07/05/2022

Publicações em Maio 07




 

Mês de Maio


Santo Rosário - Mistérios do Evangelho


Quarto Mistério


Compaixão de Jesus

 

A cada passo constato no Evangelho demonstrações da Compaixão de Jeus Cristo pelos outros.

Como Homem Verdadeiro que É, tem esse sentimento e demonstra-o sem rebuço.

Um doente grave, cego de nascença um paralítico que não pode mover-se sem ajuda que nem sempre tem, uma Mãe angustiada pela morte do filho único; estas, talvez as mais “comuns” e correntes ocasiões em que o Seu Coração Misericordioso Se sente como compelido a atender quem necessita.

Mas não só; também Se compadece de muitos milhares de pessoas que O seguem e como o próprio Evangelho refere: «Tenho compaixão desta gente que Me segue há três dias sem tomar alimento».

Os humildes e carenciados merecem a Sua especial antenção mas, também todos os outros, como pessoas de elevado nível social e meios de fortuna, esmagados pelo infortúnio com são os casos do Centurião e de Jairo.

Compreendo muito bem que, para Jesus Cristo, os homens são todos iguiais na sua dignidade humana.

Desde a  Sua tenra infância via como a Sua Santíssima Mãe atendia quantos batiam à porta da modesta casa de Nazareth em busca de auxílio urgente.

Nunca deixava de dar o que podia dos parcos haveres familiares para atender esses pedios.

Lembra-Se como Ela, em Caná, lhe dissera com urgência: «Filho… não têm vinho…».

A Compaixão de Cristo só tem paralelo na Compaixão da Sua Santíssima Mãe sempre pronta e disponível a socorrer quem dela solicite auxílio.

Em tantos lugares do mundo, como muito particularmente em Fátima, ela está ali sempre disponível e dando provas da sua acompaixão pelos seus filhos os homens.

Ah Mãe!

Ensina-me a ser como tu a estar atento ás necessidades e carências dos outros, a não permanecer indiferente quando posso – e posso sempre – fazer algo por eles e, se acaso o que tenho a fazer ultrapassa as minhas capacidades, a recorrer a ti pondo nas tuas mãos compassivas esse encargo.

 

 

 

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06/05/2022

Publicações em Maio 06

 



 

 

Mês de Maio

Santíssima Virgem – Santo Rosário

Mistérios do Evangelho

Terceiro Mistério

Pregação de Jesus

 

Ao contemplar a vida pública do Salvador tomo consciência de quanto me diz, uma e outra vez, com infinita paciência, para que guarde com especial cuidado as Suas palavras. Onde encontrá-las: No Evangelho que o Espírito Santo escreveu pela mão de Mateus, Marcos, Lucas e João. Com a leitura diária, pausada, - diria - detida e reflectida, encontrarei sempre algo novo, uma ideia, uma inspiração, um detalhe. Quanto o Evangelho contém não é fruto nem do acaso nem da inspira­ção do evangelista. Não! Cada palavra, expressão ou pormenor, tem um "peso" um objectivo muito concreto: Conduzir-me pelo Caminho, que conduz à Verdade que me garante a Vida que É o próprio Jesus Cristo Nosso Senhor e Salvador.

Fazer do Evangelho o livro da minha vida de cristão, lendo e meditando e, como aconselhava São Josemaria Escrivá, tentando introduzir-me nas cenas que os textos descrevem como um personagem mais. E, de facto, não é difícil fazê-lo, bem ao contrário acabo por envol­ver-me de tal forma que chego a compreender que Jesus Cristo está ali, ao meu lado acompanhando a minha leitura-meditação e abrindo-me a alma e o entendimento para melhor compreender e guar­dar como tesouro precioso o que me oferece.

Peço com especial devoção à Santíssima Virgem que me assista nesta “tarefa” sabendo como ela deveria seguir a par e passo a Vida Pública do seu Filho.

Na Sua pregação Jesus Cristo dirige-Se a todos os homens, os de então e todos os outros que se hão-de seguir ao longo dos tempos. Dirige-Se, também, e de modo especial, aos Apóstolos, os    que O acompanhavam e, também, a quantos hão-de ter esse múnus até ao fim dos tempos. Estes homens dedicados a um trabalho exigente, cuidado e coeerente, precisam sempre de Conselho, Fortaleza, Sabedoria para que a sua acção arreigue nas almas e o seu exemplo dê abundantes frutos. Têm de ter – sempre – bem presente que a palavra que têm de pregar, transmitir, é A Palavra de Deus tal qual é e, nunca, da sua lavra ou fruto de interpretação. Por isso mesmo O Senhor lhes explica em “privado” muitas das Suas palavras ou expressões que não entendem ou percebem, para que não tenham dúvidas mas,  sim, certezas.

O verdadeiro apóstolo – seja quem for – a começar por mim próprio, tem de pedir com insistência Luz que ilumine a sua mente para que possa agir em conformidade.

Sem esta Luz, que só O Senhor pode dar, corro sério risco de ir perdendo o Norte e desviar-me pelo perigoso caminho das idéias próprias e interpretações particulares.

 

 

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05/05/2022

Publicações em Maio 05



 

Mês de Maio

Santíssima Virgem – Santo Rosário

Mistérios do Evangelho

Primeiro Mistério

A aparência de Jesus

Detenho-me a imaginar qual seria a aparência de Jesus, o veriam os outros com quem Se cruzava nos caminhos da Palestina e, em particular, como surgiria aos olhos dos Seus díscipulos, nomeadamente os mais próximos… os Apóstolos.

Entendo que um Rabi, um Chefe, não pode apresentar-se vestido de qualquer forma. Normalmente, no Israel daquele tempo, os Chefes do Povo, os fariseus e os escribas gostavam, como dizem os Evangelhos, de ricas vestes, com filactérias a arrastar pelo chão, símbolos e colares que identificavam a sua dignidade. Como também diz Jesus «já recebiam a sua paga». Jesus não! Em tudo parece um cidadão comum, normal, embora usando uma túnica inconsútil, o que não seria muito usual naqueles tempos, usando sandálias nos pés, porque é Senhor é não escravo, não usa nem símobolos ou sinais especiais que O identifiquem como alguém diferente do comum das pessoas. Talvez  por isso, por não aparentar ser um Chefe, uma Autoridade alguns se espantassem: «De onde Lhe vem esta sabedoria?».

Na Sua infância convivia e brincava com as crianças da Sua idade em Nazareth e, só a Sua Santíssima Mãe sabia que aqula criança era DEUS! Sim… Deus brincando com as crianças. Como não deveria o seu Dulcíssimo Coração encher-se de ternura ao contemplar cenas tão entranháveis!

Eu levo muito em conta o que visto ou uso em cada ocasião, esta é uma procupação “natural” ou uma Percebo, mas peço à Santíssima Virgem que me ajude a perceber melhor, que não será o que visto ou uso que arrastará outros para o Reino De Deus mas sim a forma como me comporto e hajo.

(AMA, 1993)

 

 

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