por El Reto del amor
Padroeiros do blog: SÃO PAULO; SÃO TOMÁS DE AQUINO; SÃO FILIPE DE NÉRI; SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ
15/02/2019
Doutrina – 473
Compêndio
SEGUNDA SECÇÃO
OS SETE SACRAMENTOS DA
IGREJA
CAPÍTULO PRIMEIRO
OS SACRAMENTOS DA
INICIAÇÃO CRISTÃ
O SACRAMENTO DO BAPTISMO
Pergunta:
253.
Como é prefigurado o Baptismo na Antiga Aliança?
Resposta:
Na
Antiga Aliança encontram-se várias prefigurações do Baptismo: a água, fonte de
vida e de morte; a arca de Noé, que salva por meio da água; a passagem do Mar
Vermelho, que liberta Israel da escravidão do Egipto; a travessia do Jordão,
que introduz Israel na terra prometida, imagem da vida eterna.
Formação humana e cristã – 128
Outra
necessidade fundamental é a meditação.
Tem muito a ver
com o ponto 1 - Exame, já que ambos
são momentos de "paragem" e introspecção.
Num caso
verifica-se, avalia-se, no outro detém-se num determinado aspecto que ocupará o
espírito, centrando-o num tema de cada vez.
(cont)
AMA, reflexões
Quer que sejamos muito humanos e muito divinos
Há
muitos anos já que vi com clareza meridiana um critério que será sempre válido:
o ambiente da sociedade, com o seu afastamento da fé e da moral cristãs,
necessita de uma nova forma de viver e de propagar a verdade eterna do Evangelho.
No próprio cerne da sociedade, do mundo, os filhos de Deus hão-de brilhar pelas
suas virtudes como lanternas na escuridão, "quasi lucernae lucentes in caliginoso loco". (Sulco, 318)
Se
aceitarmos a nossa responsabilidade de filhos de Deus, saberemos que Ele quer
que sejamos muito humanos. A cabeça pode tocar o céu, mas os pés assentam na
terra, com segurança. O preço de se viver cristãmente não é nem deixar de ser
homem nem abdicar do esforço por adquirir essas virtudes que alguns têm, mesmo
sem conhecerem Cristo. O preço de todo o cristão é o Sangue redentor de Nosso
Senhor, que nos quer - insisto - muito humanos e muito divinos, com o empenho
diário de O imitar, pois é perfectus Deus,
perfectus homo.
Talvez
não seja capaz de dizer qual é a principal virtude humana. Depende muito do
ponto de vista de que se parta. Além disso, a questão torna-se ociosa, porque
não se trata de praticar uma ou várias virtudes. É preciso lutar por adquiri-las
e praticá-las todas. Cada uma de per si entrelaça-se com as outras e, assim, o
esforço por sermos sinceros, por exemplo, torna-nos justos, alegres, prudentes,
serenos.
Precisamos,
ao mesmo tempo, de considerar que a decisão e a responsabilidade residem na
liberdade pessoal de cada um e, por isso, as virtudes são também radicalmente
pessoais, da pessoa. No entanto, nessa batalha de amor ninguém luta sozinho -
ninguém é um verso solto, costumo repetir. De certo modo, ou nos ajudamos ou
nos prejudicamos. Todos somos elos de uma mesma cadeia. Pede agora comigo a
Deus Nosso Senhor, que essa cadeia, nos prenda ao seu Coração, até chegar o dia
de O contemplar face a face, no Céu, para sempre. (Amigos de Deus,
75-76).
Evangelho e comentário
Evangelho: Mc 7, 31-37
31 Tornando a sair da região de Tiro,
veio por Sídon para o mar da Galileia, atravessando o território da Decápole.
32 Trouxeram-lhe um surdo tartamudo e rogaram-lhe que impusesse as mãos sobre
ele. 33 Afastando-se com ele da multidão, Jesus meteu-lhe os dedos nos ouvidos
e fez saliva com que lhe tocou a língua. 34 Erguendo depois os olhos ao céu,
suspirou dizendo: «Effathá», que quer dizer «abre-te.» 35 Logo os ouvidos se
lhe abriram, soltou-se a prisão da língua e falava correctamente. 36 Jesus
mandou-lhes que a ninguém revelassem o sucedido; mas quanto mais lho recomendava,
mais eles o apregoavam. 37 No auge do assombro, diziam: «Faz tudo bem feito:
faz ouvir os surdos e falar os mudos.»
Comentário:
O Evangelista tem a
preocupação de que conste neste relato algo singular: Jesus «tomando-o à parte de entre a multidão»…
Porquê o Senhor deseja fazer este milagre com a
discrição possível, fora dos olhares dos circunstantes?
Talvez por um pormenor: «atravessando o
território da Decápole» onde como se sabe, não era bem-vindo.
Não obstante, alguns
pedem-lhe por um pobre surdo-mudo, que o cure e, o Senhor, não resiste aos
pedidos justos.
Tal como Deus desistiria
do castigo de Sodoma e Gomorra por causa dos justos que Abraão invocava, assim
Cristo, por um só filho Seu fará o que Se Lhe pedir.
(ama, comentário sobre Mc 7, 31-37, 16.11.2016)
Temas para reflectir e meditar
PetiçãoVai ter com o próprio Senhor, ao mesmo com Quem a família descansa, e chama com a tua oração à Sua porta, e pede, e volta a pedir.
Ele não será como o amigo da parábola; levantar-se-à e socorrerá; não por estar farto de ti; está desejando dar.
Demora a dar-te o que te quer dar para que desejes mais aquilo que demora; pois costumamos dar menos valor ao que logo nos é concedido.
(Santo Agostinho, Sermões 105, 1)
Pequena agenda do cristão
(Coisas muito simples, curtas, objectivas)
Propósito:
Contenção; alguma privação; ser humilde.
Senhor: Ajuda-me a ser contido, a privar-me de algo por pouco que seja, a ser humilde. Sou formado por este barro duro e seco que é o meu carácter, mas não Te importes, Senhor, não Te importes com este barro que não vale nada. Parte-o, esfrangalha-o nas Tuas mãos amorosas e, estou certo, daí sairá algo que se possa - que Tu possas - aproveitar. Não dês importância à minha prosápia, à minha vaidade, ao meu desejo incontido de protagonismo e evidência. Não sei nada, não posso nada, não tenho nada, não valho nada, não sou absolutamente nada.
Lembrar-me:
Filiação divina.
Ser Teu filho Senhor! De tal modo desejo que esta realidade tome posse de mim, que me entrego totalmente nas Tuas mãos amorosas de Pai misericordioso, e embora não saiba bem para que me queres, para que queres como filho a alguém como eu, entrego-me confiante que me conheces profundamente, com todos os meus defeitos e pequenas virtudes e é assim, e não de outro modo, que me queres ao pé de Ti. Não me afastes, Senhor. Eu sei que Tu não me afastarás nunca. Peço-Te que não permitas que alguma vez, nem por breves instantes, seja eu a afastar-me de Ti.
Pequeno exame:
Cumpri o propósito que me propus ontem?
14/02/2019
Reflexão - Porque vou à Igreja
Estou
aqui na Tua presença tendo acabado de ler o trecho do Evangelho em que se
descreve a Tua reacção perante os vendedores do Templo e pergunto-me a mim
mesmo se eu próprio não me poderia incluir nestes, não porque venha à Igreja
fazer comércio mas porque talvez não venha com a pureza de alma e disposição do
coração para fazer o que realmente deveria: dar-Te graças e louvar-te.
Isso,
unicamente deveriam ser os meus propósitos e não outros quaisquer.
(AMA,
reflexão,23.11.2018)
OS SETE DOMINGOS DE SÃO JOSÉ
OS SETE DOMINGOS
ou 7 Dores e Alegrias de S. José
III
- A terceira dor e alegria de S. José:
A sua dor quando viu o sangue de
Jesus derramado na circuncisão; a sua alegria quando Lhe deu o nome de Jesus.
"Quando
se completaram oito dias para O circuncidarem, deram-Lhe o nome de Jesus,
indicado pelo Anjo antes de Ele ter sido concebido no seio materno."[i]
"A vida interior não é outra coisa
senão o trato assíduo e íntimo com Cristo,
para nos identificarmos com Ele. E José saberá dizer-nos muitas coisas sobre
Jesus. Por isso, não deixeis nunca de conviver com ele..."[ii]
Penitência é atender os que sofrem
Esta é a receita para o teu caminho de cristão: oração,
penitência, trabalho sem descanso, com um cumprimento amoroso do dever. (Forja, 65)
E se agora não te ocorre como responder concretamente aos apelos
divinos que se fazem ouvir no teu coração, ouve-me bem.Penitência é o
cumprimento exacto do horário que te fixaste, mesmo que o corpo resista ou a
mente pretenda evadir-se com sonhos quiméricos. Penitência é levantares-te
pontualmente. E também, não deixar para mais tarde, sem motivo justificado,
essa tarefa que te é mais difícil ou custosa. A penitência está em saber
compaginar as tuas obrigações relativas a Deus, aos outros e a ti próprio, exigindo-te,
de modo que consigas encontrar o tempo necessário para cada coisa. És penitente
quando te submetes amorosamente ao teu plano de oração, apesar de estares
cansado, sem vontade ou frio. (Amigos
de Deus, 138)
Leitura espiritual
Rm 13
Colaborar com as autoridades
1Que todos se submetam às autoridades públicas,
pois não existe autoridade que não venha de Deus, e as que existem foram
estabelecidas por Deus. 2Por isso, quem resiste à autoridade opõe-se à ordem
querida por Deus, e os que se opõem receberão a condenação. 3É que os
detentores do poder não são temidos por quem pratica o bem, mas por quem
pratica o mal. Não queres ter medo da autoridade? Faz o bem e receberás os seus
elogios. 4De facto, ela está ao serviço de Deus, para te incitar ao bem.
Mas, se fazes o mal, então deves ter medo, pois
para alguma coisa ela traz a espada. De facto, ela está ao serviço de Deus para
castigar aquele que pratica o mal. 5É por isso que é necessário submeter-se,
não só por medo do castigo, mas também por razões de consciência.
6É também por essa razão que pagais impostos;
aqueles que têm de se ocupar disso são funcionários de Deus. 7Dai a cada um o
que lhe é devido: o imposto, a quem se deve o imposto; a taxa, a quem se deve a
taxa; o respeito, a quem se deve o respeito; a honra, a quem se deve a honra.
O amor é o cumprimento da Lei
8Não fiqueis a dever nada a ninguém, a não ser
isto: amar-vos uns aos outros. Pois quem ama o próximo cumpre plenamente a lei.
9De facto: Não
cometerás adultério, não matarás, não furtarás, não cobiçarás, bem como
qualquer outro mandamento, estão resumidos numa só frase: Amarás o teu próximo
como a ti mesmo. 10O amor não faz mal ao próximo. Assim, é no amor que está
o pleno cumprimento da lei.
Viver na luz
11Sabeis em que tempo vivemos: já é hora de
acordardes do sono, pois a salvação está agora mais perto de nós do que quando
começámos a acreditar. 12A noite adiantou-se e o dia está próximo. Despojemo-nos,
por isso, das obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz.
13Como quem vive em pleno dia, comportemo-nos
honestamente: nada de comezainas e bebedeiras, nada de devassidão e libertinagens,
nada de discórdias e invejas. 14Pelo contrário, revesti-vos do Senhor Jesus
Cristo e não vos entregueis às coisas da carne, satisfazendo os seus desejos.
Rm 14
Os «fortes» e os «fracos»
1Àquele que é fraco na fé, acolhei-o, sem cair em
discussões sobre as suas maneiras de pensar. 2Enquanto a fé de um lhe permite
comer de tudo, o que é fraco só come legumes. 3Quem come não despreze aquele
que não come; e quem não come não julgue aquele que come, porque Deus o
acolheu.
4Quem és tu para julgares o criado de um outro?
Se está de pé ou se cai, isso é lá com o seu patrão. Há-de, aliás, ficar de pé,
porque o Senhor tem poder para o segurar. 5Além disso, enquanto um julga que há
dias e dias, há quem julgue que os dias são todos iguais. Tenha um e outro
plena convicção daquilo que pensa. 6Quem guarda alguns dias, é em honra do
Senhor que os guarda; quem come de tudo, é em honra do Senhor que come, pois dá
graças a Deus; e quem não come, é em honra do Senhor que não come, e também ele
dá graças a Deus. 7De facto, nenhum de nós vive para si mesmo e nenhum morre
para si mesmo. 8Se vivemos, é para o Senhor que vivemos; e se morremos, é para
o Senhor que morremos. Ou seja, quer vivamos quer morramos, é ao Senhor que
pertencemos. 9Pois foi para isto que Cristo morreu e voltou à vida: para ser
Senhor tanto dos mortos como dos vivos.
10Mas tu, porque julgas o teu irmão? E tu, porque
desprezas o teu irmão? De facto, todos havemos de comparecer diante do tribunal
de Deus, 11pois está escrito:
Tão
certo como Eu vivo, diz o Senhor,
todo o
joelho se dobrará diante de mim
e toda a
língua dará a Deus glória e louvor.
12Portanto, cada um de nós terá de dar contas de
si mesmo a Deus.
Unidos no amor
13Deixemos, pois, de nos julgar uns aos outros.
Tomai de preferência esta decisão: não ser para o irmão causa de tropeço ou de
escândalo. 14Sei e estou convencido, no Senhor Jesus, de que nada é impuro em
si mesmo. Uma coisa é impura só para aquele que a considera como impura. 15Se,
por tomares um alimento, entristeces o teu irmão, então não estás a proceder de
acordo com o amor. Não faças, com o teu alimento, com que se perca aquele por
quem Cristo morreu.
16Que não seja, pois, motivo de blasfémia o bem que
há em vós. 17É que o Reino de Deus não é uma questão de comer e beber, mas de
justiça, paz e alegria no Espírito Santo. 18E quem deste modo serve a Cristo é
agradável a Deus e estimado pelos homens.
19Procuremos, portanto, aquilo que leva à paz e à
edificação mútua. 20Não destruas a obra de Deus, por uma questão de alimento.
Todas as coisas são puras, certamente, mas tornam-se más para aquele que, ao
comê-las, encontra nisso causa de tropeço. 21O que é bom é não comer carne nem
beber vinho, nada em que o teu irmão possa tropeçar.
22Guarda para ti, diante de Deus, a convicção de
fé que tens. Feliz de quem não se condena a si mesmo, devido às decisões que
toma. 23Mas quem sente escrúpulos por aquilo que come fica culpado, por não
agir de acordo com a sua convicção de fé. Tudo o que não é feito a partir da
convicção de fé é pecado.
Rm 15
O exemplo de
Cristo
1Nós, os fortes, temos o dever de carregar com as fraquezas dos que são
débeis e não procurar aquilo que nos agrada. 2Procure cada um de nós agradar ao
próximo no bem, em ordem à construção da comunidade. 3Pois também Cristo não
procurou o que lhe agradava; ao contrário, como está escrito, os insultos daqueles que te insultavam
caíram sobre mim. 4E a verdade é que tudo o que foi escrito no passado foi
escrito para nossa instrução, a fim de que, pela paciência e pela consolação
que nos dão as Escrituras, tenhamos esperança.
5Que o Deus da paciência e da consolação vos conceda toda a união nos
mesmos sentimentos, uns com os outros, segundo a vontade de Cristo Jesus, 6para
que, numa só voz, glorifiqueis a Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Unidos no
mesmo louvor
7Por conseguinte, acolhei-vos uns aos outros, na medida em que também
Cristo vos acolheu, para glória de Deus. 8Efectivamente, digo que foi por causa
da fidelidade de Deus que Cristo se tornou servidor dos circuncisos,
confirmando, assim, as promessas feitas aos patriarcas; 9por sua vez, os
gentios, dão glória a Deus por causa da sua misericórdia, conforme está
escrito:
Por isso te
louvarei entre as nações
e cantarei em
honra do teu nome.
10E diz-se ainda:
Alegrai-vos,
nações,
juntamente com
o seu povo.
11E ainda:
Nações, louvai
todas o Senhor;
que todos os
povos o exaltem.
12E Isaías diz também:
Virá o rebento
de Jessé,
que se
levantará para governar as nações:
é nele que as
nações hão-de pôr a sua esperança.
13Que o Deus da esperança vos encha de toda a alegria e paz na fé, para
que transbordeis de esperança, pela força do Espírito Santo.
CONCLUSÃO
(15,14-16,27)
Objectivo da
Carta
14No que vos toca, meus irmãos, estou pessoalmente convencido de que vós
próprios estais cheios de boa vontade, repletos de toda a espécie de
conhecimento e com capacidade para vos aconselhardes uns aos outros.
15Apesar disso, escrevi-vos, em parte, com um certo atrevimento, como
alguém que vos reaviva a memória. Faço-o em virtude da graça que me foi dada:
16ser para os gentios um ministro de Cristo Jesus, que administra o Evangelho
de Deus como um sacerdote, a fim de que a oferenda dos gentios, santificada
pelo Espírito Santo, lhe seja agradável.
17É, pois, em Cristo Jesus que me posso gloriar de coisas que a Deus
dizem respeito. 18Eu não me atreveria a falar de coisas que Cristo não tivesse
realizado por meu intermédio, em palavras e acções, a fim de levar os gentios à
obediência, 19pela força de sinais e prodígios, pela força do Espírito de Deus.
Foi assim que, desde Jerusalém e, irradiando até à Ilíria, dei plenamente
a conhecer o Evangelho de Cristo. 20Mas, ao fazê-lo, tive a maior preocupação
em não anunciar o Evangelho onde já era invocado o nome de Cristo, para não
edificar sobre fundamento alheio. 21Pelo contrário, fiz conforme está escrito:
Aqueles a quem
ele não fora anunciado é que hão-de ver
e aqueles que
dele não ouviram falar é que hão-de compreender.
Participação nos planos do Apóstolo - 22Era exactamente isso que me
impedia muitas vezes de ir ter convosco. 23Mas agora, como não tenho mais
nenhum campo de acção nestas regiões, e há muitos anos que ando com tão grande
desejo de ir ter convosco, 24quando for de viagem para a Espanha... Ao passar
por aí, espero ver-vos e receber a vossa ajuda para ir até lá, depois de
primeiro ter gozado, ainda que por um pouco, da vossa companhia.
25Mas agora vou de viagem para Jerusalém, em serviço a favor dos santos.
26É que a Macedónia e a Acaia decidiram realizar um gesto de comunhão para com
os pobres que há entre os santos de Jerusalém. 27Decidiram e bem; por isso eles
lhes são devedores. Porque, se os gentios participaram dos seus bens
espirituais, têm também obrigação de os servir com os seus bens materiais.
28Portanto, quando este assunto estiver resolvido, e lhes tiver entregue
o produto desta colecta devidamente selado, partirei para Espanha, passando por
junto de vós. 29E sei que, ao ir ter convosco, irei com a plena bênção de
Cristo.
30Exorto-vos, irmãos, por Nosso Senhor Jesus Cristo e pelo amor do
Espírito, a que luteis comigo, pelas orações que fazeis a Deus por mim, 31para
que escape dos incrédulos da Judeia e para que este meu serviço a Jerusalém
seja bem acolhido pelos santos. 32E assim, será com alegria que, se Deus
quiser, irei ter convosco e repousar na vossa companhia. 33Que o Deus da paz
esteja com todos vós! Ámen.
Rm 16
Recomendações
e saudações
1Recomendo-vos a nossa irmã Febe, que também é diaconisa na igreja de
Cêncreas: 2recebei-a no Senhor, de um modo digno dos santos, e assisti-a nas
actividades em que precisar de vós. Pois também ela tem sido uma protectora
para muitos e para mim pessoalmente.
3Saudai Priscila e Áquila, meus colaboradores em Cristo Jesus, 4pessoas
que, pela minha vida, expuseram a sua cabeça. Não sou apenas eu a estar-lhes
agradecido, mas todas as igrejas dos gentios. 5Saudai também a igreja que se
reúne em casa deles.
Saudai o meu querido Epéneto, o primeiro fruto da Ásia para Cristo.
6Saudai Maria, que tanto se afadigou por vós. 7Saudai Andrónico e Júnia, meus
concidadãos e meus companheiros de prisão, que tão notáveis são entre os
apóstolos e que, inclusivamente, se tornaram cristãos antes de mim.
8Saudai Ampliato, que me é tão querido no Senhor. 9Saudai Urbano, nosso
colaborador em Cristo, e o meu querido Estáquio. 10Saudai Apeles, que deu
provas do que ele é em Cristo. Saudai os da casa de Aristóbulo. 11Saudai
Herodião, meu concidadão. Saudai os da casa de Narciso, que pertencem ao
Senhor.
12Saudai Trifena e Trifosa, que se afadigam pelo Senhor. Saudai a minha
querida Pérside, que tanto se afadigou pelo Senhor. 13Saudai Rufo, o eleito no
Senhor, e a mãe dele que o é também para mim.
14Saudai Assíncrito, Flegonte, Hermes, Pátrobas, Hermas e todos os irmãos
que estão com eles. 15Saudai Filólogo e Júlia, Nereu e sua irmã, Olímpio e
todos os santos que estão com eles.
16Saudai-vos uns aos outros com um beijo santo. Saúdam-vos todas as
igrejas de Cristo.
Cautela com
os hereges
17Entretanto, irmãos, exorto-vos a que tenhais cautela com os que
provocam divisões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos
deles. 18É que essa gente não é a Cristo Senhor nosso que serve, mas ao seu
próprio ventre; e com palavras lindas e lisonjeiras enganam os corações dos
ingénuos. 19De facto, a vossa obediência chegou aos ouvidos de todos; e por
isso me alegro convosco. Mas quero que sejais sábios quanto ao bem e sem mancha
quanto ao mal.
20O Deus da paz há-de esmagar Satanás debaixo dos vossos pés, muito em
breve. A graça de Jesus, Senhor nosso, esteja convosco!
Saudação dos
colaboradores de Paulo
21Saúda-vos o meu colaborador Timóteo, assim como os meus concidadãos
Lúcio, Jasão e Sosípatro.
22Saúdo-vos eu, Tércio, que escrevi esta carta, no Senhor. 23Saúda-vos
Gaio, que me recebe como hóspede, assim como a toda a igreja. Saúda-vos Erasto,
o tesoureiro da cidade, e o irmão Quarto.
24A graça do Senhor nosso Jesus Cristo esteja com todos vós! Ámen.
Glória a
Deus!
25Àquele que tem o poder para vos tornar firmes, de acordo com o
Evangelho que anuncio pregando Jesus Cristo, segundo a revelação de um mistério
que foi mantido em silêncio por tempos eternos, 26mas agora foi manifestado e,
por meio dos escritos proféticos, de acordo com a determinação do Deus eterno,
levado ao conhecimento de todos os gentios, para os levar à obediência da fé,
27ao único Deus sábio, por Jesus Cristo, a Ele a glória pelos séculos! Ámen.
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