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08/01/2021

Reflexão

 

Quando a alma, movida pelo Espírito Santo, encaminha toda a sua existência segundo as exigências do amor, o que Deus possa pedir-lhe já não se considera um conjunto de renúncias, pesos, sacrifícios, mas de oportunidades para encontrar Deus e unir-se mais a Ele. A maturidade do sentido cristão alcança-se precisamente através da vitória do amor, que rejeita o medo, o egoísmo ou, pelo menos, a desconfiança.

 

(Javier Echevaria, Itinerarios de vida Cristiana, Planeta, pg. 44)

04/01/2021

A nossa tendência para o egoísmo não morre

 

Não ponhas o teu "eu" na tua saúde, no teu nome, na tua carreira, na tua ocupação, em cada passo que dás... Que coisa tão maçadora! Parece que te esqueceste que "tu" não tens nada, é tudo d'Ele. Quando ao longo do dia te sentires, talvez sem razão, humilhado; quando pensares que o teu critério deveria prevalecer; quando notares que a cada instante borbota o teu "eu", o teu, o teu, o teu..., convence-te de que estás a matar o tempo e que estás a precisar que "matem" o teu egoísmo. (Forja, 1050)

Convém deixar o Senhor meter-se nas nossas vidas e entrar confiadamente sem encontrar obstáculos nem recantos obscuros. Nós, os homens, tendemos a defender-nos, a apegar-nos ao nosso egoísmo. Sempre tentamos ser reis, ainda que seja do reino da nossa miséria. Entendei através desta consideração por que motivo temos necessidade de recorrer a Jesus: para que Ele nos torne verdadeiramente livres e, dessa forma, possamos servir a Deus e a todos os homens. Só assim perceberemos a verdade daquelas palavras de São Paulo: Agora, porém, livres do pecado e feitos servos de Deus, tendes por fruto a santificação e por fim a vida eterna. Porque o salário do pecado é a morte, ao passo que o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Nosso Senhor Jesus Cristo. Estejamos precavidos, portanto, visto que a nossa tendência para o egoísmo não morre e a tentação pode insinuar-se de muitas maneiras. Deus exige que, ao obedecer, ponhamos em exercício a fé, porque a sua vontade não se manifesta com aparato ruidoso; às vezes o Senhor sugere o seu querer como que em voz baixa, lá no fundo da consciência; e é necessário escutar atentamente para distinguir essa voz e ser-Lhe fiel. (Cristo que passa, 17)

10/11/2016

Temas para meditar - 668

Condição humana


Quaisquer que sejam as nossas condições humanas – ainda que ingenuamente nos pareçam superiores às dos Apóstolos -, se não se põe por cima todo o amor a Deus e ao próximo, desemboca-se no egoísmo e, finalmente, na traição.


(javier echevarria Getsemani Planeta 3ª Ed. Pg. 270)

09/07/2016

Verdades que o egoísmo esconde - 11

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A pessoa egoísta não consegue tolerar as frustrações que tanto a amizade como a convivência humana implicam.

O egoísmo afunda a pessoa num abismo tão insondável e mau, que reduz a liberdade, pois a torna insensível para agradecer pelos bens materiais e sobretudo espirituais, recebidos de Deus.

Fonte: REVISTA SER PERSONA
(Revisão da versão portuguesa por ama)

05/07/2016

Verdades que o egoísmo esconde - 10

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O egoísmo leva a pessoa a confundir pontos de vista diferentes dos seus com manifestações de rejeição.


Fonte: REVISTA SER PERSONA
(Revisão da versão portuguesa por ama)

02/07/2016

Verdades que o egoísmo esconde - 9

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O egoísmo prejudica a auto-estima, pois cria dependência das gratificações afectivas de outras pessoas (elogios, agrados etc.) e faz que a pessoa condicione o seu querer unicamente ao facto de que gostem dela.


Fonte: REVISTA SER PERSONA

(Revisão da versão portuguesa por ama)

19/06/2016

Verdades que o egoísmo esconde - 8

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É muito difícil estabelecer vínculos afectivos e autênticos quando não se é solidário com as pessoas.


Fonte: REVISTA SER PERSONA

(Revisão da versão portuguesa por ama)

18/06/2016

Verdades que o egoísmo esconde - 7

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A prosperidade alcançada por outros não pode ser vista como algo que nos prejudica.


Fonte: REVISTA SER PERSONA

(Revisão da versão portuguesa por ama)

12/06/2016

Verdades que o egoísmo esconde - 6

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Não podemos desejar ter o mesmo sucesso dos outros sem esforço nenhum, porque as conquistas pessoais precisam ser alcançadas mediante um saudável desejo de superação de si mesmo.


Fonte: REVISTA SER PERSONA

(Revisão da versão portuguesa por ama)

11/06/2016

Verdades que o egoísmo esconde - 5

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O melhor caminho para a auto-afirmação é o serviço aos outros; o pior caminho é a magnificação da auto-valorização.


Fonte: REVISTA SER PERSONA

(Revisão da versão portuguesa por ama)

09/06/2016

Verdades que o egoísmo esconde - 4

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A pessoa vai enriquecer-se na medida em que contribuir para o enriquecimento pessoal de parentes, amigos e colegas.


Fonte: REVISTA SER PERSONA

(Revisão da versão portuguesa por ama)

05/06/2016

Verdades que o egoísmo esconde - 3

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É mais saudável ocupar-se dos outros que unicamente de si mesmo.


Fonte: REVISTA SER PERSONA

(Revisão da versão portuguesa por ama)

04/06/2016

Verdades que o egoísmo esconde - 2

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Qualquer pessoa é mais valiosa que todas as coisas, possessões ou pertences.

Fonte: REVISTA SER PERSONA

(Revisão da versão portuguesa por ama)

01/06/2016

Verdades que o egoísmo esconde - 1

Resultado de imagem para egoísmoDesejar o mal a outra pessoa, porque ela tem algo que nós não temos, não nos trará o bem que não temos, e sim o mal que não tínhamos.

Responder com um mal (calúnia, difamação, hostilidade etc.) diante de um bem do outro (uma habilidade que não temos, o sucesso etc.) constitui um mal e manifesta-se em outros males (ódio ao próximo, dano a ele causado, dano a si mesmo etc.).


Fonte: REVISTA SER PERSONA

(Revisão da versão portuguesa por ama)

20/03/2014

Temas para meditar 48


Egoísmo

Se não mantemos uma luta de morte contra o egoísmo, afastamo-nos fatalmente da verdade, ou tomamos as nossas ilusões pela verdade.


(GEORGES CHEVROT, Jesus e a Samaritana, Éfeso, 1956, pg, 93)

30/05/2012

A tristeza é a escória do egoísmo

Textos de S. Josemaria



Que ninguém leia tristeza nem dor na tua cara, quando difundes pelo ambiente do mundo o aroma do teu sacrifício. Os filhos de Deus têm de ser sempre semeadores de paz e de alegria. (Sulco, 59)

E se somos filhos de Deus, por que havemos de estar tristes? A tristeza é a escória do egoísmo. Se queremos viver para Nosso Senhor, não nos faltará a alegria, mesmo que descubramos os nossos erros e as nossas misérias. A alegria entra na vida de oração de tal maneira que, a certa altura, não poderemos deixar de cantar: porque amamos, e cantar é próprio de apaixonados.

Se vivermos assim, realizaremos no mundo uma obra de paz; saberemos tornar amável aos outros o serviço a Nosso Senhor, porque Deus ama quem dá com alegria O cristão é uma pessoa igual às outras na sociedade; mas do seu coração transbordará a alegria de quem se propõe cumprir, com a ajuda constante da graça, a Vontade do Pai: e não se sente vítima, nem inferiorizado, nem coagido. Caminha de cabeça erguida, porque é homem e é filho de Deus.
A nossa fé dá todo o seu relevo a estas virtudes, que pessoa alguma deveria deixar de cultivar. Ninguém pode vencer o cristão em humanidade. Por isso, quem segue Cristo é capaz – não por mérito próprio, mas pela graça de Nosso Senhor – de comunicar aos que o rodeiam o que às vezes eles pressentem, embora não consigam compreender: que a verdadeira felicidade, o verdadeiro serviço ao próximo passa pelo Coração do Nosso Redentor; perfectus Deus, perfectus, homo. (Amigos de Deus, nn. 92–93)


© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

27/12/2011

A nossa tendência para o egoísmo não morre

Textos de São Josemaria Escrivá

Não ponhas o teu "eu" na tua saúde, no teu nome, na tua carreira, na tua ocupação, em cada passo que dás... Que coisa tão maçadora! Parece que te esqueceste que "tu" não tens nada, é tudo d'Ele. Quando ao longo do dia te sentires, talvez sem razão, humilhado; quando pensares que o teu critério deveria prevalecer; quando notares que a cada instante borbota o teu "eu", o teu, o teu, o teu..., convence-te de que estás a matar o tempo e que estás a precisar que "matem" o teu egoísmo. (Forja, 1050)

Convém deixar o Senhor meter-se nas nossas vidas e entrar confiadamente sem encontrar obstáculos nem recantos obscuros. Nós, os homens, tendemos a defender-nos, a apegar-nos ao nosso egoísmo. Sempre tentamos ser reis, ainda que seja do reino da nossa miséria. Entendei através desta consideração por que motivo temos necessidade de recorrer a Jesus: para que Ele nos torne verdadeiramente livres e, dessa forma, possamos servir a Deus e a todos os homens. Só assim perceberemos a verdade daquelas palavras de S. Paulo: Agora, porém, livres do pecado e feitos servos de Deus, tendes por fruto a santificação e por fim a vida eterna. Porque o salário do pecado é a morte, ao passo que o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Nosso Senhor Jesus Cristo.
Estejamos precavidos, portanto, visto que a nossa tendência para o egoísmo não morre e a tentação pode insinuar-se de muitas maneiras. Deus exige que, ao obedecer, ponhamos em exercício a fé, porque a sua vontade não se manifesta com aparato ruidoso; às vezes o Senhor sugere o seu querer como que em voz baixa, lá no fundo da consciência; e é necessário escutar atentamente para distinguir essa voz e ser-Lhe fiel. (Cristo que passa, 17)

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

24/12/2011

Somos cristãos correntes, temos uma vida vulgar

Textos de São Josemaria Escrivá

Deus não te arranca do teu ambiente, não te tira do mundo, nem do teu estado, nem das tuas ambições humanas nobres, nem do teu trabalho profissional... mas, aí, quer-te santo! (Forja, 362)

Por muito que tenhamos pensado nestas verdades, devemos encher-nos sempre de admiração ao pensar nos trinta anos de obscuridade que constituem a maior parte da passagem de Jesus entre os seus irmãos, os homens. Anos de sombra, mas, para nós, claros como a luz do Sol. Mais: resplendor que ilumina os nossos dias e lhes dá uma autêntica projecção, pois somos cristãos correntes, com uma vida vulgar, igual à de tantos milhões de pessoas nos mais diversos lugares do Mundo.
Assim viveu Jesus seis lustros: era filius fabris, o filho do carpinteiro. Virão depois os três anos de vida pública, com o clamor das multidões. E as pessoas surpreendem-se: Quem é este? Onde aprendeu tantas coisas? Pois a sua vida tinha sido a vida comum do povo da sua terra. Era o faber, filius Mariae, o carpinteiro, filho de Maria. E era Deus; e estava a realizar a redenção do género humano; e estava a atrair a si todas as coisas.
Como em relação a qualquer outro aspecto da sua vida, nunca deveríamos contemplar esses anos ocultos de Jesus sem nos sentirmos afectados, sem os reconhecermos como aquilo que são: chamamentos que o Senhor nos dirige para sairmos do nosso egoísmo, do nosso comodismo. (Cristo que passa, nn. 14-15)

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

22/11/2011

Tu, sempre tu, sempre o que é ‘teu’

Textos de São Josemaria Escrivá

Egoísta! – Tu, sempre tu, sempre o que é "teu". – Pareces incapaz de sentir a fraternidade de Cristo: nos outros, não vês irmãos; vês "degraus". Pressinto o teu rotundo fracasso. – E, quando te tiveres afundado, quererás que tenham para contigo a caridade que agora não queres ter. (Caminho, 31)

Repito-vos com S. Paulo: ainda que eu falasse as línguas dos homens e a linguagem dos anjos, se não tiver caridade, sou como o bronze que ressoa ou como o címbalo que tine. E ainda que eu tivesse o dom da profecia e conhecesse todos os mistérios e possuísse toda a ciência, e tivesse toda a fé, de modo a mover montanhas, se não tiver caridade, não sou nada. E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres e entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver caridade, nada me aproveita.
Perante estas palavras do Apóstolo dos gentios, não faltam os que se assemelham àqueles discípulos de Cristo, que, ao anunciar-lhes Nosso Senhor o Sacramento da sua Carne e do seu Sangue, comentaram: – É dura esta doutrina; quem a pode escutar? É dura, sim. Porque a caridade que o Apóstolo descreve não se limita à filantropia, ao humanitarismo ou à natural comiseração pelo sofrimento alheio; exige a prática da virtude teologal do amor a Deus e do amor, por Deus, aos outros. (Amigos de Deus, 235)
        
© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

07/04/2011

TEXTOS DE SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ

“A tristeza é a escória do egoísmo”

Que ninguém leia tristeza nem dor na tua cara, quando difundes pelo ambiente do mundo o aroma do teu sacrifício. Os filhos de Deus têm de ser sempre semeadores de paz e de alegria. (Sulco, 59)

E se somos filhos de Deus, por que havemos de estar tristes? A tristeza é a escória do egoísmo. Se queremos viver para Nosso Senhor, não nos faltará a alegria, mesmo que descubramos os nossos erros e as nossas misérias. A alegria entra na vida de oração de tal maneira que, a certa altura, não poderemos deixar de cantar: porque amamos, e cantar é próprio de apaixonados.

Se vivermos assim, realizaremos no mundo uma obra de paz; saberemos tornar amável aos outros o serviço a Nosso Senhor, porque Deus ama quem dá com alegria O cristão é uma pessoa igual às outras na sociedade; mas do seu coração transbordará a alegria de quem se propõe cumprir, com a ajuda constante da graça, a Vontade do Pai: e não se sente vítima, nem inferiorizado, nem coagido. Caminha de cabeça erguida, porque é homem e é filho de Deus.

A nossa fé dá todo o seu relevo a estas virtudes, que pessoa alguma deveria deixar de cultivar. Ninguém pode vencer o cristão em humanidade. Por isso, quem segue Cristo é capaz – não por mérito próprio, mas pela graça de Nosso Senhor – de comunicar aos que o rodeiam o que às vezes eles pressentem, embora não consigam compreender: que a verdadeira felicidade, o verdadeiro serviço ao próximo passa pelo Coração do Nosso Redentor; perfectus Deus, perfectus, homo.
(Amigos de Deus, nn. 92–93)

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet