Não poderíamos, desde já,
olhar os outros de forma que os seus defeitos não nos descorçoem?
Chegará um momento em que
as feridas serão esquecidas (...).
Na maior parte muitas das
coisas que nos entristeceram neste dia ou nestes últimos tempos vão ser
esquecidas.
Temos defeitos, mas
podemos gostar uns dos outros!
Porque somos irmãos,
porque Cristo nos quer verdadeiramente... como somos.
(A. Mª. Gª. dorronsoro, Dios y la gente, Rialp, 2ª ed. Madrid 1974, pg. 150, trad ama)
