17/03/2019

Temas para meditar e reflectir


Sobre a oração - 2

Talvez que alguns tenham por hábito compor as orações que habitualmente rezam.

Há perigo de rotina?

Talvez e, nesse caso, o melhor seja suspender essa prática por algum tempo.
A oração pessoal e diária deverá ter uma estrutura bem definida
Em primeiro lugar "cumprimentar" o Senhor dando-nos conta da Sua presença real e verdadeira - especialmente se estamos na presença do Sacrário - com um acto formal da presença de Deus como:

Meu Senhor e meu Deus creio firmemente que estás aqui que me vês e que me ouves peço-Te ajuda para fazer com fruto este tempo de oração.

Esta fórmula - parte de uma oração composta por S. Josemaria - colocar-nos-á imediatamente na presença de Deus.
Em seguida devemos apresentar as intenções que nos foram encomendadas; em terceiro lugar ter uma especial lembrança pelo Papa e o Magistério e a Igreja; depois, então, apresentamos o que nos diz directamente respeito: agradecer as graças recebidas e pedir o que julgamos necessitar.
Este tempo de oração deve preferivelmente ter um horário do fixo com o tempo aconselhável de trinta minutos.

Há condições fundamentais tais como ausência de escrúpulos sem sentido e um sentimento sério de piedade.

Mas não esqueçamos que rezar é falar com Deus e portanto só é admissível se a oração for séria, contida, e piedosa.
O principal motivo porque rezamos é agradar e louvar a Deus e colocar nas suas mãos a nossa pessoa inteira sem limites ou reservas.

Depois vêm as razões "pessoais": Acções de graças e Petição.

AMA, reflexões, 11.12.2018

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