03/04/2022

Quaresma Semana 5 Domingo 3

 


 

Dentro do Evangelho

 

(Re Mc XII…)

 

A justiça dos homens deverá ser como que um reflexo da Justiça Divina.

Poderia resumir dizendo: ‘Não julgar a pessoa mas o acto que comete’.

Fazendo assim estarei ao abrigo de juízos precipitados, sem consistência, levados pelas aparências.

Mais, não me compete ser juíz de ninguém mas, apenas, avaliar se os actos que cometeu são ou não reprováveis.

O que me deve interessar são os factos, não as pessoas nem as suas intenções.

Como poderei saber o porquê que esteve na origem do que praticou?

Mais e talvez, mais importante, será essa pessoa inteiramente responsável pelos seus actos?

Só Nosso Senhor, Juíz Justo e Omnisciente o poderá julgar.

A mim, não me resta mais que, se “chocado” pelo que o outro fez, disse ou escreveu, rezar por ele para que tenha a Luz e o Entendimento, esses Dons do Divino Espírito Santo absolutamente necessários para agir correctamente.

 

 

Reflectindo na Quaresma

 

O amor próprio

É difícil conviver com ele e admitir que o tenho.

E, de facto, está na raíz de muitos sentimentos errados como, por exemplo, o sentir-me ofendido por alguém não reconhecer os meus méritos ou predicados.

Talvez que a solução esteja em pensar: ‘O que diria se me conhesse bem... muito pior seguramente...’

Pode ser... e é, quase sempre, esmagador.

A minha  "imponência" e estatuto "impecável" não são  imediatamente reconhecidos!

E fico dando voltas e mais voltas ao assunto numa irritação crescente e juízos lapidares.

De facto...

 

 

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