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28/10/2019

Evangelho e comentário


TEMPO COMUM


São Simão e São Judas- Apóstolos

Evangelho: Lc 6, 12-19

Naquele tempo, indo Jesus a caminho de Jerusalém, passava entre a Samaria e a Galileia. Ao entrar numa povoação, vieram ao seu encontro dez leprosos. Conservando-se a distância, disseram em alta voz: «Jesus, Mestre, tem compaixão de nós». Ao vê-los, Jesus disse-lhes: «Ide mostrar-vos aos sacerdotes». E sucedeu que no caminho ficaram limpos da lepra. Um deles, ao ver-se curado, voltou atrás, glorificando a Deus em alta voz, e prostrou-se de rosto em terra aos pés de Jesus, para Lhe agradecer. Era um samaritano. Jesus, tomando a palavra, disse: «Não foram dez os que ficaram curados? Onde estão os outros nove? Não se encontrou quem voltasse para dar glória a Deus senão este estrangeiro?». E disse ao homem: «Levanta-te e segue o teu caminho; a tua fé te salvou».

Comentário:

De facto, os dez leprosos demonstraram uma mesma fé absoluta em Jesus Cristo: sob a Sua ordem, não hesitaram em fazer como lhes ordenara.
Não fizeram perguntas, não duvidaram um instante sequer.
Sim… é de louvar tal fé!

Mas, como vemos no final do texto, embora os dez ficassem curados a um só foi garantida a salvação: ao que voltou para trás para mostrar o seu agradecimento.

A Fé, sem dúvida, é importantíssima e consegue coisas extraordinárias, o mas dar graças a Deus alcança muito mais além da cura do corpo.

Alcança a cura da alma e a salvação eterna!

(AMA, comentário sobre Lc 6, 12-19, 25.07.2017)


10/09/2019

Evangelho e comentário


TEMPO COMUM



Evangelho: Lc 6, 12-19

Naqueles dias, Jesus subiu ao monte para rezar e passou a noite em oração a Deus. Quando amanheceu, chamou os discípulos e escolheu doze entre eles, a quem deu o nome de apóstolos: Simão, a quem deu também o nome de Pedro, e seu irmão André; Tiago e João; Filipe e Bartolomeu, Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu, e Simão, chamado o Zelota; Judas, irmão de Tiago, e Judas Iscariotes, que veio a ser o traidor. Depois desceu com eles do monte e deteve-Se num sítio plano, com numerosos discípulos e uma grande multidão de pessoas de toda a Judeia, de Jerusalém e do litoral de Tiro e de Sidónia. Tinham vindo para ouvir Jesus e serem curados das suas doenças. Os que eram atormentados por espíritos impuros também ficavam curados. Toda a multidão procurava tocar Jesus, porque saía d’Ele uma força que a todos sarava.

Comentário:

Antes de tomar uma decisão tão importante como era a escolha dos Apóstolos, o Senhor embrenha-se na oração.
A oração é sempre conversa com Deus mas é, também, momento de reflexão interior, talvez de exame, seguramente procura de apoio e guia para o rumo a seguir.

É esta a principal ”lição” que podemos colher deste trecho do Evangelho Lc 6, 12-19 em ocasiões importantes – muito importantes ou, até, de escasso relevo – devemos solicitar luz ao Espírito Santo para tomar a decisão certa e mais adequada.

(AMA comentário sobre Lc 6, 12-19, 25.06.2019)


11/09/2018

Evangelho e comentário


Tempo comum

Evangelho: Lc 6, 12-19

12 Naqueles dias, Jesus foi para o monte fazer oração e passou a noite a orar a Deus. 13 Quando nasceu o dia, convocou os discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu o nome de Apóstolos: 14 Simão, a quem chamou Pedro, e André, seu irmão; Tiago, João, Filipe e Bartolomeu; 15 Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu, e Simão, chamado o Zelote; 16 Judas, filho de Tiago, e Judas Iscariotes, que veio a ser o traidor. 17 Descendo com eles, deteve-se num sítio plano, juntamente com numerosos discípulos e uma grande multidão de toda a Judeia, de Jerusalém e do litoral de Tiro e de Sídon, 18 que acorrera para o ouvir e ser curada dos seus males. Os que eram atormentados por espíritos malignos ficavam curados; 19 e toda a multidão procurava tocar-lhe, pois emanava dele uma força que a todos curava.

Comentário:

As multidões acorriam a Jesus. Como hoje, igualmente, Ele atrai todos os homens em busca de consolo, auxilio, salvação.

Um refúgio, uma segurança, um porto seguro onde estacionar o barco onde navegamos nas agitadas águas desta vida.

Com confiança de filhos, de irmãos de amigos verdadeiros porque temos a certeza absoluta que nunca nos negará socorro, auxílio.

Como sabemos isto?
Como temos esta certeza?

Então… Ele não deu a vida por nós?


(AMA, comentário sobre Lc 6, 12-19, 12.09.2017)