11/05/2022

Publicações em Maio 11

 


 

Mês de Maio

Santo Rosário

 

Mistérios do Evangelho - Sexto Mistério

Jesus é a Luz do mundo

Nas trevas, na ausência de luz que ilumine não posso fazer o que seja. Na escuridão não consigo caminhar para onde for porque não vejo onde colocar os pés. E, esta luz que necessito não pode ser uma luz qualquer, tem de ter brilho, força, alcance suficientes para que veja com clareza o caminho, consiga distinguir os barrancos, evitar os obstáculos e assim caminhar com segurança. E porque tenho de caminhar? Porque se ficar parado no mesmo local não verei como fazer para encontrar os alimentos que necessito para me alimentar, confeccionar a roupa que me é necessária para vestir a minha nudez, encontrar outros com quem conviver.

Sou, de facto, um caminhante! Iniciei uma viagem desde que nasci, primeiro levado pela minha mãe, depois conduzido pelos meus próprios passos. Nas trevas perco-me ierremediavelmente e ninguém consegue encontrar-me para me prestar a ajuda que necessite e, então… morrerrei.

Jesus Cristo intitulou-Se A LUZ DO MUNDO e de facto não há luz comparável à que dEle irradia. É este o mundo  que Ele me deu para viver onde tudo está claramente disiponível para meu uso. Não me é possível outra forma de viver e, por isso, não concebo como poderia o Senhor ter-me dado vida para a viver na escuridão. Assim vou caminhando esforçando-me o melhor que posso e sei para que, fazendo o bem que tenho de fazer, permaneça na Sua Luz.

Realmente, acontece-me por vezes não fazer esse bem e fazendo exactamente o contrário e, então, caio nas trevas de onde não conseguirei sair sem que Ele não me perdoe retirando-me delas.

A Santíssima Virgem, “uma Senhora mais brilhante que O sol”, como lhe chamaram os Pastorinhos em Fátima, está sempre presente em todos os momentos da minha vida e não me é possivel afastar os olhos da sua face materna, do seu olhar que me chama e atrai como íman poderoso a que não quero resistir. Tenho confiança absoluta que ela me guiará até essa luz incomensurável que brilhará para sempre na Eternidade.

 

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09/05/2022

Publicações em Maio 09

 



 

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Santo Rosário

 

Mistérios do Evangelho - Quinto Mistério

 

Escolha do Colégio apostólico ou dos Doze

 

Impressiona a simplicidade de algo tão transcendente como é o chamamento dos quatro primeiros Apóstolos. Não há um discurso, uma explicação o traçar de um plano de acção. O Senhor, que sabe tudo, sabia que a resposta seria pronta, imediata, completa total.

Há, com certeza, algum conhecimento prévio da pessoa de Jesus, os quatro irmãos deveriam ter falado disso com detalhe, mas, não obstante, estariam longe de supor que este convite inopinado lhes seria feito. As pessoas simples, de espírito aberto e coração puro, abraçam sem titubear os convites que reconhecem instantaneamente como sendo algo radical que mudará as suas vidas para sempre porque, também de imediato, reconhecem em Quem os convida, uma autoridade e grandeza a que não podem resistir. Não “jogam, portanto, no escuro”, mas com a certeza e confiança que estão fazendo o que de facto lhes convém. Com certeza que conhecem bem a Santíssima Virgem já que sabemos que eram visitas frequentes da casa de Nazareth. O acolhimento que a Senhora lhes terá prestado deve ter sido decisivo para a escolha de Jesus. Depois seguir-se-ão mais “convites”, mais “escolhas” até completar o que poderíamos chamar: os Doze do Colégio Apostólico. Doze! Porquê doze? Não eram doze as Tribos de Israel? Pois Jesus Cristo tem uma intenção que revelará mais tarde: "Sentar-vos eis em doze tronos para julgar as Doze Tribos de Israel". Mas, atrevo-me aperguntar: Não deveria ter escolhido gente competente, ilustrada, culta que desse melhores "garantias" de sucesso na missão? Seria, talvez, o meu critério. Mas, os "critérios" de Jesus, sendo humanos são, também, divinos e são estes que prevalecem, e, como não podia deixar de ser, a escolha é acertadissima. 

‘A humanidade inteira deve a Pedro e aos outros seus companheiros, saber Quem É Jesus e, sabendo-o, ter a oportunidade através dos Evangelhos, de chegar a conhecê-Lo intimamente. Conhecer Jesus Cristo é conhecer Deus Uno e Trino, Criador e Senhor de toda a criação. Sem estes homens, simples, um pouco rudes, cheios de defeitos e debilidades mas sentindo um amor incomensurável pelo Mestre por Quem a maior parte deu a própria vida, eu não teria essa ventura. Como são pessoas comuns como eu, poderei tentar imitá-los em tudo mas, sobretudo, nesse Amor com A grande por Nosso Senhor Jesus Cristo.

 

 

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08/05/2022

Publicações em Maio 08

 


 

Mês de Maio

 

Santo Rosário

 

Mistérios do Evangelho - Quarto Misterio

Confiança em Jesus

 

Muitas vezes, tantas coisas se entrechocam no meu espírito como que num vendaval que não consigo controlar. E, sem querer, deixo-me ir, assim, meio tonto, nas asas desse vento impetuoso que me impele não sei para onde. Quero deter-me e pensar, de facto, no que posso fazer, melhor, no que devo fazer. Lembro-me, então, que em Caná, a Santíssima Virgem dá uma “solução” a esses probelmas e inquietações: «Fazei o que Ele vos disser». Mas, eu enfrento este problema: E o que é que, em cada momento, Ele me diz para fazer, para onde ir?

Chego à conclusão que não me resta nada mais seguro e “infalível” que abandonar-me, serena e confiadamente, nos braços dulcíssimos da minha Mãe do Céu. Ela me levará para onde devo ir, Ela me dirá o que devo fazer. Como um filho pequeno e obediente sei muito bem que esta é a solução do que procuro: a Confiança em Jesus Cristo. Se a Sua própria Mãe confia absolutamente nEle ao ponto de O indicar como o Guia para vida diária de cada um como duvidar. Só que, bem sabes, por vezes me rebelo e queira fazer a minha própria vontade.

Talvez que, se fosse um dos empregados das Bodas de Caná me perguntasse  da necessidade de encher todas as talhas de água até cima… sobraria tanto vinho! Talvez que se Ele me chamasse para O seguir me demorasse um pouco a acabar o que estava a fazer, ou a ir experimentar aquela junta de bois que tinha comprado, ou a acompanhar o funeral do meu pai, ou a ver bem aquele novo campo que adquirira…

Pois… confiança nEle que nunca deixará que essas coisas deixem de ser feitas se de facto são necessárias mas, a seu devido tempo e sem pressas. Ir por aquele caminho sempre cheio de salteadores e isolado Não seria melhor seguir antes por outro mais seguro e movimentado?

Não! Confio nEle! Confio nEle!

 

 

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07/05/2022

Publicações em Maio 07




 

Mês de Maio


Santo Rosário - Mistérios do Evangelho


Quarto Mistério


Compaixão de Jesus

 

A cada passo constato no Evangelho demonstrações da Compaixão de Jeus Cristo pelos outros.

Como Homem Verdadeiro que É, tem esse sentimento e demonstra-o sem rebuço.

Um doente grave, cego de nascença um paralítico que não pode mover-se sem ajuda que nem sempre tem, uma Mãe angustiada pela morte do filho único; estas, talvez as mais “comuns” e correntes ocasiões em que o Seu Coração Misericordioso Se sente como compelido a atender quem necessita.

Mas não só; também Se compadece de muitos milhares de pessoas que O seguem e como o próprio Evangelho refere: «Tenho compaixão desta gente que Me segue há três dias sem tomar alimento».

Os humildes e carenciados merecem a Sua especial antenção mas, também todos os outros, como pessoas de elevado nível social e meios de fortuna, esmagados pelo infortúnio com são os casos do Centurião e de Jairo.

Compreendo muito bem que, para Jesus Cristo, os homens são todos iguiais na sua dignidade humana.

Desde a  Sua tenra infância via como a Sua Santíssima Mãe atendia quantos batiam à porta da modesta casa de Nazareth em busca de auxílio urgente.

Nunca deixava de dar o que podia dos parcos haveres familiares para atender esses pedios.

Lembra-Se como Ela, em Caná, lhe dissera com urgência: «Filho… não têm vinho…».

A Compaixão de Cristo só tem paralelo na Compaixão da Sua Santíssima Mãe sempre pronta e disponível a socorrer quem dela solicite auxílio.

Em tantos lugares do mundo, como muito particularmente em Fátima, ela está ali sempre disponível e dando provas da sua acompaixão pelos seus filhos os homens.

Ah Mãe!

Ensina-me a ser como tu a estar atento ás necessidades e carências dos outros, a não permanecer indiferente quando posso – e posso sempre – fazer algo por eles e, se acaso o que tenho a fazer ultrapassa as minhas capacidades, a recorrer a ti pondo nas tuas mãos compassivas esse encargo.

 

 

 

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