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26/09/2019

Evangelho e comentário


TEMPO COMUM



Evangelho: Lc 9, 7-9

Naquele tempo, o tetrarca Herodes ouviu dizer tudo o que Jesus fazia e andava perplexo, porque alguns diziam: «É João Baptista que ressuscitou dos mortos». Outros diziam: «E Elias que reapareceu». E outros diziam ainda: «É um dos antigos profetas que ressuscitou». Mas Herodes disse: «A João mandei-o eu decapitar. Mas quem é este homem, de quem oiço dizer tais coisas?». E procurava ver Jesus.

Comentário:

Na actual sociedade não parece ser muito credível que alguém diga nunca ter ouvido falar de Jesus. De uma forma ou outra a Sua Pessoa ou a Sua Doutrina terão chegado aos ouvidos de todos.

Só que, ouvir não quer dizer guardar nem reter na memória e também não é seguro que possa despertar a curiosidade.
Por isso mesmo, quem se dedica ao apostolado – que devem ser todos os cristãos – deve fazer o possível para informar, esclarecer o mais amplamente que possa e saiba quem não tem esse conhecimento.
O importante é despertar em todos os homens com quem nos cruzamos nos caminhos da vida, um desejo, uma vontade forte de ver, conhecer a Pessoa de Cristo.

Com tal estamos a fazer o que o Senhor nos mandou no Mandamento do Amor porque a maior prova de amor que podemos dar a alguém é levá-la a Cristo.

(AMA, comentário sobre Lc 9, 7-9, 27.06.2019)



27/09/2018

Evangelho e comentário


Tempo comum


Evangelho: Lc 9, 7-9

7 O tetrarca Herodes ouviu dizer tudo o que se passava; e andava perplexo, pois alguns diziam que João ressuscitara dos mortos; outros, 8 que Elias aparecera, e outros, que um dos antigos profetas ressuscitara. 9 Herodes disse: «A João mandei-o eu decapitar, mas quem é este de quem oiço dizer semelhantes coisas?» E procurava vê-lo.

Comentário:

Sabemos, pelos Evangelhos, que quando Jesus Cristo finalmente Se encontra cara a cara com Herodes permanece no mais profundo silêncio como que não fazendo caso nem da pessoa nem do que pretende.

Herodes é uma figura desprezível sob todos os aspectos, mas o Senhor não o trata com desprezo; poderia ter feito um discurso demolidor que deixaria marca indelével do encontro, mas, não o fez.

Permanecendo em silêncio mantém a Sua dignidade, enquanto o outro, frustrada a sua curiosidade mórbida e doentia, regressa à sua condição de criatura sem qualificação.

(AMA, comentário sobre Lc 9, 7-9, 28.09.2017)