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16/10/2019

Evangelho e comentário


TEMPO COMUM



Evangelho: Lc 11, 42-46

Naquele tempo, disse o Senhor: «Ai de vós, fariseus, porque pagais o dízimo da hortelã, da arruda e de todas as hortaliças, mas desprezais a justiça e o amor de Deus! Devíeis praticar estas coisas, sem omitir aquelas. Ai de vós, fariseus, porque gostais do primeiro lugar nas sinagogas e das saudações na praça pública! Ai de vós, porque sois como sepulcros disfarçados, sobre os quais passamos sem o saber!». Então um dos doutores da lei tomou a palavra e disse a Jesus: «Mestre, ao dizeres essas palavras também nos insultas a nós». Jesus respondeu: «Ai de vós também, doutores da lei, porque impondes aos homens fardos insuportáveis e vós próprios nem com um só dedo tocais nesses fardos!».

Comentário:

O que o Doutor da Lei considera como um insulto é próprio daqueles que não admitem – nunca – que possam estar errados na sua conduta.

A resposta de Jesus é liminar e certíssima já que refere factos e não suposições.

(AMA, comentário sobre Lc 11, 42-46, 30.07.2019)



17/10/2018

Evangelho e comentário


Tempo comum


Evangelho: Lc 11, 42-46

42 Mas ai de vós, fariseus, que pagais o dízimo da hortelã, da arruda e de todas as plantas e descurais a justiça e o amor de Deus! Estas eram as coisas que devíeis praticar, sem omitir aquelas. 43 Ai de vós, fariseus, porque gostais do primeiro lugar nas sinagogas e de ser cumprimentados nas praças! 44 Ai de vós, porque sois como os túmulos, que não se vêem e sobre os quais as pessoas passam sem se aperceberem!» 45 Um doutor da Lei tomou a palavra e disse-lhe: «Mestre, falando assim, também nos insultas a nós.» 46 Mas Ele respondeu: «Ai de vós, também, doutores da Lei, porque carregais os homens com fardos insuportáveis e nem sequer com um dedo tocais nesses fardos!

Comentário:

Este é sem dúvida um dos momentos mais marcantes do “confronto” entre Jesus e os chefes do povo.

Sem rebuço o Senhor aponta com clareza os defeitos e as más práticas daqueles que deveriam dar o exemplo.

Quem O escuta dá-se conta de que as palavras que Jesus profere vão ao encontro do que realmente o povo anónimo pensa e como não obtém resposta - porque ela não existe – este mesmo povo apercebe-se de Quem deve seguir, onde está a verdadeira doutrina e, sobretudo, a honestidade de procedimento.

(AMA, comentário sobre Lc 11, 42-46, 10.07.2018)