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15/03/2020

DEVOÇÃO A SÂO JOSÉ


OS SETE DOMINGOS

7 Dores e Alegrias

VII - A sétima dor e alegria de S. José:

A sua dor quando perdeu o Menino Jesus; a sua alegria quando o encontrou no templo.

"Quando O viram, ficaram vivamente impressionados, e Sua mãe disse-Lhe: Filho, porque procedeste assim connosco? Olha que Teu pai e eu andávamos aflitos à Tua procura."[1]

"Ide a José e encontrareis Jesus: Ide a José e encontrareis Maria, que encheu sempre de paz a amável oficina de Nazaré."[2]



[1] Lc 2,48
[2] Ibid., n. 56


08/03/2020

DEVOÇÃO A S. JOSÉ


OS SETE DOMINGOS

7 Dores e Alegrias

VI - A sexta dor e alegria de S. José:

A sua dor quando receava regressar à sua terra; a sua alegria ao ser avisado pelo anjo para regressar a Nazaré.

"E foi morar numa cidade chamada Nazaré, para se cumprir o que fora anunciado pelos profetas: Será chamado Nazareno."[i]

“José amou Jesus como um pai ama o seu filho, tratou-o dando-Lhe tudo o que de melhor tinha. José, cuidando daquele Menino como lhe tinha sido ordenado, fez de Jesus um artesão: transmitiu-Lhe o seu ofício... Jesus trabalhou na oficina de José e junto de José."[ii]


[i] Mt 2,23
[ii] Ibid., n. 55

23/02/2020

DEVOÇÃO A SÃO JOSÉ


OS SETE DOMINGOS

7 Dores e Alegrias

IV - A quarta dor e alegria de S. José: 

A sua dor quando ouviu a profecia de Simeão; a sua alegria quando soube que muitos seriam salvos pelos sofrimentos de Jesus.

Seu pai e Sua mãe estavam admirados com as coisas que d'Ele se diziam. Simeão abençoou-os e disse a Maria, Sua mãe: Olha que Ele está aqui para a queda e o ressurgimento de muitos em Israel e para ser sinal de contradição - uma espada te há-de trespassar a tua própria alma - a fim de se revelarem os pensamentos de muitos espíritos."[i]

"José surpreende-se, José admira-se. Deus vai-lhe revelando os Seus desígnios e ele esforça-se por compreendê-los. Como toda a alma que quer seguir de perto Jesus, descobre logo que não é possível andar com passo ronceiro, que não pode viver da rotina... Deus exige continuamente mais e os Seus caminhos não são os nossos caminhos humanos. S. José, como nenhum outro homem antes ou depois dele, aprendeu de Jesus a estar atento para conhecer as maravilhas de Deus, a ter a alma e o coração abertos."[ii]



[i] Lc 2,33-35
[ii] Ibid., n. 54

09/02/2020

DEVOÇÃO A S. JOSÉ


OS SETE DOMINGOS

7 Dores e Alegrias

II - A segunda dor e alegria de S. José: 

A sua dor quando viu Jesus nascido em tanta pobreza; a sua alegria quando os anjos anunciaram o nascimento de Jesus.

"Foram, pressurosos, e encontraram Maria, José e o Menino deitado na manjedoira."[i]

"Ite ad Joseph: 'recorrei a São José'. Ele vos mostrará caminhos concretos e meios humanos e divinos para chegar a Jesus. E em breve ousareis, tal como ele, segurar nos braços, beijar, vestir e cuidar deste Menino Deus que nasceu para nós. Em sinal de veneração, os Magos ofereceram a Jesus ouro, incenso e mirra; José deu-lhe plenamente o coração jovem, cheio de amor."[ii]


[i] Lc 2,16
[ii] Josemaria Escrivá, "Na Epifania do Senhor", em “Cristo que passa”, n. 38


02/01/2020

DEVOÇÃO A S. JOSÉ


OS SETE DOMINGOS 

7 Dores e Alegrias  

A devoção dos sete domingos, honra as sete alegrias e as sete dores de S. José.
Recolhem-se os textos do Evangelho correspondentes a cada uma delas e um breve comentário de São Josemaria Escrivá.

"Como seria José, como teria actuado nele a graça, para ser capaz de levar a cabo a tarefa de desenvolver no aspecto humano o filho de Deus?

"Por isso Jesus devia parecer-se com José: no modo de trabalhar, nos traços do seu carácter, na maneira de falar. No realismo de Jesus, no seu espírito de observação, no seu modo de se sentar à mesa e de partir o pão, no seu gosto por falar dum modo concreto tomando como exemplo as coisas da vida corrente, reflecte-se o que foi a infância e a juventude de Jesus, e, portanto, o seu trato com José.

"Não é possível desconhecer a sublimidade do mistério. Esse Jesus que é homem, que fala com o sotaque de uma determinada região de Israel, que se parece com um artesão chamado José, esse é o Filho de Deus."[i]

I - A primeira dor e alegria de S. José:

A sua dor quando decidiu repudiar a Virgem Santíssima; a sua alegria quando o anjo lhe revelou o mistério da Encarnação, que o filho de Maria é o Filho de Deus, o Messias desejado.

"José, filho de David, não temas receber Maria, tua esposa, pois o que nela se gerou, é obra do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, a Quem porás o nome de Jesus, porque Ele salvará o seu povo dos seus pecados."[ii]

"Das narrações evangélicas depreende-se a grande personalidade humana de S. José: em nenhum momento nos aparece como um homem diminuído ou assustado perante a vida; pelo contrário, sabe enfrentar-se com os problemas, superar as situações difíceis, assumir com responsabilidade e iniciativa os trabalhos que lhe são encomendados."[iii]


[i] Josemaria Escrivá, "Na oficina de José", em “Cristo que passa”, n. 55
[ii] Mt 1,20-21
[iii] Ibid., n. 40