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28/02/2020

Evangelho e comentário


Tempo de Cinzas





Evangelho: Mt 9, 14-15

Naquele tempo, os discípulos de João Baptista foram ter com Jesus e perguntaram-Lhe: «Por que motivo nós e os fariseus jejuamos e os teus discípulos não jejuam?» Jesus respondeu-lhes: «Podem os companheiros do esposo ficar de luto, enquanto o esposo estiver com eles? Dias virão em que o esposo lhes será tirado e nessa altura hão-de jejuar».

Comentário:

A Liturgia prossegue a proclamação do capítulo 9 do Evangelho escrito por São Mateus. É um capítulo de perguntas feitas pelos fariseus e chefes do povo perguntas essas que escondem crítica, preconceito e animosidade.

Parece-me que o Senhor gosta dessas perguntas em primeiro lugar, talvez, porque embora deformadas como já disse, são o desabafo de quem se sente, de alguma forma perplexo; depois porque Lhe dá o ensejo de, ao responder-lhes, ensinar, doutrinar, pôr as coisas no seu devido lugar.

Este Mestre Divino, tem uma paciência infinita e vai repetindo uma e outra vez os ensinamentos fundamentais para esclarecimento das gentes que O rodeiam.

(AMA, comentário sobre Mt 9, 14-15, 14.03.2017)

08/03/2019

Evangelho e comentário


  


TEMPO DE CINZAS




Evangelho: Mt 9, 14-15

14 Depois, foram ter com Ele os discípulos de João, dizendo: «Porque é que nós e os fariseus jejuamos e os teus discípulos não jejuam?» 15 Jesus respondeu-lhes: «Porventura podem os convidados para as núpcias estar tristes, enquanto o esposo está com eles? Porém, hão-de vir dias em que lhes será tirado o esposo e, então, hão-de jejuar.»

Comentário:

Estar com Jesus é viver a alegria mais completa que se pode aspirar.

O jejum - prática corrente de sacrifício – não é motivo de tristeza mas sim de mortificação.

Subentende-se que, como refere noutro local, o Senhor criticava os fariseus pela publicidade que faziam do seu jejum chegando a desfigurar o rosto para tornar mais convincente a sua privação.

O jejum é algo muito sério mas quando feito discretamente e com moderação, para ser “visto” por Deus e não constatação pública.

(AMA, comentário sobre Mt 9, 14-15, 12.12.2018)