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16/01/2023

Publicações em Janeiro 16

  


DENTRO DO EVANGELHO

Evangelho

Mc IV, 35-41

35 Naquele dia, ao entardecer, disse: «Passemos para a outra margem.» 36 Afastando-se da multidão, levaram-no consigo, no barco onde estava; e havia outras embarcações com Ele. 37 Desencadeou-se, então, um grande turbilhão de vento, e as ondas arrojavam-se contra o barco, de forma que este já estava quase cheio de água. 38 Jesus, à popa, dormia sobre uma almofada. 39 Acordaram-no e disseram-lhe: «Mestre, não te importas que pereçamos?» Ele, despertando, falou imperiosamente ao vento e disse ao mar: «Cala-te, acalma-te!» O vento serenou e fez-se grande calma. 40 Depois disse-lhes: «Porque sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» 41 E sentiram um grande temor e diziam uns aos outros: «Quem é este, a quem até o vento e o mar obedecem?»

 

Hoje fui contrariado no meu desejo de estar na praia, molhando os pés nas ondas espraiadas, apanhando um Sol abrasador.

O tempo estava agreste, chuva, frio e um vento impetuoso que levantava ondas alterosas.

Puz-me a recato subindo a uns penhascos onde mal chegavam salpicos das ondas e, dali contemplava aquele mar revolto abismado com a "força" da Natureza.

Neste instante aparece uma barca com doze homens a bordo, agarrando-se como podiam aos estóis, cordame, gritavam uns aos outros com acentos de autêntico terror.

Depois vi um décimo terceiro homem que estava deitado numa almofada na popa da embarcação, permanecia imóvel como se estivesse a dormir.

A custo o patrão da barca chegou-se a ele e gritou-lhe algo ao ouvido.

A reacção foi espantosa, o homem levantou-se estendeu a mão direita sobre o mar e disse algo que não percebi.

Imediatamente o vento deixou de soprar, o mar revolto transformou-se em lago tranquilo e plácido, veio uma bonança extraordinária e a barca dirigiu-se para terra.

Corri ao seu encontro e, depois de momentos de incrível excitação os ocupantes da barca contaram-me em detalhe quanto sucedera.

Por ser a demonstração fiel da Divindade de Jesus Cristo aqui deixo constante.

 

 

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29/01/2022

Publicações em Janeiro 29

 



(Re Mc 4, 35-41)

Ao reflectir sobre este trecho que São Marcos escreve surgem-me várias ponderações:

- Os discípulos estão assustados com a tempestade e como que em último recurso resolvem acordar o Mestre.

- A pergunta que fazem «não te importa que pereçamos» revela um apelo quase desesperado ao amor que sabem que Ele lhes tem.

- Não sabem o que O Senhor vai fazer para resolver a situação mas confiam que fará alguma coisa.

- Os numerosos milagres a que já assistiram levam-nos a recorrer ao Seu auxílio.

- De facto… não conhecem Jesus porque se espantam com o que Ele faz: «Quem é este homem, que até o vento e o mar lhe obedecem?»

 

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