão desunidos. Por isso a este dom corresponde a bem-aventurança dos pacíficos, aqueles que, tendo a paz em si mesmos, podem comunicá-la aos demais. Esta paz, que o mundo não pode dar, é o resultado de ver os acontecimentos dentro do plano providencial de Deus, que não se esquece em nenhum momento dos Seus filhos. Existe um conhecimento de Deus e do que a Ele se refere, ao qual só se chega com a santidade. O Espírito Santo, mediante o dom da Sabedoria, põe-no ao alcance das almas simples que amam o Senhor.

(Francisco Fernández CARVAJAL, Falar com Deus, Tempo Comum, 7º Dom.) (citado e trad. por AMA)

MEDITAÇÕES DE MAIO

15
SALVE RAINHA


MÃE DE MISERICÓRDIA

Em ti encontraremos o que mais precisamos: Misericórdia para as nossas faltas de Amor.
(AMA, 3ª meditação sobre a Salve Rainha)

14/05/2010

MEDITAÇÕES DE MAIO

14

SALVE RAINHA

SALVE RAINHA
Rainha do meu coração onde imperas, mandas, governas. Eu, humilde servo, imploro: conduz-me pelo caminho que me leve a prestar-te vassalagem no Céu. Rainha de Portugal. Olha pelos teus súbditos. Olha pelo teu povo. Não deixes o seu governo.

(AMA, 2ª meditação sobre a Salve Rainha)

Decenário do Espírito Santo

2º Dia

Dons do Espírito Santo

Sabedoria.
Inteligência.
Ciência.
Conselho.
Fortaleza.
Piedade.
Temor de Deus.

Para que o Espírito Santo nos conceda seus dons:

Vem, Espírito de Deus,
enche os nossos corações com tua graça.
És o sopro de Deus
que dá vida ao que está morto,
que dá vida ao nosso ser
e que nos tira do túmulo da preguiça e
do comodismo.
És fogo que queima o que está errado em nós,
que aquece nosso coração para amar,
que ilumina nossa mente para entender.
Fazei-nos conhecer Jesus Cristo
que veio revelar o amor do Pai.
Fazei-nos conhecer o pai e sua bondade infinita.
Fazei-nos tuas testemunhas,
instrumentos nas tuas mãos
para que os corações dos homens se transformem
e assim a terra se renove.
Para que reine a justiça e a paz,
a solidariedade e o amor.
Para que o Reino de Deus se estenda cada dia mais Amém.

(Ir. MARLENE BERTOLD) (citado por AMA)