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11/05/2016

Compreender a Vontade de Deus

E os silêncios de Deus? 4

É no silêncio de Deus que o cristão aprende a crescer na fé e na confiança no Senhor.
Não sejamos crianças na fé.

Nesse silêncio sagrado somos obrigados a apurar os ouvidos interiores e a criar novas antenas para tentar compreender a vontade de Deus.

É preciso, então, não se deixar afundar na hora da tormenta, mas esperar com fé na Providência divina que não falha.
No meio do fogo das tribulações, é preciso continuar a caminhar, ainda que gemendo e chorando, “como se visse o invisível” [i].

(cont)

filipe aquino

(Revisão da versão portuguesa por ama)




[i] Hb 11, 27

10/05/2016

Ouvir a voz de Deus

E os silêncios de Deus? 8

Nunca encontraremos um discurso de Deus para nós, pronto e claro, e nem um caminho nitidamente traçado; não, Deus nos conduz no escuro da fé, onde Ele vai nos falando durante o caminho, como fez com os discípulos de Emaús.

E, se não caminharmos, não ouviremos a Sua voz.

(cont)

filipe aquino

(Revisão da versão portuguesa por ama)

09/05/2016

Para onde Deus me leva?

E os silêncios de Deus? 7

A grande Edith Stein disse uma bela verdade:

Não sei para onde Deus me leva, mas sei que é Ele me conduz”.

Isto basta.

Não podemos esperar que a mensagem esteja decifrada para começar a caminhar; assim não começaríamos nunca a viagem.



filipe aquino

(Revisão da versão portuguesa por ama)

11/03/2016

Caminhar com perseverança

E os silêncios de Deus? 6

A vontade de Deus para nós é assim; os factos da vida, isolados, parecem não ter sentido, mas, quando os vamos juntando na fé e analisando-os na esperança, vemos a sua mensagem.

Às vezes é preciso olhar peça por peça, sem saber qual é a próxima que virá. Mas é preciso ir em frente, caminhar com perseverança.



filipe aquino

(Revisão da versão portuguesa por ama)

10/03/2016

Avançar na Fé

E os silêncios de Deus? -5

Este “avançar na fé” pode ser comparado a um complicado jogo de “quebra-cabeça”; no seu início não temos a menor ideia do quadro a compor, parece que o “quebra-cabeça” não tem solução, a charada é desafiadora; mas, devagar, com paciência, vamos juntando as peças (…) começa a surgir alguma coisa.
Ao combinar as peças começa a surgir o quadro, e então, vai ficando cada vez mais fácil, até o fim.



filipe aquino


(Revisão da versão portuguesa por ama)