26/10/2015

Defesa da vida

Questões sobre o aborto

2: “Crianças não queridas”?

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É injusto que venha ao mundo uma criança não amada.

É certo.
Trata-se de uma injustiça.

Mas ela não é cometida pela criança e não é a sociedade que proíbe o aborto a culpada.
Pelo menos não é culpada por essa razão.
Será eventualmente culpada por não resolver com maior eficácia as situações que conduzem ao desespero de uma jovem mãe.

Se todas as forças sociais se reunirem para ajudar as mães em caso de dificuldade comprovada, encontrarão com maior frequência soluções eficazes.
Por agora, são habitualmente as instituições da Igreja ou inspiradas em princípios cristãos que oferecem às grávidas os meios para tentar ultrapassar problemas sérios.
E numa considerável percentagem dos casos em que as mães recebem a tempo ajuda eficaz, os bebés com um inicial prognóstico de socialmente enjeitados acabam por ser crianças queridas.

Não será preferível enveredar por este caminho, mais difícil e trabalhoso, mas realmente mais humano?

Fonte: ALETEIA, p. joão paulo pimentel

(Revisão da versão portuguesa por ama)

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